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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Cesta Básica tem Aumento

Tamanho do texto: A- A+Cesta básica tem aumento de 3,78% no mês de maio
De acordo com a pesquisa seriam necessários R$ 191,55 para adquirir os produtos pesquisados.

De acordo com a pesquisa realizada mensalmente pelo Sindicato dos Metalúrgicos, a Cesta Básica de Vacaria teve um aumento de 3,78% no mês de maio, em comparação a abril deste ano. No acumulado de 2009, o aumento foi de 1,12%. Entre os itens que registraram aumento estão o arroz, leite, batata e tomate. Atualmente seriam necessários R$ 191,55 para adquirir os produtos pesquisados.
Para o Presidente do sindicato, Clodomiro Costa a tendência é que os preços destes produtos venham a se estabilizar, em virtude do comportamento econômico brasileiro diante da crise econômica mundial.
O presidente da Associação Vacariense dos Supermercados, Moacir Deon destaca que há uma oscilação no preço dos produtos. O leite, por exemplo, tem registrado a elevação do preço em virtude da estiagem que atinge o Rio Grande do Sul.


Rádio Fátima AM (Jornalismo), 04/06/2009, 08h44

A Era das Incertezas

repassem.











03.06.09 - MUNDO





Hobsbawm: a Era das Incertezas




Por Verena Glass


Em entrevista exclusiva à Revista Sem Terra, o historiador Eric Hobsbawm apresenta ao leitor sua avaliação das origens, efeitos e desdobramentos da crise mundial.

Desde que sua magnitude se fez sentir, com seus capítulos ambiental, climático, energético, alimentar e, por fim, econômico, acadêmicos, sociólogos, economistas, políticos e lideranças sociais procuram entender e explicar suas causas, e analisar e prever suas conseqüências. Muitos têm buscado respostas e soluções apenas no próprio universo econômico. Outros concluíram que vivemos uma crise civilizatória, e que o capitalismo implodiu por seus próprios desmandos. Mas ninguém parece ter respostas definitivas sobre o que nos prepara o futuro. Assim também Hobsbawm, o maior historiador marxista da atualidade. Aos 92 anos, o autor de algumas das mais importantes obras acerca da história recente da humanidade, como "A Era das Revoluções" (sobre o período de 1789 a 1848), "A Era do Capital" (1848-1875), "A Era dos Impérios" (1875-1914) e "A Era dos Extremos - O Breve Século 20", lançado em 1994, não arrisca previsões sobre como será o mundo pós-crise.

Nesta entrevista, concedida por e-mail de Paris, porém, Hobsbawm apresenta suas opiniões como contribuição ao debate. De certezas, apenas a de que, se a humanidade não mudar os rumos da sua convivência mútua e com o planeta, o futuro nos preserva maus agouros. Cético e ao mesmo tempo esperançoso, não acredita que uma nova ordem mundial surgirá das cinzas do pós-crise, mas acha que ainda existem forças capazes de propor novas formas de organização e cultura políticas e sociais, como o MST.

Revista Sem Terra - O planeta vive hoje uma crise que abalou as estruturas do capitalismo mundial, atinge indiscriminadamente atores em nada responsáveis pela sua eclosão, e que talvez seja um dos mais importantes "feitos" da moderna globalização. Na sua avaliação, quais foram os fatores e mecanismos que levaram a esta situação?

Eric Hobsbawm - Nos últimos quarenta anos, a globalização, viabilizada pela extraordinária revolução nos transportes e, sobretudo, nas comunicações, esteve combinada com a hegemonia de políticas de Estado neoliberais, favorecendo um mercado global irrestrito para o capital em busca de lucros. No setor financeiro,
isto ocorreu de forma absoluta, o que explica porque a crise do desenvolvimento capitalista ocorreu ali. Apesar do fato de que o capitalismo sempre - e por natureza - opera por meio de uma sucessão de expansões geradoras de crises, isto criou uma crise maior e potencialmente ameaçadora para o sistema, comparável à Grande Depressão que se seguiu a 1929, mesmo que seja cedo para avaliarmos todo o seu impacto. Um problema maior tem sido que a tendência de declínio das margens de lucro, típico do capitalismo, tem sido particularmente dramática porque os operadores financeiros, acostumados a enormes ganhos com investimentos especulativos em épocas de crescimento econômico, têm buscado mantê-los a níveis insustentáveis, atirando-se em investimentos inseguros e de alto risco, a exemplo dos financiamentos imobiliários "subprime" nos EUA. Uma enorme dívida, pelo menos quarenta vezes maior do que a sua base econômica atual foi assim criada, e o destino disso era mesmo o colapso.

