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Para Porto Alegre RS

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Hostel Minas IN Minas

    HOSTEL MINAS IN
    Hospedagem provisória!!!!!
    pra você que vem do interior ou vem de outra cidade visitar a família, fazer exames na santa casa, começar a vida na ...capital? o lugar certo é aqui, ambiente ótimo!!!!!
    tenho 2 opções: 1 quarto individual ... e 1 quarto compartilhado . incluído luz, água, roupa de cama limpa, armário com cadeado , internet WI FI velocidade boa, pequena copa com geladeira e microondas para refeições rápidas esse é um tipo de moradia provisória .
    tenho uma senhora que lava seca e dobra as roupas por 15 reais o equivalente de uma maquinada de roupas .tenho 2 opções: 1 quarto individual e 1 quarto compartilhado incluído luz, água, roupa de cama limpa, armário com cadeado o quarto compartilhado grande amplo com beliches sacada com passarela é 500 reais o individual 600 reais . fica localizado na Duque de Caxias próximo ao tudo supermercado farmácias comércio de lojas fácil acesso a universidades bancos rodoviária e aeroporto .
    o quarto compartilhado grande amplo com beliches sacada com passarela é 500 reais, individual 600 reais .
    no quarto compartilhado:
    diaria 60 reais
    semanal 250 reais.
    fica localizado na Duque de caxias centro histórico de Porto Alegre 1659, próximo ao tudo supermercado, farmácias, comércio de lojas, fácil acesso a universidades, bancos, Rua da Praia Shopping, rodoviária e a Aeroporto.

Jornal Negritude Por Um Mundo Sem Racismo


Outras Palavras


http://www.outraspalavras.net
Boletim de atualização - Nº 775 - 20/2/2017

​​Equador: rebeldia e êxitos de uma esquerda sem medo
Rafael Correa está muito próximo de eleger seu sucessor. Seu segredo: desprezar o “ajuste fiscal”, realizar política econômica contrária ao que exigiam os “sábios” neoliberais. Por Mark Weisbrot (Outras Palavras)

As “vidas indignas de ser vividas”Por que temos sido incapazes de Por trás da perseguição capitalista aos imigrantes há um conceito jurídico nazista. Em oposição a ele, busca-se uma alternativa – que tem a ver com Marx e Jesus. Por Mauro Lopes (Caminho pra Casa)

Previdência: hora de pressão sobre os parlamentares
Um guia prático produzido pela resistência a Trump pode inspirar na batalha contra a "reforma" da Seguridade Social. Por Glauco Faria (Previdência, Mitos e Verdades)

Ensino Médio: outra peça do retrocesso social
Aprovada sem debate, “reforma” quer confinar os pobres em escolas sem verbas e sem crítica, voltadas apenas à formação para o trabalho. Por Cléo Manhas (Outras Palavras)

Cuba e a propriedade privada
Manter o caminho? Abrir para o “empreendedorismo” privado? Socialismo autogestionário? são muitos os dilemas do socialismo cubano. No centro deles está o controle dos meios de produção. Por Joana Salém Vasconcelos (Outras Mídias)

Dez questões cruciais para uma horta urbana
Entre elas: qual o espaço necessário? Que plantar? Qual o melhor formato? Como fazê-la em comunidade? Pode ser em espaço público? Por Djalma Nery (Plantar o Futuro)
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Boletim
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Paulo Furtado Na Nova Redação do Jornal Negritude



Brasil Mata Mais Jovens

O Brasil  é décimo país do mundo que mais se matam os jovens
E eles sao os pobres, negros e multas das periferias das grandes cidades.

