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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Investimento em Segurança

Investimentos em segurança pública reduzem indicadores de criminalidade
05/01/2010 10:20



Com os investimentos do governo do Estado na área de segurança pública, os principais indicadores criminais tiveram queda no Rio Grande do Sul ao longo de 2009. A governadora Yeda Crusius recebeu, nesta segunda-feira (4) à tarde, no Palácio Piratini, levantamento da Brigada Militar (BM) com os números computados até 31 de dezembro e enfatizou: "Investimentos em segurança reduzem os índices criminais". Os latrocínios tiveram queda de 21,6% em relação a 2008. Foi um dos indicadores que apresentaram maior redução no Estado.

Os casos de furto caíram de 212.465 para 188.251, o que representa redução de 11,4%. Já nos roubos, houve queda de 9,2%, enquanto os casos de roubos de veículos caíram 8,3%. De acordo com a BM, os homicídios tiveram queda de 4,1% no Rio Grande do Sul. Foram 1.606 casos, contra 1.676 no mesmo período de 2008. Também ocorreu redução nos casos de estelionato (-18%), corrupção (-30%), extorsão (- 0,6%) e furto de veículo (-0,55%).

Nas apreensões realizadas ao longo de 2009, houve destaque na repressão ao tráfico. Foram apreendidos 3,57 mil quilos de drogas, um aumento de 139% em relação a 2008. No caso do crack, a BM recolheu 185.076 gramas em 2009. A Brigada também recuperou 13.388 veículos roubados - crescimento de 122%. No total, foram presas 134 mil pessoas e mais de 5 mil foragidos foram capturados. Também houve apreensão de 11.933 armas, o que representa 33 operações diárias.

De acordo com o comandante-geral da BM, João Carlos Trindade, houve redução nos indicadores criminais devido aos investimentos do Estado. "Em 2009, entregamos mais de mil viaturas. Foram cerca de 60 milhões de quilômetros rodados, além do aumento de efetivo nas ruas", frisou o comandante. Para ele, a queda também se deve à rápida chegada dos policiais militares aos locais de ocorrências. "Como temos mais viaturas, conseguimos chegar rapidamente", afirmou.

Ainda conforme o comandante, alguns delitos são motivados pelas drogas: "Assaltos e roubos a carros acontecem para manutenção do vício, particularmente em relação ao crack". No total, a BM inspecionou 339 mil bares, 10,2 mil desmanches, 48,5 mil casas noturnas e realizou 435,7 mil autuações de trânsito. Foram apreendidas 14.157 carteiras de habilitação - um aumento de 137% em comparação com o mesmo período de 2008.

Fonte: Site do Governo do Estado

Boletim de Manuela


Ladrão Preso

Polícia Civil prende condenado por roubo a pedestre em Viamão
05/01/2010 00:07


Policiais civis da Delegacia de Capturas, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), chefiados pelo delegado titular Eduardo de Oliveira Cesar, prenderam, na manhã dessa segunda-feira(04), às 11h15min, numa residência da Rua Boa Vista, bairro Lomba Tarumã, em Viamão, um jovem de 24 anos de idade, condenado pela Justiça.

Ele possui mandado de prisão expedido pela Vara de Execuções Criminais da Comarca de Viamão, condenado à pena de cinco anos e oito meses pelo crime de roubo a pedestre. O indivíduo capturado foi encaminhado ao Presídio Central, em Porto Alegre.

A Delegacia de Capturas recebe denúncias anônimas pelo número 0800.510.46.68.

Fonte: Ascom PC

Veja Porto Alegre







1
EXPOSIçõES
The Dailies - Projeto Berlim
A exposição em cartaz na Galeria Lunara reúne algumas obras inéditas do alemão Thomas Demand. O trabalho se concentra em fotografia e em maquetes com escalas reais.




2
CINEMA
"Sherlock Holmes"
O diretor Guy Ritchie lança o longa com os personagens criados por Arthur Conan Doyle. Na estreia prometida para sexta (8), Holmes e seu fiel parceiro Watson enfrentarão um novo inimigo para desmascarar um plano mortal.


3
TEATRO
Tangos e Tragédias
A peça é interpretada por Hique Gomez e Nico Nicolaiewsky, com cenas intercaladas por músicas que tratam de temas como amor impossível. Sábado (9), no Theatro São Pedro.




4
RESTAURANTES
Koh Pee Pee
Eleito o melhor oriental em VEJA PORTO ALEGRE, o restaurante tem decoração que reproduz o interior das moradias tailandesas. No cardápio, pratos como o khao pad goong, um arroz frito com legumes e camarão.




5
SHOWS
Vivi Fields
A cantora gaúcha faz show nesta segunda (11), no Entreato Pub, no qual interpreta sucessos de Alanis Morissette.




6
COMIDINHAS
O melhor pastel
A República do Pastel foi eleita a melhor em sua especialiddade pelo júri de VEJA PORTO ALEGRE. São 34 tipos de recheios elaborados pelo proprietário, Juan Carlos Pedrocian.




7
COMIDINHAS
Saúde no Copo
Eleito pela sexta vez por VEJA PORTO ALEGRE o melhor suco da capital, prepara misturas como o brasil sul (laranja com banana, framboesa e abacaxi), além de power smoothies, incrementados com proteínas, vitaminas e outros suplementos.

Aeroporto de Cargas de Vacaria RS

Chegou o ano novo, o aeroporto de cargas de Vacaria é reiniciado, começa a colheita da maçã e o 28º Rodeio Crioulo Internacional empolga a Região. A Governadora Yeda não foi ao Rodeio de 2008 por falta de um Aeroporto adequado. Agora, com o sonho do novo Aeroporto promete que estará presente no 28º Rodeio.

O aeroporto faz falta a região, quanta gente morreu, quantos transplantes deixaram de ser realizados, quantos negócios fracassaram, pela falta de um aeroporto maior?

Agora estão atrás do "pai do aeroporto?". Conheço esta história mais do que ninguém. Foi Britto quem colocou o Aeroporto no PROFAA. Mezari e Pegoraro os que mais ajudaram desapropriando e pagando o terreno.

A Toniollo Busnello irá tocar o Aeroporto, até quando faltar dinheiro, é uma empresa forte e capitalizada e tem café no bule. Humberto Busnello tem uma parte de sua vida vinculada à Vacaria, sua irmã nasceu na Vila Ituim quando seu pai foi construtor da Tronco Sul. Daniel Andrade (Sec. do Gov.Yeda) também foi decisivo nos avanços e recuos do Aeroporto.

Nos últimos 5 anos, muita gente também atrapalhou a retomada do Aeroporto, desde que o contrato com a RIBAS foi rescindido. Alista não é pequena. É importante salientar que o aeroporto de cargas não pertence ao PT, nem ao Lula, os recursos são do fundo das passagens aéreas.



Leia mais em www.appio.com.br - PAI-QUERÊ VIRA OBRA FANTASMA - DOAÇÕES NO NATAL DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE - PROTÁSIO LEMOS DA LUZ - VITÓRIA DA REGIÃO: MAÇÃ NA MERENDA ESCOLAR - yeda tem dinheiro para acessos



Siga-me no twitter e leia: TIRO DE LAÇO será o tema do concurso literário (para inscritos do Projeto Esperança) durante janeiro. Resultado no 28º Rodeio da Vacaria. - MENSALEIROS livres e absolvidos. Deputados (albergueiros) condenados a fechar as pousadas.Pressão de quem não tinha nenhuma. - IMPERDÍVEL o depoimento de Odacir Klein (Isto É - 23/12/09). A guerra contra dependência do álcool está no livro "Conversando com os netos". - ESMERALDA aguarda a repactuação do contrato da Técnica Viária para serem retomadas as obras da RS456. Foram asfaltados 12 km em 12 anos.





Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Operação Golfinhoi

Operação Golfinho convida adultos e crianças a ajudar na prevenção a afogamentos
02/01/2010 21:55

Começaram na manhã deste sábado (2) os projetos da Operação Golfinho para conscientização dos veranistas sobre os perigos do mar e treinamento de voluntários para alertar os banhistas sobre até onde podem entrar na água com mais segurança. O coordenador dos projetos institucionais da operação no Litoral Norte, major Eduardo Biacchi Rodrigues, explica que a ação será desenvolvida nas principais praias gaúchas e deve atingir mais de 4,5 mil crianças e 2 mil adultos.

Essas atividades seguem até 28 de fevereiro, quando se encerra o Verão Legal RS 2010. No primeiro dia, os participantes tiveram noções de salvamento e regras básicas de atendimento a pessoas afogadas.

