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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Revista Veja







17 de janeiro de 2009
Eurípedes AlcântaraDiretor de Redação
Caro leitor,
o ano de 2009 começa a tomar forma e, apesar dos sempre esperadíssimos feriados de Carnaval, o Brasil parece ter reencontrado motivos para voltar a funcionar. Até agora os efeitos da anunciada crise econômica são menos aterrorizantes do que muitos acreditavam. É cedo para comemorar, mas janeiro já se encaminha para o fim sem rupturas dramáticas da normalidade. VEJA vai continuar acompanhando dia a dia os sinais vitais da economia e manter você informado.

Na próxima terça-feira, em Washington, troca de mãos o emprego de homem mais poderoso do mundo. Sai, em muito boa hora, George W. Bush e entra Barack Hussein Obama. VEJA dedica ao assunto a capa e uma reportagem especial, que ajudam a entender os significados da mudança na Casa Branca não apenas para os Estados Unidos mas para o Brasil e o mundo. Bush deixa o governo como o pior presidente da história americana. Sua estreita visão de mundo foi um erro grave. Mas fatal mesmo foi sua incompreensão da grandeza da sociedade de oportunidades iguais para todos sonhada pelos fundadores dos Estados Unidos e duramente construída por gerações e gerações de imigrantes que acreditaram no "sonho americano". A reportagem de VEJA discute se Barack Obama, democrata, negro, bom pai e bom marido, pode renovar a nação americana e seus mais preciosos valores. Os desafios são muitos – o principal deles é a imediata e vigorosa resposta que o novo presidente terá de dar à estagnação econômica dos Estados Unidos. Do sucesso dos primeiros momentos dependerá toda a sua presidência.
Mais uma vez, a entrevista de Páginas Amarelas está sensacional. Nela, o diretor Jayme Monjardim revela suas razões para realizar a minissérie Maysa – Quando Fala o Coração. Para quem não sabe, Jayme é filho de Maysa, a cantora carioca que foi uma das vozes mais marcantes da bossa nova e uma das mais controvertidas e polêmicas personagens do mundo artístico brasileiro. Pois bem, como mãe, Maysa foi um desastre. O pobre Jayme conta em detalhes os sofrimentos de ter sido filho de uma artista genial, egocêntrica e alcoólatra.

No Acervo Digital de VEJA encontrei outro dia uma campanha de publicidade da revista do começo dos anos 90 em que um dos anúncios dizia: "VEJA tem coragem até para falar bem do governo". Que coincidência... A Carta ao Leitor da presente edição fala bem de um dos ministros do governo Lula mais criticados pela revista, o titular da Justiça, Tarso Genro. Foi preciso coragem para reconhecer que o ministro pode ter acertado na concessão de refúgio ao militante esquerdista italiano Cesare Battisti – medida amplamente criticada tanto no Brasil quanto na Itália. Em entrevista, que pode ser acompanhada em vídeo em VEJA.com, e em uma reportagem em VEJA, Tarso se mostrou bastante convincente ao dizer que estudou a fundo os processos contra Battisti na Itália e não viu neles prova alguma de que o ex-militante tenha realmente matado as quatro pessoas por cujas mortes foi condenado à prisão perpétua em seu país. O ministro disse também que, se estiver errado, será o primeiro a reconhecer isso e revogar o benefício dado a Battisti.
A editoria de Brasil conta tudo sobre a operação plástica a que se submeteu Dilma Rousseff, ministra-chefe da Casa Civil e candidata do presidente Lula a sua sucessão em 2010. Os cirurgiões que remodelaram o rosto de Dilma explicaram suas técnicas aos repórteres de VEJA e desmentiram as primeiras notícias de que ela teria sofrido uma bioplastia.

