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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Planeta Terra e do Ser Humano


Leonardo Boff fala sobre os rumos do planeta terra e do ser humano

Rogéria Araújo *

As mobilizações sociais e os alardes sobre os prejuízos que a ação humana vem causando ao meio ambiente não foram suficientes para garantir o fechamento de acordos eficazes durante a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), concluída sexta-feira (18) em Copenhague, na Dinamarca.
Os líderes mundiais demonstraram mais uma vez preferência pelo desenvolvimento do capital em detrimento da vida. Ainda assim, a postura de desdém para com os problemas climáticos do planeta não está engessando as ações da população na luta por pequenas mudanças. A evidência dada à causa ambiental tem servido para gerar consciência e, aos poucos, mudar maus hábitos de consumo. "O lugar mais imediato é começar com cada um", acredita Leonardo Boff.


Em entrevista à ADITAL, o teólogo, filósofo e escritor fala sobre a necessidade de começarmos as mudanças que irão beneficiar a Terra por nós. "Cada um em seu lugar, cada comunidade, cada entidade, enfim, todos devem começar a fazer alguma coisa para dar um outro rumo à nossa presença neste planeta". Para Boff, não devemos depositar nossas esperanças nas decisões que vêm de cima.

Adital - O senhor acredita na vontade política dos grandes líderes mundiais em reverter a situação climática em que se encontra nosso planeta?

Leonardo Boff - Não acredito. Os grandes não possuem nenhuma preocupação que vá além de seus interesses materiais. Todas as políticas até agora pensadas e projetadas pelo G-20 visam salvar o sistema econômico-financeiro, com correções e regulações (que até agora não foram feitas) para que tudo volte ao que era antes. Antes reinava a especulação a mais desbragada que se possa imaginar. Basta pensar que o capital produtivo, aquele que se encontra nas fábricas e no processo de geração de bens soma 60 trilhões de dólares.

O capital especulativo, baseado em papéis, alcançava a cifra de 500 trilhões. Ele circulava nas bolsas especulativas do mundo inteiro, gerenciado por verdadeiros ladrões e falsários. A verdadeira alternativa só pode ser: salvar a vida e a Terra e colocar a economia a serviço destas duas prioridades. Há uma tendência autosuicidária do capitalismo: prefere morrer ou fazer morrer do que renunciar aos seus benefícios.

Adital - Muito esperada a COP 15, que acontece em Copenhague, Dinamarca, parece não apontar para resultados eficazes e em comprometimentos mais sérios. Qual deve ser o papel da sociedade civil caso os resultados não sejam os esperados?

Leonardo Boff - Chegamos a um ponto em que todos seremos afetados pelas mudanças climáticas. Todos corremos riscos, inclusive de grande parte da humanidade ter que desaparecer por não conseguir se adaptar nem mitigar os efeitos maléficos do aquecimento global. Não podemos confiar nosso destino a representantes políticos que, na verdade, não representam seus povos mas os capitais com seus interesses presentes em seus povos. Precisamos nós mesmos assumir uma tarefa salvadora. Cada um em seu lugar, cada comunidade, cada entidade, enfim, todos devem começar a fazer alguma coisa para dar um outro rumo à nossa presença neste planeta. Se não podemos mudar o mundo, podemos mudar este pedaço do mundo que somos cada um de nós.

Sabemos pela nova biologia e pela física das energias que toda atividade positiva, que vai na direção da lógica da vida, produz uma ressonância morfogenética, como se diz. Em outras palavras, o bem que fazemos não fica reduzido ao nosso espaço pessoal. Ele se ressoa longe, irradia e entra nas redes de energia que ligam todos com todos e reforçam o sentido profundo da vida.

Daí podem ocorrer emergências surpreendentes que apontam para um novo modo de habitar o planeta e novas relações pessoais e sociais mais inclusivas, solidárias e compassivas. Efetivamente, se nota por todas as partes que a humanidade não está parada nem enrijecida pelas perplexidades. Milhares de movimentos estão buscando formas novas de produção e alternativas que respondem aos desafios.

Somente em ONG existem mais de um milhão no mundo inteiro. É da base e não da cúpula que sempre irrompem as mudanças.

Adital - Nunca as questões ambientais estiveram tão em evidência como nos últimos anos. Termos como aquecimento global, mudanças climáticas apesar de vários alertas feitos há bem mais tempo, hoje fazem parte do cotidiano de muita gente em todo o planeta. Nessa "crise civilizatória" ainda há tempo para se fazer algo? De onde poderá vir essa "salvação"?

Leonardo Boff - Se trabalharmos com os parâmetros da física clássica, aquela inaugurada por Newton, Galileo Galilei e Francis Bacon, orientada pela relação causa-efeito, estamos perdidos. Não temos tempo suficiente para introduzir mudanças, nem sabedoria para aplicá-las. Iríamos fatalmente ao encontro do pior. Mas se trocarmos de registro e pensarmos em termos do processo evolucionário, cuja lógica vem descrita pela física quântica que já não trabalha com matéria mas com energia (a matéria, pela fórmula de Einstein, é energia altamente condensada) aí o cenário muda de figura.

Do caos nasce uma nova ordem. As turbulências atuais prenunciam uma emergência nova, vinda daquele transfundo de Energia que subjaz ao universo e a cada ser (chamada também de Vazio Quântico ou Fonte Originária de todo ser). As emergências introduzem uma ruptura e inauguram algo novo ainda não ensaiado. Assim não seria de se admirar se, de repente, os seres humanos caiam em si e pensem numa articulação central da humanidade para atender as demandas de todos com os recursos da Terra que, quando racionalmente gerenciados, são suficientes para nós humanos e para toda a comunidade de vida (animais,plantas e outros seres vivos).

Possivelmente, chegaríamos a isso face um perigo iminente ou após um desastre de grandes proporções. Bem dizia Hegel: o ser humano aprende da história que não aprende nada da história, mas aprende tudo do sofrimento. Prefiro Santo Agostinho que nas Confissões ponderava: o ser humano aprende a partir de duas fontes de experiência: o sofrimento e o amor. O sofrimento pela Mãe Terra e por seus filhos e filhas e o amor por nossa própria vida e sobrevivência irão ainda nos salvar.

Então não estaríamos face a um cenário de tragédia cujo fim é fatal mas de uma crise que nos acrisola e purifica e nos cria a chance de um salto rumo a um novo ensaio civilizatório, este sim, caracterizado pelo cuidado e pela responsabilidade coletiva pela única Casa Comum e por todos os seus habitantes.

Adital - Há varias demandas para que a Corte Penal Internacional reconheça os crimes ambientais como crime de lesa humanidade. O senhor acha que seria uma alternativa?

Leonardo Boff - As leis somente têm sentido e funcionam quando previamente se tenha criado uma nova consciência com os valores ligados ao respeito e ao cuidado pela vida e pela Terra, tida como nossa Mãe, pois nos fornece tudo o que precisamos para viver. Havendo essa consciência, ela pode se materializar em leis, tribunais e cortes que fazem justiça à vida, à Humanidade e à Terra com punições exemplares. Caso contrário, os tribunais possuem um caráter legalista, de difícil aplicação, sem sua necessária aura moral que lhe confere legitimidade e reconhecimento por todos.

Então devemos primeiro trabalhar na criação dessa nova consciência. Eu mesmo estou trabalhando com um pequeno grupo, a pedido da Presidência da Assembléia da ONU, numa Declaração Universal do Bem Comum da Terra e da Humanidade. Ela deverá entrar por todos os meios de comunicação, especialmente, pela Internet para favorecer a criação desta nova consciência da humanidade. A nova centralidade não é mais o desenvolvimento sustentável, mas a vida, a humanidade e a Terra, entendida como Gaia, um superorganismo vivo.

Adital - Por outro lado não se cogita nada do tipo voltado para o consumo, por exemplo, que tem interferência direta no caos em que se tornou a Terra. Poderia falar um pouco sobre isso?

Leonardo Boff - O propósito de todo o projeto da modernidade, nascido já no século XVI, está assentado sobre a vontade de poder que se traduz pela vontade de enriquecimento que pressupõe a dominação e exploração ilimitada dos recursos e serviços da Terra. Em nome desta intenção se construiu o projeto-mundo, primeiro pelas potências ibéricas, depois pelas centro-europeias e por fim pela hegemonia norte-americana. No início não havia condições de se perceber as consequências funestas desta empreitada, pois incluía entender a Terra como um simples baú de recursos, algo sem espírito que poderia ser tratada como quiséssemos. Surgiu o grande instrumento da tecno-ciência que facilitou a concretização deste projeto. Transformou o mundo, surgiu a sociedade industrial e hoje a sociedade da informação e da automação.

Toda esta civilização oferece aos seres humanos, como felicidade, a capacidade de consumo sem entraves, seja dos bens naturais seja dos bens industriais. Chegamos a um ponto em que consumimos 30% a mais do que aquilo que a Terra pode reproduzir. Ela está perdendo mais e mais sustentabilidade e sua biocapacidade. Ela simplesmente não aguenta mais o nível excessivo de consumo por parte dos donos do poder e dos controladores do processo da modernidade. Os 20% mais ricos consomem 82,4% de toda a riqueza da Terra, enquanto os 20% mais pobres têm que se contentar com apenas 1,6% da riqueza total. Agora nos damos conta de que uma Terra limitada não suporta um projeto ilimitado. Se quiséssemos universalizar o nível de consumo dos países ricos para toda a Humanidade, cálculos já foram feitos - precisaríamos de pelo menos 3 Terras iguais a esta, o que se revela como uma impossibilidade. Temos que mudar, caso quisermos superar esta injustiça social e ecológica universal e termos um mínimo de equidade entre todos.

Adital - Até que ponto o senhor acredita que a sociedade civil organizada pode ser agente de uma nova prática de consumo?

Leonardo Boff - Deve-se começar em algum lugar. O lugar mais imediato é começar com cada um. O desafio, face ao problema universal, é convencer-se de que podemos ser mais com menos. Importa fazer uma opção por uma simplicidade voluntária e por um consumo compassivo e solidário pensando em todos os demais irmãos e irmãs e demais seres vivos da natureza que passam fome e estão sofrendo todo tipo de carência. Mas para isso, devemos realizar a experiência radicalmente humana de que de fato somos todos irmãos e irmãs e que somos ecointerdependentes e que formamos a comunidade de vida.

A economia se orientará para produzir o que realmente precisamos para a vida e não para a acumulação e para o supérfluo, uma economia do suficiente e do decente para todos, respeitando os limites ecológicos de cada ecossistema e obedecendo aos ritmos da natureza. Isso é possível. Mas precisamos de uma "metanoia" bíblica, de uma transformação de nossos hábitos, de nossa mente e de nossos corações. Essa transformação constitui a espiritualidade. Ela não é facultativa, é necessária. Cada um é como a gota de chuva. Uma molha pouco. Mas milhões e milhões de gotas fazem uma tempestade, agora um tsunami do
bem.

Adital - O Brasil, por conta da Floresta Amazônica e outra matas nativas, deveria ter um papel fundamental na questão ambiental. Como o senhor avalia a postura do governo brasileiro em relação ao tema?

Leonardo Boff - O governo brasileiro não acumulou ainda suficiente massa crítica nem consciência da importância da floresta amazônica para os equilíbrios climáticos da Terra inteira. Se o problema é o excesso de dióxido de carbono na atmosfera, então são as florestas as grandes sequestradoras deste gás que produz o efeito estufa e, em conseqüência, o aquecimento global.

Elas absorvem os gases poluentes pela fotossíntese e os transforma em biomassa, liberando oxigênio. Ao invés de estabelecer a meta de desmatamento 0 e ai ser rígido e implacável, por amor à humanidade e à Terra, o governo estabelece que até 2020 vai reduzir o desmatamento até 15%. E há políticas contraditórias, pois de um lado o Ministério do Meio Ambiente combate o desmatamento, por outro o BNDS financia projetos de expansão da soja e da pecuária que avançam sobre a floresta. Por detrás estão grandes interesses do agronegócio que pressionam o governo a manter uma política flexível e danosa para o equilíbrio da Terra.

Adital - Todavia percebe-se grande atuação de movimentos sociais e entidades em defesa da natureza e cobrando mais de seus governos em âmbitos internacionais. Acredita que haja, no momento, mais empoderamento?

Leonardo Boff - Acredito que a Cúpula de Copenhague terá função semelhante que teve a Eco-92 no Rio de Janeiro. Depois da Eco-92 surgiu no mundo inteiro a questão da sustentabilidade e da crítica ao sistema do capital visto como essencialmente anti-ecológico, pois ele implica uma produção ilimitada à custa da extração ilimitada dos recursos e serviços da natureza. Creio que a partir de agora a Humanidade tomará consciência de que ou ela, a partir da sociedade civil mundial, dos movimentos, organizações, instituições, religiões e igrejas, muda de rumo ou então terá que aceitar a dizimação da biodiversidade e o risco do extermínio de milhões e milhões de seres humanos, não excluída a eventualidade do desaparecimento da própria espécie humana.

Essa consciência vai encontrar os meios para pressionar as empresas, os grandes empreendimentos e os Estados para encontrarem uma nova relação para com a Terra. O problema não é a Terra, mas nossa relação para com ela, relação de agressão e de exploração implacável. Precisamos estabelecer um acordo Terra e Humanidade para que ambos possam conviver interdependentes, com sinergia e espírito de reciprocidade. Sem isso não teremos futuro. O futuro virá a partir da força da semente, quer dizer, das práticas humanas pessoais e comunitárias que criam redes, ganham força e conseguem impor um novo arranjo que garantirá um novo tipo de história.




* Jornalista da Adital


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Hitler


Caros colegas,

Este livro é muito bom e conta quem manda no mundo e como o faz.
Mostra como Hitler foi financiado por capitalistas norte-americanos para subir ao poder em 1932, segundo o autor.
Os lucros com a guerra é que contavam!!!!!
Agora recebí este livro pela internet onde pode ser lido ou imprimido para posterior leitura.
Recomendo a impressão para ter melhor leitura e peço também a redistribuição para seus conhecidos.
Um abraço,
Castilho.

NOTA;
Tendo em vista o "peso" do texto do livro (885kb), não suportado pela Carta O Berro. Solicitamos que as pessoas que queiram recebê-lo por email, solicitem para vanderleycaixe@revistaoberro.com.br .Que será enviado.
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Subject: sugestao de leitura - Hitler ganhou a guerra
To:


(preparado para impressão no formato livreto, tipo de tamanho grande)

Hitler ganhou a guerra
Walter Graziano



Quem acha que muitos dos enormes problemas do mundo começariam a ser solucionados se se substituísse o presidente dos Estados Unidos se equivoca grave­mente. O presidente atual não é nada mais do que a "ponta do iceberg" de uma complicada estrutura de poder, urdida cuidadosamente e durante muito tempo por uma reduzida elite de clãs familiares muito ricos, os verdadeiros proprietários à sombra do petróleo, dos bancos, dos laboratórios, das empresas de armas, das universidades e dos meios de comunicação do mundo, entre outros setores.
Trata-se nada menos daqueles que, antes que se iniciasse e durante a Segunda Guerra Mundial, financiaram Hitler para que este tomasse o poder e se armasse, daqueles que forneceram as matérias básicas ao Terceiro Reich, fomentaram o ideário racista do Fuhrer e levantaram o aparato nazista na Alemanha.
Neste livro, o leitor poderá com­preender como essa poderosa elite, em cujo núcleo se escondem antigas sociedades secretas, faz, há muitíssimos anos, verdadeiras marionetes dos presidentes dos Estados Unidos e cor­rompe, até os alicerces, a própria base do partido republicano e do partido democrata. Também verá como manipu­la as democracias do mundo, utiliza as principais universidades norte-americanas e seus intelectuais, gerando a ilusão de progresso científico através de pura ideologia falsa, e manipula os meios de comunicação para que as massas e as classes médias não se dêem conta do que realmente está acontecendo. Sob esta nova luz, inclu­sive os atentados de 11 de setembro de 2001 adquirem uma leitura diferente.


Walter Graziano nasceu em 1960 na Argentina. Graduou-se em Economia na Universidade de Buenos Aires. Até 1988 foi fun­cionário do Banco Central do seu país e recebeu bolsas de estudo do governo italiano e do Fundo Monetário Internacional para estudar em Nápoles e em Washington DC. Desde 1988 colaborou com meios impressos e audiovisuais argentinos de forma simultânea à sua profissão de consultor económico. Em 1990, publicou a História de duas hiperinflações e, em 2001, As sete pragas da Argentina, livro que prenunciou a derrocada econômica e política do seu país. Desde 2001, Graziano tem-se dedicado em tempo integral aos assuntos desta obra, aos seus antecedentes históricos e às suas questões colaterais.






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Revista Veja









23 de dezembro de 2009

Caro leitor, aqui estão os destaques de VEJA desta semana.

VEJA.com - veja@abril.com.br



Edição da semana (n° 2145 - 30 de dezembro de 2009)


Especial
O ano zero da economia limpa
VEJA faz um amplo painel dos lançamentos de produtos, das ideias e das posturas que, a partir de 2010, começarão a delinear mais claramente o nosso cotidiano baseado na economia limpa.

• Índice da edição




Cidades
A primeira cidade totalmente ecológica
Masdar, nos Emirados Ã?rabes, é um oásis no deserto. Negócios
Executivos verdes: o seu chefe será assim
E agora os outros profissionais já estão fora do jogo...




Ecodesign
Depois de 130 anos, as lâmpadas incandescentes enfim se apagam
Carros elétricos
Vão acelerar ou frear a mudança climática? Talvez as duas coisas





Retrospectiva 2009
Rio-2016, Sarney, Dilma,
Battisti, Arruda, apagão...
O Brasil foi finalmente escolhido para sediar uma Olimpíada. O presidente do Senado balançou, mas não caiu. A ex-guerrilheira Dilma enfrentou um ano de duras batalhas. E o país viu de novo as trevas...




Internacional
O ano em que Barack Obama caiu na real
E mais a siesta muito, muito longa de Manuel Zelaya. Gente
Estrelas que cantam, encantam e espantam
O sucesso de Lady GaGa, Katy Perry e Claudia Leitte.




Memória
Michael Jackson, Lévi-Strauss, a atriz Farrah Fawcett e Clodovil
2000-2009
O que mudou e - o que marcou - na primeira década do século XXI





Brasil
Copa-14 e Olimpíada-16: o atraso das obras
Inaugurações pomposas escondem falha sob tapete. Acidente
Fábio Barreto: foi uma cena fora do script
Às vésperas de estreia, diretor sofreu grave acidente.




Carta do Editor
A campanha de 2010
Diogo Mainardi
A chapa cabocla



Destaques on-line
Especial on-line
Como estará o mundo
no ano de 2049?



Cronologia
• Fatos e personagens que marcaram 2009
Quiz
• Teste: você se lembra bem dos fatos?



Galeria de fotos
• As imagens que definem e marcam 2009
Videogaleria
• Cenas que impressionaram e emocionaram



10 mais
• Os 10 grandes micos envolvendo famosos em 2009
• Os 10 vídeos que viraram hits no YouTube em 2009

Yeda Inclui RS 010

Yeda inclui RS-010 e 3 mil novas vagas prisionais em Parcerias Público-Privadas
24/12/2009 09:30


A governadora Yeda Crusius decidiu incluir os projetos da RS-010 e de um novo complexo penitenciário no Programa de Parcerias Público-Privadas (PPPs). Em reunião do Comitê Gestor das PPPs, nessa quarta-feira (23), no Palácio Piratini, Yeda também determinou a contratação de estudo de viabilidade técnica para construção de uma ferrovia entre Porto Alegre e Pelotas, através de PPPs. "Todo este modelo nos leva a acreditar que teremos qualidade para sediar a Copa do Mundo 2014, além de resolver problemas estruturais do Estado de uma maneira transparente e eficiente", afirmou a governadora, que preside o Comitê.

O processo de consulta pública para a RS-010 deve se iniciar na primeira semana de fevereiro e terá duração de 30 dias. A partir disso, serão realizadas adequações finais e o projeto será submetido à licitação. As duas obras devem começar já em 2010. Sobre a RS-010 (Via Leste), Yeda disse que recebeu manifesto favorável das comunidades abrangidas pelo projeto da rodovia, na última quarta-feira (16). Também ressaltou que o Estado decretará de utilidade pública a faixa de domínio do governo, para que não ocorra uso desordenado da área.

"Quando você constroi uma rodovia, traz uma ocupação urbana que gera desenvolvimento", frisou. Pelo projeto, seriam construídos 68,5 quilômetros, passando pelos municípios de Cachoeirinha, Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Sapiranga.

Conforme informou a governadora, três municípios já demonstraram interesse em receber a construção de um complexo penitenciário, planejado para abrir 3 mil novas vagas prisionais. "Das três ofertas que temos, vamos analisar o terreno mais adequado", informou Yeda. A governadora salientou também que a medida integra as ações do governo gaúcho para zerar o déficit de vagas prisionais. No regime semiaberto, o déficit será zerado em fevereiro e, no regime fechado, ao longo de 2010 e 2011. Integrantes do governo devem visitar presídios referências no mundo em PPPs.

Já sobre a contratação de estudo de viabilidade técnica para construção da ferrovia entre Porto Alegre e Pelotas, Yeda afirmou: "Existe interesse não apenas no estudo de viabilidade. Empresas de fora do Brasil já vieram perguntar, nesses três anos de governo, se o Estado daria prioridade ao setor. Vamos, em janeiro, construir e publicar o edital para contratar o estudo". De acordo com o secretário de Planejamento e Gestão, Mateus Bandeira, o governo do Estado dará sequência nas minutas de edital e de contrato para submeter os projetos da RS-010 e do complexo penitenciário à consulta pública.

O Comitê Gestor das PPPs foi constituído no final de 2007. Através de uma resolução, o governo lançou editais de chamamento de interesse público, que permitiram ao setor privado apresentar solicitações de autorização para estudos de viabilidade. Os passos seguintes são a análise técnica dos projetos e a aprovação, pelo Comitê, com sugestões de adequações.

Fonte: www.estado.rs.gov.br

Selo da Diversidade

Selo da diversidade e o Papai Noel do Racismo.





Em Salvador, a política do Selo da diversidade que vem sendo praticada, ao invés de ser um instrumento de inclusão dos negros nos espaços do mercado de trabalho, em locais historicamente bloqueado, tais como os Shoppings Center, corre seriamente o risco de virar apenas mas uma forma de legitimar essas instituições, que continuam praticando o racismo. Contudo agora com a blindagem de Selo da Diversidade.



Isso porque: primeiro, a metodologia adotada do Selo já da margem a manipulação, pois ao considerar como responsabilidade para aplicação da política apenas o condomínio e exclui da mesma as lojas que compõem os Shoppings. Segundo, essa conferência do Selo não se baseia em critérios objetivos de pesquisa, que poderiam ser realizadas junto com instituições acadêmicas como UFBA ou UNEB, entre outras. Assim, o Selo é conferido de forma aleatória sem objetividade que comprove que aquelas instituições, realmente estão aplicando uma política de diversidade. Por fim, como se não bastasse isso, não há nenhuma espécie de fiscalização e controle por parte do poder público, para verificar se as instituições que obtiveram o selo mediante apresentação de um plano de trabalho, estão realmente cumprindo o seu compromisso firmado.



Verificamos como essa ausência de fiscalização e critérios objetivos de seleção pode ser nefasta, como é o caso do shopping Barra. Qualquer um que se disponha a andar pelo shopping constata visivelmente a baixa freqüência de pessoa negras nas lojas, denominadas de grife. O exemplo, mais claro de que a diversidade não é aplicada é o Presépio de Natal Barra. Existe um Papai Noel e varias garotas que foram contratadas pelo condomínio do shopping, contudo todas brancas de perfil europeu, causando constrangimento e afronta a maioria populacional desta cidade, que é negra. Onde está a política da diversidade? Não é aquela área de responsabilidade do condomínio do shopping? Onde está o poder publico que não fiscaliza?



Como se não bastasse isso, o novo gestor da Secretaria de Reparação, de forma atropelada e corrida quer conferir de novo o Selo da diversidade a esse Shopping e outros, tais como shopping Iguatemi, dentre outras empresas, sem mesmo o comitê gestor do selo ter tido quórum para aprovação de qualquer projeto.



O que fica nítido com isso é que a política do Selo virou uma moeda de troca nas mãos de políticos oportunistas. Estes para fazerem média com a camada empresarial, confere o Selo como um presente que blinda estas empresas contra as acusações e manifestações e ações judiciais que o movimento negro tem historicamente movido contra a prática racista e segregacionista dessas instituições.



Assim, verificamos as novas contradições decorrentes da institucionalizaçã o do movimento negro no poder de Estado. Se de um lado verificamos que a ocupação de espaço pela criação dessas secretarias tais como : SEPPIR , SEPROMI , SEMUR (Secretaria de Reparação do Município de Salvador); o que pode propiciar a legitimação de nossas demandas históricas. Por outro lado, essas intuições, a depender do governo e do gestor, podem desempenhar o papel contrário; ou seja, de cooptação de vários setores clientelistas do movimento para legitimação de políticas que caminham na contramão da luta histórica contra a desigualdade. Estas políticas se caracterizam por seu caráter de conciliação e amortecimento dos conflitos de raça e classe. Verificamos isso, tanto na panacéia do Estatuto da Igualdade Racial, que fora feito um acordo entre o governo e a oposição para retirar as demandas conflituosas, tais como cotas e reconhecimento de Quilombo, com o aval da SEPPIR. Assim também não é diferente a política do Selo da diversidade a ser aplicada pelo SEMUR, todas são políticas que não resolvem, mas buscam mascarar o problema e dar uma impressão de que as desigualdades estão sendo combatidas e ainda com dividendos eleitorais e até quem sabe clientelistas.



Walter Altino: Mestre em Ciências Sociais; Coordenador do Atitude Quilombola.

Liliam Aquino: Mestra em Antropologia; Membro do Comitê do Selo da Diversidade e do Conselho Municipal da Comunidade Negra.

Wilson Santos: Bacharéu em direito e Membro do Disque-Racismo.

Suzete Luz: Bacharel em Filosofia; Coordenadora do Omi Odé; membro do Conselho Municipal da Comunidade Negra.

Nemias Pereira de Souza: Professor; diretor do SINDPOC; membro do Atitude Quilombola.

Consuelo Gonsalves : Mestra em Planejamento Urbano (UFBA) E Filiada ao MNU.

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Edson Dutra Entrevista Gilmar Sossella

Edson Dutra entrevista deputado Gilmar Sossella

O líder municipalista, deputado Gilmar Sossella (PDT), gravou participação especial no programa Encontro com os Serranos. Exibido em mais de 150 emissoras de rádio do Brasil, o programa tem a comunicação de Edson Dutra, um dos mais respeitados músicos e expoentes da cultura gaúcha.

No programa, Edson Dutra fala de tradição, cultura, música, educação, saúde, ética, direitos humanos, religião, política e lições de vida. No "Encontro com os Serranos", Sossella fala de sua trajetória de vida pessoal e política. Parlamentar eleito PDT, Sossella relembra sua passagem como vereador e prefeito do município de Tapejara e renova seu compromisso de trabalhar para todos os gaúchos.

"É um orgulho prestar contas do nosso mandato através deste programa", destaca Sossella em sua interação com Edson Dutra.

Ao avaliar os primeiros três anos de atuação junto ao Parlamento gaúcho, Sossella afirma que o período foi de aprendizado e conquistas. O parlamentar acredita que 2010 será um ano de consolidação de todas ações desenvolvidas em favor da agricultura, infraestrutura rodoviária, causas municipalistas, educação, segurança pública e saúde pública.

"Manteremos nossa luta em defesa dos municípios e pela qualidade de vida e saúde do cidadão gaúcho", enfatiza Sossella.

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FOTO: Antônio Grzybovski

Pergunta

Poa, 28/12/09





Essa pergunta foi a vencedora num congresso sobre vida sustentável.

"Todos pensam em deixar um planeta melhor para os nossos filhos... Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

Se concordar, passe este e-mail aos seus amigos!
É urgente mudar!



Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro da própria casa e recebe o exemplo dos seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...




Beijos.




Deise Nunes.

Assaltos a Joalherias

Polícia Civil prende em Canoas suspeito de assaltos a joalherias
29/12/2009 11:02


Agentes da 4ª Delegacia de Polícia (DP) de Canoas, com apoio de policiais de Lajeado e Guaíba, prenderam, em cumprimento a mandato de busca e apreensão, na manhã desta terça-feira (29/12), um homem no bairro Rio Branco, em Canoas. Segundo o delegado Eduardo de Azeredo Coutinho, a investigação é referente a assaltos a joalherias ocorridos na cidade de Porto Alegre e Lajeado.

O suspeito – que diz ser representante de vendas de armações de óculos – foi preso por porte de arma de fogo com numeração raspada. Com ele, os policiais apreenderam um revólver .32 de numeração raspada, óculos e equipamentos usados em ótica. O homem será encaminhado ao sistema prisional gaúcho.

Fonte: Ascom/ PC

Doações de Natal

Mais do que Papai Noel, Fogos de Artifício, Danças e Músicas, nosso Natal do dia 24/12 mostrou a possibilidade de todos ajudarem o COMDICA.



Neste ano, os servidores estaduais foram beneficiados pela Lei 13.069/2008 que garantiu a antecipação das doações pelo Banrisul. O ressarcimento virá em setembro, outubro e novembro do ano que vem sem juros. O beneficiado é o fundo estadual. Os fundos municipais dependem da aprovação do nosso PL384/2009 ora tramitando na Comissão de Constituição e Justiça.



Acesse www.appio.com.br no link do NATAL DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE para orientar-se como doar para o Conselho Municipal da Criança e do Adolescente no ano de 2010 e veja as fotos do Natal da Criança e do Adolescente realizado em Vacaria em 24/12/2009.





Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Dinheiro dos Precatórios

Sossella alerta para onde vai o dinheiro dos precatórios

Ao ler no blog da Rosane, que o Daer vai utilizar 40% dos R$ 700 milhões do Fundo Previdenciário para recuperar estradas deterioradas, e que os outros 60% serão divididos entre acessos a municípios que não têm asfalto e obras como a duplicação da RS-118 e a construção da RSC-471 Norte, entre Barros Cassal e Vera Cruz, o deputado Gilmar Sossella imediatamente ligou para o diretor-geral do órgão, Vicente de Brito Pereira, e disse que não era esse o acordo de ontem na Assembleia Legislativa.


“Se preciso for, vamos mobilizar novamente os prefeitos para que os municípios não cedam a esse desvio de finalidade”, alerta Sossella.


Conforme o parlamentar, o acordo foi construído no sentido de garantir a execução de obras de pavimentação nos acessos municipais.


“Se o Daer utilizar 40% dos recursos dos precatórios para recuperar estradas deterioradas e ainda construir duas rodovias, aos municípios sem asfalto sobrarão apenas migalhas”, afirma Gilmar Sossella.

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Foto: ANTONIO GRZYBOVSKI

Palácio Piratini


PGE
Governadora sanciona lei que fixa subsídios a procuradores do Estado
Medida era aguardada há vários anos e foi colocada como uma das metas do governo Yeda. Utilidade Pública
Estado mantém regime de plantão em serviços no feriado de Natal
Entre eles, estão CEEE, Corsan e Disque Vigilância, que vão operar com equipes de prontidão para atendimento. Fazenda
Estado divulga calendário de pagamento do funcionalismo
Nos dias 28, 29 e 30, serão depositados R$ 422,4 milhões para pagar os vencimentos de 276.496 matrículas do Poder Executivo. Tributo I
Governo recupera R$ 91 milhões em ICMS em novembro e dezembro
A PGE entregou à governadora alvará que concretizou a retorno de recursos para os cofres públicos. Tributo II
Em cinco dias, arrecadação do IPVA 2010 chega a R$ 102,7 milhões
Valor equivale a 25,6% dos R$ 400 milhões que o Estado pretende arrecadar até 4 de janeiro, período de desconto máximo do imposto. Saúde
Teste da Orelhinha é estendido a mais 40 municípios do Rio Grande do Sul
Exame identifica precocemente problemas de audição e deve beneficiar mais de 88 mil nascidos vivos em 2010.

Contatos das Assessorias da SSP

Contatos das Assessorias de Comunicação Social da SSP
23/12/2009 17:27


Para facilitar e tornar mais ágil o trabalho dos profissionais de imprensa que buscam informações da Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul (SSP/RS) e seus organismos vinculados (Polícia Civil, Brigada Militar, Instituto-Geral de Perícias e Superintendência dos Serviços Penitenciários), principalmente aos finais de semana e feriados, informamos os telefones celulares funcionais das respectivas assessorias, bem como telefones convencionais e e-mails para outras demandas durante a semana.

Solicitamos aos profissionais da mídia para que busquem sempre com as assessorias a intermediação de demandas junto às fontes de cada instituição. Ressaltamos também que ao pé da página inicial do site da SSP ( www.ssp.rs.gov.br ), no banner Cadastre-se, pode ser efetuado o registro para recebimento do mailing diário de notícias da Secretaria.

SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA ( www.ssp.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Jornalista Amilton Belmonte.
Fone: (51) 3288-1919/3288-1994 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celular funcional: (51) 8445-8670 *
e-mail: comunicacao@ssp.rs.gov.br

* Aparelho programado para receber apenas chamadas identificadas

POLÍCIA CIVIL ( www.pc.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Delegada Patrícia Tolotti Rodrigues
Fones: (51) 3288-2380/3288-2381 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celulares funcionais: (51) 8445.9454, 9929-1375 e 8445-9748
e-mail: imprensa@policiacivil.rs.gov.br

BRIGADA MILITAR ( www.brigadamilitar.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Tenente-Coronel Valmor Araújo de Mello
Fones: (51) 3288-2930/3288-2932 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celulares funcionais: (51) 8501-6577 e (51) 8501-6575
e-mail: pm5-imprensa@brigadamilitar.rs.gov.br

SUPERINTENDÊNCIA DOS SERVIÇOS PENITENCIÁRIOS ( www.susepe.rs.gov.br )
Assessor de Imprensa: Jornalista Lusiane Duarte
Fone: (51) 3288-7285/3288-7289 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celular funcional: (51) 8443-6887
e-mail: imprensa@susepe.rs.gov.br

INSTITUTO-GERAL DE PERÍCIAS ( www.igp.rs.gov.br )
Assessor de Imprensa: Jornalista Maria da Graça Kreisner
Fone: (51) 3288-5165 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celular funcional: (51) 8445-8627
e-mail: comunicacao@igp.rs.gov.br

Sindicato dos Jornalistas do RS




Atividade de repórter cinematográfico é função de jornalista

Essa foi a definição do acordo firmado entre o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS, Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão do RS e Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado do Rio Grande do Sul, em audiência mediada pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do RS. O ato ocorreu no dia 24 de novembro de 2009, sendo firmado pelos presidentes José Maria Rodrigues Nunes Sindicato dos Jornalistas, Antônio Edison Peres Sindicato dos Radialistas, além do advogado do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado do Rio Grande do Sul, Jorge Santánna Bopp. Ainda estiveram representados o advogado do Sindjors, Antonio Carlos Porto Júnior e o repórter cinematográfico, Dagoberto Rocha.

As três entidades chegaram num acordo, determinando a retirada dos termos cinegrafista e auxiliar de cinegrafista do acordo coletivo da categoria dos radialistas, pois estas funções são inexistentes, o que existe é a função de operador de câmara de unidade portatil externa. Com isto, os profissionais que atuam como repórter cinematográfico, devem, a partir de agora, ser contratados como jornalistas, recebendo o piso dos mesmos.

Mais informações:
http://www.jornalistas-rs.org.br/

Livro de Daniel foi reeditado

Um dos principais líderes da história da luta pela democratização da comunicação no Brasil, o jornalista Daniel Herz, foi homenageado durante a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), em Brasília. No encontro nacional também foi relançado A História Secreta da Rede Globo, livro de autoria de Herz que se tornou referência em todo o País.


Também conta com o posfácio do jornalista e professor Celso Augusto Schröder e do professor de história Nilo Castro.

Já está nas bancas e livrarias.




Estudantes de comunicação participarão da Cobrecos



Os estudantes da comunicação que participam do núcleo de estudantes do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS, irão para o Congresso Brasileiro de Estudantes de Comunicação Social - Cobrecos, em São Paulo. O evento acontece de 16 a 23 de janeiro de 2010, na PUCSP.

Uma delegação do RS se fará presente através de seis (6) delegados e quatro (4) observadores. Lá serão discutidas questões como as resoluções da executiva da Enecos e o debate do diploma.




Presidente Nunes, os estudantes:
Luiz Gustavo, Raíssa e Fernanda (esq p/direita)




Veja mais http://www.jornalistas-rs.org.br/ >>











































"Sarau dos jornalistas"


No dia 22 aconteceu o workshop, com o professor e advogado, Luiz Adolfo, doutor em Direito Autoral e jornalista e advogado Marcos Chagas, diretor do Sindicato, falou sobre a Cartilha Jornalista é Autor!, da Apijor.


Os convidados se mostraram muito receptivos ao debate e satisfeitos com o evento, mesmo às vésperas de natal, conforme falou o fotógrafo Carlos Stein.





Após o Sarau, aconteceu um jantar de confraternização.




Moção de Repúdio pela decisão do Supremo


Na sessão plenária do dia 9 de dezembro de 2009, a vereadora de Porto Alegre, Sofia Cavedon, encaminhou a Moção de Repúdio pela decisão do Supremo Tribunal Federal de extinguir a exigência do diploma de jornalista para o exercício da profissão, que foi aprovada pelo legislativo da Câmra de Vereadores de Porto Alegre.
Veja mais http://www.jornalistas-rs.org.br/ >>














Caso não visualize este e-mail adequadamente, acesse este link. Descadastre-se caso não queira

A Saúde de Vacaria RS

Recebi um bilhete com uma reclamação de um leitor que solicitou para não se identificar. Segue o texto:
" Senhor do Bairro Barcelos tem problemas cardíacos. Ambulância do SAMU levou um hora para atende-lo. Antes disso é feito várias perguntas pelo telefone.
Hospital Nossa Senhora da Oliveira atende mal os pacientes do SUS. Será o que estão fazendo com o dinheiro das verbas doadas por parlamentares".
Este foi um bilhete enviado por um leitor o qual transcrevemos neste blog.
Paulo Furtado
Editor

Deise Nunes

Poa, 28/12/09


Importante: Quando clicar no link abaixo, deixe a tela no tamanho em que abrir - o tempo todo - e veja o que acontecerá.
Exemplo de criatividade para quem acha que já viu tudo na internet...



http://www.fly-a-balloon.be/




Beijos.




Deise Nunes.

Mãe e Padrasto Presos

Polícia Civil prende mãe e padrasto suspeitos de torturarem menino em Bagé
28/12/2009 12:16


Agentes da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Bagé prenderam, nesse domingo (27), uma mulher, de 44 anos, e um homem, de 19, suspeitos de torturarem uma criança. Segundo o delegado Luis Eduardo Benites, titular daquela delegacia, a criança teve dentes quebrados, lesões nos órgãos genitais e uma parte da orelha cortada.

O casal, mãe e padrasto do menino, foram indiciados pelo crime de tortura e tiveram prisão preventiva decretadas, sendo encaminhados ao Presídio Regional de Bagé.

Fonte: Ascom/ PC

News Negro

Canais brasileiros exibem série sobre vida dos negros na AL
Vermelho
Esses são alguns dos conteúdos da série “As Américas têm cor: Afrodescendentes nos Censos do Século 21", que restabelece e leva os laços da diáspora negra ...
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Vozes d'África
Estadão
E, por tabela, em toda a África negra. Guerras civis, disputas tribais, fome, miséria, aids, opressão contra as mulheres - são essas as primeiras coisas que ...
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Figuras e Factos da Década
Jornal de Notícias
O que estávamos a fazer depois disso, quando Obama ascendeu aos céus da promessa do primeiro presidente negro a governar a potência mundial da América? ...
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'Segurança nacional' dá ao Brasil seu 1º presidente negro - veja ...
G1.com.br
Depois de Barack Obama, em 2010, o Brasil também terá seu primeiro presidente negro. Pelo menos nas telas do cinema. Em "Segurança nacional", longa-metragem ...
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Vídeo sobre 'racismo' de webcam já foi visto mais de um milhão de ...
G1.com.br
Mas quando Desi, um homem negro, faz a mesma coisa, a câmera não reage da mesma forma - não acompanha os movimentos dele. O clip tem um tom bem humorado mas ...
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Pré-candidato do PTdoB ironiza comparação com Obama
Estadão
"Sou filho de pai negro e mãe branca, e até morei no Quênia. Só me faltou a Indonésia", ironiza. Como Obama, Oliveira pretende deixar a questão racial em ...
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Novo Museu do Negro com área para exposições e prédio moderno
Gazeta OnLine
O Museu do Negro será totalmente restaurado e ganhará área para exposições, café, auditório, mezanino e, ainda, um novo prédio moderno que funcionará como ...
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Kwanzaa, uma celebração da cultura afro-americana ofuscada pelo Natal
EFE
Quando as luzes do Natal se apagam eo Ano Novo se aproxima, muitos afro-americanos festejam o Kwanzaa, uma desconhecida celebração da cultura negra. ...
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Fabricante investiga acusação de “racismo” em software
Zero Hora
Um usuário, chamado de Black Desi (Desi Negro) postou um vídeo no YouTube em que o recurso é testado por ele com uma constrangedora falha. ...
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HEITOR (((((º_º))))) CARLOS
http://portodoscasa is.blogspot. com/
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Artigo

A recente jogada eleitoreira de Heloísa helena, Luciana Genro e 13 dos 16 membros do DN do PSOL em direção à candidatura Marina Silva e do direitista PV, tornam este artigo ainda mais realista.





A Tragédia de 58 se Repete Hoje, como Farsa

* Raymundo Araujo Filho




Refiro-me no título do artigo, ao Documento de Março de 58, expedido pelo PCB da época e que assume a Colaboração de Classes, já praticada desde os fins dos anos 40, e consolidada principalmente nos anos 70, 80, 90 e início do sec. XXI, “que quase acabou com o PCB”, nas palavras de seu atual sec.geral Ivan Pinheiro, a meu ver, o principal artíficie da atual inflexão à esquerda do PCB, em claro rompimento com aquele Documento, que considero uma tragédia para a Revolução Brasileira.




Pessoalmente, espero queo PCB acentue esta sua inflexão, alguns tons mais acima da recomendação de voto no segundo turno para a reeleição do Lulla, e aos atuais (poucos) elogios ao governo, notadamente na questão internacional, que penso não poder ser separada de todo o resto francamente entreguista, no máximo uma inflexão para manter alguns na defensiva. Não eu, decerto!




Mas, os desdobramentos do Documento de Março de 58, como ficou conhecido, por acompanhar a ordem da URSS em arrefecer os ânimos revolucionários, como parte de sua política imperialista, pelo lado de lá do mundo, que Movimentos Anti Imperialistas certamente combatiam, a exemplo de Che Guevara, sendo esta, a meu ver, a sua principal divegência com Fidel Castro, que o fez sair pelo mundo e, mesmo morto, fazer mais pela Revolução Mundial, do que muitos colaboracionistas, em décadas de vida.




O resultado imediato deste Documento de 58, foi a criação do PC do B (1962), em inflexão revolucionária anti colaboracionista, inclusive com a interiorização de quadros e preparo da guerrilha. A década de 60 no Brasil foi marcada pela criação de Movimentos Revolucionários, de vários matizes, e todos eles anti colaboração de classe e pelo confronto com a burguesia e a ditadura militar, ao contrário do que preconizava a cautela do PCB. E aqui não estou fazendo nenhum juízo de valor, apenas descrevendo o cenário.




Na década de 70,80, 90 início do sec. XXI, o PCB aprofunda esta política Colaboracionista, apoiando eméritos direitistas e conservadores, muitos deles caroneiros de última hora no desembarque da ditadura, afinal desgastada e finalmente atingida, pelo espraiamento das teses democráticas e muitas de esquerda, que resistiram bravamente aos tempos obscuros que tivemos, e no qual me criei da idade infantil até o início da idade adulta (mas não da Maturidade, que insiste em não chegar em mim aos 54 anos, ao menos na forma de partidário da adesão generalizada que vemos hoje).




Como contraponto à colaboração de Classes, vimos e participamos do surgimento do PT em suas primeiras inflexões de Partido Amplo e de Massas, mas com inflexão anti capitalista, inclusive ao anti capitalismo de estado soviético, e baseado na Participação Popular inovadora, a partir de seus Núcleos de Base. Foi nesta trincheira que combatemos os Moreiras Francos da vida, no RJ, e tantos outros pelo Brasil assessorados pelos Luas Pretas do PCB, já irmanados (ao menos na Colaoração de Classes, mas não como parceiros diretos) ao PC do B, que fletia descaradamente para a adesão ao projeto “desenvolvimentista, popular e democrático” da Burguesia, através do “Tudo pelo Social” de Sarney, assim traindo a ideologia que lhe impôs muitos mortos corajosos, assassinados pela Burguesia, da qual os sobreviventes passaram a beijar as mãos e ganharem empregos, acentuadamnte da dácada de 80 para cá..




Aí, o PT conhece o Poder parlamentar, municipal e estadual. Cristaliza e Burocratiza suas instâncias decisórias, as concentrando em pequeno grupo egresso dos sindicatos e de alguns esquerdistas (atuais ex- esquerdistas) que sobreviveram à ditadura, e poderiam consolidar um pensamento e ação revolucionária no PT. Incluo aí setores esclarecidos da(s) Igreja(s) de variadas profissões de Fé, notadamente a Catóílica e a Protestante Secular, além de Marxistas, Leninistas e Trotkistas, ou pelo menos, autointitulados assim.





Foi alvisareiro o início petista, arrebatador até. Mas, a burocratização e deslocamento do eixo “de massas” para o eixo dos ”comedores de massas”, que são os novos dirigentes sindicais pragmáticos, ávidos para obterem lucros para a sua elite dirigente, mesmo como sócios menores do Capital, e para Parlamentares que ensejavam (e ensejam) principalmnente a manutenção de seus mandatos, para a movimentação de máquina eleitoreira, que os permitem negociar ganhos reais para as suas bases eleitorais corporativas (ou viverem desta promessa, como conhecido petista gaúcho que se diz defensor dos aposentados, não ganha uma, mas não larga o PT e ainda arrebanha muitos votos para a legenda. E é uma simpatia pessoalmente. ..).




Ao assumir a presidência da república, o PT, através de seu líder máximo, único e carismático Lula (ainda não Lulla, em atos ao menos), mostra que de lindo Narciso, virou um Retrato de Dorian Grey. Com todos os seu ex líderes sindicais combativos, com raríssimas e honrosas excessões, devidamente aburguesados e possuidores de empregos onde ganham na casa das dezenas de mil reais por mês, fora as maracutaias, por exemplo, do Sistema S, Fundos de Pensões, Cooperativas de Crédito aos Trabalhadores Rurais, ONGs e quetais, tudo financiado pelo FAT (Fundo de Amparo aos Trabalhadores) . Além de jovens que se acostumaram à vida de ASPONES.




O cenário da primeira eleição de Lula, era o de um amplo e manifesto Movimento Popular, Social e Sindical, a exigir e mostrar estarem preparados para protagonizar as tais Profundas Reformas não só do Modelo Econômico, mas das práticas mesquinhas e anti éticas (para não dizer pior) da Política, como foi exercida pelas oligarquias que se revezaram no Poder, desde tempos imemoriais. Até a necessiade de Reforma Agrária e aceitação do MST como força política legítima estava na pauta e consensuada por amplos setores da socidade brasileira.




Mas, o golpe já tinha sido dado, nas penumbras das articulações políticas,inclusive internacionais, que foi anunciado 60 dias antes de sua eleição, na tal Carta aos Brasileiros (na verdade Carta aos Estrangeiros) , onde capitulava por cima, aos ditames internacionais do Capital. Assim, Lulla, inicia sua caminhada de traição ao Povo Brasileiro e às Reformas que representava no imaginário popular, as subsituino por migalhas, enquanto entrega o resto do país.




Já em 1992 participa Diálogo Intermericano, onde consolida sua amizade estratégica (para o Capital) com Stanley Gaceck, braço trabalhista da AFL-CIO, o maldito sindicalismo dos EUA, que Lulla representou nesta malfadada reunião.





Coincide esta etapa, com a tomada do Poder Petista, dentro do partido, pelos que hoje protagonizam este espetáculo deprimente que é um governo que joga migalhas para a platéia, com grande estardalhaço, enquanto no silêncio da conivência sórdida, entrega as riquezas do país, não inicia Reforma alguma, aliás, paralisa a mais importante delas, a Reforma Agrária, além de, subservientemente inserir o Brasil de forma definitiva e subalterna no Capitalismo Mundial, como exportador de matérias primas (commodities) e aprofundando todos os ditames privatizantes de seu antecessor FHC, com algumas bravatas periféricas, para manter as aparências, mas fazendo do Brasil, um país “off shore". Ou um Prostíbulo do Capital, se preferirem, como eu prefiro.




Esta etapa corresponde a compra a dinheiro, empregos, projetos e cargos, para todos aqueles, muitos provenientes da Luta Armada, inclusive a usando como salvo conduto para as suas atuações entreguistas, como se incriticáveis fossem. Estabelece-se que qualquer crítica “é coisa de direitistas”, faz-se uma verdadeira caça às bruxas esquerdistas, consolidando na prática, aquele maldito Documento de Março de 58, de forma muito mais aguda, perniciosa e temporalmente perversa, pois a Tragédia virou Farsa com o postergamento, “ad eternum” dá máxima Um Outro Mundo é Possível.




*Raymundo Araujo Filho é médico veterinário homeopata e feroz opositor à esquerda do Lullo Petismo, tão igual quanto pernicioso aos neoliberais clássicos do Brasil.





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"Estamos convencidos de que a mudança histórica em perspectiva
provirá de um movimento de baixo para cima,
tendo como atores principais os países subdesenvolvidos
e não os países ricos; os deserdados e os pobres
e não os opulentos e outras classes obesas;
o indivíduo liberado partícipe das novas massas
e não o homem acorrentado;
o pensamento livre e não o discurso único.
Os pobres não se entregam e descobrem a cada dia
formas inéditas de trabalho e de luta;
a semente do entendimento já está plantada e o passo seguinte é o seu florescimento
em atitudes de inconformidade e, talvez, rebeldia."

Milton Santos em Por Uma Outra Globalização - Do Pensamento Único à Consciência Universal

Senegal Acessa o Blog do Jornal Negritude




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Cultura


II Conferência Nacional de Cultura

MinC divulga regras para a realização das Pré-Conferências Setoriais de Cultura

O Ministério da Cultura (MinC) abriu inscrições para os interessados em participar das Pré-Conferências Setoriais de Cultura, etapas da II Conferência Nacional de Cultura.

As Pré-Conferências serão realizadas, até 28 de fevereiro de 2010, nas cinco macrorregiões do Brasil, e tem como objetivo principal debater as propostas setoriais de estratégias para a implantação de políticas públicas a serem encaminhadas para a II CNC; eleger delegados para representar o segmento na II CNC (10 por segmento, sendo dois de cada macrorregião); e discutir diretrizes e ações de forma a contribuir com a formulação e/ou avaliação dos Planos Nacionais Setoriais de Cultura.

As Pré-Conferências vão eleger, ainda, os representantes que comporão os Colegiados Setoriais do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), nos seguintes segmentos: Dança, Circo, Teatro, Música, Artes Visuais, Livro/Leitura/Literatura, Culturas Populares e Culturas dos Povos Indígenas; ou elaboração de listas tríplices de indicados para escolha do Ministro, do representante setorial no Plenário do CNPC, dos seguintes segmentos: Audiovisual, Arte Digital, Arquivos, Culturas Afro-brasileiras, Museus, Patrimônio Material, Patrimônio Imaterial, Arquitetura, Moda, Design e Artesanato. Os eleitos e indicados exercerão mandato referente ao biênio 2010/2011. Os segmentos que têm Colegiados Setoriais constituídos elegerão, diretamente, o seu representante, para o Plenário do CNPC, na reunião de posse dos novos membros.

A II CNC reunirá artistas, produtores, gestores, conselheiros, empresários, patrocinadores, pensadores e atores da cultura, além de representantes da sociedade civil, de todo o país, de 11 a 14 de março de 2010, em Brasília. Os participantes discutirão, entre outros assuntos, a cultura brasileira nos seus múltiplos aspectos, tendo como finalidade principal a valorização da diversidade das expressões culturais, o pluralismo de opiniões e a aprovação no Congresso Nacional do Plano Nacional de Cultura. O PNC que tramita, atualmente, em fase conclusiva, no Congresso Nacional é um plano de estratégias e diretrizes para a execução de políticas públicas dedicadas à cultura. O temário da II CNC está dividido nos seguintes eixos:

Produção Simbólica e Diversidade Cultural, tendo como foco a produção de arte e de bens simbólicos, promoção de diálogos interculturais, formação no campo da cultura e democratização da informação;
Cultura, Cidade e Cidadania, tema voltado às cidades como espaço de produção, intervenção e trocas culturais, garantia de direitos e acesso a bens culturais;
Cultura e Desenvolvimento Sustentável, que discutirá a importância estratégica da cultura no processo de desenvolvimento;
Cultura e Economia Criativa que trata a economia criativa como estratégia de desenvolvimento; e
Gestão e Institucionalidade da Cultura, que visa o fortalecimento da ação do Estado e da participação social no campo da cultura.
A II CNC tratará, também, da participação social na gestão das políticas públicas na cultura e da implantação e acompanhamento dos Sistemas Nacional, Estaduais e Municipais de Cultura.

Pré-Conferências das Culturas Populares e Culturas Indígenas

Os Colegiados Setoriais de Culturas Populares e Culturas Indígenas foram criados em agosto de 2009 pelo Plenário do CNPC. E, assim como os demais, serão compostos por 15 titulares e 15 suplentes representantes da sociedade civil (três de cada macrorregião do país), além de 5 representantes titulares e 5 suplentes indicados pelo Poder Público Federal.

Os dois segmentos possuem representação no Plenário do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC). Paula Simon, da Comissão Nacional do Folclore, pelo Colegiado de Culturas Populares e Romancil Gentil Cretã, da Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul, pelo Colegiado de Culturas Indígenas. O mandato destes conselheiros termina agora em dezembro.

Os representantes da sociedade civil dos dois segmentos devem, se possível, realizar assembléias em seus estados para a escolha e indicação dos seus representantes nas Pré-Conferências. Nos estados onde não houver assembléias, o segmento deve se articular para indicar um representante, uma vez que o número de apoios institucionais será um dos critérios para a escolha daqueles que irão para as Pré-Conferências Setoriais.

Em ambos os casos (com ou sem realização de assembléias), os indicados terão que fazer o registro de suas candidaturas em formulário digital disponibilizado no sítio eletrônico do CNPC (www.cultura.gov.br/cnpc) até 31 de janeiro de 2010. Após o registro, o indicado deverá postar, pelo correio, os documentos exigidos para habilitar sua candidatura para o seguinte endereço: Conselho Nacional de Política Cultural - CNPC - Esplanada dos Ministérios, Bloco B, 3º Andar, Brasília-DF, CEP 70068-900.

Poderão ser indicados até três representantes da sociedade civil por estado da federação, sendo duas lideranças tradicionais e uma escolhida dentre os acadêmicos, artistas, produtores culturais ou outros trabalhadores não tradicionais envolvidos com os segmentos. Será indicado ainda mais um representante do Poder Público municipal ou estadual, totalizando quatro indicados titulares e quatro suplentes por estado.

Estas delegações estaduais comporão o Colégio Eleitoral das Pré-Conferências Setoriais juntamente com os cinco representantes do Poder Público Federal e os membros do plenário e dos Colegiados Setoriais do CNPC. Estes terão direito a voz e voto para o cumprimento dos objetivos das Pré-Conferências Setoriais.

Acesse a Portaria nº 4, de 3 de dezembro de 2009, que aprova a Resolução nº 2 do Comitê Executivo da II CNC, regulamentando todo o processo.

Informações sobre as Pré-Conferências Setoriais de Cultura pelo correio eletrônico: marcelo.manzatti@cultura.gov.br

Blog da II CNC

Formulário Eletrônico das Setoriais





Comunicação SID/MinC

Telefone: (61) 2024-2379

E-mail: identidadecultural@cultura.gov.br

Acesse: www.cultura.gov.br/sid

Nosso Blog: blogs.cultura.gov.br/diversidade_cultural

Nosso Twitter: twitter.com/diversidademinc







Prezado usuário,

O envio desta mensagem foi realizado por meio da lista de endereços da Secretaria da Identidade e da Divrsidade Cultural do Ministério da Cultura - SID/MinC

As mensagens são enviadas a pessoas que se cadastraram, previamente, ou foram indicadas por terceiros.

Caso não deseje receber mensagens da SID, por favor, responda este email com o título "remover" como assunto. Se quiser ser cadastrado nessa lista, envie um email com seus dados para elisangela.souza@cultura.gov.br com o título "inscrever" no campo assunto.

Destaques do Dia





Destaques do Dia
Yeda Crusius em audiência com o deputado Coffy Rodrigues
A Governadora Yeda Crusius em audiência com o deputado estadual, Coffy Rodrigues.


Local: Porto Alegre - RS
Data: 28/12/2009
Foto: Jefferson Bernardes / Palácio Piratini
Código: 32978

Verão Legal RS 2010 - Ações em Capão da Canoa marcam Dia do Salva-Vidas
Solenidade de formatura de nova turma do Patrulheiros do Mar, programa existe há dez anos e é coordenado pela Operação Golfinho.


Local: Capão da Canoa - RS
Data: 28/12/2009
Foto: Itamar Aguiar / Palácio Piratini
Código: 32975

Verão Legal RS 2010 - Ações em Capão da Canoa marcam Dia do Salva-Vidas
Realização no litoral norte do RS da prova Aquathlon e simulação de resgate de vítima de afogamento, em comemoração ao Dia do Salva-Vidas.


Local: Capão da Canoa - RS
Data: 28/12/2009
Foto: Itamar Aguiar / Palácio Piratini
Código: 32973

Yeda Crusius recebe a secretária da Mônica Leal
A Governadora Yeda Crusius, recebe em seu Gabinete, no Palácio Piratini, a visita de cortesia da Secretária da Cultura, Mônica Leal(E).


Local: Porto Alegre - RS
Data: 28/12/2009
Foto: Jefferson Bernardes / Palácio Piratini
Código: 32977

Verão Legal RS 2010 - Ações em Tramandaí marcam Dia do Salva-Vidas
Realização no litoral norte da prova Aquathlon e simulação de resgate de vítima de afogamento, em comemoração ao Dia do Salva-Vidas.


Local: Tramandaí - RS
Data: 28/12/2009
Foto: Itamar Aguiar / Palácio Piratini
Código: 32971

Imagens da Internet


Dois Hemisférios

O legado de 1989 nos dois hemisférios
27-Dez-2009

O contraste entre a libertação dos satélites da União Soviética e o esmagamento da esperança nos estados clientes dos EUA é impressionante e instrutivo – ainda mais quando ampliamos a perspectiva.

Por Noam Chomsky

Novembro marcou o aniversário de grandes eventos em 1989: «o maior ano da história do mundo desde 1945», como o historiador britânico Timothy Garton Ash o descreve.

Naquele ano, «tudo mudou», escreve Garton Ash. As reformas de Mikhail Gorbachev na Rússia e a sua «impressionante renúncia do uso da força» levaram à queda do Muro de Berlim, em 9 de Novembro – e à libertação da Europa Oriental da tirania russa. Os elogios são merecidos, os eventos, memoráveis. Mas perspectivas alternativas podem ser reveladoras.

A chanceler alemã, Angela Merkel, forneceu – sem querer – uma tal perspectiva, quando apelou a todos nós para «usar este dom inestimável da liberdade para ultrapassar os muros do nosso tempo». Uma forma de seguir o seu bom conselho seria desmantelar o muro maciço, superando o muro de Berlim em escala e comprimento, que serpenteia actualmente através do território da Palestina, em violação do direito internacional.

O “muro de anexação”, como deveria ser chamado, é justificado em termos de “segurança” – a racionalização por defeito para muitas das acções do Estado. Se a segurança fosse a preocupação, o muro teria sido construído ao longo da fronteira e tornado inexpugnável. O propósito desta monstruosidade, construído com o apoio dos EUA e a cumplicidade europeia, é permitir que Israel se aposse de valiosa terra palestiniana e dos principais recursos hídricos da região, negando assim qualquer existência nacional viável à população autóctone da antiga Palestina.

Outra perspectiva sobre 1989 vem de Thomas Carothers, um académico que trabalhou em programas de “reforço da democracia” na administração do antigo presidente Ronald Reagan. Depois de rever o registo, Carothers concluiu que todos os líderes dos EUA foram «esquizofrénicos» – apoiando a democracia quando se conforma aos objectivos estratégicos e económicos dos EUA, como nos satélites soviéticos, mas não nos estados clientes dos EUA.

Esta perspectiva é dramaticamente confirmada pela recente comemoração dos acontecimentos de Novembro de 1989. A queda do muro de Berlim foi comemorada com razão, mas houve pouca atenção ao que aconteceu uma semana mais tarde: em 16 de Novembro, em El Salvador, o assassinato de seis importantes intelectuais latino-americanos, padres jesuítas, juntamente com a sua cozinheira e sua filha, pelo batalhão de elite Atlacatl, armado pelos EUA, fresco do treino renovado na Escola de Guerra Especial JFK, em Fort Bragg, Carolina do Norte.

O batalhão e seus esbirros já tinham compilado um registoo sangrento ao longo da terrível década que começou em 1980 em El Salvador com o assassinato, praticamente às mesmas mãos, de Dom Oscar Romero, conhecido como “a voz dos sem voz”. Durante a década da “guerra contra o terrorismo” declarada pelo governo Reagan, o horror foi semelhante em toda a América Central.

O reinado de tortura, assassinato e destruição na região deixou centenas de milhares de mortos. O contraste entre a libertação dos satélites da União Soviética e o esmagamento da esperança nos estados clientes dos EUA é impressionante e instrutivo – ainda mais quando ampliamos a perspectiva.

O assassinato dos intelectuais jesuítas trouxe praticamente o fim à “teologia da libertação”, o renascimento do cristianismo que tinha as suas raízes modernas nas iniciativas do Papa João XXIII e do Vaticano II, que ele inaugurou em 1962. O Vaticano II «deu início a uma nova era na história da Igreja Católica», escreveu o teólogo Hans Kung. Os bispos latino-americanos adoptaram a «opção preferencial pelos pobres». Assim, os bispos renovaram o pacifismo radical do Evangelho que tinha sido posto de lado quando o imperador Constantino estabeleceu o cristianismo como a religião do Império Romano – «uma revolução» que, em menos de um século, transformou «a igreja perseguida numa «Igreja perseguidora», de acordo com Kung.

No renascimento pós-Vaticano II, os sacerdotes latino-americanos, freiras e leigos levaram a mensagem do Evangelho aos pobres e perseguidos, reuniram-nos em comunidades, e encorajaram-nos a tomar o destino nas suas próprias mãos. A reacção a essa heresia foi a repressão violenta. No decurso do terror e do massacre, os praticantes da Teologia da Libertação foram o alvo principal. Entre eles estão os seis mártires da Igreja, cuja execução há 20 anos é agora comemorada com um silêncio retumbante, praticamente não quebrado.

No mês passado, em Berlim, os três presidentes mais envolvidos na queda do Muro – George H. W. Bush, Mikhail Gorbachev e Helmut Kohl – discutiram quem merece crédito.

«Eu sei agora como o céu nos ajudou», disse Kohl. George H. W. Bush elogiou o povo da Alemanha Oriental, que «por muito tempo foi privado dos seus direitos dados por Deus». Gorbachev sugeriu que os Estados Unidos precisam da sua própria Perestroika.

Não existem dúvidas sobre a responsabilidade pela demolição da tentativa de reavivar a igreja do Evangelho na América Latina durante a década de 1980. A Escola das Américas (desde então renomeada Instituto do Hemisfério Ocidental para Cooperação de Segurança) em Fort Benning, na Geórgia, que treina oficiais latino-americanos, anuncia orgulhosamente que o Exército dos EUA ajudou a «derrotar a teologia da libertação» – assistida, com certeza, pelo Vaticano, utilizando a mão suave da expulsão e da supressão.

A sinistra campanha para reverter a heresia posta em movimento pelo Concílio Vaticano II recebeu uma incomparável expressão literária na parábola do Grande Inquisidor em Os Irmãos Karamazov de Dostoievski.

Nessa história, situada em Sevilha no «momento mais terrível da Inquisição», Jesus Cristo aparece subitamente nas ruas, «de mansinho, sem ser observado, e contudo, por estranho que pareça, toda a gente o reconheceu» e foi «irresistivelmente atraída para ele».

O Grande Inquisidor «ordena aos guardas: Prendam-No e levem-No» para a prisão. Lá, ele acusa Cristo de vir «prejudicar-nos» na grande obra de destruir as ideias subversivas de liberdade e comunidade. Nós não Te seguimos, o Inquisidor admoesta Jesus, mas sim a Roma e à «espada de César». Procuramos ser os únicos governantes da Terra para que possamos ensinar à «fraca e vil» multidão que «só será livre quando renunciar à sua liberdade para nós e se submeter a nós». Então, eles serão tímidos e assustados e felizes.

Assim, amanhã, diz o inquisidor: «Devo queimar-Te». Por fim, no entanto, o Inquisidor abranda e liberta-«O nos becos escuros da cidade».

Os alunos da Escola das Américas não praticaram tal misericórdia.

Fonte: In These Times
Artigo traduzido por Infoalternativa.org.


http://www.esquerda.net/content/view/14759/1/










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