Com o programa Salva Vida-Mirim, executado pela Brigada Militar (BM), o governo do Estado oferece treinamento a crianças entre 7 e 11 anos, filhos de veranistas, reunindo em média 22 participantes.

Já o Salva-Vida Master treina adultos para técnicas de cuidados que devem ser tomados com o mar e identificação das marés para saber se há correntes fortes e repuxos. Também presta serviços de identificação de crianças perdidas na praia. Todos os participantes recebem kits com bonés e camisetas.

Fonte: Site do Governo do Estado

Embriagues em Imbé

Brigada Militar prende cinco motoristas por embriaguez em Imbé
03/01/2010 16:49


Nesse sábado (2/1) a Brigada Militar realizou operação especial de fiscalização de trânsito em Imbé, onde foram empregados 26 policiais militares e cinco viaturas. Foram realizados 12 testes de etilômetro, sendo constatados cinco casos de embriaguez. Além dos cinco presos por embriaguez ao volante, uma pessoa também foi presa por lesão corporal culposa.

Foram fiscalizados 181 veículos, dos quais 16 foram autuados e cinco recolhidos. Três veículos que estavam em situação de roubo ou furto foram recuperados (um Fiat Uno, um Monza e um Santana).

Fonte: Ascom/ BM

Obra Fantasma

A Usina de Pai-Querê, projetada para o rio Pelotas (Bom Jesus/Lages) não está em obras, não foi iniciada e ao que sabemos não tem licença ambiental.



A exigência de "corredor ecológico de 770 km2", rejeitada pela região, "empacou a hidrelétrica".



Compromissos do empreendedor da BARRA GRANDE (o mesmo da PAI-QUERÊ), não honrados com a região, comprometem a credibilidade do projeto.



Lamento que a fonte do jornalista Marcelo Gonzatto, tenha gerado a informação equivocada, no levantamento do Jornal ZH (03.01.2010, página 5).



FRANCISCO APPIO, Deputado Estadual da Região, não acredita no sucesso da obra, se não passar pela discussão com moradores de Vacaria, Bom Jesus, São José dos Ausentes, Lages e dezenas de cidades catarinenses que sofrerão com o impacto ambiental.



Orçada em quase 1 bilhão de reais, será construída pelo mesmo Consórcio que ergueu a barragem da Barra Grande (Pinhal da Serra/Anita Garibaldi) no Rio Pelotas.



Pequenas compensações foram realizadas pela empresa, que ficou devendo um "projeto de desenvolvimento regional", ligação asfáltica da RS456 e o tratamento das águas dos riachos Uruguaizinho e Carazinho (Vacaria), exigidos nas Audiências Públicas.



Com o ex-vice prefeito Romeu Biazus, apresentei a Emenda do "tratamento das águas" que não foi implantado.



Prevista para gerar 292 megawatts, PAI-QUERÊ é pequena, comparada com a Usina Foz do Chapecó, no rio Uruguai, divisa com o município gaúcho de Alpestre, com 855 megawatts.





Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Glória irá Fazer Amistoso contra o Cristal

Glória realiza amistoso contra o Cristal dia 16
Técnico Paulo Porto pretende realizar dois amistosos em preparação a Segundona 2010.

O Grêmio Esportivo Glória deve jogar seu primeiro amistoso na temporada 2010 dia 16/01, contra a equipe amadora do Cristal Futebol Clube. Além desse confronto, o técnico Paulo Porto também pretende realizar mais uma partida amistosa, dia 24/01, dessa vez contra uma equipe profissional, ainda não definida.
A estréia do Glória na Segundona do Gauchão será dia 31/01, contra a equipe do Cerâmica, na cidade de Gravataí.


Rádio Fátima AM (Jornalismo), 05/01/2010, 08h40

Pacotes de Ingressos para Rodeio de Vacaria RS

Pacotes de ingressos serão colocados à venda

O valor será de 30 reais para quem quiser acessar o parque em todos os dias de Rodeio.

Nesta semana a secretaria do CTG Porteira do Rio Grande deve receber os pacotes de ingressos e as credenciais para automóveis para o 28º Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria, que acontece de 30 de janeiro a 7 de fevereiro de 2010.
O valor do pacote de ingressos será de 30 reais. As credenciais para automóveis custarão 70 reais, e dão ao motorista o direito de entrar no Parque de Exposições Nicanor Kraemer da Luz sem necessidade da compra de ingresso.
Assim que a empresa responsável pela bilheteria enviar os pacotes, eles devem começar a ser disponibilizados ao público.
Já os preços diários das entradas no parque são os seguintes: no primeiro final de semana (30 e 31 de janeiro) serão 4 reais, segunda e terça-feira, 2 reais, quarta e quinta-feira, novamente 4 reais, e nos dias finais (5, 6 e 7 de fevereiro – sexta, sábado e domingo) o ingresso custará 5 reais. O preço do estacionamento será de 8 reais.
Nessa edição não serão comercializadas pulseirinhas.

Confira também o nosso hotsite do Rodeio de Vacaria!


Rádio Fátima AM (Jornalismo), 05/01/2010, 09h21

Cesta Básica


Cesta Básica de Vacaria tem aumento de 2,03% em 2009



Foto: arquivo Google A cesta básica do mês de dezembro teve teve uma deflação de 2,16% em relação o mês de novembro. Entre os principais itens que tiveram redução nos preços estão o feijão, a batata, banana, açúcar e óleo de soja. A pesquisa realizada mensalmente pelo Sindicato dos Metalúrgicos de revela ainda que em 2009, a cesta básica de Vacaria teve um aumento de 2,03%. Para o presidente da entidade, Clodomiro Costa, a deflação se deve às ofertas promovidas pelos supermercados no final de ano. Ele destaca que a pesquisa ainda é o melhor meio de economizar. Atualmente, seriam necessários R$ 185,58 para adquirir os produtos pesquisados.

Tags: cesta bésica, valor, preço, deflação, aumento
Rádio Fátima AM (Jornalismo), 05/01/2010, 09h08

Canudos


ORFEU SPAM APOSTILAS

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�OS SERT�ES�

Dr. Oswaldo Galotti



O livro apresenta 646 páginas e está, pelo índice, dividido em 10 capítulos.



A TERRA (58 páginas)

O HOMEM (149 páginas)

A LUTA (preliminares - 30 páginas)

TRAVESSIA DO CAMBAIO (36 páginas)

EXPEDIÇÃO MOREIRA CÉSAR (65 páginas)

QUARTA EXPEDIÇÃO (45 páginas)

COLUNA SAVAGET (42 páginas)

O ASSALTO (67 páginas)

NOVA FASE DE LUTA (37 páginas)

ULTIMOS DIAS (55 páginas)



A TERRA (58 páginas)



O autor começa descrevendo, geograficamente, o grande maciço central brasileiro para chegar à região do Vaza-Barris, ao norte da Bahia, onde se passou a Campanha de Canudos. Demarca-a, e descreve sua flora, sua formação geológica e a influência do clima. Procura interpretar sua evolução geológica. Estuda-lhe a hidrografia e a conformação orográfica.

Volta a considerar o clima da região expondo uma teoria sobre as secas. Descreve geograficamente as caatingas com toda sua flora específica e a influência que elas sofrem dos climas. Então chega ao “agente geológico notável – o homem que, reagindo brutalmente contra a terra madrasta, vem, historicamente desnudando-o, fazendo desertos.

Considera as maneiras de combater os desertos com açudes, etc. Só assim combateria o martírio que ali sofre o homem e que é conseqüência do “martírio secular da Terra”.

Com a descrição do sertão de Canudos sumaria toda a fisiografia do Nordeste.





O HOMEM (149 páginas)



Inicia, expondo o autoctonismo do “homo americanus”. Depois considera a influência da variabilidade mesológica nos três elementos essenciais de nossa formação étnica, dando a gênesis das sub-raças, mestiças, do Brasil. Daí a heterogeneidade racial brasileira e a impossibilidade de futura unidade de raça entre nós, devido a particularidades específicas de cada elemento formador, tão díspar. Para confirmar sua teoria cita exemplos em nossa História.

Mostra o jagunço em sua gênesis, esparramando-se do Maranhão a Bahia, passando pela gênesis do mulato. Expõe a função histórica do Rio São Francisco na dinâmica social dos jagunços, descendentes de paulistas, e no aparecimento dos vaqueiros que se insularam nas regiões do interior. Nesse ponto surge Canudos, aglomerado de alimentos de uma subcategoria étnica já constituída: o sertanejo do norte. Mas a mistura de várias raças dá o tipo desequilibrado, possuidor da moralidade rudimentar das raças inferiores. Insulados, ficaram porém livres de uma adaptação, penosíssima, a um estágio social superior. Faz análises desses nossos patrocínios: o sertanejo, o gaúcho, estabelecendo comparações entre eles. Fala sobre o jagunço, as vaquejadas, a arribada.

