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Libertadores 2017

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Boletim Stepan

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Artigo publicado no jornal "O globo" Somos Presos Comuns
Em Copacabana o cidadão me para, declara-se meu eleitor e dispara:- E aí, meu vereador, posso confiar que este ano sai o Código de Ética? - Vamos trabalhar para isso, vamos trabalhar. Vale lembrar que um pouco antes das últimas eleições, em um longo julgamento no STF, do qual participaram onze ministros, seis decidiram liberar os candidatos que respondem a processos na Justiça - os chamados "fichas sujas", para que pudessem concorrer nas eleições municipais. Temos aqui na Câmara um projeto em andamento. O que mais se escuta é que, tal como está, receberá muitas emendas e um semestre mais se passará sem que seja votado. Pensamos, muitos vereadores, em criar a Comissão de Ética antes do código e nortear a ação dessa Comissão por preceitos escritos em decreto que prevêem punições e sanções até razoáveis "enquanto seu lobo não vem". Essa é uma parte do enredo, mas tem outras importantes de serem estudadas: 1. Vereador não tem imunidade parlamentar, assim como nenhum político deveria ter. Ao contrário dos deputados, senadores e ministros, vereador pode ser processado e preso em qualquer das 24 horas do dia sem autorização de ninguém. 2. Para ser vereador é necessário ser filiado a um partido político. Não tem vereador avulso, e inclusive o mandato pertence ao partido. 3. Os partidos têm regimento interno, estatuto e a maioria deles sua comissão de ética. 4. Para ser candidato o partido precisa promover o registro de cada um na Justiça Eleitoral, que tem um rol de exigências, documentos e certidões que são um verdadeiro raio X da vida pregressa do candidato a candidato. 5. A Justiça Eleitoral aceita o registro e promove as eleições apenas com nomes aprovados por ela. 6. O povo elege. 7. A Justiça Eleitoral diploma e empossa. 8. A Câmara tem regimento interno. O Município tem Lei Orgânica e o vereador eleito é obrigado a conhecê-la e respeitá-la. 9. A Constituição Federal, em seu art. 5º , inciso LVII, dispõe: "Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória." Dessa forma, a nossa lei maior garante o princípio da presunção de inocência. Para não virar dez mandamentos fico nos nove. Acredito que a discussão é mais profunda, pois o sujeito, antes de assumir, passa por diversas "peneiras", que poderiam muito bem depurar a situação civil e criminal do postulante ao cargo público. Existe o alistamento eleitoral, a filiação partidária, a convenção nos partidos para a escolha dos candidatos, a eleição, a diplomação e a posse. Chega a ser risível que só depois desse processo todo se descubra que o indivíduo é incapaz para exercer o cargo, salvo tenha cometido o crime ou delito no transcurso de uma dessas etapas. O verdadeiro Código de Ética da Câmara Municipal deve ser escrito a muitas mãos. Não é voo solo. Por isso acredito que os partidos devem escolher melhor e com mais rigor seus candidatos os eleitores, em quem votam e os tribunais, a quem diplomam. As portas deste Palácio estarão sempre abertas para a participação popular e para que a Justiça cumpra seus mandados de prisão sem precisar de autorização do plenário. Por enquanto, ao contrário das Câmaras estadual e federal, vereador ainda é parecido com o povo em geral, somos presos comuns, sem direito a prisão especial. Aproveitem.
* Stepan Nercessian é ator, vereador (PPS) e atual vice-presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.Artigo publicado em 15/01/09

Nova oportunidade para assistir Stepan no Conexão Roberto D’Ávila
A entrevista de Stepan Nercessian ao programa Conexão Roberto D´Avila será reprisada no dia 25 de janeiro (domingo), às 20h, na TV Brasil. Em uma conversa informal, o. ator conta um pouco da carreira, da família, da militância política e do trabalho desenvolvido no Retiro dos Artistas. O programa é considerado um importante instrumento de formação da memória viva das mais importantes personalidades de nosso tempo.