Os dados são do ‘Mapa da Violência’, lançado na semana passada (15/2) na Câmara dos Deputados, em cerimônia que contou com a participação do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).
A reportagem é publicada por ONU Brasil 20-02-2017.
Relatório aborda letalidade das armas de fogo no Brasil e ranqueia país em uma lista de cem nações. Documento alerta para a vulnerabilidade da população negra brasileira: atualmente, morrem 2,6 vezes mais afrodescendentes do que brancos por homicídios cometidos com armas de fogo.
No Brasil, 25.255 jovens de 15 a 29 anos foram mortos por armas de fogo em 2014, um aumento de quase 700% em relação aos dados de 1980, quando o número de vítimas nessa faixa etária era de cerca de 3,1 mil. Com isso, o Brasil ocupa a 10ª posição em número de homicídios de jovens num ranking que analisou cem países.
As informações são do “Mapa da Violência 2016”, lançado na quarta-feira (15) emBrasília, na Câmara dos Deputados. O documento alerta também para a vulnerabilidade da população negra à violência. Atualmente, morrem por arma de fogo 2,6 vezes mais afrodescendentes do que brancos.
O representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Jaime Nadal, participou da mesa de apresentação do documento e afirmou que é preciso mudar a forma como a juventude é vista no Brasil. “Apesar de serem apontados como os principais responsáveis pelas alarmantes estatísticas no Brasil, adolescentes são mais vítimas do que autores de atos violentos”, disse.
O dirigente da agência da ONU no Brasil lembrou que a violência afeta principalmente os jovens negros e pobres, assim como as mulheres afrodescendentes.
Sem distinção por faixa etária, o “Mapa da Violência” aponta que, de 2003 a 2014, os homicídios por arma de fogo registraram queda de 27,1% entre a população branca — passando de 14,5 mortes por 100 mil habitantes para 10,6. No mesmo período, o índice aumentou entre os negros. Em 2003, foram 24,9 mortes por 100 mil afrodescendentes. Onze anos mais tarde, a taxa subiu para 27,4 — um aumento de 9,9%.
Em números absolutos, o “Mapa da Violência” identifica um crescimento de 46% no número de negros vítimas de homicídio por arma de fogo — de 20.291, em 2003, para 29.813, em 2014. Em 2003, morriam 71,7% mais negros do que brancos por esse tipo de crime. A proporção chegou a 158,9% em 2014. Ou seja, morrem por arma de fogo 2,6 vezes mais negros do que brancos no Brasil.
“O UNFPA e outras agências da ONU no Brasil têm atuado em várias frentes, apoiando ações afirmativas que buscam promover a participação de pessoas jovens e diminuir as desigualdades étnico-raciais”, acrescentou Nadal.
Tendo como tema central a letalidade das armas de fogo no país, o “Mapa da Violência” recupera registros desde 1980 e revela que aproximadamente 1 milhão de pessoas já foram vítimas de disparos. De 1980 para 2014, o número de homicídios por armas de fogo subiu de 6.104 para 42.291 por ano — um crescimento de 592,8%. Do total de assassinatos, cerca de 25 mil vitimaram jovens.
No Brasil, o número de armas de fogo não registradas é maior que o de registradas — 8,5 milhões contra 6,8 milhões. O relatório aponta que 3,8 milhões estão em mãos criminosas.
Entre as unidades federativas, Alagoas é o estado com a maior taxa de homicídios por armas de fogo: 56,1 vítimas por 100 mil habitantes em 2014. Ceará e Sergipe vêm em seguida. Os estados com os menores índices são Santa Catarina (7,5) e São Paulo(8,2). A média brasileira em 2014 foi de 21,2 vítimas por 100 mil habitantes.
Com dados verificados até 2012, o Brasil ocupa, a nível internacional, a 10ª posição em um ranking de cem países. Quem encabeça a lista é Honduras, com taxa de 66,6 homicídios por 100 mil habitantes, seguido por El Salvador (45,5). A nação sul-americana com a maior taxa de homicídios por arma de fogo é a Venezuela (39).
Sobre os dados, o assessor especial da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Social (SEPPIR), Juvenal Araújo, comentou que é inadmissível que, a cada três jovens assassinados no Brasil, dois sejam negros. Araújo disse que faltam políticas efetivas para acabar com o genocídio da população jovem brasileira.
Parceira no lançamento do “Mapa”, a Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) foi representada pelo secretário Assis Filho. “A violência tem cor, faixa etária e moradia”, disse o chefe do organismo, referindo-se aos números da violência contra a população negra, jovem e periférica.
Assis Filho informou ainda que a SNJ e seus parceiros estão trabalhando no relançamento do Plano Juventude Viva, projeto que visa reduzir a vulnerabilidade de jovens negros a situações de violência física e simbólica.

Grupo Assessor sobre Juventude

O UNFPA coordena, em conjunto com a Secretaria Nacional de Juventude, oGrupo Assessor Interagencial sobre Juventude da ONU no Brasil. Formado por 10 agências das Nações Unidas e pelo Conselho Nacional de Juventude, o organismo é responsável por promover diálogos entre a sociedade civil, governos e aOrganização internacional.

Conheça o ‘Mapa da Violência’

O “Mapa da Violência 2016” tem autoria do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador da área de Estudos sobre a Violência da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO). A primeira edição do “Mapa” foi publicada em 1998 e, a cada ano, foca em um tema diferente, como homicídio de mulheres ou violência contra adolescentes.
As informações completas podem ser encontradas na versão online do relatório. Acesse o documento clicando aqui.