Descreve as tradições dos vaqueiros, o estouro da boiada, o folclore, a influência das secas, a religiosidade mestiça. Conclui que as agitações sertanejas são baseadas no fanatismo. Canudos, por exemplo, é uma agitação nordestina, baseada no fanatismo. Monte Santo já era um lugar lendário. Daquela complexidade étnica e sob aquelas influências ecológicas e sociológicas era inevitável o aparecimento de um Antônio Conselheiro. Fizeram-no santo devido ao seu misticismo estranho, quase um feiticeiro. Ele não deslizou para a loucura, porque o ambiente o amparou, respeitando-o. Antônio Conselheiro descendia de cearenses do norte, de gente arrelienta que há 50 anos sustentava uma rixa de família. Infeliz no casamento-abandonado pela esposa raptada por um policial, e por isso fulminado de vergonha - embrenha-se nos recessos dos sertões, surgindo incógnito, missionário sombrio, no nordeste baiano. Era produto condensado do obscurantismo de três raças, criando em torno de si lendas que se espalhavam por toda aquela imensa região. A Igreja tentou intervir, inutilmente. Canudos, que era um lugarejo obscuro antes da vinda do Conselheiro, revivesse com sua chegada, em 1893, crescendo rapidamente, a pau a pique, chegando a possuir 5000 casas, com 15000 a 20000 habitantes.

Todo sertanejo que ali chegasse tornava-se logo um fanático. E, como muitos deles eram bandidos, saqueavam lugarejos, conquistavam cidades vizinhas, depredando-as. Eram subchefes do Conselheiro; José Venâncio, com 18 mortes; Pajeú e seu ajudante – de – ordens Lalau; Chiquinho e João da Mota, Pedrão, cafuz brutal; Estevão, disforme, tatuado à faca e à bala; Joaquim Tranca-pés; “Major”Sariema; o tragi-cômico Raimundo Boca-Torta, do Itapicuru; o ágil Chico Ema; Norberto; o velho Macambira e seu filho Joaquim; Villa-Nova; a figura ridícula, de mulato espigado, de Antônio Beato, meio sacristão e meio soldado; e o chefe de todos João Abbade. Pregavam contra a República, sem convicção, mais “como variante forçada ao delírio religioso”. Um capuchinho lá estivera para converte-los todos. Nada conseguira. Voltando, amaldiçoa a vida.





A LUTA – PRELIMINARES (30 páginas)



Uma desavença antiga com o Juiz de Direito de Joazeiro e não entrega de madeira adquirida nessa cidade para o remate da igreja nova de Canudos, em outubro de 1896, determinaram uma ameaça de assalto àquela cidade por parte do Conselheiro.

Ameaçados, o Juiz pediu ao Governador do Estado da Bahia auxílio. Foi, então, enviada uma força de cem praças, da guarnição estadual, para bater os fanáticos de Canudos. Essa 1ª Expedição de Canudos foi comandada pelo tenente Manoel da Silva Pires Ferreira, que após longa caminhada bivacou, exausta, em Uauá. Atacada de surpresa pelos soldados de Antônio Conselheiro, abandona a luta. “O revez de Uauá requeria reação segura”. E.C.

A 2ª Expedição, comandada pelo major Febrônio de Brito, da força estadual, veio melhor aparelhada, formada de 543 praças e 3 médicos. Seria a “1ª Expedição regular” contra Canudos. Os fanáticos eram comandados por João Grande, João Abbade, Pahejú, Macambira, pai e filho, José Venâncio e outros.





TRAVESSIA DO CAMBAIO (36 páginas)



A 2ª Expedição fez base em Monte Santo e muito sofreu no ataque planejado, na Travessia do Cambaio, não conseguindo chegar até o arraial de Canudos. Retirou-se em condições penosas.





EXPEDIÇÃO MOREIRA CESAR (3ª expedição) (65 páginas)



A 3ª Expedição, comandada pelo Coronel Antonio Moreira César, mais numerosa e melhor equipada que as duas primeiras, fez base, também, em Monte Santo. Eram 1.300 combatentes, fartamente municiados, com cerca de 350.000 cartuchos e 70 tiros de artilharia. Não passava idéia de alguém um revez. O 1º encontro foi no ribeirão de Pitombas. João Abbade, o “corta-cabeças” , estava no comando da defesa dos jagunços.





Seguiram e fizeram base no alto da favela, defronte Canudos, e daí avançaram sem assegurar a retaguarda ou garantir os pontos perigosos da travessia. Na investida contra a Tróia de taipas dos sertanejos tiveram de recuar. Nessa retirada perderam o comandante Moreira César e pouco mais tarde seu substituto Coronel Tamarindo que os jagunços ergueram, empalado, no galho seco de um angico.









QUARTA EXPEDIÇÃO (45 páginas)



Alarmada com os resultados da luta toda envia batalhões para combaterem os jagunços. Do Rio Grande do Sul, do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Ceará, Rio de Janeiro, Bahia, etc. seguiram soldados regulares para enfrentar inimigo odioso. Eram 5.000 homens, em 6 Brigadas. As 1ª, 2ª e 3ª Brigadas eram comandadas pelo General João da Silva Barbosa e as 4ª, 5ª e 6ª comandadas pelo General Cláudio do Amaral Savaget. O general Artur Oscar era o comandante em chefe. As duas colunas partiram de pontos diversos e deviam se encontrar em Canudos. Estavam com abundância de material de guerra.

A 1ª expedição foi na frente e tomou o caminho das expedições anteriores. Repetiu-lhes erros. Acampada defronte Canudos sitiou o arraial e, em conjunto com a brigada do General Savaget, investiu-o sem sucesso.





COLUNA SAVAGET (42 páginas)



A coluna do General Savaget parira de Aracajú. Possuía 2.350 homens. De Geremoabo a Canudos fazia marcha esclarecida e firme. A margem do Vasa-Barris deu-se o 1° combate de Cocorobó, que termina com ataque dos lanceiros em formidável carga de baionetas e fuga dos jagunços. No dia seguinte a peleja continua, em combate renhidíssimo (Combate de Macambira) com a morte do Tenente Coronel Sucupira.

Unidas as duas colunas a guerrilha continuou, crônica, em refregas furiosas e rápidas, longas reticências de calma, pontilhadas de balas. Os jagunços atacaram a “matadeira”: 11 fanáticos invadiram o centro do acampamento militar para destruir o canhão “Withworth 32” que eles apelidaram “a matadeira”. Estavam comandados por Macambira. 10 foram mortos a baioneta tendo um escapado miraculosamente, varando as fileiras agitadas. As tropas aguardavam uma briga salvadora.





O ASSALTO (67 páginas)



As duas colunas, reunidas defronte Canudos, resolveram atacar. Delineo-se o ataque. Eram 3.349 homens, divididos em 5 brigadas. Seguiram alta madrugada. Tomaram posição de combate perigosíssima e impraticável. Quando a luta começou levaram desvantagem. Caíram em desordem. Despencavam pelos cerros abaixo. E os jagunços, invisíveis das tocaias e dos esconderijos, fulminavam as brigadas. Sitiado o arraial a investida fora sem sucesso. Desorganizados os batalhões cada um lutava pela sua vida. Nessas condições “eram por igual impossível – o avançamento e o recuo”. Tiveram quase 1.000 baixas, entre mortos e feridos. O General Artur Oscar avaliou o estado das coisas e pediu um corpo auxiliar de 5.000 homens. Seguiu, então a Brigada Girard, dirigida pelo General Girard. Eram 1.042 praças, 68 oficiais e 850.000 cartuchos Mauser. Essa brigada não consegui repelir o inimigo! e a retaguarda tinho sido alvejada.

Quando as primeiras levas de feridos e mortos chagaram à cidade do Salvador a Nação surpreendida, abalou-se! Não era possível!









NOVA FASE DA LUTA (37 páginas)



Novos reforços foram então enviados. Mais 2 brigadas, com o total de 3.000 homens, uma entregue ao comando do Coronel Sampaio e outra ao General Carlos Eugênio de Andrade Guimarães. E o próprio Ministro da Guerra, Marechal Carlos Machado Bittencourt foi para o teatro de operações. Conhecedor frio da arte de combater e descobrindo os motivos das derrotas anteriores, conseguiu a vitória da 4ª Expedição e aniquilamento de Canudos. Só fez usar o bom senso aplicado à técnica militar, transmudando aquele conflito enorme, pródigo de inúteis bravuras, numa campanha regular. Alguns chefes jagunços já haviam desaparecido: Pajehú, João Abbade, Macambira, José Venâncio. Restavm Pedrão, Norberto e outros. A 22 de agosto de 1897 falecia Antônio Conselheiro. Os jagunços já não resistiam; recuavam. Canudos estava bloqueado. A insurreição estava morta.