RST - Como resposta à crise econômica, governos e instituições financeiras estão concentrados em salvar os sistemas bancário e financeiro, opção que tem sido considerada uma tentativa de cura do próprio vetor causador do mal. No que deve resultar este movimento?

EH - Um sistema de crédito operante é essencial para qualquer país desenvolvido, e a crise atual demonstra que isso não é possível se o sistema bancário deixa de funcionar. Nesse sentido, as medidas nacionais para restaurá-lo são necessárias. Mas o que é preciso também é uma reestruturação do Estado por exemplo, através das nacionalizações, a "desfinanceirização" do sistema e a restauração de uma relação realista entre ativos e passivos econômicos. Isso não pode ser feito simplesmente combinando vastos subsídios para os bancos com uma regulação futura mais restrita. De toda forma, a depressão econômica não pode ser resolvida apenas via restauração do crédito. São essenciais medidas concretas para gerar emprego e renda para a população, de quem depende, em última instância, a prosperidade da economia global.

RST - Antes de se agudizar o caos econômico, o mundo começou a sofrer uma sucessão de abalos sociais e ambientais, como a falta global de alimentos, as mudanças climáticas, a crise energética, as crises humanitárias decorrentes das guerras, entre outros. Como você avalia estes fatores na perspectiva do paradigma civilizatório e de desenvolvimento do capitalismo moderno?

EH - Vivemos meio século de um crescimento exponencial da população global, e os impactos da tecnologia e do crescimento econômico no ambiente planetário estão colocando em risco o futuro da humanidade, assim como ela existe hoje. Este é o desafio central que enfrentamos no século 21. Vamos ter que abandonar a velha crença - imposta não apenas pelos capitalistas - em um futuro de crescimento econômico ilimitado na base da exaustão dos recursos do planeta. Isto significa que a fórmula da organização econômica mundial não pode ser determinada pelo capitalismo de mercado que, repito, é um sistema impulsionado pelo crescimento ilimitado. Como esta transição ocorrerá ainda não está claro, mas se não ocorrer, haverá uma catástrofe.

RST - O capitalismo tem adquirido, cada vez mais, uma força hegemônica na agricultura com o crescimento do agronegócio. Muitos defendem que a Reforma Agrária não cabe mais na agenda mundial. Como vê este debate e a luta pela terra de movimentos sociais como o MST e a Via Campesina?

EH - A produção agrícola necessária para alimentar os seis bilhões de seres humanos do planeta pode ser fornecida por uma pequena fração da população mundial, se compararmos com o que era no passado. Isso levou tanto a um declínio dramático das populações rurais desde 1950, quanto a uma vasta migração do campo para as cidades. Também levou a um crescente domínio da agricultura por parte não tanto do grande agronegócio, mas principalmente de empreendimentos capitalistas que hoje controlam o mercado desta produção. Da mesma forma, têm aumentado os conflitos entre agricultores e iniciativas empresariais na disputa pela terra para propósitos não agrícolas (indústrias, mineração, especulação imobiliária, transporte etc.), bem como pela sua posse e pela exploração dos recursos naturais. A Reforma Agrária sem duvida não é mais tão importante para a política como foi há 40 anos, pelo menos Insustentável: crescimento econômico e da população colocam em risco o futuro da amizade na América Latina, mas claramente permanece uma questão central em muitos outros países. Na minha opinião, a crise atual reforça a importância da luta de movimentos como o MST, que é mais social do que econômica. Em tempos de vacas gordas é muito mais fácil ganhar a vida na cidade. Em tempos de depressão, a terra, a propriedade familiar e a comunidade garantem a segurança social e a solidariedade que o capitalismo neoliberal de mercado tão claramente nega aos migrantes rurais desempregados.

