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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Lula e Dilma

24/10/2009
Artigos

LULA E DILMA SÃO TROGLODITAS AMBIENTAIS
por Paulo G. M. de Moura

Recentemente o presidente Lula comemorou o fato de não haver nenhum candidato troglodita de direita disputando à Presidência da República em 2010. Confesso que Lula me deixa confuso com muita coisa que diz. No meu conceito, trogloditas de direita e de esquerda não gostam de eleições e, quando as disputam e vencem, como Hugo Chávez, por exemplo, a quem Lula tanto presa; usam a democracia para destruir a liberdade dos cidadãos. No meu conceito, trogloditas de direita, no Brasil, se os há, ou estão em casa de pijama, com saudades da ditadura militar, ou se aliaram a Lula, e frequentam os convescotes palacianos em intimidades com o atual presidente, inimagináveis entre Jesus Cristo e Judas, por exemplo. Mas, meu assunto hoje, são os trogloditas ambientais. Esse ainda os há em profusão, no meio social, político e empresarial. Trata-se de pessoas que, por má fé ou ignorância, não entenderam que o impacto da ação humana sobre o planeta atingiu o nível da ameaça real à sobrevivência não apenas da espécie humana, mas da vida Terra mesmo. Pouca gente sabe que existe no meio acadêmico uma divergência de fundo entre cientistas especializados na questão do clima, sobre a questão do aquecimento global. Contra os que acham que as catástrofes recentes resultam do impacto da ação humana (queima e lançamento de gases na atmosfera, poluição, etc.), há os que acham que estamos vivendo um processo cíclico natural. A natureza, dessa forma, produziria ciclos alternados resfriamento e aquecimento da atmosfera da Terra, com as respectivas e inevitáveis conseqüências. Bem; se nem os cientistas que se debruçam sobre a questão são capazes de chegar a um consenso sobre a origem das catástrofes ambientais recentes e crescentes, quem seremos nós, comuns mortais, para tomar posição num debate de natureza tão complexa? A Ciência tal como a conhecemos tem cerca de 300 anos e é uma poderosa ferramenta de produção de conhecimentos. Mas, também nesse caso, revela-se poderosíssima em sua capacidade de demonstrar o quanto ainda ignoramos a dinâmica do funcionamento da natureza, e limitadíssima em sua capacidade de explicar o desconhecido. Pessoalmente adoto alguns critérios para tomar posição em situações como essa. Em primeiro lugar,


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Dr. Paulo G. M. de Moura
Consultoria em Comunicação & Análise Política
www.professorpaulomoura.com.br


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