(Fazendo parte do reforço estava um batalhão policial de São Paulo, ao qual Euclides da Cunha se agregou como observador para o campo da luta).







ÚLTIMOS DIAS (55 páginas)



Fato imprevisto: o inimigo, agônico, reage inesperadamente e vigorosamente. Mas logo depois decai a reação, atingindo o desenlace.

Os soldados da República impunham às vítimas cenas cruéis: “Agarravam-n’as pelos cabelos, dobrando-lhes a cabeça, esgargalhando-lhes o pescoço e francamente exposta a garganta, degolavam-n’as” ou “enleado o pescoço da vítima num cabresto, estrangulavam ou esfaqueavam”. Rivalizavam-se aos jagunços em barbaridades.

A 28 de setembro Canudos não respondeu às duas salvas de vinte tiros. Era o fim. Foi dinamitada com 90 bombas nesse dia, terminando em incêndio. Entregou-se o Beatinho e entregaram-se as mulheres e crianças. Fez-se pequena trégua depois da qual recomeçou o tiroteio.

“Canudos não se rendeu”, resistiu até o esgotamento completo.



© Copyright 2001 CASA DE CULTURA EUCLIDES DA CUNHA. All Rights Reserved.http://www.casaeuclidiana.org.br





Filme:



Ficha Técnica
Título Original: Guerra de Canudos
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 169 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 1997
Estúdio: Morena Filmes
Distribuição: Columbia TriStar Pictures
Direção: Sérgio Rezende
Roteiro: Sérgio Rezende e Paulo Halm
Música: Edu Lobo
Direção de Fotografia: Antônio Luís Mendes
Desenho de Produção: Henrique Murthé
Direção de Arte: Cláudio Amaral Peixoto
Figurino: Beth Filipéki
Edição: Isabelle Rathery


Elenco
José Wilker (Antônio Conselheiro)
Paulo Betti
Cláudia Abreu
Marieta Severo
Selton Mello
Roberto Bomtempo
José de Abreu
Tonico Pereira
Tuca Andrada
Eliezer de Almeida
Denise Weinberg
Ernani Moraes
Jorge Neves
Dandara Ohana Guerra
Murilo Grossi


Sinopse
Em 1893, Antônio Conselheiro (um monarquista assumido) e seus seguidores começam a tornar um simples movimento em algo grande demais para a República, que acabara de ser proclamada e decidira por enviar vários destacamentos militares para destruí-los. Os seguidores de Antônio Conselheiro apenas defendiam seus lares, mas a nova ordem não podia aceitar que humildes moradores do sertão da Bahia desafiassem a República. Assim, em 1897, esforços são reunidos para destruir os sertanejos. Estes fatos são vistos pela ótica de uma família, que tem opiniões conflitantes sobre Conselheiro.



(Apostila 3 de Pr�-Modernismo - Literatura Brasileira)

Destaque do Dia

Bons livros através da CORAG
Diversas pessoas estão aproveitando a possibilidade de tirar um bom livro para a leitura, como uma das opções de lazer no Litoral Norte, em Capão da Canoa. Essa facilidade é encontrada por veranistas e moradores do balneário na casa de Governo Vermelha, através da pequena biblioteca montada pelo Governo do Estado através da Companhia Riograndense de Artes Gráficas (Corag).

Local: Capão da Canoa - RS
Data: 03/01/2010
Foto: Linei Zago / Palácio Piratini
Código: 32994

Verão legal RS 2010
O quiosque da imprensa montado pelo Governo do Estado para ajuda aos profissionais de órgãos de comunicação que trabalham durante o Verão legal RS 2010.

Local: Capão da Canoa - RS
Data: 03/01/2010
Foto: Linei Zago / Palácio Piratini
Código: 32993

Operação Golfinho
Intergrantes da Operação Golfinho durante curso dos Salva-Vidas mirim.

Local: Capão da Canoa - RS
Data: 03/01/2010
Foto: Linei Zago / Palácio Piratini
Código: 32992

Cel Jones Calixtrato em coletiva à imprensa
O Subcomandante da Brigada Militar, Coronel Jones Calixtrato Barreto dos Santos, em coletiva à imprensa neste sábado (2).

Local: Capão da Canoa - RS
Data: 02/01/2010
Foto: Linei Zago / Palácio Piratini
Código: 32990

Destaque do Dia

Bons livros através da CORAG
Diversas pessoas estão aproveitando a possibilidade de tirar um bom livro para a leitura, como uma das opções de lazer no Litoral Norte, em Capão da Canoa. Essa facilidade é encontrada por veranistas e moradores do balneário na casa de Governo Vermelha, através da pequena biblioteca montada pelo Governo do Estado através da Companhia Riograndense de Artes Gráficas (Corag).

Local: Capão da Canoa - RS
Data: 03/01/2010
Foto: Linei Zago / Palácio Piratini
Código: 32994

Verão legal RS 2010
O quiosque da imprensa montado pelo Governo do Estado para ajuda aos profissionais de órgãos de comunicação que trabalham durante o Verão legal RS 2010.

Local: Capão da Canoa - RS
Data: 03/01/2010
Foto: Linei Zago / Palácio Piratini
Código: 32993

Operação Golfinho
Intergrantes da Operação Golfinho durante curso dos Salva-Vidas mirim.

Local: Capão da Canoa - RS
Data: 03/01/2010
Foto: Linei Zago / Palácio Piratini
Código: 32992

Cel Jones Calixtrato em coletiva à imprensa
O Subcomandante da Brigada Militar, Coronel Jones Calixtrato Barreto dos Santos, em coletiva à imprensa neste sábado (2).

Local: Capão da Canoa - RS
Data: 02/01/2010
Foto: Linei Zago / Palácio Piratini
Código: 32990

Euclides da Cunha


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Euclides da Cunha
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Euclides Rodrigues da Cunha

Nascimento 20 de janeiro de 1866
Cantagalo
Morte 15 de agosto de 1909 (43 anos)
Rio de Janeiro
Nacionalidade brasileira
Ocupação Escritor, engenheiro, poeta, sociólogo, militar, jornalista, historiador
Magnum opus Os Sertões
Escola/tradição Pré-modernismo, Modernismo
Influências Ernest Renan, Victor Hugo, Hippolyte Taine, Afonso Arinos, José de Alencar, Auguste Comte, Herbert Spencer, Castro Alves, Alexander von Humboldt
Influenciados Monteiro Lobato, Graciliano Ramos, Gilberto Freyre, Vicente de Carvalho, Alberto Rangel, Darcy Ribeiro
Euclides (na ortografia original: Euclydes) Rodrigues da Cunha (Cantagalo, 20 de janeiro de 1866 — Rio de Janeiro, 15 de agosto de 1909)[1] foi um escritor, sociólogo, repórter jornalístico, historiador, geógrafo e engenheiro brasileiro.

Índice [esconder]
1 Biografia
1.1 Órfão de Cantagalo
1.2 Cadete republicano
1.3 Ciclo de Canudos
1.4 "Livro vingador"
1.5 Ciclo amazônico
1.6 Concurso de lógica
1.7 Academia Brasileira de Letras
1.8 "Tragédia da Piedade"
2 Semana Euclidiana
3 Cronologia
4 Obras
5 Adaptações
6 Referências
7 Bibliografia
8 Ligações externas


[editar] Biografia
[editar] Órfão de Cantagalo
Órfão de pais desde os 4 anos de idade, foi educado pelas tias na Bahia. Frequentou conceituados colégios fluminenses e, quando precisou prosseguir seus estudos, ingressou na Escola Politécnica e, um ano depois, na Escola Militar da Praia Vermelha [2]

[editar] Cadete republicano
Contagiado pelo ardor republicano dos cadetes e de Benjamin Constant, professor da Escola Militar, durante uma revista às tropas atirou sua espada aos pés do Ministro da Guerra Tomás Coelho. A liderança da Escola tentou atribuir o ato à "fadiga por excesso de estudo", mas Euclides negou-se a aceitar esse veredito e reiterou suas convicções republicanas. Por esse ato de rebeldia, foi julgado pelo Conselho de Disciplina. Em 1888, desligou-se do Exército. Participou ativamente da propaganda republicana no jornal A Província de S. Paulo.