Muito interessante a reportagem sobre como o filme Marley & Eu incentivou no Brasil o modismo de adotar como animal de estimação exemplares da raça de cães labrador. A reportagem sugere que essas escolhas não devem ser feitas por entusiasmo, mas de acordo com o espaço disponível para o animal e suas características físicas e psicológicas específicas.
Triste e constrangedora a história da seção de Justiça que envolve o médico Roger Abdelmassih, o papa brasileiro da concepção artificial, responsável pelo desenvolvimento de técnicas ousadas e por milhares de bebês de proveta nascidos no país. Mais e mais mulheres ex-pacientes têm procurado a polícia e o Ministério Público para se queixar de ataques sexuais do médico.
Como sempre, quem preferir a versão original da newsletter com o índice completo pode clicar aqui.
Se quiser mandar-me comentários, sugestões e críticas, por favor, use o novo endereço diretorveja@abril.com.br
Vou ler, mas não garanto responder a todos.
Um forte abraço e até a próxima semana,
Eurípedes AlcântaraDiretor de Redação



Destaques de VEJA.com
A hora da mudançaO país mais rico e poderoso do planeta troca de presidente. O começo da era Barack Obama nos Estados Unidos é o tema da nova página da seção Em Profundidade, que mostra os desafios do mandatário, sua trajetória e todas as reportagens de VEJA sobre o primeiro negro a ocupar o cargo. A mesma seção apresenta um panorama do governo Bush, que chega ao fim de maneira melancólica.www.veja.com.br/emprofundidade
A saúde e o bolsoAs regras dos planos de saúde individuais e familiares mudaram. Entenda quais são as principais alterações na seção Perguntas & Respostas. Na seção Em Dia, leia reportagem de capa sobre o tema publicada há duas décadas – e saiba o que mudou desde então.www.veja.com.br/perguntaswww.veja.com.br/emdia
Volta às aulasUm levantamento feito por VEJA.com revelou variação de até 300% nos preços dos itens de material escolar em São Paulo e no Rio de Janeiro. Compare os valores cobrados pelas papelarias e leia dicas de especialistas para gastar menos. Outro destaque da seção Educação: um vídeo sobre a boa comunicação entre pais e filhos.www.veja.com.br/educacao
Moda em blogA São Paulo Fashion Week, o maior evento de moda do país, acontece a partir de domingo. A repórter Bel Moherdaui estará nos desfiles e nos bastidores para mostrar os grandes destaques desta temporada. O blog de Bel terá fotos, notícias e entrevistas com as estrelas das passarelas.www.veja.com.br/moda
ImagensGaleria de personagens caninos famosos do cinema, da TV e da propaganda: Lassie, Benji, Beethoven... Acesse a galeria