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Apreensão de carnes

Cresce 381% a apreensão de carnes e alimentos no litoral gaúcho19/01/2009 10:16
Em apenas um mês, aumentou 381% a apreensão de produtos de origem animal inadequados ao consumo no litoral gaúcho, em comparação com todo o período de veraneio do ano passado. A fiscalização realizada em 124 barreiras, com a abordagem de 2.104 veículos, durante 30 dias, resultou no recolhimento de 26,4 toneladas de ovos, leite, carne e derivados pelos técnicos da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio (Seappa) envolvidos na Operação Verão Legal RS 2009 no litoral Norte e Sul do Estado. No verão passado, em 75 dias, foram interceptadas 5,47 toneladas irregulares dos mesmos produtos de origem animal. "A situação é muito preocupante, pois a tendência de queda nas apreensões se reverteu este ano, com um surpreendente crescimento nos problemas detectados", avalia o médico veterinário Rodrigo Nestor Etges, do Serviço de Fiscalização e Controle de Trânsito do Departamento de Produção Animal (DPA) da Seappa. Se a atual tendência prosseguir, o total de apreensões deve chegar a 50 toneladas no atual veraneio, alcançando um número oito vezes superior ao mesmo período do ano passado. Cuidados O considerável aumento de quase quatro vezes no trânsito ilegal de produtos de origem animal deve servir de alerta os veranistas. Segundo o veterinário, o consumidor deve observar a procedência da carne que for adquirir no litoral gaúcho, especialmente em açougues. "Em caso de dúvida, as pessoas devem perguntar sobre a origem da carne e pedir alguma comprovação, como carimbo de inspeção sanitária em algum dos cortes à venda ou mesmo a nota fiscal do produto", recomenda. "A compra de cortes embalados com a devida origem da carne, encontrados principalmente em supermercados, é a melhor escolha". Segundo ele, as principais causas das apreensões é a falta de comprovação da origem da carne e o transporte inadequado dos produtos, sobretudo com temperaturas acima do exigido por lei (7ºC). Etges observa que, em virtude da fiscalização efetivada nos primeiros 15 dias de veraneio, de 15 a 31 de dezembro, as irregularidades diminuíram na segunda quinzena de trabalho. Os técnicos da Seappa aplicaram 44 infrações na última quinzena, ante 80 dos primeiros 15 dias. Com isso, as apreensões e inutilizações de produtos também caíram, de 64 (primeiros 15 dias da operação) para 46 (nesta segunda quinzena). A quantidade apreendida somou 16,98 toneladas nos primeiros 15 dias da operação. Nesta segunda quinzena foram 9,4 toneladas interceptadas. "Esta queda era esperada, visto depois do choque fiscalizatório dos primeiros dias, os produtos são transportados com maior zelo no restante do veraneio", explica. "Mas, mesmo assim, só nos 15 dias mais recentes, foi interceptado quase o dobro do total do verão passado". Denúncias A fiscalização no litoral do RS ocorre em possíveis pontos de abates clandestinos e no trânsito de produtos de origem animal, com equipes volantes compostas por médicos veterinários, técnicos agrícolas e técnicos administrativos, sempre com apoio da Brigada Militar. O contato direto com as equipes volantes pode ser feito por telefone. Para falar com a sede do DPA, em Porto Alegre, os números são (51) 3288.7825 ou (51) 3288.7800. No Litoral Norte, os fones são (51) 3628.1285 ou (51) 8445.6882. No Litoral Sul, os contatos devem ser com a Supervisão Regional do DPA de Rio Grande, pelo (53) 3232.3131 ou (51) 8445.6701.Fonte: Site do Estado

Literatura

10 de janeiro de 2009. N° 8311Alerta
LITERATURA
O Maranhão dinástico
Livro da professora Maria de Fátima da Costa Gonçalves comenta o poder e a influência da família Sarney em um dos estados mais pobres da União

