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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

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Quilombhoje

Mojúbà
Queremos agradecer a todos aqueles que foram ao lançamento do livro Cadernos Negros 32, no último dia 17, e aos que, mesmo não indo, enviaram seus pensamentos positivos.
Apesar da chuva, apesar do atrativo de eventos mais "chiques" marcados para o mesmo dia que o nosso, o público de Cadernos compareceu e foi bem recebido num espaço amplo e bonito.
Muita gente bonita e inteligente estava lá.
Os autores e professores, de São Paulo, Rio, Brasília, Salvador, estavam lá (dentre eles: Cristiane Sobral, Cuti, José Luanga, Débora Almeida, Elizandra Souza, Sergio Ballouk, Sidney Oliveira, Cristian Sales, Basilele Malomalo); os atores encenaram uma peça em que um Macunaíma revisitado mostrou o poder do "livrinho"; Nino Brown, ativista do hip hop, homenageou James Brown, e o grupo Umojá encerrou com suas danças populares de origem afro, mostrando a riqueza e alegria de nossa cultura.
Tudo isso temperado com o prazer de sabermos que Cadernos é nosso e sobrevive somente devido à vontade de escritores, leitores e organizadores.
Pois é, trabalho, solidariedade e um pouco de insanidade podem trazer resultados gratificantes!
Algumas fotos neste link: http://www.quilombhoje2.com.br/cn32fotos/album/
Aproveitamos para desejar muito axé, muitas realizações, muita paz em 2010.

Esmeralda Ribeiro e Márcio Barbosa

Apoio:
• UNINOVE - UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO
• GABINETE DO VEREADOR NETINHO DE PAULA
• DEPUTADO JOSÉ CÂNDIDO

Agradecimentos:
Cosme Nascimento, Cristina Barbosa, Edson Robson Alves dos Santos, Evelin Cristine, Loreta Maria Berne, Márcia Luanda, Maria das Dores Fernandes, Marinete Floriano Silva, Nei, Paulo Lima, “Seu” Afonso e Thyko de Souza