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Morre Patrick McGoohan







Vida RealMorre Patrick McGoohan, O Prisioneiro
15/01/09
Por Fernanda Furquim
O ator Patrick McGoohan faleceu aos 80 anos nesta terça-feira (13), em Santa Monica (EUA), após passar um período enfêrmo. Intelectual, crítico político e com um humor mordaz, Patrick sempre viveu afastado do mundo das celebridades.
Nasceu Patrick Joseph McGoohan em 19 de março de 1928, em Nova York (EUA). Filho de emigrantes irlandeses, seus pais voltaram para seu país de origem logo após seu nascimento. Mais tarde, mudaram-se para a Inglaterra, onde Patrick foi criado. Com a chegada da 2ª Grande Guerra, o jovem foi enviado para o interior.
Patrick criou e estrelou uma das mais significantes séries da década de 60, O Prisioneiro, responsável direta pela abordagem que passou a ser adotada a partir dos anos 90 pelas séries de tevê americanas, a qual continua sendo utilizada até os dias de hoje.
Patrick abandonou a escola aos 16 anos e chegou a cogitar tornar-se padre. Chegou a estudar a bíblia e dedicar-se à religião, mas largou tudo e voltou-se para o teatro após passar pelo boxe e vários empregos. Foi diretor de palco até tornar-se ator quando substituiu um colega doente.
Em 1955, interpretou em uma peça um padre acusado de ser homossexual. Sua performance chamou a atenção de Orson Welles que o contratou para integrar o elenco da peça "Moby Dick Rehearsed". Nesta mesma época, começou a atuar em filmes na Inglaterra. Logo depois veio o convite para estrelar a série Danger Man.
Inicialmente, Danger Man seria uma cópia de James Bond para a tevê. Patrick recusou estrelar a série caso mudanças no personagem e na abordagem das histórias não fossem feitas, entre elas: a diminuição de cenas violentas, do uso de armas e do envolvimento leviano entre seu personagem com o sexo feminino.
Patrick acreditava que era necessário fazer algo diferente do que estava sendo feito. Seu personagem deveria ser meio excêntrico, averso à violência, utilizando o raciocínio para resolver seus casos, e tímido com as mulheres, embora fingisse não ser. Relacionamentos na vida do personagem somente seria aceito pelo ator, se fossem verdadeiros e não como forma de resolver seus casos, ou sob uma abordagem puramente conquistadora.
Após ponderarem, os produtores aceitaram as exigências do ator e Patrick se tornou John Drake. A série foi um grande sucesso na Inglaterra, ultrapassando rapidamente as fronteiras. Durante a produção de um dos episódios, Patrick conheceu as instalações do Hotel Portmeirion, o qual o inspirou a criar uma nova série que foi mais tarde batizada de O Prisioneiro.
Tendo sido renovada para uma quarta temporada, agora à cores, Danger Man iniciou a produção de seus primeiros episódios quando Patrick anunciou que não desejava mais estrelar a série. Em troca, ofereceu O Prisioneiro, que utilizaria a mesma equipe de produção e seria exibida no lugar de John Drake
Na apresentação da série à mídia, Patrick apareceu preso em uma jaula, confundindo os jornalistas presentes. A cada pergunta feita pelos jornalistas, Patrick respondia com outra pergunta, confundido ainda mais o público presente que saiu dali sem saber direito do que se tratava a série que eles deveriam divulgar.
Tendo criado a série com base nas manifestações culturais e políticas da década de 60, O Prisioneiro transformou-se rapidamente em cult e em um marco, influenciando gerações de roteiristas e diretores. Seguindo metáforas e símbolos, com uma abordagem surrealista com toques de Kafka, a série teceu uma mordaz crítica política de seu período, levando-a à ser estudada em cursos de Semiótica.
McGoohan em O Prisioneiro
Apesar da fama, Patrick não criou a série sozinho. Contou com a ajuda de George Markstein, roteirista de Danger Man. Patrick queria utilizar o cenário do Hotel Portmeirion em sua nova série, transformando-o em personagem, não apenas em cenário. Inspirado em fato real que ocorreu na 2ª Guerra, quando eram mantidas prisões-resorts, Markstein deu a idéia de transformar o hotel em uma prisão para onde agentes eram enviados.
Na cabeça de Markestein, o personagem do prisioneiro era John Drake que se demitia, era sequestrado e levado a este hotel prisão onde ele teria que identificar seus sequestradores e fugir. Na cabeça de Patrick McGoohan, o personagem do prisioneiro seria vítima de uma tentativa de anulação de personalidade, a qual ele tentaria manter intacta, sem jamais se deixar transformar em um número. No entanto, o público jamais saberia quem ele era de fato.
Markestein queria uma série simples de ação; McGoohan queria uma série intrincada, cheia de símbolos, sem explicação, deixando para o público absorver e tentar entender seu significado. Quando Markestein defendeu a idéia de dar um episódio final explicativo para O Prisioneiro, McGoohan se opôs e a dupla se desfez, deixando McGoohan sozinho na produção da série. Além de atuar, McGoohan também escreveu e dirigiu vários episódios.
Planejada para ter apenas sete episódios, a série trouxe um agente secreto, cujo nome não foi revelado, que se demite do serviço secreto. Ele é sequestrado e levado a uma ilha onde, supostamente, outros agentes na mesma situação foram levados. Submetido a torturas psicológicas, ele é constantemente interrogado para revelar os motivos pelos quais pediu demissão. Chamado de Número 6, o agente repete continuamente: "Eu não sou um número, sou um homem livre".
Pouco depois de iniciar a produção, Lew Grade, da produtora ITC, vendeu a série para a CBS americana que exigia um número maior de episódios. A emissora pedia 26 episódios, McGoohan, sentindo-se incapaz de esticar a história por 26 episódios ofereceu 17.
A série e o personagem entraram para a cultura popular sendo constantemente resgatados de forma direta ou indireta. Seu personagem, dublado pelo ator, apareceu em um episódio de Os Simpsons. Já em Battlestar Galactica, a cilônia número seis recebeu este número em homenagem à O Prisioneiro.
A produção inglesa de 1967 introduziu a teoria da conspiração como tema de uma série de tevê. Influenciou o surgimento de Os Invasores nos EUA, e, posteriormente, foi resgatada nos anos 90 após o sucesso de Twin Peaks, que bebeu da fonte. Atualmente, é a série Lost que mais se beneficia da série dos anos 60.
Nos anos 90, com o sucesso de Arquivo X, surgiu a notícia de que o ator estava preparando o roteiro da versão cinematográfica da série, a qual nunca se materializou. No lugar, surgiu uma história em quadrinhos, publicada no Brasil, narrando o que teria acontecido com o número seis após todos estes anos. Atualmente está sendo produzido uma minissérie que faz uma releitura da série. Mas não há notícias de que o ator estava envolvido no projeto.
McGoohan em"Coração Valente
Afora as duas séries que estrelou, Patrick McGoohan teve participações em outras séries inglesas menos conhecidas. Em 1977 estrelou a série médica de curta duração Rafferty, também inglesa. Nos EUA, teve participação em Columbo, para a qual também escreveu e dirigiu alguns episódios, e em Assassinato por Escrito, além de Os Simpsons.
Entre seus trabalhos recentes e mais conhecidos no cinema estão o filme "Coração Valente", de Mel Gibson, no qual interpretou o Rei Edward, e "Fantasma", onde interpretou o pai do herói. Ao longo de sua carreira, o ator recusou vários papéis importantes, por questões pessoais, entre eles James Bond, O Santo (a série), e Gandalf no filme "O Senhor dos Anéis".
Casado desde 1951 com a atriz Joan Drummond, o casal teve três filhas, Catherine, Anne e Frances. Afastado da carreira de ator desde 2002, McGoohan continuou escrevendo e recentemente cogitava aceitar duas ofertas para voltar a atuar.
Abaixo, cenas de um documentário sobre O Prisioneiro:

Morre o Robô de Perdidos do Espaço

Vida RealMorre Bob May, o Robô de "Perdidos no Espaço"
19/01/09
O ator americano Bob May, que ficava dentro de uma fantasia de robô na série Perdidos no Espaço", sucesso dos anos 60, morreu neste domingo (18) aos 69 anos. Ele sofreu complicações cardíacas em um hospital na Califórnia, informou sua filha, Deborah May.
May e sua esposa ficaram muito abalados em novembro passado, após os incêndios florestais que arrasaram com California do Sul atingirem a residência do casal.
Ator veterano e dublê, May participou de várias comédias leves no cinema e na tevê americana. A atriz June Lockhart, que interpretava a personagem Maureen Robinson na série, disse que ele foi escolhido para fazer os movimentos do robô em Perdidos no Espaço porque era o único no estúdio que conseguia entrar na fantasia.
Embora não fizesse a voz do robô (papel que cabia a Dick Tufeld), May conquistou muitos fãs em eventos nos EUA sobre a série. Em Perdidos no Espaço, o robô é um aliado da família Robinson, que fica presa em uma missão no espaço e enfrenta como vilão o Doutor Zachary Smith.
May costumava dizer que se sentia bem dentro da fantasia do robô, batizado de B9, dizendo que ela era seu lar fora de casa e costumava ficar dentro dela durante os intervalos nas gravações do programa.
Lockhart afirma ainda que May era fumante e que durante os intervalos, o elenco podia ver fumaça saindo do robô, o que divertia os atores.
O ator deixa esposa, um casal de filhos e quatro netos.
Fonte: Retro TV

Morre o robô de Perdidos no Espaço

20 de janeiro de 2009 N° 15854AlertaVoltar para a edição de hoje
var nomet = "OBITUÁRIO";
var nome_autor = "OBITUÁRIO";