O Maranhão, um dos estados mais pobres do Brasil, tem sido governado sistematicamente por estruturas oligárquicas que, com o apoio do poder central, vêm mantendo a região em uma situação de atraso, de dependência e de curral eleitoral. Os últimos 60 anos de vida política no Maranhão foram marcados por duas dinastias, a de Vitorino Freire, que de 1945 a 1965 desenvolveu relações patrimonialistas, e a de José Sarney – filho político do vitorinismo, mais tarde rompido com sua origem –, que de 1966 aos dias de hoje exerce o mandonismo local.Acaba de ser lançado – no dia 19 de dezembro de 2008, em São Luís (MA) – o livro A Invenção de uma Rainha de Espada – reatualizações e embaraços na dinâmica política do Maranhão dinástico (Editora da UFMA), tese de doutoramento da professora Maria de Fátima da Costa Gonçalves, da Universidade Federal do Maranhão. O trabalho, dentro de uma perspectiva teórica bourdiana (de Pierre Bourdieu), analisa a dinastia de José Sarney com seus filhos sociais, políticos e biológicos. Roseana Sarney Murad passa a ser a rainha de espada, referência metafórica às cartas do baralho, cujo peso é relacional, já que o espólio político do pai está em jogo naquele Estado.O livro mostra a tessitura do poder dos Sarney no Maranhão, começando pela Lei de Terras nº 2.979 (17/7/69), que, contrariando as pretensões da Sudene de tornar parte da região úmida do Estado em área de povoamento para os flagelados da seca do Nordeste, instituiu o mercado formal de terras, favorecendo o início do processo de ocupação das mesmas pelos médios e grandes empreendimentos agropecuários. Essa modernização conservadora possibilitou o crescimento do latifúndio, transformado, hoje, em agronegócio exportador em terras de miseráveis. Soja, arroz e eucalipto são alguns dos grandes cultivos do sul maranhense.A oligarquia sarneysista se escuda em duas estratégias fundamentais para exercer sua hegemonia, quais sejam, no apoio do poder central e nas relações patrimonialistas no próprio Estado do Maranhão. José Sarney é conhecido popularmente pelo apelido de camaleão, aquele que muda de partido de acordo com as conveniências. Nascido e criado dentro da oligarquia vitorinista, contra ela se rebelou, fundando seu grupo de poder dinástico; dado o golpe de Estado de 1964, tornou-se parte integrante de apoio às Forças Armadas, chegando a ser presidente nacional do partido político de sustentação da ditadura militar; acontecida a redemocratização, tornou-se presidente do país por conta da morte de Tancredo Neves, estendendo seu mandato para cinco anos por meio de uma emenda constitucional com votos negociados; escolhido Fernando Henrique Cardoso presidente da República, dele se aproximou, ao ponto de FHC apoiar entusiasticamente a candidatura de Roseana Sarney Murad ao governo do Maranhão por duas vezes; eleito Lula presidente, Sarney tornou-se senador pelo Amapá, Estado que não é o seu, e ao mesmo tempo fez senadora pelo Maranhão sua filha Roseana, sendo ambos apoiadores do governo federal, chegando ela a ser líder do mesmo na Câmara Alta. Além disso, cabe lembrar que entre 1970 e 2004, exceção feita apenas por Oswaldo da Costa Nunes Freire (1974-1979), Sarney foi o gestor de todos os governadores maranhenses.Por outro lado, a oligarquia sarneysista não aposta em um desenvolvimento autônomo no Maranhão, já que ele significaria o seu próprio fim. Nas principais cidades do estado, com um pouco mais de independência econômica e política, os candidatos da oligarquia vêm perdendo, sucessivamente, as eleições. São Luís e Imperatriz são dois exemplos típicos.Já Gonçalves aponta em seu livro, como principal estratégia de manutenção e de reprodução das práticas de poder dinástico, a distribuição de cargos e postos entre os parentes consanguíneos, os parentes por alianças, os parentes por afinidades e o compadrio nas mais variadas instituições do estado do Maranhão. José Sarney estabeleceu uma prática privada de exercício político, como também constituiu uma rede de parentesco social ampliado. Para tanto domina os setores da política, da economia, do judiciário, da cultura e das comunicações. Basta ver os nomes dados às obras públicas, tais como a Vila D. Kiola (mãe de José Sarney), Maternidade Marly Sarney (esposa de José Sarney), Creche Rafaela Sarney Murad (neta de José Sarney), Passarela do Samba Roseana Sarney Murad (filha de José Sarney) e o próprio Sarney, que nomeia município, ponte, fórum, escolas e outros. No entanto, o que mais chama a atenção, não pela grandiosidade e sim pela promiscuidade, é o fato de o Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, órgão responsável pela fiscalização das contas do governo, ser chamado de Palácio Governadora Roseana Sarney Murad.Além de José Sarney se reproduzir nas placas de bronze das obras públicas, se apropriou do Convento das Mercês, obra construída no século 17 no qual pregou o Pe. Antônio Vieira, transformando-o em museu particular. Chegou a fazer em um dos pátios internos, debaixo de uma mangueira, um mausoléu, como bom faraó que é, para empalhar seus restos e os de dona Marly. Pegou da União uma ilha – a Curupu –, fazendo-a propriedade privada, onde construiu uma de suas tantas mansões, não permitindo que os pescadores se aproximem dela. Dragas do estado do Maranhão aumentaram a profundidade do “Dono do Mar” para que barcos com maior calado lá chegassem sem problemas. Amante das letras e conhecedor da história, não teve nenhum problema em retirar pedras retangulares (cantaria) das ruas de São Luís, transportadas pelas caravelas portuguesas nos séculos 16 e 17 para dar estabilidade na travessia do Atlântico, calçando suas quintas privadas. É o público e o privado completamente perpassados.