Proclamada a República, foi reintegrado ao Exército recebendo promoção. Ingressou na Escola Superior de Guerra e conseguiu ser primeiro-tenente e bacharel em Matemáticas, Ciências Físicas e Naturais. Casou-se com Ana Emília Ribeiro, filha do major Frederico Sólon de Sampaio Ribeiro, um dos líderes da Proclamação da República. Em 1891, deixou a Escola de Guerra e foi designado coadjuvante de ensino na Escola Militar. Em 1893, praticou na Estrada de Ferro Central do Brasil.[2]

[editar] Ciclo de Canudos

Caricatura de Euclides da Cunha feita por Raul Pederneiras (1903)Ver artigo principal: Guerra de Canudos
Durante a fase inicial da Guerra de Canudos, em 1897, Euclides escreveu dois artigos intitulados "A nossa Vendéia" que lhe valeram um convite d'O Estado de S. Paulo para presenciar o final do conflito como correspondente de guerra. Isso porque ele considerava, como muitos republicanos à época, que o movimento de Antônio Conselheiro tinha a pretensão de restaurar a monarquia e era apoiado por monarquistas residentes no País e no exterior.[2]

Em Canudos, Euclides adota um jaguncinho chamado Ludgero, a quem se refere em sua Caderneta de Campo [3]. Fraco e doente, o menino é trazido para São Paulo, onde Euclides o entrega a seu amigo, o educador Gabriel Prestes. O menino é rebatizado de Ludgero Prestes.

[editar] "Livro vingador"
Euclides deixou Canudos 4 dias antes do final da guerra, não chegando a presenciar o desenlace final. Mas conseguiu reunir material para, durante cinco anos, elaborar Os Sertões: campanha de Canudos (1902). Os Sertões foi escrito "nos raros intervalos de folga de uma carreira fatigante",[4] visto que Euclides se encontrava em São José do Rio Pardo liderando a construção de uma grande ponte metálica. O livro trata da campanha de Canudos (1897), no nordeste da Bahia. Nesta obra, ele rompe por completo com suas ideias anteriores e pré-concebidas, segundo as quais o movimento de Canudos seria uma tentativa de restauração da Monarquia, comandada à distância pelos monarquistas. Percebe que se trata de uma sociedade completamente diferente da litorânea. De certa forma, ele descobre o verdadeiro interior do Brasil, que mostrou ser muito diferente da representação usual que dele se tinha.

Euclides se tornou internacionalmente famoso com a publicação desta obra-prima. Divide-se em três partes: A terra, O homem e A luta. Nelas Euclides analisa, respectivamente, as características geológicas, botânicas, zoológicas e hidrográficas da região, a vida, os costumes e a religiosidade sertaneja e, enfim, narra os fatos ocorridos nas quatro expedições enviadas ao arraial liderado por Antônio Conselheiro[2]

[editar] Ciclo amazônico
Em agosto de 1904, Euclides foi nomeado chefe da comissão mista brasileiro-peruana de reconhecimento do Alto Purus, com o objetivo de cooperar para a demarcação de limites entre o Brasil e o Peru. Esta experiência resultou em sua obra póstuma À Margem da História, onde denunciou a exploração dos seringueiros na floresta. Ele partiu de Manaus para as nascentes do rio Purus, chegando adoentado em agosto de 1905. Dando continuidade aos estudos de limites, Euclides escreveu o ensaio Peru versus Bolívia, publicado em 1907. Escreveu, também durante esta viagem, o texto Judas-Ahsverus, considerado um dos textos mais filosófica e poeticamente aprofundados de sua autoria.

Após retornar da Amazônia, Euclides proferiu a conferência Castro Alves e seu tempo, prefaciou os livros Inferno verde, de Alberto Rangel, e Poemas e canções, de Vicente de Carvalho [5]

[editar] Concurso de lógica
Visando uma vida mais estável, o que se mostrava impossível na carreira de engenheiro, Euclides prestou concurso para assumir a cadeira de Lógica do Colégio Pedro II. O filósofo Farias Brito foi o primeiro colocado, mas a lei previa que o presidente da república escolheria o catedrático entre os dois primeiros. Graças à intercessão de amigos, Euclides foi nomeado. Depois de sua morte, Farias Brito acabaria ocupando a cátedra em questão [6].




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[editar] Academia Brasileira de Letras
Foi eleito em 21 de setembro de 1903 para a cadeira 7, na sucessão de Valentim Magalhães, e recebido em 18 de dezembro de 1906 pelo acadêmico Sílvio Romero.

[editar] "Tragédia da Piedade"
Sua esposa, mais conhecida como Ana de Assis, tornou-se amante de um jovem tenente, 17 anos mais novo do que ela, chamado Dilermando de Assis. Ainda casada com Euclides, teve dois filhos de Dilermando. Um deles morreu ainda bebê. O outro filho era chamado por Euclides de "a espiga de milho no meio do cafezal", por ser o único louro numa família de morenos. Aparentemente, Euclides aceitou como seu esse menino louro. A traição de Ana desencadeou uma tragédia em 1909, quando Euclides invadiu a casa de Dilermando, armado, dizendo-se disposto a matar ou morrer. Dilermando reagiu e matou-o. Foi julgado pela justiça militar e absolvido por ter agido em legítima defesa.[carece de fontes?]. Casou-se com Ana. O casamento durou 15 anos.

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O corpo de Euclides foi velado na Academia Brasileira de Letras. O médico e escritor Afrânio Peixoto, que assinou o atestado de óbito, mais tarde ocuparia sua cadeira na ABL (Academia Brasileira de Letras).

[editar] Semana Euclidiana
A cidade de São José do Rio Pardo realiza todos os anos, entre 9 e 15 de agosto, a "Semana Euclidiana", em memória do escritor que ali vivia quando escreveu sua obra-prima Os Sertões. São José do Rio Pardo tornou-se uma cidade turística conhecida como "O berço de Os Sertões".

Também em São Carlos celebra-se todos os anos, uma Semana Euclidiana, em homenagem ao escritor que morou na cidade entre 1901 e meados de 1903, ali terminando seu trabalho Os Sertões e o publicando em 1902.[7]