Rumos do Planeta


Leonardo Boff fala sobre os rumos do planeta terra e do ser humano

Rogéria Araújo *

As mobilizações sociais e os alardes sobre os prejuízos que a ação humana vem causando ao meio ambiente não foram suficientes para garantir o fechamento de acordos eficazes durante a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), concluída sexta-feira (18) em Copenhague, na Dinamarca.
Os líderes mundiais demonstraram mais uma vez preferência pelo desenvolvimento do capital em detrimento da vida. Ainda assim, a postura de desdém para com os problemas climáticos do planeta não está engessando as ações da população na luta por pequenas mudanças. A evidência dada à causa ambiental tem servido para gerar consciência e, aos poucos, mudar maus hábitos de consumo. "O lugar mais imediato é começar com cada um", acredita Leonardo Boff.
Em entrevista à ADITAL, o teólogo, filósofo e escritor fala sobre a necessidade de começarmos as mudanças que irão beneficiar a Terra por nós. "Cada um em seu lugar, cada comunidade, cada entidade, enfim, todos devem começar a fazer alguma coisa para dar um outro rumo à nossa presença neste planeta". Para Boff, não devemos depositar nossas esperanças nas decisões que vêm de cima.
Adital - O senhor acredita na vontade política dos grandes líderes mundiais em reverter a situação climática em que se encontra nosso planeta?
Leonardo Boff - Não acredito. Os grandes não possuem nenhuma preocupação que vá além de seus interesses materiais. Todas as políticas até agora pensadas e projetadas pelo G-20 visam salvar o sistema econômico-financeiro, com correções e regulações (que até agora não foram feitas) para que tudo volte ao que era antes. Antes reinava a especulação a mais desbragada que se possa imaginar. Basta pensar que o capital produtivo, aquele que se encontra nas fábricas e no processo de geração de bens soma 60 trilhões de dólares.
O capital especulativo, baseado em papéis, alcançava a cifra de 500 trilhões. Ele circulava nas bolsas especulativas do mundo inteiro, gerenciado por verdadeiros ladrões e falsários. A verdadeira alternativa só pode ser: salvar a vida e a Terra e colocar a economia a serviço destas duas prioridades. Há uma tendência autosuicidária do capitalismo: prefere morrer ou fazer morrer do que renunciar aos seus benefícios.
Adital - Muito esperada a COP 15, que acontece em Copenhague, Dinamarca, parece não apontar para resultados eficazes e em comprometimentos mais sérios. Qual deve ser o papel da sociedade civil caso os resultados não sejam os esperados?
Leonardo Boff - Chegamos a um ponto em que todos seremos afetados pelas mudanças climáticas. Todos corremos riscos, inclusive de grande parte da humanidade ter que desaparecer por não conseguir se adaptar nem mitigar os efeitos maléficos do aquecimento global. Não podemos confiar nosso destino a representantes políticos que, na verdade, não representam seus povos mas os capitais com seus interesses presentes em seus povos. Precisamos nós mesmos assumir uma tarefa salvadora. Cada um em seu lugar, cada comunidade, cada entidade, enfim, todos devem começar a fazer alguma coisa para dar um outro rumo à nossa presença neste planeta. Se não podemos mudar o mundo, podemos mudar este pedaço do mundo que somos cada um de nós.
Sabemos pela nova biologia e pela física das energias que toda atividade positiva, que vai na direção da lógica da vida, produz uma ressonância morfogenética, como se diz. Em outras palavras, o bem que fazemos não fica reduzido ao nosso espaço pessoal. Ele se ressoa longe, irradia e entra nas redes de energia que ligam todos com todos e reforçam o sentido profundo da vida.
Daí podem ocorrer emergências surpreendentes que apontam para um novo modo de habitar o planeta e novas relações pessoais e sociais mais inclusivas, solidárias e compassivas. Efetivamente, se nota por todas as partes que a humanidade não está parada nem enrijecida pelas perplexidades. Milhares de movimentos estão buscando formas novas de produção e alternativas que respondem aos desafios.
Somente em ONG existem mais de um milhão no mundo inteiro. É da base e não da cúpula que sempre irrompem as mudanças.
Adital - Nunca as questões ambientais estiveram tão em evidência como nos últimos anos. Termos como aquecimento global, mudanças climáticas apesar de vários alertas feitos há bem mais tempo, hoje fazem parte do cotidiano de muita gente em todo o planeta. Nessa "crise civilizatória" ainda há tempo para se fazer algo? De onde poderá vir essa "salvação"?
Leonardo Boff - Se trabalharmos com os parâmetros da física clássica, aquela inaugurada por Newton, Galileo Galilei e Francis Bacon, orientada pela relação causa-efeito, estamos perdidos. Não temos tempo suficiente para introduzir mudanças, nem sabedoria para aplicá-las. Iríamos fatalmente ao encontro do pior. Mas se trocarmos de registro e pensarmos em termos do processo evolucionário, cuja lógica vem descrita pela física quântica que já não trabalha com matéria mas com energia (a matéria, pela fórmula de Einstein, é energia altamente condensada) aí o cenário muda de figura.
Do caos nasce uma nova ordem. As turbulências atuais prenunciam uma emergência nova, vinda daquele transfundo de Energia que subjaz ao universo e a cada ser (chamada também de Vazio Quântico ou Fonte Originária de todo ser). As emergências introduzem uma ruptura e inauguram algo novo ainda não ensaiado. Assim não seria de se admirar se, de repente, os seres humanos caiam em si e pensem numa articulação central da humanidade para atender as demandas de todos com os recursos da Terra que, quando racionalmente gerenciados, são suficientes para nós humanos e para toda a comunidade de vida (animais,plantas e outros seres vivos).
Possivelmente, chegaríamos a isso face um perigo iminente ou após um desastre de grandes proporções. Bem dizia Hegel: o ser humano aprende da história que não aprende nada da história, mas aprende tudo do sofrimento. Prefiro Santo Agostinho que nas Confissões ponderava: o ser humano aprende a partir de duas fontes de experiência: o sofrimento e o amor. O sofrimento pela Mãe Terra e por seus filhos e filhas e o amor por nossa própria vida e sobrevivência irão ainda nos salvar.
Então não estaríamos face a um cenário de tragédia cujo fim é fatal mas de uma crise que nos acrisola e purifica e nos cria a chance de um salto rumo a um novo ensaio civilizatório, este sim, caracterizado pelo cuidado e pela responsabilidade coletiva pela única Casa Comum e por todos os seus habitantes.
Adital - Há varias demandas para que a Corte Penal Internacional reconheça os crimes ambientais como crime de lesa humanidade. O senhor acha que seria uma alternativa?
Leonardo Boff - As leis somente têm sentido e funcionam quando previamente se tenha criado uma nova consciência com os valores ligados ao respeito e ao cuidado pela vida e pela Terra, tida como nossa Mãe, pois nos fornece tudo o que precisamos para viver. Havendo essa consciência, ela pode se materializar em leis, tribunais e cortes que fazem justiça à vida, à Humanidade e à Terra com punições exemplares. Caso contrário, os tribunais possuem um caráter legalista, de difícil aplicação, sem sua necessária aura moral que lhe confere legitimidade e reconhecimento por todos.
Então devemos primeiro trabalhar na criação dessa nova consciência. Eu mesmo estou trabalhando com um pequeno grupo, a pedido da Presidência da Assembléia da ONU, numa Declaração Universal do Bem Comum da Terra e da Humanidade. Ela deverá entrar por todos os meios de comunicação, especialmente, pela Internet para favorecer a criação desta nova consciência da humanidade. A nova centralidade não é mais o desenvolvimento sustentável, mas a vida, a humanidade e a Terra, entendida como Gaia, um superorganismo vivo.
Adital - Por outro lado não se cogita nada do tipo voltado para o consumo, por exemplo, que tem interferência direta no caos em que se tornou a Terra. Poderia falar um pouco sobre isso?
Leonardo Boff - O propósito de todo o projeto da modernidade, nascido já no século XVI, está assentado sobre a vontade de poder que se traduz pela vontade de enriquecimento que pressupõe a dominação e exploração ilimitada dos recursos e serviços da Terra. Em nome desta intenção se construiu o projeto-mundo, primeiro pelas potências ibéricas, depois pelas centro-europeias e por fim pela hegemonia norte-americana. No início não havia condições de se perceber as consequências funestas desta empreitada, pois incluía entender a Terra como um simples baú de recursos, algo sem espírito que poderia ser tratada como quiséssemos. Surgiu o grande instrumento da tecno-ciência que facilitou a concretização deste projeto. Transformou o mundo, surgiu a sociedade industrial e hoje a sociedade da informação e da automação.
Toda esta civilização oferece aos seres humanos, como felicidade, a capacidade de consumo sem entraves, seja dos bens naturais seja dos bens industriais. Chegamos a um ponto em que consumimos 30% a mais do que aquilo que a Terra pode reproduzir. Ela está perdendo mais e mais sustentabilidade e sua biocapacidade. Ela simplesmente não aguenta mais o nível excessivo de consumo por parte dos donos do poder e dos controladores do processo da modernidade. Os 20% mais ricos consomem 82,4% de toda a riqueza da Terra, enquanto os 20% mais pobres têm que se contentar com apenas 1,6% da riqueza total. Agora nos damos conta de que uma Terra limitada não suporta um projeto ilimitado. Se quiséssemos universalizar o nível de consumo dos países ricos para toda a Humanidade, cálculos já foram feitos - precisaríamos de pelo menos 3 Terras iguais a esta, o que se revela como uma impossibilidade. Temos que mudar, caso quisermos superar esta injustiça social e ecológica universal e termos um mínimo de equidade entre todos.
Adital - Até que ponto o senhor acredita que a sociedade civil organizada pode ser agente de uma nova prática de consumo?
Leonardo Boff - Deve-se começar em algum lugar. O lugar mais imediato é começar com cada um. O desafio, face ao problema universal, é convencer-se de que podemos ser mais com menos. Importa fazer uma opção por uma simplicidade voluntária e por um consumo compassivo e solidário pensando em todos os demais irmãos e irmãs e demais seres vivos da natureza que passam fome e estão sofrendo todo tipo de carência. Mas para isso, devemos realizar a experiência radicalmente humana de que de fato somos todos irmãos e irmãs e que somos ecointerdependentes e que formamos a comunidade de vida.
A economia se orientará para produzir o que realmente precisamos para a vida e não para a acumulação e para o supérfluo, uma economia do suficiente e do decente para todos, respeitando os limites ecológicos de cada ecossistema e obedecendo aos ritmos da natureza. Isso é possível. Mas precisamos de uma "metanoia" bíblica, de uma transformação de nossos hábitos, de nossa mente e de nossos corações. Essa transformação constitui a espiritualidade. Ela não é facultativa, é necessária. Cada um é como a gota de chuva. Uma molha pouco. Mas milhões e milhões de gotas fazem uma tempestade, agora um tsunami do
bem.
Adital - O Brasil, por conta da Floresta Amazônica e outra matas nativas, deveria ter um papel fundamental na questão ambiental. Como o senhor avalia a postura do governo brasileiro em relação ao tema?
Leonardo Boff - O governo brasileiro não acumulou ainda suficiente massa crítica nem consciência da importância da floresta amazônica para os equilíbrios climáticos da Terra inteira. Se o problema é o excesso de dióxido de carbono na atmosfera, então são as florestas as grandes sequestradoras deste gás que produz o efeito estufa e, em conseqüência, o aquecimento global.
Elas absorvem os gases poluentes pela fotossíntese e os transforma em biomassa, liberando oxigênio. Ao invés de estabelecer a meta de desmatamento 0 e ai ser rígido e implacável, por amor à humanidade e à Terra, o governo estabelece que até 2020 vai reduzir o desmatamento até 15%. E há políticas contraditórias, pois de um lado o Ministério do Meio Ambiente combate o desmatamento, por outro o BNDS financia projetos de expansão da soja e da pecuária que avançam sobre a floresta. Por detrás estão grandes interesses do agronegócio que pressionam o governo a manter uma política flexível e danosa para o equilíbrio da Terra.
Adital - Todavia percebe-se grande atuação de movimentos sociais e entidades em defesa da natureza e cobrando mais de seus governos em âmbitos internacionais. Acredita que haja, no momento, mais empoderamento?
Leonardo Boff - Acredito que a Cúpula de Copenhague terá função semelhante que teve a Eco-92 no Rio de Janeiro. Depois da Eco-92 surgiu no mundo inteiro a questão da sustentabilidade e da crítica ao sistema do capital visto como essencialmente anti-ecológico, pois ele implica uma produção ilimitada à custa da extração ilimitada dos recursos e serviços da natureza. Creio que a partir de agora a Humanidade tomará consciência de que ou ela, a partir da sociedade civil mundial, dos movimentos, organizações, instituições, religiões e igrejas, muda de rumo ou então terá que aceitar a dizimação da biodiversidade e o risco do extermínio de milhões e milhões de seres humanos, não excluída a eventualidade do desaparecimento da própria espécie humana.
Essa consciência vai encontrar os meios para pressionar as empresas, os grandes empreendimentos e os Estados para encontrarem uma nova relação para com a Terra. O problema não é a Terra, mas nossa relação para com ela, relação de agressão e de exploração implacável. Precisamos estabelecer um acordo Terra e Humanidade para que ambos possam conviver interdependentes, com sinergia e espírito de reciprocidade. Sem isso não teremos futuro. O futuro virá a partir da força da semente, quer dizer, das práticas humanas pessoais e comunitárias que criam redes, ganham força e conseguem impor um novo arranjo que garantirá um novo tipo de história.