Às vezes o caciquismo sarneysista chega a um estágio tragicômico, como a estratégia atípica adotada para impedir que o irmão do ex-marido de Roseana Sarney Murad – Ricardo Murad – se candidatasse ao governo do Estado, já que concorreria contra ela. Como Roseana estava separada judicialmente de Jorge Francisco Murad, irmão do possível candidato a governador, Ricardo Murad, ela se casou novamente com o ex-marido, impedindo, assim, a candidatura do agora já cunhado.Ao analisar o poder dinástico no Maranhão, faltou em A Invenção de uma Rainha de Espada mostrar o enriquecimento material da família Sarney; a rápida expansão do Sistema Mirante de Comunicação, uma repetidora da Rede Globo; o crescimento do patrimônio de alguns filhos políticos ilustres da dinastia, conhecidos nacionalmente, como Édison Lobão e Epitácio Cafeteira. Este último, depois de passar do status de aliado a adversário político, retornou à casa do pai em 2005, e esteve envolvido na “Operação Granville”, o até agora não explicado transporte de Cr$ 170 milhões de seu apartamento, em São Luís, para o Rio de Janeiro, em 1990.A Nova Balaiada – A resistência à oligarquia sarneysista começa a buscar força na história do Maranhão, como no caso da Balaiada (1838-1841), uma revolução acontecida não apenas no interior do Estado, mas em toda a região, que apresentava um caráter de classe bem definido, com trabalhadores escravos, índios explorados e os trabalhadores livres empobrecidos (com o apoio pontual, mais tarde retirado, de um grupo de liberais chamados de Bem-te-vis, que no fundamental respondiam aos interesses da pequena burguesia urbana) lutando contra fazendeiros criollos e grandes comerciantes portugueses que procuravam repassar os custos da crise econômica para as classes debaixo, já que o algodão, principal produto de exportação, sofria forte concorrência do sul dos Estados Unidos. Embora os documentos oficiais do império procurassem descaracterizar o conflito de classes, apresentando-o tão-somente como “rebelião de facínoras” ou “hordas devastadoras”, teve, em determinado momento, que reconhecer que se tratava pelo menos de uma “guerra civil” ou de uma “crua guerra intestina”. A história oficial não conseguiu tirar do imaginário coletivo do povo maranhense esta luta de pobres contra ricos de meados do século 19.Ocorre que o grupo dinástico de José Sarney, concorrendo mais uma vez ao Executivo estadual em 2006, com apoio declarado do presidente da República, amargou uma dura derrota no segundo turno para Jackson Lago, antigo político oposicionista, ex-prefeito de São Luís e já vencido em outras tentativas de se tornar governador. A derrotada foi nada menos que a guerreira, a Rainha de Espada, ou seja, Roseana Sarney. Desde então, o Maranhão dinástico se levantou e, lançando mão de todos os recursos e subterfúgios jurídicos, está tentando caçar o governo Lago. Diante da iminência da perda de seu mandato, já que o processo caminhou de forma rapidíssima nos tribunais, movimentos populares, sindicatos e partidos políticos de esquerda se reuniram diuturnamente – em meados de dezembro de 2008 – em frente ao Palácio dos Leões, em São Luís, para acompanhar, em um telão, o julgamento no Tribunal Superior Eleitoral. Igualmente, por todo o Maranhão, espalharam-se outdoors acusando a possível cassação de mais um golpe sarneysista. A toda esta movimentação denominou-se de Nova Balaiada, em alusão à luta de classes do século 19. A história, que sempre fora ocultada pela oficialidade, passara a ser utilizada mais uma vez como mecanismo de resistência pelos movimentos populares.Na verdade, as oligarquias regionais começam a ser golpeadas pelo aumento da luta política e pela conscientização dos grupos organizados. Os movimentos populares, o sindicalismo independente, os partidos políticos comprometidos com as mudanças estruturais, as pesquisas feitas nas universidades com compromissos políticos – como o livro ora comentado – têm contribuído no enfraquecimento dos grupos dinásticos. No entanto, um papel relevante caberia também, ao governo central (Brasília), que poderia ajudar a asfixiar de vez estas estruturas arcaicas de poder. A crise das oligarquias liga-se fundamentalmente à crise do Estado. Terá o presidente Lula interesse em acabar com a oligarquia sarneysista no pobre estado do Maranhão? Os fatos, infelizmente, mostram o contrário. Tampouco a vitória de Jackson Lago aponta diretamente para a superação da mesma. Caberá tão-somente aos maranhenses esse duro embate. Ou seja, Outra Balaida na Ilha da Rebeldia.* Professor do Departamento de História da UFSC, com doutorado em Ciências Sociais-Política pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Organizador e autor do livro História e Poder – a reprodução das elites em Santa Catarina (Insular, Florianópolis, 2003)