[editar] Cronologia
1866, 20 de janeiro - Nascimento no arraial de Santa Rita do Rio Negro (hoje "Euclidelândia"), município de Cantagalo, então província do Rio de Janeiro, onde vive até os três anos, quando falece sua mãe Eudóxia Moreira da Cunha.
1879 - Completa os seus estudos primários (atual Ensino Fundamental) no Colégio Caldeira.
1880 - Inicia o curso secundário (atual Ensino Médio). Frequenta os Colégios Anglo-Americano, Vitório da Costa e Menezes Dória.
1883 - Aos 18 anos de idade, é matriculado no Colégio Aquino, onde faz exames de Geografia, Francês, Retórica e História.
1884 - Publica no Colégio Aquino os primeiros artigos no jornal O Democrata, fundado por ele e seus colegas.
1885 - Ingressa na Escola Politécnica para cursar Engenharia, mas é obrigado a desistir por motivos financeiros.
1886 - Em 20 de fevereiro, aos 21 anos de idade, assenta praça na Escola Militar da Praia Vermelha, sendo aluno de Benjamin Constant, conhecido positivista.
1887 - Colabora na Revista da Família Acadêmica.
1888 - O imperador tranca a sua matrícula na Escola Militar da Praia Vermelha por seu ato de protesto durante uma visita do Ministro da Guerra, conselheiro Tomás Coelho, do último gabinete conservador da monarquia. Euclides colabora, com a série "A Pátria e a Dinastia", no jornal A Província de São Paulo.
1889 - Retorno à Escola Militar da Praia Vermelha, graças à proclamação da República e ao seu sogro, general Sólon Ribeiro.
1891 - Conclui curso na Escola Superior de Guerra.
1892 - É promovido a primeiro-tenente de Artilharia e designado para coadjuvante de ensino teórico na Escola Militar.
1893 - Nasce Sólon da Cunha, seu primeiro filho. Euclides dirige as obras de fortificações das trincheiras da Saúde durante a Revolta da Armada.
1894 - Incidente do jornal O Tempo. Respondendo ao senador cearense João Cordeiro, que desejava penas severas aos adversários políticos, Euclides escreve duas cartas para a Gazeta de Notícias, em que defende o Estado democrático e a não violência. Por isso, passa a ser visto com desconfiança pelos legalistas.
1895 - É "exilado" para Campanha, em Minas Gerais, onde constrói e inaugura a estrada de ferro.
Viaja pelo interior de São Paulo como Superintendente de Obras Públicas do Estado, cargo exercido até 1903.
Nasce Euclides Filho, seu segundo filho com "Saninha".
1896 - Desliga-se do Exército para dedicar-se à engenharia civil. Podendo pedir a Floriano Peixoto um cargo em qualquer esfera do governo, pois tinha sido um fervoroso republicano, Euclides decide o que a lei designa para os recém-formados: estágio na Estrada de Ferro Central do Brasil.
1897 - Euclides escreve dois artigos sob o título "A nossa Vendéia", comparando os canudenses aos revoltosos da Vendéia.
Júlio de Mesquita, do jornal O Estado de S. Paulo, convida-o para acompanhar a campanha de Canudos como correspondente. Nomeado adido ao Estado-Maior do Ministério da Guerra, Euclides segue para Canudos. Cobre a última fase da campanha de Canudos. De 7 de agosto a 1 de outubro fica no sertão, como correspondente do jornal O Estado de S. Paulo.
1898-1901 - Muda-se para São José do Rio Pardo, onde trabalha na construção de uma ponte metálica sobre o Rio Pardo. Começa a escrever Os Sertões.
1898 - Começa a publicar Os Sertões no artigo "Excerto de um livro inédito". Além disso, trabalha como engenheiro em São Paulo.
1901 - Nasce em São José do Rio Pardo, Manuel Afonso Albertina, o terceiro filho de Euclides. Manuel Afonso seria o único a deixar descendentes.
1901 - Muda-se para São Carlos (interior de São Paulo), onde foi engenheiro da construção da Escola Paulino Carlos, onde fica até meados de 1903.
1902 - Publica a obra Os Sertões pela Laemmert & Cia., considerada como precursora da Sociologia e da literatura modernista no Brasil, juntamente com Canaã, de Graça Aranha.
1903 - Euclides muda-se para Lorena, onde continua trabalhando como engenheiro.
1903 - É eleito para a Academia Brasileira de Letras na vaga de Valentim Magalhães. Euclides pede demissão da Superintendência de Obras Públicas de São Paulo.
1903 - Posse no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro
1905 - Euclides é nomeado chefe de seção da Comissão de Saneamento de Santos. Percorre Santos e Guarujá. Pede demissão do cargo.
Realiza viagem heroica pelo rio Purus, na Amazônia, chefiando missão oficial do Ministério das Relações Exteriores que decidiria sobre o litígio de fronteira entre o Brasil e o Peru. Percorre cerca de 6.400 quilômetros de navegação, alguns trechos inclusive a pé.
1906 - Euclides volta ao Rio de Janeiro como adido ao gabinete do Barão do Rio Branco e publica o Relatório da Comissão Mista Brasileiro-Peruana de Reconhecimento do Alto Purus.
Nasce Mauro, filho de sua mulher com o tenente Dilermando de Assis. O menino vem a falecer uma semana depois.
1907 - Publica Contrastes e confrontos, artigos e breves ensaios reunidos por um editor português, e Peru versus Bolívia. Profere a conferência "Castro Alves e seu tempo" no Centro Acadêmico XI de Agosto (São Paulo).
1909 - Presta exame para a cátedra de Lógica no Colégio Pedro II. Contudo, não chega a dar muitas aulas.
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1909, 15 de agosto - Tenta matar o jovem tenente Dilermando de Assis, amante de sua esposa, mas este reage e Euclides da Cunha é morto a tiros, no bairro da Piedade, Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro.
[editar] Obras
O Wikisource possui trabalhos escritos por este autor: Euclides da Cunha1884
CUNHA, Euclides da. Em viagem: folhetim. O Democrata, Rio de Janeiro, 4 abr. 1884.
1887
A flor do cárcere. Revista da Família Acadêmica, Rio de Janeiro, 1 (1): 10, nov. 1887.
1888
A Pátria e a Dinastia. A Província de São Paulo, 22 dez. 1888.
Críticos. Revista da Família Acadêmica, Rio de Janeiro, 1(7): 209-213, maio 1888.
Estâncias. Revista da Família Acadêmica, Rio de Janeiro, 1 (10): 366, out. 1888.
Fazendo versos. Revista da Família Acadêmica, Rio de Janeiro, 1(3): 87-88, jan. 1888.
Heróis de ontem. Revista da Família Acadêmica, Rio de Janeiro, 1(8): 227-8, jun. 1888.
Stella. Revista da Família Acadêmica, Rio de Janeiro, 1(9): 265, jul. 1888.
1889
Atos e palavras. A Província de São Paulo, 10-12, 15, 16, 18, 23, 24 jan. 1889.
Da corte. A Província de São Paulo, maio 1889.
Homens de hoje. A Província de São Paulo, 22 e 28 jun. 1889.
1890
Divagando. Democracia, Rio de Janeiro, 26 abr. 1890.
Divagando. Democracia, 24 maio 1890.
Divagando. Democracia, 2 jun. 1890.
O ex-imperador. Democracia, 3 mar. 1890.
Sejamos francos. Democracia, Rio de Janeiro, 18 mar. 1890.
1892
Da penumbra. O Estado de São Paulo, 15, 17 e 19 mar. 1892.
Dia a dia. O Estado de São Paulo, 29 e 31 mar. 1892.
Dia a dia. O Estado de São Paulo, 1-3, 5-8, 10, 13, 17, 20, 24 e 27 abr. 1892.
Dia a dia. O Estado de São Paulo, 1, 8, 11, 15, 18 e 22 maio 1892.
Dia a dia. O Estado de São Paulo, 5, 12, 22 e 29 jun. 1892.
Dia a dia. O Estado de São Paulo, 3 e 6 jul. 1892.
Instituto Politécnico. O Estado de São Paulo, 24 maio 1892.
Instituto Politécnico. O Estado de São Paulo, 1o. jun. 1892.
1894
A dinamite. Gazeta de Notícias, Rio de Janeiro, 20 fev. 1894.
1897
A nossa Vendéia. O Estado de São Paulo, 14 mar. 1897 e 17 jul. 1897.
Anchieta. O Estado de São Paulo, 9 jun. 1897.
Canudos: diário de uma expedição. O Estado de São Paulo, 18 e 22-29 ago. 1897.
Canudos: diário de uma expedição. O Estado de São Paulo, 1, 3, 9, 12, 14, 21, 26 e 27 set. 1897.
Canudos: diário de uma expedição. O Estado de São Paulo, 11-13, 20, 21 e 25 out. 1897.
Distribuição dos vegetais no Estado de São Paulo. O Estado de São Paulo, 4 mar. 1897.
Estudos de higiene: crítica ao livro do mesmo título do Doutor Torquato Tapajós. O Estado de S. Paulo, 4, 9 e 14 maio 1897.
O Argentaurum. O Estado de S. Paulo, 2 jul. 1897.
O batalhão de São Paulo. O Estado de S. Paulo, 26 out. 1897.
1898
O "Brasil mental". O Estado de S. Paulo, 10-12 jul. 1898.
Excerto de um livro inédito. O Estado de S. Paulo, 19 jan. 1898.
Fronteira sul do Amazonas. O Estado de S. Paulo, 14 nov. 1898.
1899
A guerra no sertão [fragmento]. Revista Brasileira, Rio de Janeiro, 19 (92/93): 270-281, ago./set. 1899.
1900
As secas do Norte. O Estado de S. Paulo, 29, 30 out. 1900 e 1o. nov. 1900.
O IV Centenário do Brasil. O Rio Pardo, São José do Rio Pardo, 6 maio 1900.
1901
O Brasil no século XIX. O Estado de S. Paulo, 31 jan. 1901.
1902
Os Sertões: campanha de Canudos. Rio de Janeiro: Laemmert, 1902. vii + 632 p. il.
Ao longo de uma estrada. O Estado de São Paulo, São Paulo, 18 jan. 1902.
Olhemos para os sertões. O Estado de São Paulo, São Paulo, 18 e 19 mar. 1902.
1903
Os Sertões: campanha de Canudos. 2. ed. rev. Rio de Janeiro: Laemmert, 1903. vii + 618 p. il.
Viajando… O Estado de São Paulo, São Paulo, 8 set. 1903.
À margem de um livro. O Estado de São Paulo, São Paulo, 6 e 7 nov. 1903.
Os batedores da Inconfidência. O Estado de São Paulo, São Paulo, 21 abr. 1903.
Posse no Instituto Histórico. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Rio de Janeiro, 66 (2): 288-93, 1903.
1904
A arcádia da Alemanha. O Estado de São Paulo, 6 ago. 1904.
Civilização. O Estado de São Paulo, 10 jul. 1904.
Conflito inevitável. O Estado de São Paulo, 14 maio 1904.
Contra os caucheiros. O Estado de São Paulo, 22 maio 1904.
Entre as ruínas. O Paiz, Rio de Janeiro, 15 ago. 1904.
Entre o Madeira e o Javari. O Estado de São Paulo, 29 maio 1904.
Heróis e bandidos. O Paiz, Rio de Janeiro, 11, jun. 1904.
O marechal de ferro. O Estado de São Paulo, 29 jun. 1904.
Um velho problema. O Estado de São Paulo, 1o. maio 1904.
Uma comédia histórica. O Estado de São Paulo, 25 jun. 1904.
Vida das estátuas. O Paiz, Rio de Janeiro, 21 jul. 1904.
1905
Os Sertões: campanha de Canudos. 3. ed. rev. Rio de Janeiro: Laemmert, 1905, vii + 618 p. il.
Rio abandonado: o Purus. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Rio de Janeiro, 68 (2): 337-89, 1905.
Os trabalhos da Comissão Brasileira de Reconhecimento do Alto Purus [Entrevista]. Jornal do Commercio, Manaus, 29 out. 1905.
1906
Relatório da Comissão Mista Brasileiro-Peruana de Reconhecimento do Alto Purus: 1904-1905. notas do comissariado brasileiro. Rio de Janeiro: Ministério das Relações Exteriores, 1906. 76 p. mapas.
Da Independência à República. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, 69 (2): 7-71, 1906.
Os nossos "autógrafos". Renascença, Rio de Janeiro, 3 (34): 276, dez. 1906.
1907
Contrastes e confrontos. Pref. José Pereira de Sampaio (Bruno). Porto: Empresa Literária e Tpográfica, 1907. 257 p.
Contrastes e confrontos. 2. ed. ampliada. Estudo de Araripe Júnior. Porto: Empresa Literária e Tpográfica, 1907. 384 p. il.
Peru 'versus' Bolívia. Rio de Janeiro: Jornal do Commercio, 1907. 201 p. il.
Castro Alves e seu tempo. Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, 3 dez. 1907.
Entre os seringais. Kosmos, Rio de Janeiro, 3 (1), jan. 1906.
O valor de um símbolo. O Estado de São Paulo, 23 dez. 1907.