RST - Na virada do século, um novo movimento global de resistência social tomou corpo através do que ficou conhecido como altermundialismo. Surgiu o Fórum Social Mundial, e grandes manifestações contra a guerra e instituições multilaterais, como a OMC, o G8 e a ALCA, na América Latina, ganharam as ruas. Na sua avaliação, o que resultou destes movimentos? E hoje, como vê estas iniciativas?

EH - O movimento global de resistência altermundialista merece o crédito de duas grandes conquistas: na política, ressuscitou a rejeição sistemática e a crítica ao capitalismo que os velhos partidos de esquerda deixaram atrofiar. Também foi pioneiro na criação de um modo de ação política global sem precedentes, que superou fronteiras nacionais nas manifestações de Seattle e nas que se seguiram. Grosso modo, logrou formular e mobilizar uma poderosa opinião pública que seriamente pôs em cheque a ordem mundial neoliberal, mesmo antes da implosão econômica. Seu programa propositivo, porém, tem sido menos efetivo, em função, talvez, do grande número de componentes ideologicamente e emocionalmente diversos dos movimentos, unificados apenas em aspirações muito generalistas ou ações pontuais em ocasiões específicas.

RST - Principalmente na América Latina, os anos 2000 trouxeram uma série de mudanças políticas para a região com a eleição de governadores mais progressistas. A sociedade civil organizada ganhou espaço nos debates políticos, mas os avanços na garantia dos direitos sociais ainda esperam por uma maior concretização. Como analisa este fenômeno?

EH - O fator mais positivo para a América Latina é a diminuição efetiva da influência política e ideológica - e, na América do Sul, também econômica - dos EUA. Um segundo fator muito importante é o surgimento de governos progressistas - novamente mais fortes na América do Sul - , inspirados pela grande tradição da igualdade, fraternidade e liberdade, que comprovadamente está mais viva aí do que em outras regiões do mundo neste momento. Estes novos regimes têm se beneficiado de um período de altos preços de seus bens de exportação. Quão profundamente serão afetados pela crise econômica, principalmente o Brasil e a Venezuela, ainda não está claro. Suas políticas têm logrado algumas melhorias sociais genuínas, mas até agora não reduziram significativamente as enormes desigualdades econômicas e sociais de seus países. Esta redução deve permanecer a maior prioridade de governos e movimentos progressistas.

RST - Diante da crise civilizatória, do fracasso do capitalismo e da inoperância dos sistemas multilaterais, que não foram aptos a enfrentar as grandes questões mundiais, as esquerdas têm se debatido na busca de alternativas; mas nem consensos nem respostas parecem despontar no horizonte. Haveria, em sua opinião, a possibilidade real da construção de um novo socialismo, uma nova forma de lidar com o planeta e sua gente, capaz de enfrentar a hegemonia bélica, econômica e política do neoliberalismo?

EH - Eu não acredito que exista uma oposição binária simples entre "um novo socialismo" e a "hegemonia do capitalismo". Não existe apenas uma forma de capitalismo. A tentativa de aplicar um modelo único, o "fundamentalismo de mercado" global anglo-americano, é uma aberração histórica, que potencialmente colapsou agora e não pode ser reconstruída. Por outro lado, o mesmo ocorre com a tentativa de identificar o socialismo unicamente com a economia centralizada planejada pelo Estado dos períodos soviético e maoísta. Esta também já era (exceto talvez se nosso século for reviver os períodos temporários de guerra total do século 20). Depois da atual crise, o capitalismo não vai desaparecer. Vai se ajustar a uma nova era de economias que combinarão atividades econômicas públicas e privadas. Mas o novo tipo de sistemas
mistos tem que ir além das várias formas de "capitalismo de bem estar" que dominou as economias desenvolvidas nos trinta anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial.
Deve ser uma economia que priorize a justiça social, uma vida digna para todos e a realização do que Amaratya Sen chama de potencialidades inerentes aos seres humanos. Deve estar organizada para realizar o que está além das habilidades do mercado dos caçadores-de-lucro, principalmente para confrontar o grande desafio da humanidade neste século 21: a crise ambiental global. Se este novo sistema se comprometer com os dois objetivos, poderá ser aceitável para os socialistas, independente do nome que lhe dermos. O maior obstáculo no caminho não é a falta de clareza e concordância entre as esquerdas, mas o fato de que a crise econômica global coincide com uma situação internacional muito perigosa, instável e incerta, que provavelmente não estabelecerá uma nova estabilidade por algum tempo. Entrementes, não há consenso ou ações comuns entre os Estados, cujas políticas são dominadas por interesses nacionais possivelmente incompatíveis com os interesses globais.