* Jornalista da Adital

-----Anexo incorporado-----

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Polícia desarticula quadrilha

Polícia Civil de Esteio desarticula quadrilha comandada por detento do Presídio Central
30/12/2009 10:02

A Delegacia de Esteio desarticulou nessa terça-feira (29/12) uma quadrilha de tráfico de drogas que era comandada por um detento recolhido no Presídio Central de Porto Alegre. O delegado Leonel Baldasso apurou que o apenado Alexandre dos Santos determinava a distribuição de drogas na cidade de Esteio, de dentro da cadeia, por meio de um aparelho de telefone celular.
Ele emitia ordens e cobrava dívidas de usuários; também é suspeito de mandar matar pessoas. A operação da Polícia Civil, denominada Operação Central, porque o criminoso comandava o crime de dentro do Presídio Central , contou com a participação de 25 policiais civis da Segunda Delegacia Regional de Polícia Metropolitana e por policiais militares de Esteio, que também participaram das buscas em sete residências.
Seis pessoas foram presas até o presente momento e foi aprendido um quilo de crack, além de armas de fogo, celulares, rádios comunicadores, e outros objetos relacionados com a prática criminosa. Os policiais cumpriram dez mandados de busca e apreensão e de prisão temporária.
O delegado Leonel Baldasso, titular da Delegacia de Polícia de Esteio, solicitou à Susepe a apreensão do aparelho celular utilizado pelo detento e indiciou dez pessoas pela prática de crimes de homicídio, porte ilegal de arma, tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Fonte: Ascom/ PC

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28-12-2009 23:49

Discurso
Íntegra do discurso do Presidente José Eduardo dos Santos



DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA PRESIDENTE DA REPÚBLICA, JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS POR OCASIÃO DOS
CUMPRIMENTOS DE FIM-DE-ANO



Senhor Presidente da Assembleia Nacional
Senhor Primeiro-ministro
Distintos convidados
Minhas senhoras e meus senhores





Sensibilizado pelas palavras do senhor presidente da Assembleia Nacional, venho aqui para agradecer a sua mensagem de felicitações e também os votos que formulou para a minha saúde pessoal e para a minha família, assim como para que tenha um ano 2010 muito próspero.



Eu segui com atenção o discurso que proferiu. Constato que ele se insere perfeitamente na linha de pensamento que traçou o recente congresso do partido do Governo, o MPLA, partido este que realizou o congresso que já referi e estabeleceu orientações estratégicas para o desenvolvimento e futuro do nosso país. Seria difícil proferir agora uma outra intervenção sem repetir praticamente tudo o que já foi dito.



Portanto, o que pretendo fazer agora é apenas constatar que o partido do Governo enriqueceu o seu projecto de sociedade
para Angola apresentado aos eleitores, no ano de 2008, traçou orientações estratégicas, definiu objectivos de curto, médio e
longo prazo que nós temos a intenção de começar a materializar desde os primeiros meses de 2010.



Desde já, preconiza-se um reajustamento do plano nacional e do Orçamento Geral do Estado para conformá-lo com a perspectiva definida pelo partido maioritário.



Em segundo lugar, foi recomendado que seja formado um Governo com menos membros que o actual. Esta tarefa está em
curso. A reflexão deverá terminar dentro de poucas semanas e tão logo haja a nova Constituição esse Governo poderá ser formado.



Por outro lado, recomendou-se ainda que se promova uma nova uma atitude perante o trabalho e a gestão da coisa pública. Eu
diria uma atitude mais responsável perante o trabalho e a coisa pública.



Medidas estão também em estudo seja no plano legislativo, seja no plano institucional, seja no plano partidário, e aqui refiro-me
especificamente na minha qualidade de presidente do MPLA, no sentido de levarmos à prática de forma sustentada aquilo que
foi considerado como a intenção de estabelecer uma tolerância zero com relação a falta de transparência e a má gestão.



Queria agora pedir que todos nos acompanhem neste esforço para iniciarmos, em 2010, uma nova era, uma era que nos permita ir atacando os problemas que foram relegados para segundo plano porque tínhamos outras prioridades, seja no contexto da consolidação da paz e da reconciliação nacional, seja no contexto da reconstrução nacional.



Mas, a esta tarefa precede uma outra. Temos pela frente o desafio de realizar o CAN. Temos todos o dever de organizar bem o CAN, de incentivar e apoiar os nossos jogadores para que consigam o melhor resultado possível.



Eu penso que todos nós os angolanos podemos juntar forças, conjugar esforços para que iniciemos um processo participativo,
inclusivo, em que cada um possa encontrar um lugar de intervenção para consolidar a paz, continuar a reconstrução nacional e iniciar um processo sustentável de desenvolvimento.



Eu queria terminar, depois desse convite, pedindo a todos que me acompanhem num brinde a todo angolano, desejando aos
nossos concidadãos, festas felizes, um ano muito próspero e que cada um nesse processo de reconstrução e desenvolvimento encontre um lugar para a realização do seu sonho de hoje e do futuro.

Avião não Trupulado em Favelas

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2912200906.htm

Avião não tripulado vai monitorar favelas
Nova aeronave da PF dispensa piloto, é comandada à distância e permite identificar uma pessoa a 10 mil metros de altitude

Comprado de empresa israelense, Heron, que é capaz de visualizar até embarcações submersas, vai monitorar Amazônia
ROBERTA DE ABREU LIMA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DO RIO

A primeira aeronave não tripulada da Polícia Federal -a ser utilizada tanto na vigilância da Amazônia quanto no sobrevoo a favelas- está próxima a entrar em operação. Faz parte da frota de 15 aviões controlados à distância, comprada em outubro da empresa israelense IAI (Israel Aerospace Industries) por R$ 345 milhões.
O Heron, modelo adquirido pelo governo brasileiro, é usado atualmente por órgãos de defesa de países como EUA, Canadá, Índia e Turquia. No Brasil, esses aviões -cujo nome técnico é Vant (Veículo Aéreo Não Tripulado)- serão usados pela PF para mapear e monitorar todo o território nacional.
O Heron pode ser comandado por um piloto em terra, que fica numa base a até mil quilômetros de distância, ou voar em missões pré-programadas. Decolagem e pouso são automáticos. Cada aeronave é dotada de aparelhos que permitem captar imagens em alta resolução mesmo quando está a 10 mil metros de altitude. Pessoas, automóveis e até as informações de um crachá podem ser visualizados com nitidez. "A nova frota será uma ferramenta estratégica para combater crimes que vão desde o tráfico de drogas até o desmatamento da Amazônia", diz o delegado Alessandro Moretti, diretor do Centro de Inteligência da PF.
Além de monitorar a entrada de drogas e armas na fronteira, os aviões serão usados em favelas do Rio e de SP. Fornecerão à polícia um mapa detalhado desses lugares e poderão servir de apoio em incursões em morros, munindo os soldados de informações sobre a movimentação dos traficantes sem que nenhum deles precise se arriscar sobrevoando uma área conflagrada em um helicóptero.
Em regiões muito extensas e de difícil acesso, como a floresta amazônica, a aeronave poderá identificar invasões de áreas indígenas e focos de desmatamento ilegal. O Heron tem autonomia para voar 36 horas e é capaz de visualizar túneis e embarcações submersas. Seus sensores permitem que ele opere à noite e em condições climáticas desfavoráveis. Mas o avião não tripulado também tem risco de acidente. Aeronaves como a americana Predator já precisaram ser abatidas no ar, por estarem descontroladas. A maioria dos acidentes envolve erros de operação dos pilotos em terra. Falhas técnicas e choque com objetos, como antenas, também são comuns.
No Brasil, equipe da PF passou por treinamento no exterior para a operação dos aviões que começam a chegar.