1908
La cuestión de limites entre Bolívia y el Peru. trad. Eliosoro Vilazón. Buenos Aires: Cia Sud-Americana de Billetes de Banco, 1908.
Martín Garcia. Buenos Aires: Cori Hermanos, 1908. 113 p.

Numa volta do passado. Kosmos, Rio de Janeiro, 5 (10), out. 1908.
Parecer acerca dos trabalhos do Sr. Fernando A. Gorette. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Rio de Janeiro, 71 (2): 540-543, 1908.
A última visita. Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, 30 set. e 1o. out. 1908.
1909
Amazônia. Revista Americana, Rio de Janeiro, 1 (2): 178-188, nov. 1909.
A verdade e o erro: prova escrita do concurso de lógica do Ginásio Nacional [17 maio 1909]. Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, 2 jun. 1909.
Um atlas do Brasil: último trabalho do Dr. Euclides da Cunha. Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, 29 ago. 1909.
Obras póstumas
À margem da história''. Porto: Chardron, Lello, 1909. 390 p. il.
1975
Caderneta de campo. Introd., notas e coment. por Olímpio de Souza Andrade. São Paulo, Cultrix; Brasília, INL, 1975. xxxii, 197 p. il.
Canudos: diário de uma expedição. Introd. de Gilberto Freyre. Rio de Janeiro: José Olympio, 1939. xxv, 186 p. il.
Ondas. Coleção de poesias escritas por Euclides da Cunha em 1883, publicadas em 1966, na "Obra Completa de Euclides da Cunha", pela Editora Aguilar, e em volume autônomo em 2005, pela Editora Martin Claret, com prefácio de Márcio José Lauria.
[editar] Adaptações
Filmes, documentários e séries
DESEJO. Direção de Wolf Maya (direção geral) e Denise Saraceni; Euclides da Cunha interpretado por Tarcísio Meira. Rio de Janeiro: Som Livre, 2005. Color. 1 DVD. minissérie em 17 capítulos (657 min.).
EPOPÉIA EUCLYDEACREANA. Direção de Rodrigo Neves, produzido por Charlene Lima, narrado por Caros Vereza, fotografia de Celso Kava. São Paulo: Cultura Marcas, 2006. Color. 1 DVD.[8]
OS SERTÕES. Direção de Cristina Fonseca. São Paulo: TV Cultura de São Paulo, 1995. Color. 1 filme (67 min.) (Série Leituras do Brasil).
EUCLIDES DA CUNHA. Direção de Humberto Mauro. 1944. P&B. (14 min.).
GUERRA DE CANUDOS. Direção de Sérgio Rezende. 1 DVD (170 min.).
DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL. Direção de Glauber Rocha, Walter Lima Júnior. Rio de Janeiro: Copacabana Filmes, 1964. P&B. 1 fita de VHS (125 min.).
A MATADEIRA. Direção e roteiro por Jorge Furtado. 1994. Color. 1 filme (16 min.).
OS SERTÕES: ano 100. Direção Tâmis Parron. São Paulo: SPVD; CCS; USP, 2002. Color. VHS (28 min.)
Ópera
LE SERTON: Grand opera brésilien en 4 actes sur L'Epopée de Canudos. Poeme et musique Fernand Joutex. Belo Horizonte, Imprensa Oficial de Belo Horizonte, 1953. 59 p.
Peça teatral
OS SERTÕES. Direção de José Celso Martinez Corrêa. São Paulo, Teatro Oficina, 2002-07.
Livros - adaptações de Os Sertões

A BRAZILIAN MYSTIC: being the life and miracles of Antonio Conselheiro. R. B. Cunninghame Graham. Londres, 1919
THE SAGE OF CANUDOS. Lucien Marchal. Paris: Librairie Plon, 1952
LA GUERRA DEL FIN DEL MUNDO. Mario Vargas Llosa, 1981
O Wikimedia Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Euclides da CunhaO Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Euclides da Cunha.Referências
↑ Euclides da Cunha - Cronologia. ABL - Euclides da Cunha. Página visitada em 15/08/2009.
↑ 2,0 2,1 2,2 2,3 RABELLO, Silvio. Euclides da Cunha
↑ CUNHA, Euclides da. Caderneta de campo, São Paulo, Cultrix, 1975.
↑ CUNHA, Euclides da. Os Sertões: campanha de Canudos, nota preliminar
↑ VENANCIO FILHO, Francisco. Estudo biográfico. In: Euclides da Cunha: ensaio biobibliográfico, Rio de Janeiro, Academia Brasileira de Letras, 1931.
↑ PONTES, Eloy. A vida dramática de Euclides da Cunha, Rio de Janeiro, José Olympio, 1938. pp. 267-293.
↑ http://www.releituras.com/edacunha_bio.asp
↑ Epopeia Euclydeacreana, documentário baseado na obra "À Margem da História", e cartas e documentos do Itamaraty sobre a viagem de Euclides da Cunha pelo Rio Purus em 1905.
[editar] Bibliografia
ANDRADE, Olímpio de Sousa. História e interpretação de 'Os Sertões'. 3. ed. rev. e aum. São Paulo: EDART, 1966.
BRANDÃO, Adelino. Paraíso perdido: Euclides da Cunha - vida e obra. São Paulo: IBRASA, 1996. 442 p. il.
CUNHA, Euclides da. Ondas. São Paulo: Editora Martin Claret, 2005, 162 p.
CUNHA, Euclides da. Os Sertões: campanha de Canudos. São Paulo: Martin Claret, 2002.
PONTES, Eloy. A vida dramatica de Euclydes da Cunha. Rio de Janeiro: José Olympio, 1938. 342 p. il.
RABELLO, Sylvio. Euclides da Cunha. 2 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966. 362 p.
VENÂNCIO FILHO, Francisco. A gloria de Euclydes da Cunha. São Paulo: Nacional, 1940. xvi, 323 p. il.
VENTURA, Roberto. Retrato interrompido da vida de Euclides da Cunha. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. 348 p. il.
[editar] Ligações externas
www.euclidesdacunha.org.br (em português)
Vida e obra de Euclides da Cunha, autor de Os Sertões.
Casa de Cultura Euclides da Cunha, localizada em São José do Rio Pardo e promotora da Semana Euclidiana. (em português)
NUNES NETO, Miguel Rodrigues;LOPES, Antonio Fernando Megale. O homem que matou um deus. Brasília: Prática Jurídica, ano VII, nº 88, 2009, pp. 36-43 (em português)
Precedido por
Valentim Magalhães
(fundador) ABL - cadeira 7
1903 — 1909 Sucedido por
Afrânio Peixoto