RST - Conceitos como solidariedade, cooperação, tolerância, justiça social, sustentabilidade ambiental, responsabilidade do consumidor, desenvolvimento sustentável, entre outros, têm encontrado eco, mesmo de forma ainda frágil, na opinião pública. Acredita que estes princípios poderão, no futuro, ganhar força e influenciar a ordem mundial? Vê algum caminho que possa aproximar a humanidade a uma coabitação harmoniosa?

EH - Os conceitos listados estão mais para slogans do que para programas. Eles ou ainda precisam ser transformados em ações e agendas (como a redução de gases de efeito estufa, encorajada ou imposta pelos governos, por exemplo), ou são subprodutos de situações sociais mais complexas (como "tolerância", que existe efetivamente apenas em sociedades que a aceitam ou que estão impedidas de manter a intolerância). Eu preferiria pensar na "cooperação" não apenas como um ideal generalista, mas como uma forma de conduzir as questões humanas, como as atividades econômicas e de bem estar social. Me entristece que a cooperação e a organização mútua, que eram um elemento tão importante no socialismo do século 19, desapareceram quase que completamente do horizonte socialista do século 20 - mas felizmente não da agenda do MST. Espero que esta lista de conceitos continue conquistando o apoio e mobilize a opinião pública para pressionar efetivamente os governos. Não acredito que a humanidade alcançará um estado de "coabitação harmoniosa" num futuro próximo. Mas mesmo se nossos ideais atualmente são apenas utopias, é essencial que homens e mulheres lutem por elas.

RST - O senhor, que estudou com profundidade a história do mundo e as relações humanas nos últimos séculos, o que espera do futuro?

EH - Se a crise ambiental global não for controlada, e o crescimento populacional estabilizado, as perspectivas são sombrias. Mesmo se os efeitos das mudanças climáticas possam ser estabilizados, produzirão enormes problemas que já são sentidos, como a crescente competição por recursos hídricos, a desertificação nas zonas tropicais e subtropicais, e a necessidade de projetos caros de controle de inundações em regiões costeiras. Também mudarão o equilíbrio internacional em favor do hemisfério Norte, que tem largas extensões de terras árticas e subárticas passíveis de serem cultivadas e industrializadas. Do ponto de vista econômico, o centro de gravidade do mundo continuará a se mover do Oeste (América do Norte e Europa) para o Sul e o Leste asiático, mas o acúmulo de riquezas ainda possibilitará às populações das velhas regiões capitalistas um padrão de vida muito superior às dos emergentes gigantes asiáticos. A atual crise econômica global vai terminar, mas tenho dúvidas se terminará em termos sustentáveis para além de algumas décadas. Politicamente, o mundo vive uma transição desde o fim da Guerra Fria. Se tornou mais instável e perigoso, especialmente na região entre Marrocos e Índia. Um novo equilíbrio internacional entre as potências - os EUA, China, a União Européia, Índia e Brasil - presumivelmente ocorrerá, o que poderá garantir um período de relativa estabilidade econômica e política, mas isto não é para já. O que não pode ser prevista é a natureza social e política dos regimes que emergirão depois da crise. Aqui as experiências do passado não podem ser aplicadas. O historiador pode falar apenas das circunstâncias herdadas do passado. Como diz Karl Marx: a humanidade faz a sua própria história. Como a fará e com que resultados, muitas vezes inesperados, são questões que ultrapassam o poder de previsão do historiador.


* Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Brasil




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Página Rural

Edição 03/06/2009




20:11 » SE: Embrapa quer arroz e feijão ricos em ferro e zinco e tolerantes à seca
20:06 » França: OIE reitera posição sobre Influenza A e confirma status do Brasil sobre aftosa
19:12 » BA: Bahia Farm Show abre programação de palestras
18:41 » MT: Ampa reúne especialistas e produtores para discutir perspectivas do algodão no Estado
18:36 » PR: 13ª Semana da Agricultura de Cambé começa neste sábado
18:28 » DF: Amazônia é tema de audiência pública
18:25 » DF: Padrão Oficial do Arroz começa a vigorar em março de 2010
18:19 » ES: 85% dos clones de Conilon desenvolvidos pelo Incaper atendem exigências do mercado
18:17 » PB: Empasa cadastra comerciantes de milho
18:10 » RS: medidas do MDA ainda não atendem pauta da Fetag
18:08 » MG: Ocemg terá espaço na SuperAgro Minas 2009
18:00 » MG: governador Aécio Neves participa da abertura oficial da Superagro 2009
18:00 » DF: MDA amplia para R$ 1,1 bi o apoio aos agricultores atingidos pela seca ou enchentes
17:58 » GO: PAC para pesquisas no Estado é tema de reunião
17:56 » ES: Conselho de Desenvolvimento Rural aprova R$ 5 milhões em projetos para agricultura familiar
17:54 » RS: INPI homologa Indicação de Procedência do Couro Acabado do Vale dos Sinos
17:54 » ES: simpósio de café discute competitividade e concorrência no setor em nível mundial
17:50 » DF: países de língua portuguesa estudam ações de agricultura e segurança alimentar
17:49 » DF: publicados critérios para elaborar classificação de produtos vegetais
17:41 » RS: secretário Machado recebe deputados para tratar de reserva legal
17:36 » RS: Núcleo de Produtores de Terneiros de Corte de Bagé organiza dia de campo
17:35 » DF: lançamento de livro sobre aquecimento global marca comemorações do Dia do Meio Ambiente
17:30 » MS: criadores do Estado conhecem PMGZ e padrões do Brahman
17:27 » Costa Rica: IICA realiza Fórum de Líderes para a Agricultura
17:27 » RS: inscrições para categoria Destaque do Prêmio Gerdau Melhores da Terra vão até 12 de junho
17:23 » DF: chove forte em 11 Estados, alerta Defesa Civil
17:22 » SP: UPD Tietê comemora 85 anos com seminário sobre produção e preservação
17:14 » PR: Estado inaugura incubadora de mudas para replantio das margens de rios
17:10 » PR: Iapar apresenta novas alternativas de produção ao Vale do Ribeira
17:08 » PR: medidas emergenciais vão escoar a safra de tangerina poncã do Vale do Ribeira
17:07 » MS: FCO Itinerante mobiliza produtores em Bela Vista e Jardim
17:05 » MG: jovens rurais planejam futuro melhor com curso da Emater
17:01 » MT: minicursos reúnem cerca de 460 pessoas no Cenarium Rural
16:54 » GO: Seagro quer ampliar as parcerias com a Embrapa
16:51 » GO: produção sem agrotóxico é tema de curso em Anápolis
16:50 » MA: abertas inscrições para eventos em Medicina Veterinária
16:17 » RS: Festa do Pinhão de São Francisco de Paula começa amanhã
16:15 » RS: tarde de campo apresenta variedades de cana-de-açúcar
16:10 » TO: inauguração da Ceasa marca o Ano da Fruticultura Tropical Tocantinense
16:08 » SP: Geosummit Latin America apresentará tendências e novidades do setor da geoinformação
16:06 » MT: Estado apóia produção de mel em aldeias indígenas
16:05 » MT: Sindicato Rural de Poconé oficializa convite à Famato para a Expo 2009
15:56 » EUA: confira o fechamento do mercado futuro do algodão hoje na Bolsa de Nova York