Memorial

Car@s amig@s e companheir@s


No próximo dia 24 de janeiro será inaugurado o Memorial da Resistência, objeto de muita luta e insistência dos ex-presos políticos de São Paulo . Não será uma simples reinauguração do mesmo espaço, mas a instalação pública de um projeto museólogo criativo e marcante do período de ditaduras em nosso país.

O velho prédio do Largo General Osório, que foi sede de estação ferroviária e do antigo DEOPS/SP, passou por uma cruel descaracterizaçã o. Foram destruídas duas celas e o Fundão (antigas celas fortes solitárias), todo o espaço recebeu pinturas modernosas, foram destruídos os infectos banheiros e rasparam as paredes onde estavam inscrições feitas por gerações de presos políticos das várias ditaduras e períodos de repressão do movimento operário e popular do Brasil.

Com um toque de ironia, o lugar maquiado recebeu o nome de Memorial da Liberdade como forma de apagar a Resistência e a determinação de milhares de combatentes, que nunca aceitaram a opressão das classes dominantes e seus instrumentos ditatoriais.

Vários ex-presos políticos e pessoas sensíveis à História lutaram pela reconstituição daquele lugar como marco de lutas contra as ditaduras e começaram por exigir a mudança de nome para Memorial da Resistência, pois ali havia Resistência e nenhuma Liberdade.

O atual governo estadual aceitou a visão dos militantes do Fórum Permanente dos ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo e fez a mudança do nome e uma significativa reforma para devolver um aspecto semelhante ao que era originalmente. Foram instalados vários equipamentos audio-visuais que permitem ao visitante saber o que foi aquele lugar e as tantas barbaridades cometidas contra nosso povo e seus mais destacados militantes.

Uma das celas foi reconstituída para mostrar as condições de vida dos presos e, para não esconder as torturas e assassinatos cometidos pelos carrascos, os equipamentos mostram depoimentos de pessoas que por lá passaram.

Desde o ano passado o Fórum dos ex-Presos Políticos realiza no auditório daquele prédio palestras e debates para jovens e todas as pessoas interessadas. São os Sábados Resistentes, que reuniu uma média de 70 pessoas por evento.