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A ressaca de Copenhague



A ressaca de Copenhague
Aldem Bourscheit
24/12/2009, 09:59
Co-presidente do Diálogo Internacional sobre Clima e Florestas, membro do Fórum Brasileiro sobre Mudanças Climáticas e diretor (desde 1989) da Amigos da Terra - Amazônia Brasileira, Roberto Smeraldi avalia nesta entrevista concedida a O Eco por e-mail os resultados da 15a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP15), terminada no último 20 de dezembro, em Copenhague. O ambientalista projeta reflexos políticos no Brasil e no mundo do fracassado megaevento. Autor de ensaios e livros sobre políticas públicas, desenvolvimento, Amazônia e tendências gastronômicas, Smeraldi argumenta que as conferências climáticas tornaram-se grandes feiras, com resultados pouco efetivos. "A partir do (4o) relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), ou seja de quando o tema estourou midiaticamente, e portanto a partir da COP de Bali, a conferência virou um teatro gigante", diz.


Foto: Divulgação
roberto smaldi, amigos da terra brasil
Quais fatores levaram ao fracasso da COP15? O quê faltou?
Roberto Smeraldi - Faltavam condições básicas para um acordo deste tipo, que não pode ser atingido com negociações diplomáticas e requer uma decisão política de pelo menos um dos três atores com massa crítica suficiente, ou seja, Estados Unidos, China e Europa (como bloco). O desfecho da COP15 era óbvio, há muito tempo, como sempre declarei.
Será possível desatar esses nós até a COP16, no México, em 2010?
RS - Da mesma forma, não vai ser a COP16, enquanto processo diplomático, que vai desatar os nós. Eu acho que, politicamente, o processo de transição para uma economia de baixo carbono vai ser sim desencadeado ao longo dos próximos dois anos. Não sei se antes ou depois da COP16. Espero que antes. Neste caso a COP16 terá de lidar com esse fato e negociar as modalidades para essa transição, mas o assunto é outro. É o que pode ser feito na esfera diplomática e no sistema ONU: ratificar, não inovar. A inovação será unilateral. Inclusive escrevi isso no meu último livro, lançado em outubro, O novo manual de negócios sustentáveis.
Que efeito colateral o resultado da COP15 pode ter sobre a mobilização de organismos não-governamentais e sobre a diplomacia internacional? Foi um balde de água fria?
RS - Há o risco de ser um balde de água fria por conta de expectativas equivocadas, ilusões que podem gerar desilusões. Mas tem de saber interpretar: por exemplo, o cinismo chinês pode chocar, mas na realidade eles jogaram uma batalha desesperada para adiar qualquer compromisso porque não queriam que outros saíssem na frente ganhando vantagens competitivas, enquanto eles não estavam ainda prontos para sair na frente. Daí fizeram de tudo para provocar Estados Unidos e Europa e usaram bem os úteis idiotas do G77, como o Sudão, assim como os úteis espertinhos, por exemplo o grande vendedor de combustíveis fósseis para os Estados Unidos, Hugo Chavez. Mas isso não significa que a China não esteja tentando se preparar para queimar Estados Unidos e Europa logo que possível.
E as próximas eleições presidenciais no Brasil? A mensagem de Copenhague foi de que é possível adiar ações na área ambiental, oferecendo vantagem a candidatos desenvolvimentistas? Ou o contrário?
RS - Podemos até questionar a credibilidade dos compromissos brasileiros, por conta de projeções de curva equivocadas na área de energia e transporte, ou por conta de contradições de políticas públicas na área do desmatamento. Mas do ponto de vista político não há dúvida de que o tema cresceu politicamente no Brasil, e prova disso é até o fato que o próprio presidente Lula chegou a desautorizar sua ministra-candidata em seu discurso oficial, quando reparou que o discurso dela estava atrasado. Em termos de eleição, teremos o tema em pauta sim, e alguns até começam a compreender que o tema tem de ser enfrentado como questão de vantagem competitiva econômica para o país.

Como avalias os discursos oficiais na COP15 e a prática interna?
RS - Ainda há distância considerável entre discurso e prática.
O combate ao desmatamento no Brasil, inclusive com mecanismo de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD), está comprometido ou enfraquecido com o resultado da COP15?
RS - Não por isso. Talvez possa estar enfraquecido por conta de anistias legais ou práticas de bancos públicos, mais do que por conta da COP15. Até porque foi na COP que muitos governadores assumiram prioridade para políticas de REDD.
O modelo de reuniões diplomáticas do porte da COP15 ainda faz sentido?
RS - Faz sentido para reuniões diplomáticas, não para feiras de negócios de 40 mil pessoas. Até três anos atrás, os que acompanhavam a COP eram pessoas que realmente interagiam com o processo. A partir do (4o) relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), ou seja de quando o tema estourou midiaticamente, e portanto a partir da COP de Bali, a conferência virou um teatro gigante. As expectativas da sociedade, e inclusive do mundo dos negócios, se dirigiram de forma equivocada para a COP, como se ela fosse o local onde se tomam todas as decisões. E aí o modelo não sustenta, porque foi feito para outros fins. Se eu quero vender uma turbina eólica, agora vou na COP. Isso não tem muito a ver.

Mensagem de Ano Novo

Caros amigos,
Gostaria de manifestar minha alegria pelo apoio e pelo carinho recebidos durante todo o ano de 2009. Este foi um período de muito trabalho. Assumimos a Secretaria Extraordinária da Copa 2014, com a missão de preparar nosso Estado para o maior evento esportivo do mundo. Graças ao comprometimento de muita gente, nós tivemos inúmeros sucessos, os quais eu gostaria de compartilhar.
Desejo que este ano que se aproxima seja marcado pelo empenho de cada um de nós em contribuir para o fortalecimento do Rio Grande do Sul.
Um grande abraço,
Paulo Odone.
Secretario Extraordinário da Copa do Mundo 2014

Destaque do Dia



ques do Dia

Vistoria das obras de conclusão da ERS 407
O diretor-geral do Daer, Vicente Britto Pereira, acompanhado de diretores e técnicos do órgão visitou as obras da conclusão da ERS 407 que liga a Estrada do Mar a BR 101, entre Capão da Canoa/Xangri-lá a BR 101 (Morro Alto).
Local: Capão da Canoa - RS
Data: 30/12/2009
Foto: Linei Zago / Palácio Piratini
Código: 32987

O secretario da Fazenda Ricardo Englert durante entrevista coletiva a imprensa
O secretario da Fazenda, Ricardo Englert durante entrevista coletiva a imprensa.
Local: Porto Alegre - RS
Data: 30/12/2009
Foto: Itamar Aguiar / Palácio Piratini
Código: 32986

Vistoria das obras de conclusão da ERS 407
O diretor-geral do Daer, Vicente Britto Pereira, acompanhado de diretores e técnicos do órgão visitou as obras da conclusão da ERS 407 que liga a Estrada do Mar a BR 101, entre Capão da Canoa/Xangri-lá a BR 101 (Morro Alto).
Local: Capão da Canoa - RS
Data: 30/12/2009
Foto: Linei Zago / Palácio Piratini
Código: 32989

O secretario da fazenda Ricardo Englert durante coletiva de imprensa
O secretario da Fazenda, Ricardo Englert durante entrevista coletiva a imprensa.
Local: Porto Alegre - RS
Data: 30/12/2009
Foto: Itamar Aguiar / Palácio Piratini
Código: 32985

Vistoria das obras de conclusão da ERS 407
O diretor-geral do Daer, Vicente Britto Pereira, acompanhado de diretores e técnicos do órgão visitou as obras da conclusão da ERS 407 que liga a Estrada do Mar a BR 101, entre Capão da Canoa/Xangri-lá a BR 101 (Morro Alto).
Local: Capão da Canoa - RS
Data: 30/12/2009
Foto: Linei Zago / Palácio Piratini
Código: 32988


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BOM ANO NOVO
São os votos da Coordenação de Comunicação Social da Prefeitura de Porto Alegre


Que as ruas de nossas vidas sejam sempre iluminadas.
Que não hajam apagões nem vendavais que derrubem nossas luminárias, nossos sonhos.
Se houver queda de tensão, que tenhamos sempre por perto um transformador de alegria...
E caso aconteça um curto circuito nos relacionamentos, que sejamos humildes para corrigir nossos erros.
No Balancete final, o que importa mesmo são todos os relatórios conferidos e todas as planilhas executadas. E principalmente lembrar que a vida não nos permite hora extra.
Pois então, que sejamos felizes... Mesmo que seja em meia fase.
E que possamos construir perimetrais e avenidas de harmonia....
Vera Lilge - Smov
CONSERVAÇÃO DE VIAS
Mais R$ 6 milhões para revitalização asfáltica

Começa a licitação para a terceira etapa do programa, que contará com investimentos de R$ 6 milhões para recuperar vias estruturais da cidade e ruas e avenidas de grande circulação nos bairros. O edital foi publicado na edição de hoje do Diário Oficial de Porto Alegre. A Operação Tapa Buracos também ganhará reforço. Mais seis equipes e três vans vão atuar diariamente na manutenção da malha viária. Com a ampliação do grupo, serão 14 equipes identificando problemas e realizando reparos. Leia mais...
DESTAQUES
IPTU com desconto de 20% vai até segunda

Os porto-alegrenses que quiserem aproveitar o desconto de 20% no IPTU e na Taxa de Coleta de Lixo devem efetuar o pagamento até segunda-feira, 4 de janeiro. As guias já foram distribuídas pelos Correios e o contribuinte também pode ter acesso ao documento no site da administração municipal. O pagamento deve ser feito na rede bancária conveniada com a prefeitura. Leia mais...
Sancionada lei que autoriza financiamento para os Portais

Assinada hoje pelo prefeito em exercício João Batista Linck Figueira, a lei permite a contratação do empréstimo de 100 milhões de dólares junto à Cooperação Andina de Fomento para o projeto Portais da Cidade. “Acredito que esse é um verdadeiro presente para a Capital, pois os portais vão mudar a cara da cidade em termos de mobilidade urbana”, disse Linck. A operação de crédito já havia sido autorizada pela Comissão de Financiamentos Externos do governo federal e agora será apreciada no Senado Federal. Para o secretário de Gestão, Clóvis Magalhães, o novo sistema pode começar a ser implantado no primeiro semestre de 2010. Leia mais...
Escola municipal terá rematrículas on line

A Emílio Meyer é a primeira escola do município a implantar o sistema, que entra em funcionamento na segunda-feira, 4. Desenvolvida pela Procempa, a solução permite aos alunos dos cursos de ensino médio e técnico em Contabilidade acessar, com uma senha, os espaços para rematrícula, além de dados a respeito de sua vida estudantil. Estão registradas informações sobre disciplinas cursadas, respectivos conceitos e as matérias disponíveis para matrícula. O sistema indica se há ou não vagas e colisão de horário nas disciplinas desejadas. Leia mais...
Luz mais eficiente e econômica em nove mil pontos

Com investimento de R$ 33,4 milhões, o projeto Porto Alegre + Luz prevê a substituição dos 80,5 mil pontos de iluminação da Capital. Até agora, técnicos da Smov já trocaram mais de nove mil pontos. Os novos equipamentos, que incluem a substituição de lâmpadas de vapor de mercúrio por lâmpadas de vapor de sódio, são 30% mais econômicos e duas vezes mais eficientes. Leia mais...
FIM DE ANO
Linha Turismo tem horário modificado

Amanhã, 31, o Linha Turismo só terá passeios no turno da manhã, com saídas às 9h (roteiro tradicional) e 10h30 (Zona Sul). Já na sexta-feira, 1º de janeiro, o ônibus irá circular somente à tarde, oferecendo os passeios das 13h30 (roteiro Zona Sul) e das 15h30 (tradicional). Os ingressos para o city tour devem ser comprados na Central de Atendimento, na Travessa do Carmo, 84, Cidade Baixa. Leia mais...
Capital terá coleta de lixo no feriado

Porto Alegre vai passar o Réveillon sem lixo nas ruas. A coleta será feita todos os dias, menos no domingo, como normalmente ocorre. Neste feriado, o DMLU espera corrigir problemas observados no Natal. “As pessoas devem ter pensado que faríamos feriado na sexta-feira, 25, porque havia muito pouco lixo disposto nas ruas. A consequência foi uma demanda reprimida no final de semana”, explica o diretor-geral do departamento, Mário Moncks. Informações sobre dias das coletas domiciliar e seletiva pelo telefone 156 ou no site do departamento. Leia mais...
EPTC orienta motoristas para um trânsito seguro

Na Operação Boas Festas, cerca de 200 agentes de fiscalização do trânsito e do transporte estão nos principais pontos de saída da Capital, hoje, 30, desde as 15h até a noite, e amanhã, 31, pela manhã, tarde e início da noite. A EPTC pede serenidade a todos, sem o uso de bebidas alcoólicas para evitar acidentes. Leia mais...
Município mantém serviços essenciais no Réveillon

Os serviços essenciais da prefeitura não param no feriado de Ano-novo. Confira o que estará funcionando
Samba de Jair Rodrigues celebra a chegada de 2010 na Usina

A programação que promete animar as cerca de 70 mil pessoas aguardadas na orla do Guaíba começa às 21h de amanhã, 31, com o samba e o pagode do Grupo Senzala. Às 22h30, sobe ao palco Jair Rodrigues, que tocará até a contagem regressiva para a chegada de 2010. Após a queima de dez toneladas de fogos, o primeiro grande concerto do ano fica com o Musical Essência. No intervalo entre os shows, o DJ Claudinho Pereira manterá o alto astral nas caixas de som. Leia mais...
PREVISÃO DO TEMPO
Confira a previsão do tempo desta quinta-feira, dia 31

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TEMPO HOJE
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VEJA PAUTAS DO DIA
Pautas para o dia 31 de dezembro

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Presos em Caxias

olícia Civil de Caxias prende três homens por receptação de trator furtado
30/12/2009 18:33

Agentes da DEFREC — Delegacia Especializada em Furtos, Roubos, Entorpecentes e Capturas —sob a coordenação do delegado Ives Trindade Abreu da Silva Júnior, prenderam, nessa terça-feira, (29), três homens pelo crime de receptação de um trator que fora furtado.
No dia que antecedeu às prisões, os policiais obtiveram a informação de que alguns homens estavam se dirigindo à cidade de Caxias do Sul conduzindo um caminhão, com a finalidade de buscar um trator furtado. Os policiais passaram a monitorar o veículo, o que resultou na abordagem do condutor, bem como de um veículo GM Chevette que o acompanhava. Constatou-se que o caminhão realmente transportava um trator furtado, tendo sido todos os veículos apreendidos.
Foram presos três homens, em flagrante, pela prática do delito de receptação, tendo sido os mesmos encaminhados ao Presídio de Caxias do Sul.
Fonte: Ascom PC

Balanço do MST

Final de ano é momento de fazer balanço das atividades do período que passou, avaliar os avanços e as dificuldades encontradas e começar a planejar o ano que vem chegando.

2009 vai ficar marcado na história como o ano da grande crise capitalista que assolou os mercados financeiros de todo mundo. Crise que se iniciou nos EUA, mas varreu vários países, ricos e pobres, quebrando bolsas, bancos, empresas e, sobretudo, desmoronou a hegemonia ideológica das certezas dos grandes capitalistas no seu deus Mercado, o chamado neoliberalismo.

Tivemos a triste notícia que, segundo a ONU, o número de famintos já passa de 1 bilhão de pessoas, ou seja, a cada seis pessoas uma passa fome em alguma parte do mundo. Houve ainda um aumento da concentração da riqueza e renda em todo planeta, globalizado pelo jeito capitalista de funcionar.

A derrubada das florestas pelo agronegócio e a grande quantidade de carros produzidos no último período para salvar a crise têm agravado ainda mais os problemas ambientais, obrigando o mundo a debater o aquecimento global e suas consequências para a humanidade. Além disso, a pecuária intensiva e o modelo produtivo do agronegócio, - que se baseia no uso abusivo de máquinas e venenos agrícolas - aumentaram o desequilíbrio ambiental no meio rural.

Todos esperávamos que os chefes de Estado compreendessem a gravidade da situação e que em Copenhague assinassem um compromisso de recuperação da Terra. Triste engano. Os governos dos países responsáveis pelos maiores desequilíbrios continuam iguais, cada vez mais insensatos e irresponsáveis. Afinal não querem mudar seu padrão de consumo, nem seus privilégios, pagos por toda humanidade. Como bem avaliaram a Via Campesina internacional e os movimentos ambientalistas: só a mobilização popular pode agora salvar a vida no planeta.

NO BRASIL
No Brasil, o ano foi marcado por debates importantes, como a questão das reservas do petróleo no pré-sal, que pode mudar o rumo da economia e dos problemas sociais; a atualização dos índices de produtividade, promessa assumida pelo governo Lula desde maio de 2005, que poderia acelerar a Reforma Agrária; e a redução da jornada de trabalho para 40 horas, pauta antiga dos trabalhadores, agora assumida por todas as centrais sindicais.

Também tivemos um ano marcado pela criminalização da pobreza e dos movimentos sociais. Temos visto em diversos governos estaduais, que o Estado continua com posições reacionárias, judicializando os problemas sociais e criminalizando os movimentos que organizam as lutas e batalhas de resistência nas comunidades pobres das grandes cidades e do campo. O MST pagou caro, perdemos o companheiro Elton Brum, assassinado pela Brigada Militar gaúcha. E tivemos vários mandatos de prisões contra nossas lideranças.

Na luta política, a direita brasileira ampliou sua presença nos espaços que detêm hegemonia, como o Poder Judiciário, transformando o presidente do STF em mero porta-voz de seus interesses. No Congresso Nacional, além dos inúmeros casos de corrupção, a direita aumentou a ofensiva com projetos de lei que caminham na contra-mão da história, como tentativas de apropriação da Amazônia, mudanças no Código Florestal e a intenção de liberar completamente o uso e comercialização de venenos agrícolas e sementes transgênicas.

Na Reforma Agrária

Fizemos grandes jornadas de lutas cobrando o cumprimento da Reforma Agrária, em abril e agosto, mas mais uma vez fechamos o ano com poucos avanços para a Reforma Agrária. Estima-se que foram assentadas menos de 20 mil famílias, ou seja, apenas 20% da meta proposta pelo proprio Incra, de 100 mil famílias por ano. Mais de 96 mil famílias continuam acampadas, em sua maioria há mais de três anos debaixo de um barraco de lona.

Tivemos algumas melhorias nos assentamentos, como a expansão da energia elétrica, água encanada, moradia e infra-estrutura. No entanto, não houve avanços em uma questão central para o desenvolvimento dos assentamentos: a implementação de agroindústrias cooperativadas, a universalização do atendimento público de assistência técnica e uma política de crédito rural adequada aos assentados. O Pronaf tem se mostrado insuficiente para resolver os problemas dos assentados, mesmo aumentando o volume do crédito. Essa situação dificulta o aumento da renda das famílias.

Diante desse balanço, nosso papel prioritário é seguir organizando os trabalhadores para garantir o assentamento das famílias acampadas e melhorar as condições de vida das famílias já assentadas, avançando no debate e na implementação de uma Reforma Agrária popular.

Desafios para 2010

2010 nos exige o enfrentamento de muitos desafios, desde a luta geral por mudanças na politica até na luta por Reforma Agrária.

Precisamos consolidar alianças com setores do movimento social e sindical do meio urbano, já que os desafios são grandes, e exigem a mobilização de toda classe. Os temas agrários também se resolvem com a mobilização de toda classe, para alterar a atual correlação de forças politicas. Precisamos contribuir na organização, junto com as pastorais sociais, Assembléia Popular e Coordenação de Movimentos Sociais, para realização de um plebiscito pelo limite máximo da propriedade da terra no Brasil. Buscaremos também fortalecer a luta pela redução da jornada de trabalho e seguir pautando, denunciando e enfrentando a criminalização dos movimentos sociais, além de lutar para garantir que o petróleo do pré-sal pertença de fato ao povo e seus recursos sejam destinados para o combate à pobreza e investimento na educação e na saúde da população brasileira.

O próximo ano terá o desafio das eleições e, mesmo sabendo das limitações da democracia representativa burguesa, entendemos que é importante aproveitar esse momento, em que a população se envolve no pleito, para fazer um grande debate. É momento oportuno para discutir os problemas sociais e estruturais do país e pautar a necessidade da construção de um projeto popular para o Brasil. Precisamos votar nos candidatos socialistas e progressistas, comprometidos com a Reforma Agrária, e não deixar que candidaturas de direita se elejam com votos dos trabalhadores.

O Brasil precisa mostrar ao mundo no próximo período que, mais do que ser o país das Olimpíadas ou da Copa, precisa ser um país de justiça social, para todos os seus cidadãos. Um país sem analfabetos e símbolo da produção agroecológica. Um país onde não haja mais concentração de terra, nem de renda. É esse o país que desejamos a todas e todos em 2010.

Indique o MST Informa para um amigo ou uma amiga
Indique pelo menos, mais um correio eletrônico e envie para letraviva@mst.org.br com assunto "cadastro letraviva", para continuarmos a difundir e colocar para a sociedade as análises e posições do MST.
MST Informa é uma publicação quinzenal do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, enviada por correio eletrônico.
Sugestões de temas, artigos, formato: letraviva@mst.org.br. Incluir ou remover correios eletrônicos no cadastro do MST Informa.
O MST não modera ou coordena nenhuma comunidade no Orkut e ninguém está autorizado a fazê-lo em seu nome.
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Feliz 2010

Fabio:

O Ano Novo vai chegar à estação!
Se não puder ser o maquinista, seja o seu mais divertido passageiro.
Procure um lugar próximo à janela e desfrute cada uma das paisagens que o tempo lhe oferecer, com prazer de quem realiza a primeira viagem.
Não se assuste com os abismos, nem com as curvas que não lhe deixam ver os caminhos que estão por vir.
Procure curtir a viagem de vida, observando cada arbusto, cada riacho, beirais de estrada e tons mutantes de paisagem.
Desdobre o mapa e planeje roteiros.
Preste atenção em cada ponto de parada, e fique atento ao apito da partida.
E quando decidir descer na estação onde a esperança lhe acenou não hesite.
Desembarque nela os seus sonhos...
Desejo que a sua viagem pelos dias do próximo ano, seja de PRIMEIRA CLASSE.

Feliz 2010!

Estacionamento para Idosos em Vacaria RS

Consepro cria vagas para estacionamento de idosos

O Consepro atendendo uma resolução federal, está criando vagas para idosos no estacionamento da zona azul.

São 35 vagas criadas, porém os idosos terão que pagar o mesmo valor das demais vagas da zona azul.

Será feita uma credencial para que ao estacionar, o condutor deixe sobre o painel essa identificação como sendo idoso.

Inicialmente até que as credenciais sejam confeccionadas, as pessoas devem utilizar a carteira de identidade.

O departamento municipal de trânsito está colocando a sinalização e a guarda municipal vai fazer a fiscalização.



Data: 30/12/2009 - 16:57
Fonte: Miro Santos/Rádio Esmeralda

Revista Veja

30 de dezembro de 2009
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Caro leitor, aqui estão os destaques de VEJA desta semana.

VEJA.com - veja@abril.com.br


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Edição da semana (nº 2146 - 6 de janeiro de 2009)

[Especial]
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Laser, a medicina da luz
Metade de todos os procedimentos médicos, das mais diversas especialidades, tem como primeira indicação o uso desse feixe de luz concentrada. E as pesquisas indicam que seu uso pode se ampliar para muitos outros.
http://veja.abril.com.br/060110/laser-medicina-luz-p-068.shtml

Índice da edição
http://veja.abril.com.br/060110/sumario.shtml


[Entrevista]
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Rogério Fasano diz por que alguns restaurantes morrem
http://veja.abril.com.br/060110/o-bom-ser-classico-p-015.shtml


[TCU]
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O TCU consegue rastrear por onde nossos recursos escapam
http://veja.abril.com.br/060110/desvios-subterraneos-p-042.shtml

[Estados Unidos]
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Terrorismo volta a assombrar
O atentado de jovem nigeriano falhou, mas tumultuou.
http://veja.abril.com.br/060110/bomba-na-cueca-p-058.shtml


[Negócios]
----------
A nova cara do sabonete no mercado
Barras artesanais tornaram-se um negócio lucrativo.
http://veja.abril.com.br/060110/a-nova-cara-do-sabonete-p-086.shtml


[Saúde]
----------
Como esticar a pele após a cirurgia de estômago
http://veja.abril.com.br/060110/enxugou-tem-que-esticar-p-084.shtml


[Cinema]
----------
Novo filme, Watson leva a melhor sobre Sherlock
http://veja.abril.com.br/060110/sherlock-watson-sem-retoques-p-092.shtml


[Ambiente]
----------
Como podemos salvar o atum-azul
Existe uma nova técnica para produção em cativeiros.
http://veja.abril.com.br/060110/como-salvar-atum-azul-p-082.shtml


[Guia]
----------
Os benefícios dos alimentos com fibras
Eles fazem bem à saúde e melhor: não têm calorias.
http://veja.abril.com.br/060110/alimentos-de-fibra-p-088.shtml


[Lya Luft]
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O ano de pensar
http://veja.abril.com.br/060110/o-ano-de-pensar-p-021.shtml


[Roberto Pompeu de Toledo]
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Recomeços passados e presentes
http://veja.abril.com.br/060110/recomecos-passados-presentes-p-102.shtml



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[Destaques on-line]
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[Reportagem]
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Fat-pride, o orgulho de ser gordo
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/fat-pride-orgulho-ser-gordinha-obesidade-519659.shtml

[Entrevista]
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Gilberto Silva, o jogador operário que conquistou Dunga
http://veja.abril.com.br/blog/copa-2010/selecao-brasileira/gilberto-silva-o-operario-um-passo-por-vez/

[Perguntas e respostas]
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Mudança no seguro-desemprego
http://veja.abril.com.br/perguntas-respostas/seguro-desemprego.shtml

[Vídeos]
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O melhor amigo do homem

Como escolher um filhote
http://veja.abril.com.br/mediacenter/curiosidades/dicas-escolher-seu-filhote-826d0268e15af9e24dbb533a35db4193.shtml

Técnicas de adestramento
http://veja.abril.com.br/mediacenter/curiosidades/cao-obediente-seu-tambem-pode-ser-a09736076aee8f4485ea2cf30adda68e.shtml

Crianças e cães
http://veja.abril.com.br/mediacenter/curiosidades/vantagens-convivencia-caes-criancas-406095651cd3d5a109aee09db4183c43.shtml

Adoção
http://veja.abril.com.br/mediacenter/curiosidades/20-milhoes-caes-procura-lar-adf3f798f60a39a06136c8d752f32399.shtml


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Colunistas

[Blog]
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Reinaldo Azevedo
O PT privatizou a Caixa Econômica Federal
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/

[Coluna]
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Augusto Nunes
Momentos de 2009
http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/

[Cenas Urbanas]
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Tony Bellotto
Batatas
http://veja.abril.com.br/blog/cenas-urbanas/

[Sustentável é pouco]
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Denis Russo Burgierman
Mensagem de ano novo
http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/

[Genética]
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Mayana Zatz
O caso Sean Goldman e o direito de decidir
http://veja.abril.com.br/blog/genetica/

[Consultório Sentimental]
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Betty Milan
Um homem infeliz
http://veja.abril.com.br/blog/consultorio-sentimental/

[Blogs da redação]
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Internet
Vida em Rede
Como visualizar graficamente seguidores do Twitter
http://veja.abril.com.br/blog/vida-em-rede/

[Futebol]
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Blog da Copa
Os surpreendentes votos para melhor do mundo
http://veja.abril.com.br/blog/copa-2010/

[Variedades]
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Dez mais
Piores micos envolvendo celebridades em 2009
http://veja.abril.com.br/blog/10-mais/

[Literatura]
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VEJA Meus Livros
O gigante russo e o abolicionista
http://veja.abril.com.br/blog/meus-livros/



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[VEJA 40 ANOS]
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O BRASIL QUE QUEREMOS SER

Hora de discutir as Megacidades no Brasil
Nesta semana o painel de VEJA 40 anos discute o planejamento e crescimento das cidades no país. Envie sua proposta.

Participe e ajude a Mata Atlântica
Cada proposta ou comentário publicado no projeto VEJA 40 anos contribuirá para o plantio de uma muda de árvore nativa pela Fundação SOS Mata Atlântica.
www.veja.com.br/40anos/megacidades

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Caixa Investiu quase R$20 Milhões e, Casas em Vacaria RS

Caixa investiu quase R$20 milhões em casa própria neste ano

A agência de Vacaria tem quase 4.500 contratos habitacionais. Para 2010, o valor deve ser superior a R$20 milhões.

A meta inicial da Caixa Federal para Vacaria, neste ano, era de R$9,31 milhões, entretanto a agência liberou R$19,9 milhões.
Os recursos foram para a construção de casas próprias , compra de terrenos para posterior construção, aquisições de imóveis usados e reforma de residências. Hoje, a agência está com quase 4.500 contratos habitacionais. O gerente local, Frederico Rech destaca que todo esse dinheiro foi investido no município de Vacaria.
Para 2010 a caixa federal deverá liberar mais de R$20 milhões para a casa própria, já que para o programa "Minha Casa, Minha Vida" estão inscritas quase 2.000 famílias.
O secretário de Desenvolvimento e Assistência Social Valdecir Panisson informa que a administração vai criar vários núcleos habitacionais para comtemplar o maior número de bairros.
As imobiliárias de Vacaria também estão credenciadas pela Caixa Econômica Federal para orientar e informar os programas que estão disponíveis para a construção da casa própria.


Rádio Fátima AM (Jornalismo), 31/12/2009, 08h20

O Funciona no Feriadão


Saiba o que funciona neste feriadão

Imagem: Arquivo Google
Os bancos não terão expediente nesta quinta-feira, 31/12. O atendimento ao público será retomado na segunda-feira, 04/01.
As repartições públicas funcionam hoje, somente no período da manhã.
As lojas ficam abertas até as 18 horas e 30 minutos. Já os supermercados têm expediente até as 20 horas.
As três paroquias, Nossa Senhora da Oliveira, Fátima e Glória realizam nesta quinta-feira, a Celebração de Ação de Graças, às 21 horas.


Rádio Fátima AM (Jornalismo), 31/12/2009, 08h06

Assassinos de pm seguem Foragidos

Suspeitos do assassinato de policial militar em Jaquirana seguem foragidos
Entretanto, a polícia já identificou os três suspeitos e segue as buscas na região.

A Polícia Civil e a Brigada Militar continuam mobilizadas para deter o trio que praticou uma série de roubos na região e também matou o policial militar Valdecir Cândido Luiz.
No dia 25/12, às 9h, em Caxias do Sul, o trio assaltou um mercado no bairro Esplanada e tentou roubar uma Ford Pampa. Em seguida, roubaram outro mercado no mesmo bairro e levaram um automóvel Corsa.
Depois, já em Jaquirana , por volta das 11h, assaltaram um casal de Caxias do Sul que parou na Gruta Nossa Senhora de Lourdes, na RS 110, e tentaram levar o automóvel do casal.
Ainda no dia 25, as 17h, no centro de Jaquirana, em frente a Estação Rodoviária, enquanto um dos assaltantes comprava cartões telefônicos, os outros dois foram abordados pela Brigada Militar, onde reagiram e mataram o policial militar Valdecir Cândido Luiz, fugindo pela RS 110 e abandonando o Corsa após estourar um pneu.
Eles se esconderam em um mato, onde reapareceram no último domingo, dia 27, sendo que na ocasião renderam um casal de aposentados que pescava no Rio dos Novilhos, na localidade de Princesa da Serra, onde levaram uma caminhonete F-1000.
Segundo informações de populares, adentraram nas estradas secundárias que dão acesso a Cazuza Ferreira, mas até o momento não foram localizados.
A Polícia chegou a receber informações de que a camihonete teria sido abandonada em determinados locais da região, mas nada foi confirmado.
A camioneta roubada é de cor marrom, cabine dupla, com rodas de alumínio.
Os três assaltantes já foram formalmente identificados pela Delegacia de Polícia de Jaquirana, que apura os crimes acontecidos no município.

Os suspeitos são:
Fábio, 29 anos, conhecido como Pica-Pau, com antecedentes por roubos a mão-armada e receptação em Caxias do Sul. A dez anos atrás ele também matou o sogro em Jaquirana.
Adilson, 38 anos, residente em Esteio, mas natural de Tuparendi, com passagens policiais por tráfico de drogas e roubo em Gravataí.
Édson , 26 anos , do Bairro Matias Velho em Canoas, com antecedentes por tráfico de drogas, furtos, roubos e latrocínio na região de Canoas.

Os três estão foragidos desde o dia 23/12 do regime semi-aberto do Instituto Penal da Escola Profissional em Charqueadas, mas o Delegado Carlos Alberto Defaveri que responde pela Delegacia de Jaquirana solicitou ontem a prisão judicial dos três à Justiça de Bom Jesus.



Rádio Fátima AM (Jornalismo), 30/12/2009, 16h37

Revista Veja








30 de dezembro de 2009
Caro leitor, aqui estão os destaques de VEJA desta semana.
VEJA.com - veja@abril.com.br


Edição da semana (n° 2146 - 6 de janeiro de 2010)


Especial
Laser, a medicina da luz
Metade de todos os procedimentos médicos, das mais diversas especialidades, tem como primeira indicação o uso desse feixe de luz concentrada. E as pesquisas indicam que seu uso pode se ampliar para muitos outros.

• Índice da edição



Entrevista
Rogério Fasano diz por que alguns restaurantes morrem

TCU
O TCU consegue rastrear por onde nossos recursos escapam



Estados Unidos
Terrorismo volta a assombrar
O atentado de jovem nigeriano falhou, mas tumultuou. Negócios
A nova cara do sabonete no mercado
Barras artesanais tornaram-se um negócio lucrativo.



Saúde
Como esticar a pele após a cirurgia de estômago

Cinema
Novo filme, Watson leva a melhor sobre Sherlock



Ambiente
Como podemos salvar o atum-azul
Existe uma nova técnica para produção em cativeiros. Guia
Os benefícios dos alimentos com fibras
Eles fazem bem à saúde e melhor: não têm calorias.



Lya Luft
O ano de pensar

Roberto Pompeu de Toledo
Recomeços passados e presentes


Destaques on-line
Reportagem
Fat-pride, o orgulho de ser gordo

Entrevista
• Gilberto Silva, o jogador operário que conquistou Dunga
Perguntas e respostas
• Mudança no seguro-desemprego

Vídeos
O melhor amigo do homem
• Como escolher um filhote
• Técnicas de adestramento
• Crianças e cães
• Adoção


O BRASIL QUE QUEREMOS SER

Hora de discutir a democracia no Brasil
Nesta semana o painel de VEJA 40 anos discute a profissionalização da gestão pública brasileira. Envie sua proposta.

Participe e ajude a Mata Atlântica
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Colunistas
Blog
Reinaldo Azevedo
O PT privatizou a Caixa Econômica Federal

Coluna
Augusto Nunes
Momentos de 2009

Cenas Urbanas
Tony Bellotto
Batatas

Sustentável é pouco
Denis Russo Burgierman
Mensagem de ano novo

Genética
Mayana Zatz
O caso Sean Goldman e o direito de decidir

Consultório Sentimental
Betty Milan
Um homem infeliz

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Internet
Vida em Rede
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Futebol
Blog da Copa
Os surpreendentes votos para melhor do mundo

Variedades
Dez mais
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Literatura
VEJA Meus Livros
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