15:54 » EUA: confira fechamento do mercado futuro do trigo nas bolsas de Chicago e Kansas
15:50 » EUA: confira o fechamento do mercado futuro da soja na Bolsa de Chicago
15:43 » SP: Bio Brazil Fair promete aquecer mercado de orgânicos
15:40 » GO: Luziânia terá dia de campo do PMGZ
15:38 » MG: presidente da ABCZ visita a SuperAgro 2009
15:37 » AL: Estado lança III Conferência Estadual de Aquicultura e Pesca
15:35 » RO: Idaron procura inadimplentes por vacinação contra febre aftosa
15:33 » ES: Seag integra plano para fomentar negócios no mercado ambiental
15:28 » ES: ciência e tecnologia abre os debates no segundo dia do VI Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil
15:26 » PB: Emepa e BNB firmam convênio para a recuperação de solos
15:20 » BA: Jaguarari sedia leilão de ovinos e caprinos
15:18 » BA: produtores de leite de cabra receberão R$ 13,2 milhões
15:12 » SP: Programa Etanol Verde reduz queima da cana-de-açúcar no Estado
15:05 » MG: IMA expande parceria com Vallée para educação sanitária
15:02 » SP: Abipecs comenta decisão russa de habilitar frigoríficos de carne suína de Santa Catarina
15:00 » GO: GoiásFomento assina contrato com indústria de biodiesel
14:57 » AL: Conferência Estadual de Aquicultura e Pesca busca fortalecer políticas de Estado para a o setor
14:55 » BA: Estação Experimental é referência em capacitação de agricultores familiares
14:53 » DF: Embrapa Cerrados discute o futuro da pesquisa de solos
14:52 » MG: Superagro destaca qualidade no serviço de tratamento veterinário
14:47 » MG: Associação Mineira do Brahman intensifica a popularização do Brahman durante Superagro 2009
14:44 » SP: Santa Gertrudis estará presente na 43ª Fapi, em Ourinhos
14:44 » DF: Anvisa vai explicar banimento de agrotóxicos
14:36 » MG: Congresso de Florestas inicia com o debate sobre a produção de biomassa florestal
14:29 » MG: Congresso de Reprodução Animal na Supergaro tem a presença de 800 inscritos
14:20 » SP: manejo em suinocultura é tema de palestra do Programa IZ de Olho no Campo, dia 19 em Limeira
14:13 » PR: Biblioteca Pública do Estado mostra fotos do 4º Prêmio New Holland de Fotojornalismo
14:01 » ES: governador abre VI Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil
13:57 » SC: Seminário de Desenvolvimento Regional do Alto Uruguai Catarinense discutirá sustentabilidade
13:52 » PR: técnicos avaliam prejuízos das baixas temperaturas nas lavouras
13:46 » SP: seminário na SRB discute acesso ao crédito rural e cooperativismo
13:41 » DF: chove nas regiões Norte e Nordeste, prevê Inmet
13:22 » BA: guaraná orgânico é tema de seminário no Baixo Sul do Estado
12:39 » SP: técnicos internacionais discutem produção sustentável de açúcar e etanol
12:36 » Rússia habilitará frigoríficos de suínos de Santa Catarina
11:41 » RS: Bagé sedia Fórum de Produção de Sementes Forrageiras
10:59 » Paraguai: soberania e segurança alimentar podem ser alcançadas com Reaf, diz ministro Cassel
09:51 » DF: confira agenda do ministro interino da Agricultura
09:45 » SP: Basf apresenta soluções para controle de pragas e doenças na Expocitros
09:42 » MS: Pantanal tem 85% da vegetação original preservada
09:32 » SP: Temos eletricidade verde para abastecer a frota de veículos?, indaga Marcos Jank
09:29 » GO: Comigo realiza 1º Dia de Campo Safrinha
09:27 » SP: Petrobras investirá US$ 2,8 bi na produção de biocombustíveis, diz Sergio Gabrielli
09:21 » DF: OIT e Unicef lançam campanha contra trabalho infantil
09:16 » SP: setor químico aposta cada vez mais na produção de plástico de etanol

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INDICADORESFUTURO
Índice Venc. Valor %
Açúcar Jul 18,40 -3,51
Álcool . . .
Algodão . . .
Bezerro . . .
Boi Gordo Jun 81,88 -0,92
Café Jul 147,40 -3,06
Etanol . . .
Milho . . .
Soja Jul 26,88 -1,47

Índices: 03/06 - Fonte: BM&F
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FÍSICO
Índice Praça Valor %
Açucar SP 43,61 -0,71
Algodão SP 123,33 -0,63
Arroz RS 25,08 +0,28
Bezerro MS 646,62 +0,58
Boi Gordo SP 78,96 -0,58
Café SP 268,67 -2,24
Etanol PR . .
Milho Camp. 22,27 +0,18
Soja PR 49,40 -0,30

Índices: 03/06 - Fonte: CEPEA
Para saber mais clique aqui
ARTIGOSHigiene, sanidade e qualidade do pescado

O setor pesqueiro brasileiro é responsável por gerar um milhão de empregos diretos e uma renda anual de R$ 5 bilhões. No entanto, a ausência de assistência técnica adequada e de políticas públicas voltadas ao setor levou ao seu crescimento desordenado, resultando em elevados índices de exclusão, empobrecimento da pesca artesanal e esgotamento dos principais estoques naturais de pescado. Além disso, as precárias condições de manipulação após a captura ou despesca, durante o transporte e principalmente, a falta de higiene no processamento dos peixes, levam à veiculação de inúmeras doenças aos próprios manipuladores, pescadores e consumidores desses produtos.

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MG: cachaça mineira vai ganhar museu em Salinas


Um museu dedicado à bebida vai ser construído no município de Salinas, em Minas Gerais. O Estado produz 200 milhões de litros de cachaça por safra, 50% da produção nacional.


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Esforço Concentrado

Brigada Militar realiza operação Esforço Concentrado e detém 60 pessoas no RS
04/06/2009 09:50


A Brigada Militar realizou nessa quarta-feira (3), em 477 municípios gaúchos, a Operação Esforço Concentrado. Nesta edição, o foco das ações envolveu o combate às drogas, a fiscalização de veículos e inspeção de locais de risco.

Durante as ações, foram presas 60 pessoas, recapturado um foragido e apreendida uma arma de fogo. Também foi apreendida a quantidade de 3.856 gramas de drogas. Ao todo, 21.513 veículos foram fiscalizados, dos quais 1.011 autuados e 272 recolhidos. Também houve a apreensão de 40 CNHs e nove veículos em situação de furto/roubo foram recuperados. Doze desmanches e 21 bares foram inspecionados durante as ações.

A Operação Esforço Concentrado da Brigada Militar é realizada uma vez por semana, com duração de seis horas, e envolve todo o efetivo e as viaturas disponíveis da corporação em ações de Segurança Pública. Nas ações ocorreu o envolvimento de 3.833 homens e 1.140 viaturas em ações de polícia ostensiva e de bombeiros.

Fonte: Ascom BM

Quinta-Feira


Poa, 04/06/09

Bom dia!!

Beijos.

Deise Nunes.

Bola Na Arquibancada



Leia a classificação do Inter acesse nosso blog
http://bolanaarquibancada.blog.terra.com.br

Perita recebe treinamento no FBI

Perita do IGP receberá treinamento do FBI nos Estados Unidos
04/06/2009 09:15


A perita químico-forense Trícia Kommers Albuquerque, do Laboratório de Perícias do Instituto-Geral de Perícias (IGP), representará os laboratórios estaduais brasileiros no treinamento sobre o programa de gerenciamento de perfis genéticos (CODIS-Combined DNA Index System) nos Estados Unidos. O treinamento inicia-se na próxima segunda-feira (08) e segue até o final da primeira quinzena deste mês, sendo acompanhada por um perito criminal da Polícia Federal.

Após o treinamento do Federal Bureau of Investigation (FBI), os peritos repassarão as informações aos demais colegas brasileiros, através de treinamentos realizados em Brasília no segundo semestre de 2009, por meio do Acordo de Cooperação Técnica entre o Ministério da Justiça e estados brasileiros, com vistas à implantação da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos.

A indicação da perita surgiu de solicitação do Ministério da Justiça, através da Secretaria Nacional de Segurança Pública, ao diretor-geral do IGP, Áureo Luiz Figueiredo Martins, para que um perito da instituição, da área da genética forense, fosse escolhido para receber o treinamento e multiplicar os conhecimentos aos demais colegas em âmbito nacional. O treinamento da perita Trícia Kommers Albuquerque foi autorizado pela governadora Yeda Crusius e publicado no Diário Oficial de 13 de maio deste ano.

A ação se alinha ao projeto de Modernização e Integração dos Sistemas de Inteligência da Segurança Pública, que integra o Programa Estruturante Cidadão Seguro, desenvolvido pelo Governo do Estado. Entre os objetivos do projeto se encontra os investimentos na estruturação e qualificação dos órgãos e profissionais de segurança pública.

Fonte: Ascom IGP