A inauguração do novo Memorial da Resistência, marca o início de várias atividades que, ao longo do ano o Fórum vai desenvolver para marcar, entre outras datas:

- Os 30 anos da Lei da Anistia;
- Os 40 anos sem Marighella;
- Os 30 anos sem Santo Dias da Silva;
- Os 40 anos da morte do Almirante Negro, João Candido;
- Os 45 anos do Golpe de 1964;
- Os 40 anos da criação da infame OBAN.

Durante o ano todo vamos continuar lutando pela Memória, Justiça e Verdade, para que nunca mais se repitam os horrores da ditadura.

Ajude a divulgar esta mensagem e vamos todos nos encontrar para continuar nossa luta pela Verdade e relembrar que somos Pela Vida, Pela Paz: Tortura, Nunca Mais!

Data: dia 24 de janeiro de 2009
Hora: 11 horas
Local: Memorial da Resistência (Estação Pinacoteca - Largo General Osório, 66)

Estacionamento no local
O novo Memorial da Resistência quer mostrar que a Humanidade foi mais forte, derrotou a opressão, a tortura e a barbárie.
Mais importante que tudo é passar para as novas gerações a certeza de que vale a pena lutar por Liberdade, Justiça e por uma Sociedade Justa e Igualitária.

Contamos com sua presença e participação!
Raphael Martinelli, Maurice Politi e Ivan Seixas
Fórum Permanente dos ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo
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Antena Triocolor

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16.01.2009


Bandeira a meio mastro no OlímpicoGrêmio se solidariza com a Nação Xavante
Em solidariedade à comunidade de Pelotas, a bandeira do Grêmio, no Estádio Olímpico, está a meio mastro no dia que sucede a tragédia que envolveu a delegação Xavante e levou ao falecimento o atacante Claudio Milar, o zagueiro Régis Alves e o preparador de goleiros Giovani Guimarães. O presidente em exercício, Alberto Guerra, e o vice-presidente Iarany Sant'anna Jr foram para Pelotas prestar solidariedade aos Xavantes. O diretor administrativo Luis Moreira enviou uma coroa de Flores em nome da Nação Tricolor.


I Torneio da Solidariedade Geral do Grêmio Taquara Saiba como participar
No próximo dia 18, a partir das 10h, no Sítio do Calisto, será realizado o I Torneio da Solidariedade, organizado pelos integrantes da Geral de Taquara. Para se inscrever, cada atleta deve doar 1 kg de alimento não perecível e 10 cartões de almoço por equipe. Mais informações
Tragédia repercute em Bento GonçalvesVeja na Grêmiotv.net
A tragédia envolvendo o ônibus que conduzia a delegação do Brasil de Pelotas na noite de ontem, vitimando dois jogadores e o preparador de goleiros do time, repercutiu em Bento Gonçalves, na pré-temporada do Grêmio.Mais informações

Antena Tricolor

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17.01.2009


Boa vitória antes do GauchãoVeja os gols na Grêmiotv.net
Em seu último teste forte antes da estreia no Campeonato Gaúcho, o Grêmio venceu o Flamengo de São Valentim pelo placar de 4 a 2 na tarde deste sábado. O bom público presente foi um dos grandes destaques da partida. Um momento de emoção foi quando o árbitro Leonardo Gaciba determinou o minuto de silêncio em homenagem às vítimas do acidente com o ônibus do Brasil de Pelotas e a torcida, que estava cantando, aderiu ao silêncio, para logo em seguida puxar os aplausos, seguidos por todos que estavam presentes no Caldeirão Rubro-Negro. Mais informações
Juvenil empata com o Cruzeiro em SantiagoTricolor espera adversário das quartas de final
A Categoria de Juvenis do Grêmio está no interior do Rio Grande do Sul, para a disputa da 21ª edição da Copa Santiago. A cidade fica localizada a 462Km de Porto Alegre. Neste sábado, o Tricolor encerrou a sua participação na primeira fase da competição. O time comandado por Luís Paulo Peixoto empatou com o Cruzeiro, de Minas Gerais, em 2 a 2. Os gols gremistas foram marcados por Gabriel Spessato e Nedílson. Mais informações

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Antena Tricolor

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18.01.2009


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