if (nomet == nome_autor) {
var nome = " OBITUÁRIO";
}
else {
var nome = "OBITUÁRIO OBITUÁRIO";
}
document.write(nome);
OBITUÁRIO
Bob May, ator americano que morreu no domingo, conseguiu uma façanha na carreira: consagrou-se sem sair do anonimato.Desde os anos 60, era conhecido apenas como o robô do seriado Perdidos no Espaço. Aos 69 anos, ele sofreu um ataque cardíaco em um hospital em Lancaster, nos EUA, segundo a sua filha, Deborah May.Ator e dublê veterano, May havia aparecido em outros filmes, programas de TV e em espetáculos quando foi escolhido por Irwin Allen, criador de Perdidos no Espaço, para fazer o papel do robô protetor da família Robinson em 1965.Segundo June Lockhart, que fazia o papel de Maureen Robinson, May dizia que só conseguiu o trabalho porque coube na roupa de robô. Ela conta que o ator estava no estúdio quando soube da vaga no elenco. Procurando uma chance, ouviu do diretor que teria o emprego se coubesse no traje.Apesar de May não dar voz ao robô (que ficava a cargo do locutor Dick Tufeld), ele desenvolveu um culto de fãs que o seguia pelas convenções de ficção científica ao redor do mundo.A série contava as aventuras da família Robinson no espaço, a bordo da nave Júpiter 2, com o robô B9 e o Dr. Zachary Smith.No ano de 1997, eles iniciavam uma missão para colonizar outro planeta quando sua espaçonave foi tirada de órbita pelo inescrupuloso Dr. Smith, que acabou preso na Júpiter 2.-->
“Perdidos no Espaço” fica sem o robô B9
Ator recebeu o papel por caber no trajeBob May, ator americano que morreu no domingo, conseguiu uma façanha na carreira: consagrou-se sem sair do anonimato.Desde os anos 60, era conhecido apenas como o robô do seriado Perdidos no Espaço. Aos 69 anos, ele sofreu um ataque cardíaco em um hospital em Lancaster, nos EUA, segundo a sua filha, Deborah May.Ator e dublê veterano, May havia aparecido em outros filmes, programas de TV e em espetáculos quando foi escolhido por Irwin Allen, criador de Perdidos no Espaço, para fazer o papel do robô protetor da família Robinson em 1965.Segundo June Lockhart, que fazia o papel de Maureen Robinson, May dizia que só conseguiu o trabalho porque coube na roupa de robô. Ela conta que o ator estava no estúdio quando soube da vaga no elenco. Procurando uma chance, ouviu do diretor que teria o emprego se coubesse no traje.Apesar de May não dar voz ao robô (que ficava a cargo do locutor Dick Tufeld), ele desenvolveu um culto de fãs que o seguia pelas convenções de ficção científica ao redor do mundo.A série contava as aventuras da família Robinson no espaço, a bordo da nave Júpiter 2, com o robô B9 e o Dr. Zachary Smith.No ano de 1997, eles iniciavam uma missão para colonizar outro planeta quando sua espaçonave foi tirada de órbita pelo inescrupuloso Dr. Smith, que acabou preso na Júpiter 2.
Fonte: Zero Hora

Obama faz história




Obama faz história e toma posse hoje

Barack Obama faz história nesta terça-feira ao se tornar o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, impulsionado por uma onda de otimismo da população quanto à sua capacidade de lidar com a pior crise econômica em sete décadas, duas guerras e vários outros problemas internacionais.
A posse marca também a realização dos sonhos de, entre outros, gerações de afro-americanos que sofreram a escravidão e depois da segregação racial oficial, que os reduzia a cidadãos de segunda classe. Leia mais.
As últimas sobre a posse e o governo:
Veja as fotos da cerimônia de posse
Negros americanos preparam-se para dia mais feliz de suas vidas
Cerimônia em Washington será cheia de simbolismo
Fotos: Barack Obama virou ícone pop
Mais notícias sobre a cerimônia

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Cidade de Obama, no Japão, comemora posse de presidente dos EUA Reuters via Yahoo! Brasil Notícias - Ter Jan 20, 12:58
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Obama e outros presidentes dos Estados Unidos

Veja a lista de todos os presidentes norte-americanos Wikipedia
A biografia de Barack Obama Wikipedia
Obama no My Space My Space (em inglês)
A posse de John Kennedy em 1961 Youtube (em inglês)
Fotos do Flickr de Barack Obama Flickr

Agenda do Prefeito Elói

AGENDA DA SEMANAL DO PREFEITO ELÓI POLTRONIERI


DATA
HORÁRIO
COMPROMISSOS


20 de Janeiro de 2009

09h
Audiência com a Associação dos Apicultores;
10h
Atendimento ao Público;
11h
Visita do Deputado Kalil Sehbe (PDT)
13h30min.
Atendimento aos Secretários.

21 de Janeiro de 2009

9h30min.

Audiência com o Promotor Luíz Augusto;

22 de Janeiro de 2009


__________

Viagem à Caxias do Sul, para audiência com a Superintendência da Caixa Econômica Federal.
23 de Janeiro de 2009
10h30min.
Reunião com a Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo.

* Obs: a agenda poderá sofrer alterações.