[Expandir]v • ePatronos e membros da Academia Brasileira de Letras
Cadeiras
1 a 10 1 (Adelino Fontoura): Luís Murat ► Afonso d'Escragnolle Taunay ► Ivan Monteiro de Barros Lins ► Bernardo Élis ► Evandro Lins e Silva ► Ana Maria Machado
2 (Álvares de Azevedo): Coelho Neto ► João Neves da Fontoura ► Guimarães Rosa ► Mário Palmério ► Tarcísio Padilha
3 (Artur de Oliveira): Filinto de Almeida ► Roberto Simonsen ► Aníbal Freire da Fonseca ► Herberto Sales ► Carlos Heitor Cony
4 (Basílio da Gama): Aluísio Azevedo ► Alcides Maia ► Viana Moog ► Carlos Nejar
5 (Bernardo Guimarães): Raimundo Correia ► Osvaldo Cruz ► Aloísio de Castro ► Cândido Mota Filho ► Rachel de Queiroz ► José Murilo de Carvalho
6 (Casimiro de Abreu): Teixeira de Melo ► Artur Jaceguai ► Goulart de Andrade ► Barbosa Lima Sobrinho ► Raimundo Faoro ► Cícero Sandroni
7 (Castro Alves): Valentim Magalhães ► Euclides da Cunha ► Afrânio Peixoto ► Afonso Pena Júnior ► Hermes Lima ► Pontes de Miranda ► Dinah Silveira de Queiroz ► Sérgio Correia da Costa ► Nelson Pereira dos Santos
8 (Cláudio Manuel da Costa): Alberto de Oliveira ► Oliveira Viana ► Austregésilo de Ataíde ► Antônio Calado ► Antonio Olinto ► Cleonice Berardinelli
9 (Domingos Gonçalves de Magalhães): Carlos Magalhães de Azeredo ► Marques Rebelo ► Carlos Chagas Filho ► Alberto da Costa e Silva
10 (Evaristo da Veiga): Ruy Barbosa ► Laudelino Freire ► Osvaldo Orico ► Orígenes Lessa ► Lêdo Ivo

Cadeiras
11 a 20 11 (Fagundes Varela): Lúcio de Mendonça ► Pedro Lessa ► Eduardo Ramos ► João Luís Alves ► Adelmar Tavares ► Deolindo Couto ► Darcy Ribeiro ► Celso Furtado ► Hélio Jaguaribe
12 (França Júnior): Urbano Duarte ► Antônio Augusto de Lima ► Vítor Viana ► José Carlos de Macedo Soares ► Abgar Renault ► Lucas Moreira Neves ► Alfredo Bosi
13 (Francisco Otaviano): Alfredo d'Escragnolle Taunay ► Francisco de Castro ► Martins Júnior ► Sousa Bandeira ► Hélio Lobo ► Augusto Meyer ► Francisco de Assis Barbosa ► Sérgio Paulo Rouanet
14 (Franklin Távora): Clóvis Beviláqua ► Carneiro Leão ► Fernando de Azevedo ► Miguel Reale ► Celso Lafer
15 (Gonçalves Dias): Olavo Bilac ► Amadeu Amaral ► Guilherme de Almeida ► Odilo Costa Filho ► Marcos Barbosa ► Fernando Bastos de Ávila
16 (Gregório de Matos): Araripe Júnior ► Félix Pacheco ► Pedro Calmon ► Lygia Fagundes Telles
17 (Hipólito da Costa): Sílvio Romero ► Osório Duque-Estrada ► Edgar Roquette-Pinto ► Álvaro Lins ► Antônio Houaiss ► Affonso Arinos de Mello Franco
18 (João Francisco Lisboa): José Veríssimo ► Barão Homem de Melo ► Alberto Faria ► Luís Carlos ► Pereira da Silva ► Peregrino Júnior ► Arnaldo Niskier
19 (Joaquim Caetano): Alcindo Guanabara ► Silvério Gomes Pimenta ► Gustavo Barroso ► Silva Melo ► Américo Jacobina Lacombe ► Marcos Almir Madeira ► Antônio Carlos Secchin
20 (Joaquim Manuel de Macedo): Salvador de Mendonça ► Emílio de Meneses ► Humberto de Campos ► Múcio Leão ► Aurélio de Lira Tavares ► Murilo Melo Filho

Cadeiras
21 a 30 21 (Joaquim Serra): José do Patrocínio ► Mário de Alencar ► Olegário Mariano ► Álvaro Moreira ► Adonias Filho ► Dias Gomes ► Roberto Campos ► Paulo Coelho
22 (José Bonifácio): Medeiros e Albuquerque ► Miguel Osório de Almeida ► Luís Viana Filho ► Ivo Pitanguy
23 (José de Alencar): Machado de Assis ► Lafayette Rodrigues Pereira ► Alfredo Pujol ► Otávio Mangabeira ► Jorge Amado ► Zélia Gattai ► Luiz Paulo Horta
24 (Júlio Ribeiro): Garcia Redondo ► Luís Guimarães Filho ► Manuel Bandeira ► Cyro dos Anjos ► Sábato Magaldi
25 (Junqueira Freire): Franklin Dória ► Artur Orlando da Silva ► Ataulfo de Paiva ► José Lins do Rego ► Afonso Arinos de Melo Franco ► Alberto Venancio Filho
26 (Laurindo Rabelo): Guimarães Passos ► João do Rio (Paulo Barreto) ► Constâncio Alves ► Ribeiro Couto ► Gilberto Amado ► Mauro Mota ► Marcos Vilaça
27 (Maciel Monteiro): Joaquim Nabuco ► Dantas Barreto ► Gregório da Fonseca ► Levi Carneiro ► Otávio de Faria ► Eduardo Portella
28 (Manuel Antônio de Almeida): Inglês de Sousa ► Xavier Marques ► Menotti Del Picchia ► Oscar Dias Correia ► Domício Proença Filho
29 (Martins Pena): Artur de Azevedo ► Vicente de Carvalho ► Cláudio de Sousa ► Josué Montello ► José Mindlin
30 (Pardal Mallet): Pedro Rabelo ► Heráclito Graça ► Antônio Austregésilo ► Aurélio Buarque de Holanda Ferreira ► Nélida Piñon

Cadeiras
31 a 40 31 (Pedro Luís): Luís Guimarães Júnior ► João Ribeiro ► Paulo Setúbal ► Cassiano Ricardo ► José Cândido de Carvalho ► Geraldo França de Lima ► Moacyr Scliar
32 (Manuel de Araújo Porto-alegre): Carlos de Laet ► Ramiz Galvão ► Viriato Correia ► Joracy Camargo ► Genolino Amado ► Ariano Suassuna
33 (Raul Pompeia): Domício da Gama ► Fernando Magalhães ► Luís Edmundo ► Afrânio Coutinho ► Evanildo Bechara
34 (Sousa Caldas): João Manuel Pereira da Silva ► Barão do Rio Branco ► Lauro Müller ► Aquino Correia ► Magalhães Júnior ► Carlos Castelo Branco ► João Ubaldo Ribeiro
35 (Tavares Bastos): Rodrigo Otávio ► Rodrigo Otávio Filho ► José Honório Rodrigues ► Celso Cunha ► Cândido Mendes de Almeida
36 (Teófilo Dias): Afonso Celso ► Clementino Fraga ► Paulo Carneiro ► José Guilherme Merquior ► João de Scantimburgo
37 (Tomás Antônio Gonzaga): Silva Ramos ► Alcântara Machado ► Getúlio Vargas ► Assis Chateaubriand ► João Cabral de Melo Neto ► Ivan Junqueira
38 (Tobias Barreto): Graça Aranha ► Santos Dumont ► Celso Vieira ► Maurício Campos de Medeiros ► José Américo de Almeida ► José Sarney
39 (Francisco Adolfo de Varnhagen): Oliveira Lima ► Alberto de Faria ► Rocha Pombo ► Rodolfo Garcia ► Elmano Cardim ► Otto Lara Resende ► Roberto Marinho ► Marco Maciel
40 (Visconde do Rio Branco): Eduardo Prado ► Afonso Arinos ► Miguel Couto ► Alceu Amoroso Lima ► Evaristo de Moraes Filho


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Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Euclides_da_Cunha"
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Esta página foi modificada pela última vez às 22h38min de 30 de dezembro de 2009. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons Attribution/Share-Alike License; pode estar sujeito a condições adicionais. Consulte as Condições de Uso para mais detalhes. Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais