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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Oficna Afro e Carnaval em Porto Alegre




Encontro o Negro e a Educação

Caranval em Porto Alegre em 2002 e o Encontro O Negro e A Educação em 1993 em Vacaria RS


Inter

Gabriel Waldrigues e Maria Luiza Benitez

Mano em Vacaria RS Treinando o 15 de Campo Bom

Gabriel Waldrigues

Gabriel Waldrigues Tecnico de Segurança

Inter em 1984

Destaque Vermelho


DESTAQUES DA EDIÇÃO DE
HOJE DO PORTAL VERMELHO

TV Vermelho

Após chuvas, Pernambuco luta para resgatar sua história e escolas

Movimento "Dilma vez por todas" toma as ruas do Brasil


Dilma destaca a importância da identidade cultural


Dilma: as meninas poderão sonhar
com a Presidência
Eleições 2010
Campanha de Dilma traça estratégia para conquistar voto feminino

conquistar voto feminino Os partidos que sustentam a candidatura da ex-ministra decidiram estabelecer um comitê nacional conjunto com suas lideranças femininas a fim de criar uma agenda de campanha especificamente voltada às mulheres.



Imperialismo
Exercícios militares dos EUA no mar Amarelo inquietam a China
Sem preconceito
Precursora na região, Argentina aprova casamento gay
Trabalhadores na luta
Montadoras do ABC liberam metalúrgicos para aulas de sindicalismo
Carlos Lozano (PC)
"Não há saída para a Colômbia fora da política e da democracia"


Serra e os trabalhadores: tentando tapar o sol com peneira


Papillon
"Cidadania se põe à mesa" reúne arte, saberes e sabores em SP

Zillah Branco
A mídia na formação mental

Luciano Siqueira
O óleo, a água e o PCdoB em campanha

Fatima Oliveira
A personalidades delinquentes só a lei é que pode impor limites

Sidnei Liberal
Dissipando nuvens

Paulo Vinícius
A juventude, enfim, é parte da Constituição Brasileira!



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Anatomia de Uma Atrocidade



Os jornalistas que se proclamam "de referência" não falam disto
Faluja: Anatomia de uma atrocidade
por David Rothscum [*]

Nascidos em Faluja. Hoje, 6 de julho de 2010, Chris Busby, Malak Hamdan e Entesar Ariabi publicaram seu estudo epidemiológico sobre os problemas de saúde sofridos pelo povo de Faluja. O estudo completo pode ser descarregado aqui , gratuitamente. Vocês podem ainda não ter ouvido falar desses homens, mas estou certo que seus nomes serão citados nos livros de história. A razão para isso é que coletaram evidências cientificas do genocídio que a população de Faluja está sofrendo nas mãos dos imperialistas que invadiram o Iraque. Infelizmente, ainda não despertaram muita atenção pelas suas descobertas, e por isso sinto-me pessoalmente obrigado a ajudar com isso.

Poucos dias atrás, em 2 de julho, aqueles cientistas emitiram um comunicado de imprensa no Uruknet apresentando algumas das suas descobertas. Foi intitulado "Danos genético e de saúde em Faluja, Iraque, piores do que em Hiroshima". Em abril, anunciaram descobertas preliminares no Global Research , um site com o qual creio que a maioria de vocês está familiarizado. Por favor, entendam que quando alguém descobre horrendas atrocidades, nas quais a mídia principal se recusa a tocar, eles vêem a vocês, o movimento da Verdade, e vocês são responsáveis por divulgar essa informação junto ao público. Antes de 2003, antes da invasão e da guerra do Iraque, da carnificina de Faluja e muitas mais, vocês estavam tentando despertar consciências para a Síndrome da Guerra do Golfo, a epidemia de câncer e defeitos congênitos no sul do Iraque devido ao urânio empobrecido (Depleted Uranium) , e geralmente deparavam-se com o ridiculo e a descrença.

Agora que os horrores sobre os quais vocês avisaram estão sendo lentamente revelados ao mundo, todos vocês têm razões para se orgulhar de seu árduo trabalho. Não apenas os ativistas principais (Leuren Moret, Doug Rokke, e muitos outros) mas todos vocês que contribuíram de sua própria maneira reproduzindo suas histórias em blogues, fóruns, escrevendo a políticos, e tudo o mais que fizeram para alertar sobre esta atrocidade. Se o povo os ouvisse, muito disso poderia ter sido evitado. Acho importante que compreendam que devem sentir orgulho de si mesmos pelo esforço que fizeram, enquanto a maior parte das pessoas em torno de vocês nada fizeram.

Tenho também muito respeito pela equipe de 11 pessoas que foram de casa em casa em Faluja para coletar informações. As pessoas em Faluja desconfiam das autoridades (têm todas as razões para isso), e suspeitaram que era parte de uma operação do serviço secreto. Em um caso foram infelizmente recebidos com violência física. A equipe mesmo assim completou a pesquisa, apesar do risco que enfrentaram tanto da ameaça de violência física quanto naturalmente por simplesmente estar num ambiente insalubre.

Dito isso, passo ao estudo propriamente dito. Por mais chocantes que tenham sido as informações anunciadas à imprensa e as descobertas preliminares, os resultados completos do que eles mostraram no seu estudo é pior. O comunicado à imprensa menciona: "descobriu-se que a mortalidade infantil era de 80 por 1000 nascimentos, que se compara a 19 no Egito, 17 na Jordânia e 9,7 no Kuwait". O que o comunicado de imprensa não mencionou é que este é o período de total de 2006 a 2010. Infelizmente, entre 2006 e 2010 a mortalidade infantil manteve-se a subir (136 no período 2009-2010).

Como o estudo completo menciona, ao olharmos apenas para 2009 e os primeiros dois meses de 2010, descobrimos que a taxa de mortalidade infantil hoje não está no nível de 80 crianças entre mil, que morrem em um ano, mas numa taxa horrorosa de 136 a cada 1000 nascimentos. Quando olhamos a tabela no estudo, descobrimos que em 2008 morreram 6 crianças (de 0 a 1 anos), comparadas a 0 em 2005 e somente 1 em 2004. Em 2009, 10 crianças morreram. Entretanto, nos primeiros dois meses de 2010 que os cientistas estudaram, descobriram que 6 crianças haviam morrido. Portanto, só nos primeiros dois meses de 2010 morreram tantas crianças quanto em todo o ano de 2008. Se a taxa para 2010 se mantiver (e isso não é garantido, poderia ser mais baixa, mas devido à tendência de elevação é mais provável que aumente ainda mais), em 2010 36 crianças morrerão, em comparação com apenas um em 2004.

Ainda que já devesse saber, esperava que a situação melhorasse em Faluja, ou pelo menos não piorasse, porque não vi muitas notícias recentemente, mas ao invés disso a situação só piora à medida em que falamos. Uma descoberta posterior feita pelos cientistas foi que na categoria de crianças entre 0 e 4 anos há somente 860 meninos para cada 1000 meninas. A proporção normal é de 1050 meninos para cada 1000 meninas. Isto é evidência de mutações genéticas.

A razão para isso é que meninas têm dois cromossomas X, enquanto os meninos têm apenas um. Assim, se um dos cromossomos X de uma menina sofre mutação genética, ela ainda tem outra cópia funcional. Entretanto, se o cromossoma X de um menino sofre mutação genética, ele não tem cópia funcional do mesmo gene, e isso pode causar a morte do menino. Todavia, a taxa de nascimentos distorcida por também ser (parcialmente ) causada por outro efeito que os cientistas não mencionaram em seu estudo: o efeito de paralisação endócrina do urânio.

Aos níveis baixos dos padrões do EPA (Environmental Protection Agency, Agência de Proteção Ambiental), o urânio é um potente interruptor endócrino . Interruptores endócrinos são agentes químicos que têm efeito hormonal em seres humanos, e o urânio funciona como um estrogênio (hormônio feminino) no corpo humano. Isso faz com que nasça um número menor de bebês do sexo masculino . Assim, a taxa de nascimentos distorcida poderia ser também resultante do efeito hormonal do urânio empobrecido, além de ter sido causada por um aumento das mutações genéticas.

Ainda outro fato descoberto pelos pesquisadores deve ser mencionado. Seu estudo descobriu que houve um declínio abrupto nas taxas de nascimento. Como eles mencionam: "É claro que a população de 0 a 4 anos, nascida no período 2004 a 2008, após a guerra, é significativamente 30% menor que nas populações nas faixas de 5-9, 10-14 e 15-19 anos". Isso é o que eu chamo de despovoamento em ação.

Infelizmente também há uma epidemia de câncer em Faluja. Isso era esperado, mas não recebeu até agora atenção suficiente. Há 4,2 mais vezes casos de câncer do que se esperaria para a região. Para o câncer infantil, há um risco relativo de 12,6 vezes. Câncer cerebral, câncer mamário e linfoma são todos particularmente mais altos do que se esperaria, mas o pior de tudo é a epidemia de leucemia, num risco relativo de 22,2 vezes, e de 38,5 na categoria etária entre 0 e 25 anos. Esses são exatamente os tipos de câncer que esperaríamos como causa de exposição à radiação. Veteranos expostos ao urânio empobrecido também sofrem de epidemias de leucemia, por exemplo. Crianças são mais sensíveis aos efeitos da radiação devido a suas células estarem em rápida divisão.

Todas as evidências mostram que o desastre é causado pelo urânio empobrecido. Não se pode detê-lo, e ele apenas piora, e continuará a piorar. Estamos agora em 2010, e o combate mais intenso ocorreu em 2004. Em Bassorá, o combate intenso ocorreu em 1991. Em 1998, o aumento nos defeitos congênitos tornou-se seriamente notável, e em 2001, dez anos depois, tinha-se tornado alarmante. Em 2005, a taxa de câncer estava ainda em elevação em Bassorá . Desta forma há pouca razão para acreditar que a situação melhorará num futuro próximo, infelizmente.

Eu não desejaria isso ao meu pior inimigo. Então certamente não o desejo para o grande povo do Iraque, que conseguiu construir um país do primeiro mundo no deserto, onde pessoas de crenças diferentes se casavam entre si, e muçulmanos e cristãos geriam juntos o governo secular. Mulheres frequentavam as universidades e não precisavam esconder sua beleza. Hoje elas cobrem seus corpos para esconder as feridas do câncer e de defeitos congênitos que ainda serão a praga do Iraque nas próximas décadas. Durante os próximos 50 anos, aqueles que tiverem câncer ainda se perguntarão se o urânio empobrecido teria sido o responsável. Eles sofrem da mesma forma que eu e você se isso nos tivesse acontecido. Portanto, não vejo os sobreviventes deste genocídio nos perdoando tão cedo.

Não acho que perdoaríamos e quereríamos a amizade de povos que mandaram seus soldados invadir nossos países, destruíram nosso DNA com suas armas radioativas, e não mostraram um grama de arrependimento ou culpa. Quando víssemos o que fizeram às nossas crianças, que nasceram deformadas e tiveram câncer, lutaríamos com os invasores até que estivessem todos mortos, ou tivessem todos deixado o nosso país. Não interpretem isso como um chamado à violência, estou apenas afirmando o óbvio: se você fere os filhos de alguém, eles lutarão contra si até a morte, sem um momento sequer de dúvida. Quando você chora os 4.400 veteranos americanos mortos, ou as centenas de outros países, pense nisso. Eles não podem apontar para seus comandantes, eles têm sua própria responsabilidade em não causar dano a outros, e eles falharam em viver de acordo com isso. A qualquer momento, diga a algum militar que você conhece para desertar quando ele tiver oportunidade. Nunca é tarde demais para abandonar o mal.

E esse mal infelizmente está solto por aí. Quando Israel bombardeou Gaza, chamaram a isso "Operação Chumbo Derretido", uma descrição poética do urânio empobrecido (o urânio é geralmente descrito como mais denso que o chumbo, e é supostamente por isso que é usado). Quando os americanos tomaram Faluja, denominaram a sua carnificina de Operação Fúria Fantasma. Eu novamente chamaria isso de descrição poética do que fizeram ao povo de Faluja. Os militares americanos estavam furiosos com a morte de quatro dos seus guerreiros de elite, os contratados da Blackwater cujos corpos foram pendurados numa ponte. Assim, desencadearam sua "fúria fantasma". A radiação invisível que os sentidos humanos não podem detectar, que destrói toda vida em que toca. Se o envenenamento de uma cidade inteira com radiação não é uma forma de "Fúria Fantasma", então eu não sei o que é.

Qualquer possibilidade de reconciliação não é favorecida pela reação que eu vejo das pessoas na Internet a essas histórias. "Uau, tudo isso por terem pendurado os corpos queimados de contratados americanos nas pontes e os terem profanado. Não sinto muito por eles". Foi o que uma pessoa respondeu. Quando foram reveladas as notícias sobre uma epidemia de câncer no sangue na Faixa de Gaza durante a Operação Chumbo Derretido, alguém respondeu com: "Com um pouco de sorte eles param de se reproduzir na faixa". O Dr. Daud Miraki postou algumas imagens de crianças nascidas no Afeganistão e escreveu em um email para Jeff Rense sobre a resposta que conseguiu: "Nos últimos dias, vivi no inferno recebendo emails podres e cheios de ódio de algumas pessoas doentes e estúpidas na América. Elas caçoam das crianças... e amaldiçoam o Islão, a mim e à minha família."

Não sei que tipo de indivíduo doente diria coisas assim. Parecem ser predominantemente aqueles no meio do espectro político, as pessoas que acreditam que os Democratas e Republicanos lhes dão uma escolha, e que acreditam no que vêem na TV.

Comunistas, anarquistas, nacionalistas brancos, nacionalistas negros, islamitas, todos estão chocados com o uso de urânio empobrecido e se opõem a isso. Essas são as pessoas a quem a imprensa chama de extremistas, porque não se enquadram na oposição controlada, e de quem somos ensinados a ter medo. Ao contrário, as pessoas que encontro que ignoram ou, pior ainda, encorajam esse genocídio são aquelas da corrente política majoritária. Se existe alguém que eu tema, são aqueles na corrente política majoritária, composta de pessoas assustadas demais para pensar por si mesmas e que acham que nada lhes acontecerá se aplaudirem os que estão no poder. São tais pessoas que tornam possível este genocídio.
Ver também:
Urânio empobrecido: Bombas sujas, mísseis sujos e balas sujas, Leuren Moret Guerra do Iraque: Urânio empobrecido contamina a Europa, Leuren Moret Urânio empobrecido, arma de extermínio da humanidade, Leuren Moret As armas utilizadas e os alvos atingidos pelos bombardeamentos israelenses, Leuren Moret Urânio empobrecido: Um crime de guerra dentro de uma guerra criminosa, William Bowles Afeganistão: O pesadelo nuclear principia, Davey Garland Uma questão de integridade, Doug Rokke, Ph.D. Os bárbaros e os civilizados, Chandra Muzaffar O urânio empobrecido retorna aos EUA, Eli Forças israelenses utilizam armas mortais novas e desconhecidas, Prof. Paola Manduca Gaza, campo de extermínio lento, Thabet El Masri DU, o horror que o imperialismo espalha por todo o planeta, David Randall O urânio e a guerra, John Williams Queixa-crime contra o general Franks, Jan Fermon e Nuri Albala A ciência ao serviço da guerra?, Rui Namorado Rosa "Sangue nas suas mãos", John Pilger

[*] David.Rothscum@dse.nl

O original encontra-se em: Fallujah: Anatomy Of An Atrocity

Tradução de RMP.

Este artigo, traduzido para o português, encontra-se em; Faluja: Anatomia de uma atrocidade

http://redecastorphoto.blogspot.com/2010/07/faluja-anatomia-de-uma-atrocidade.html





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Tragédia

[Anexos de Kandenge Kizembe incluídos abaixo]




TRAGÉDIA NA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO QUANDO UM CAMINHÃO QUE TRANSPORTAVA GASOLINA EXPLODIU E O POVO QUERIA APROVEITAR ALGUNS TAMBORES DE COMBUSTÍVEL E ACABARAM POR MORRER CARBONIZADOS




__._,_.___

Anexo(s) de Kandenge Kizembe

5 de 5 foto(s)

Revista Veja






16 de julho de 2010

Caro leitor, aqui estão os destaques de VEJA desta semana.

VEJA.com - veja@abril.com.br



Edição da semana (n° 2174 - 21 de julho de 2010)

Família
Palmadinha fora da lei
O governo quer proibir o tapa pedagógico. Mas não é de uma nova lei que depende a felicidade e o futuro das crianças, e sim do bom senso e equilíbrio dos pais

• Índice da edição


Entrevista
Presidente do TRE-RJ quer tropas nos morros durante as eleições

Eleições
Lula insiste em usar a máquina para eleger Dilma Rousseff


Showbizz
O fel de Mel Gibson
Polícia vai decidir se são verdadeiras as gravações em que o ator batia na ex-namorada Golfo
A poupança virou prejuízo
Economia de 500 000 dólares com item de segurança vai custar 37 bilhões de dólares à BP


Livros
Memórias confirmam a originalidade de Gilberto Freyre

Especial
Vendas porta a porta são a ocupação de 2,5 milhões de brasileiros


Medicina
O fracasso e o sucesso das cobaias humanas
A derradeira cartada de um doente terminal é ser cobaia em testes de drogas experimentais Guia
Para controlar a saúde em casa
Os aparelhos de diagnóstico caseiro entraram definitivamente para a farmacinha doméstica.


Lya Luft
Por que os homens nos matam

J.R.Guzzo
Ilusões Perdidas


Destaques on-line



Eleições 2010
Twitter de Candidato
Ferramenta exclusiva de VEJA mede o desempenho dos candidatos no microblog



Entrevistas
Homem de idéias - Elon Musk, o empresário e cientista que inspirou o Homem de Ferro
Jaron Lanier: "A internet está errada" - O criador do termo "realidade virtual" acata o modelo de web


Temas em Foco
A Tour de France, mais famosa competição ciclístca do mundo, entra em sua semana decisiva. Saiba tudo sobre cada etapa da prova que atravessa belíssimas paisagens francesas



Colunistas
Blog
Reinaldo Azevedo
Kafka? Não, Dutra
"Presidente do PT classificou a questão da quebra de sigilo de 'sopa requentada'"
Radar on-line
Lauro Jardim
Graça no Brasil
"A mulher de Nelson Mandela fará uma série de palestras no país em agosto "
Coluna
Augusto Nunes
Espanto DilmaBoy
"Tudo pode acontecer num país em que ela se acha preparada para a Presidência"
Sustentável
Denis Russo
Copenhague
Genética
Mayana Zatz
Estudo
Consultório
Betty Milan
Ter ou não ter?
Todoprosa
Sérgio Rodrigues
I Write Like
Blogs da redação
Futebol
Blog da Copa
Balanço de 2010
Eleições
Política
Foi só entusiasmo
Cultura
VEJA Meus Livros
Concurso cultural
Variedades
Dez Mais
Final infeliz

Zico Fala do Caso Bruno


Zico lamenta ver denúncias contra Bruno
19 de Julho de 2010 09:01
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Zico, eterno ídolo do Flamengo e agora diretor executivo de futebol do clube, também falou ao “Fantástico”. Ele disse que o problema com Bruno poderia ter sido evitado se o jogador tivesse maior acompanhamento fora de campo.

– Mesmo que fosse um caso pessoal, isso não é de agora. Esse caso vem se arrastando há muito tempo – declarou Zico.

O diretor executivo do Flamengo falou que Bruno sempre se mostrou avesso ao acompanhamento psicológico e aos conselhos dos dirigentes do clube.

– Precisavam ter dado orientação a ele sobre o que é ser capitão de um time como o do Flamengo.

O ex-jogador lamentou ainda o fato de o Flamengo figurar nas páginas policiais nos últimos meses.

A avó de Bruno, Dona Estela, a pessoa que criou o goleiro, também falou pela primeira vez sobre o caso. Ela disse não ter certeza da inocência do neto.

– Vamos deixar nas mãos de Deus e da Justiça.

Câmera Monitoramento

Polícia Civil instala câmeras de monitoramento em delegacia do bairro Belém Novo
16/07/2010 15:20

A 7ª Delegacia de Polícia tem desde a manhã desta sexta-feira (16/7), a vigilância de 4 câmeras de monitoramento no bairro Belém Novo, em Porto Alegre. Três serão fixas, e outra móvel. Os equipamentos foram adquiridos por meio do Conselho Comunitário de Segurança Pública e Conselho Comunitário Pró-Segurança Pública.

Fonte: Ascom/PC

Chimia Assume a Presdiência da Câmara

Chimia assume Presidência da Câmara

Amadeu e Chimia

A partir desta sexta-feira dia 16, assume a Presidência da Câmara de Vereadores por um período de 30 dias, o vereador Valdemir Lira de Lima (Chimia) do PTB.
Conforme acordo com o vereador Amadeu de Almeida Boeira, ,atual presidente do Legislativo, Chimia assume até o dia 16 de agosto.

A troca foi assinada na manhã desta quinta-feira 15, no Gabinete da Presidência. O vereador Amadeu durante esses 30 dias, permanece em plenário participando da discussão e votação de projetos.

No ano de 2011, Chimia será o presidente da Câmara de Vereadores, conforme acordo da Mesa Diretora.

Data: 15/07/2010
Fonte/Crédito: Assessoria de Imprensa

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Six Interfaces

Primeiro contato com o Movimento Negro


O embrião do Movimento Negro em Esteio em 1987 no Encontro Estadual da Pastoral da Juventude RS

Paulo Furtado de Trança Rasta em 1995

Na Banda do Colégio Nossa Senhora da Oliveira em 1980

Candidato a Vereador em 1992 pelo PT Em Vacaria RS

Paulo Furtado na Oficina de Dança Afro em Vacaria RS

Arquivamento da CPI do Caixa Dois do PT

Arquivada CPI do Caixa Dois

A CPI do Caixa Dois encerrou os trabalhos e decidiu pelo arquivamento do processo que apurava denúncias de irregularidades na campanha da Frente Popular nas eleições municipais de 2008.

Havia uma gravação na voz de um dos membros da Frente Popular em que dizia que tinha havido sobra de dinheiro e que o Prefeito Elói Poltronieri tinha se apossado desses recursos.

Depois de vários depoimentos colhidos na CPI, o relator da Comissão Vereador Valdemir Lima(Chimia) do PTB, decidiu pelo arquivamento, entendendo que não houve provas de Caixa Dois, mesmo tendo surgido essa gravação.

Sobre a gravação, o depoente José Antônio de Souza Silva disse que isso aconteceu em tom de brincadeira e que não sabia se isso realmente havia ocorrido, nem onde tinham gravado a sua voz.

Na Comissão o arquivamento foi por seis votos a um. Votaram a favor do relatório os vereadores Valdemir Lima, Mário Bala, Dagmar Dengo, Elisabete Silva, Osnir Domingues e Antonio Almeida e votou contra, o vereador Douglas Borges.

Data: 13/07/2010
Fonte/Crédito: Assessoria de Imprensa

Paulo Furtado na Banda Marcial do Colégio São Francisco em 1983


Violência Contra a Mulher

Carta O Berro......................................................repassem

Sexta-Feira, 16 de julho de 2010


Violências contra a mulher


Frei Betto *

O hediondo crime que envolve o goleiro Bruno -a mulher, após ser assassinada, teve o corpo destroçado e devorado por cães, segundo denúncia- é a ponta do iceberg de um problema recorrente: a agressão masculina à mulher.

Entre 1997 e 2007, segundo o Mapa da Violência no Brasil/2010, 41.532 mulheres foram assassinadas no país. Um índice de 4,2 vítimas por cada grupo de 100 mil habitantes, bem acima da média internacional. O Espírito Santo apresenta o quadro mais grave: 10,3 assassinatos de mulheres/100 mil.

O Núcleo de Violência da Universidade de São Paulo identifica como assassinos maridos, ex-maridos e namorados inconformados com o fim da relação. Ao forte componente de misoginia (aversão à mulher), acresce-se a prepotência machista de quem se julga dono da parceira e, portanto, senhor absoluto sobre o destino dela.

A Central de Atendimento à Mulher (telefone 180) recebeu, nos primeiros cinco meses deste ano, 95% mais denúncias do que no mesmo período do ano passado. Mais de 50 mil mulheres denunciaram agressões verbais e físicas. A maioria é de mulheres negras, casadas, com idade entre 20 e 45 anos e nível médio de escolaridade. Os agressores são, em maioria, homens com idade entre 20 e 55 anos e nível médio de escolaridade.

Acredita-se que o aumento de denúncias se deve à Lei Maria da Penha, sancionada em 2006 pelo presidente Lula, e que aumenta o rigor da punição aos agressores. Apesar desse avanço, tudo indica que muitos lares brasileiros são verdadeiras casas dos horrores. A mulher é humilhada, destratada, surrada, por vezes vive em regime de encarceramento virtual e de semiescravidão no trabalho doméstico. Sem contar os casos de pedofilia e agressão sexual de crianças e adolescentes por parte do próprio pai.

A violência contra a mulher decorre de vários fatores, a começar pela omissão das próprias vítimas que, dependentes emocional e financeiramente do agressor, ou em nome da preservação do núcleo familiar, ficam caladas ou dominadas pelo pavor frente aos efeitos de uma denúncia. Soma-se a isso a impunidade. Eliza Zamudio, ex-namorada do goleiro Bruno, teria recorrido à Delegacia de Defesa da Mulher, sem que sua queixa tivesse sido levada a sério. Raramente o poder público assegura proteção à vítima e é ágil na punição ao agressor.

A violência contra a mulher não ocorre apenas nas relações interpessoais. Ela é generalizada pela cultura mercantilizada em que vivemos. Basta observar a multiplicidade de anúncios televisivos que fazem da mulher isca pornográfica de consumo.

Pare diante de uma banca de revistas e confira a diversidade do "açougue" fotográfico! Preste atenção no papéis femininos em programas humorísticos. Ora, se a mulher é reduzida às suas nádegas e atributos físicos, tratada como "gata" ou "avião", exposta como mero objeto de uso masculino, como esperar que seja respeitada?

Nossas escolas, de uns anos para cá, introduziram no currículo aulas que abordam o tema da sexualidade. Em geral se restringem a noções de higiene corporal para se evitar doenças sexualmente transmissíveis. Não tratam do afeto, do amor, da alteridade entre parceiros, da família como projeto de vida, da irredutível dignidade do outro, incluídos os/as homossexuais.

Nas famílias, ainda há pais que conservam o tabu de não falar de sexo e afeto com os filhos ou julgam melhor o extremo oposto, o "liberou geral", a total falta de limites, o que favorece a erotização precoce de crianças e a promiscuidade de adolescentes, agravada pelos casos de gravidez inesperada e indesejada.

Onde andam os movimentos de mulheres? Onde a indignação frente às várias formas de violência contra elas?

Os clubes esportivos deveriam impor a seus atletas, como fazem empresas e denominações religiosas, um código de ética. Talvez assim a fama repentina e o dinheiro excessivo não virassem a cabeça de ídolos de pés de barro...

[Autor de "Diário de Fernando - nos cárceres da ditadura militar brasileira" (Rocco), entre outros livros. www.freibetto.org - twitter:@freibetto

Copyright 2010 - FREI BETTO - Não é permitida a reprodução deste artigo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização do autor. Assine todos os artigos do escritor e os receberá diretamente em seu e-mail. Contato - MHPAL - Agência Literária (mhpal@terra.com.br)].


* Escritor e assessor de movimentos sociais


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Trem-Bala

Queridos amigos temos novas postagens:

O TREM-BALA DE HEITOR VILLA LOBOS
O MEU DESABAFO
TODO BRASILEIRO MERECE TER UM, agora mais do que nunca!

Ouvidoria da Brigada Militar

Brigada Militar cria ouvidoria do CRPO-Serra
Serviço será oferecido na sede da entidade, por telefone e e-mail

Visando proporcionar um melhor atendimento a comunidade serrana, o Comando Regional de Polícia Ostensiva da Serra (CRPO-Serra) adota a instalação permanente do Gabiente de Ouvidoria, aliada a filosofia de Policia Cidadã, proporcionando a comunidade local e regional fazer denúncias, reclamações, elogios e sugestões quanto a atuação da Brigada Militar nos 66 municípios que abrangem a área de responsabilidade do CRPO-Serra. Para isto, basta comparecer na sede do CRPO-Serra, em Caxias do Sul na rua Dr. Montauri, nº 1110, ou ainda através do telefone (54) 3223-5554. Também está disponível o e-mail: crposerra-ouvidoria@brigadamilitar.rs.gov.br

O serviço é 24 horas, ininterruptamente, para comunicações realizadas por telefone ou e-mail, e de segunda a sexta-feira no horário das 12h30min as 18h30min para atendimento pessoal.

Integrando as ações do projeto Polícia Cidadã, o Comando da Corporação, está fazendo contatos, para saber a satisfação das pessoas com os atendimentos prestados pelos policiais militares, além, de oferecer ajuda e orientação as pessoas que tenham passado por perdas ou traumas violentos.
por Fábia Schüler - Fatima e Maisn vac (Rádio Fátima AM), dia 17/07/2010 às 07:47

Seguro do Carro

BOM DIA PRA TODOS...QUE CRIATIVIDADE !!!! UM ABRAÇO
Seguro de carro!
- Quem escreveu, tem muita imaginação.

'Vocês sabem que hoje em dia o seguro de um automóvel é indispensável. ..
Não podemos deixar nem Uno
de nossos Benz a Mercedes desses ladrões
que fazem a
Fiesta , nessa Honda de assaltos!!!
A Marea
está Brava !
Quem não segura o seu automóvel, pode se
Ferrari e depois só GM pelos cantos ou fica a Ranger os dentes e a Courier de um lado para outro, vigiando a Strada e perguntando:
- Kadett
meu carro ??????.
Faz a maior
Siena e fica Palio de nervoso !!!
Aí, vai rezar um terço para
Santana ajudar...
Mas isto não
Elba stante para ter seu carro de volta !
Seguro é o
Tipo de negocio difícil, Mazda para resolver, sem ficar com cara de Besta no final !!!
O seguro é um Prêmio
para quem o faz !!!
Tempra
todo veículo. Tem Parati também.
E, na hora de fazer o seguro do seu carro, pense nas
Variant es...
Afinal
Quantum mais opções, melhor !
Você vai ver que o nosso seguro é legal as
Pampa ...
Por isso, ele o
Fusca os demais, e vai marcar um Gol na hora do Accord !!!
Não deixe o prazo
Passat !... Monza obra !
Venha
Logus ! Estamos Kombi nados???
Espero seu contato...
Visite nossa agência e se
Accent na frente do Galant , que é o nosso gerente!
P.S. : Não se esqueça de levar o
Stratus de seu banco e colocar um Blazer bem bonito, parecendo um Diplomata de Classe A .
Mas, não deixe de olhar todos os
Topic do contrato...
Somos bem melhores
Kia concorrência e se você perder esta Xantia, vai se Corsa todo de raiva, o Ka ???
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Weekend tranqüilo, fazendo um Céu pela praia de Ipanema que, se roubarem seu carro, mesmo que seja em dia de Eclipse , você não terá problema...
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Suprema garantia de pagamento em prazo recorde !!!
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Rebelião de Detentos no Presidio de Vacaria RS


Detentos são transferidos após tumulto no presídio
Número de presos está acima da capacidade da penitenciária
Presídio de Vacaria (Foto: RD Fátima)
Presídio de Vacaria (Foto: RD Fátima)

Os apenados estavam no pátio, sábado, 17/07, por volta das 12h50min, quando ocorreu uma briga generalizada. Dois homens ficaram feridos, por golpes de facas artesanais. Eles foram atendidos no Hospital Nossa Senhora da Oliveira e liberados.

No mesmo dia, o Pelotão de Operações Especiais da Brigada Militar realizou uma revista no Presidio Estadual de Vacaria e apreendeu 30 facas artesanais, um celular com carregador e três cachimbos, utilizados no consumo de crack.

Em virtude da briga, na tarde de sábado, sete detentos foram transferidos para Penitenciária Regional do Apanhador, em Caxias do Sul.

Nesta segunda-feira, 19/07, o presidio de Vacaria está com 274 detentos, sendo que 18 são mulheres. A capacidade da penitenciária é para 114 pessoas.
por Fábia Schüler - Fatima e Maisn vac (Rádio Fátima AM), dia 19/07/2010 às 07:33

Obra RS 456

A Licença Ambiental, expedida pela FEPAM para as obras da RS456, foi revalidada na Divisão de Anuência do órgão. Falta apenas a publicação da LA, para que a empresa construtora Técnica Viária/Castelari, reinicie as obras a partir do km 12, já asfaltado.



Depois a que assinou a repactuacão do contrato (Aditivo publicado no Diário Oficial), a empresa encaminhou à Fepam, o pedido de revalidação da LA concedida, mas de prazo vencido. Além disso, contratou a locação (estaqueamento) de 28 km , até a cidade de Esmeralda.



O DAER afirma que a obra está autorizada, com Ordem de Serviço, e recursos orçamentários.



Diretores da empresa garantem que aguardam apenas a publicação da LA para a retomada das obras. Dispõe de três jazidas, na BR285 próximo ao Saltinho, na RS456 e no Pinhal da Serra, para extração do material para base.



Enquanto isso a Técnica Viária segue na manutenção de 140 km de Pedágios na BR285 e na BR116, como empresa integrante do Pólo Vacaria e contratada até 2013.



Por outro lado o DAER reafirma que não faltarão recursos para a conclusão do Aeroporto de Cargas. O Estado participa com 30% da obra, os outros 70% são do fundo constituído por parcelas das passagens áreas PROFAA, igualmente assegurados por Convênio.



Na região prosseguem quatro frentes de trabalho do DAER:



* RS110 Rodovia Júlio Redecker, em Alziro Ramos , na conclusão de 8 km de pavimento, pela Sultepa.



* ACESSO de Jaquirana com 10 km , empresa Sultepa.



* RS020 de Cambará/Ausentes, pela empreiteira Sultepa.



* RS126 entre Ibiraiaras e São Jorge, pela Construtora Tedesco.



Espera-se a retomada das obras da RS470 entre André da Rocha/Nova Prata com 15 km (Toniollo Busnello), RS461 Capão Bonito/Lagoa Vermelha com 17,9 km (Técnica Viária), RS456 Pinhal da Serra/Esmeralda com 21 km (J. Malucelli), acesso de Monte Alegre dos Campos, com 15 km (J. Malucelli), todas aguardando a Licença Ambiental, pois foram repactuadas e autorizadas pelo DAER. A pressão dos prefeitos junto as Construtoras é a única ação possível neste momento, pois as obras foram priorizadas, repactuadas e autorizadas pelo DAER.



Os recursos orçamentários foram assegurados em 2009, com a Emenda dos deputados da Base Aliada que transferiram 700 milhões do Fundo Previdenciário para a Secretaria da Infraestrutura em 2010.



Na esfera federal, prosseguem as gestões para a retomada pelo DNIT a BR116 e BR285, nos trechos pedagiados, com a possibilidade de reparos e investimentos. É o caso das travessias urbanas de Vacaria, especialmente a necessidade de melhorias dos acessos no Distrito Industrial.



Por outro lado o DNIT garante a continuidade dos contratos da BR470 entre Lagoa Vermelha/Pontão (Construtora Brasil) e entre Pontão/Barracão (Construtora Ergo), neste trecho as obras de asfaltamento deverão ser concluídas até o final do ano.



Na BR285 Ausentes/Divisa, a Sultepa aguarda a Licença do Ibama para a retomada das obras. Reativou a pedreira localizada no trecho, distante 3,5 km da cidade e 6,5 km da Divisa da Rocinha. Uma ponte com vão de 400 metros está sendo projetada para garantir a continuidade do asfalto, concluindo o trecho gaúcho da BR285 (Estrada da Maçã).



Em outra frente política, trabalha-se pela federalização da 470 Sul, entre Barretos e Nova Prata, estadualizada em 2002 por Olívio Dutra e FHC, na Medida Provisória 82.



O que pode facilitar a decisão é o fato do Diretor Hideraldo Caron, ter sido Diretor do DAER na época, que assumiu a estrada federal. Foi uma decisão POLÍTICA DO ESTADO, EM TROCA DE 300 MILHÕES PARA PAGAMENTO DO 13º DOS SERVIDORES ESTADUAIS. Lagoa Vermelha, Nova Prata e a região, só ficaram sabendo depois e não puderam reagir.





Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Viagem ao Continente Africano

Caros do Grupo,

o Brasil se caracteriza pela centralização, e a partir disso se gera toda uma malversação dos recursos públicos, cria-se assim a sociedade dos privilégios. Caminhamos na contramão do princípio da subsidiariedade, este fundamental para se ter justiça, desenvolvimento, etc.. A recente viagem do atual ocupante do Palácio do Planalto - em reformas atrazadas do PAC, assim ocupando, obviamente que não para se capacitar, o antigo Centro de Treinamento do Banco do Brasil. Pior é termos que ouvir dele a incitação, promovendo a divisão entre os brasileiros, como se ele não fosse presidente de todos os brasileiros.


"Somos pobres porque acreditamos na distribuição e não na produção de riqueza e renda, esta resultante da baixa tributação e do empenho de todos quando se valoriza o mérito e se observa o esforço em poder competir com liberdade e dignidade, observando a responsabilidade individual, a filosofia da liberdade, o estado de direito e o princípio da subsidiariedade e aquela quando se sustenta a demagogia e o clientelismo político, com seu capitalismo de comparsas e socialismo de privilegiados e quando não se aplicam recursos dos impostos em bens e serviços públicos". (Gerhard Erich Boehme).




"O Estado não deve, de forma alguma, fazer aquilo que os cidadãos também não possam fazer. Isso é autoritarismo puro. Ao contrário, só se pode atribuir ao Estado tarefas que os próprios cidadãos possam cumprir, mas que não é desejável que as cumpram sozinhos (seja porque isso sairia muito caro, seja porque não teriam forças para executá-las). O Estado nada mais é do que o resultado da transferência de poder dos indivíduos para uma entidade que os represente em suas próprias ações. E ninguém pode transferir o que não tem." (Marli Nogueira)



Por outro lado, os políticos que dependem do voto dos eleitores vivem justamente do fato de se declararem necessários. Não têm interesse na solução de problemas nas famílias, nos bairros através das iniciativas privadas dos cidadãos e de associações voluntárias, pois, se assim ocorresse, eles seriam supérfluos.

Os políticos querem convencer os eleitores de que o político é aquele que consegue resolver os problemas do cidadão. Isso quando não se posiciona como político de esquerda, que coloca o Estado como solução para tudo. E assim não se dá conta de que cria justamente a principal causa do fracasso das esquerdas, quando o interesse individual é violentamente suprimido e acaba substituído por um pesado sistema de controle burocrático, que esteriliza as fontes da iniciativa e criatividade.

Políticos, em especial os de esquerda, querem ter o poder de decidir quem vai ser o beneficiário de certas políticas - e quem vai ser a vítima. Eles detêm o poder de distribuir privilégios e de impor custos.

Essa é a realidade atual, razão pela qual o Brasil caminha para o fracasso, com endividamento público e privado crescente, a escravização através de uma abusiva carga tributária, com mais da metade de sua força de trabalho na informalidade, pois esta não é alvo dos privilégios criados por uma estrutura sindical que assalta o Estado e hoje promove a emPTização e o nePTismo.

Eles têm o poder de determinar o que constitui um problema, ou mesmo criá-los, inviabilizando a boa gestão. Seja o problema também uma crise ou uma catástrofe, como as inúmeras que tivemos no início deste ano e hoje também assolam o Nordeste, sem a presença dos próprios políticos assumindo seus erros, seja do presimente ao prefeito múltiplas vezes eleito. Eles decidem o que merece muita atenção - e o que pode ser descartado e esquecido. Quando não partem para o embuste.

"Quando alguém mente, está roubando de alguém o direito de saber a verdade. Quando alguém trapaceia, está roubando o direito à justiça". (Khaled Hosseini em The Kite Runner - O caçador de pipas. Tradução de Maria Helena Rouanet - Editora Nova Fronteira)

Para a maioria dos políticos, é fundamental que as pessoas sequer tentem solucionar os seus próprios problemas, deixando esta tarefa para eles, "os Salvadores da Pátria", que assim acumulam índices de preferência, similares aos obtidos por um dos maiores déspotas da história da humanidade, que levou o mundo ao caos com a 2ª Guerra Mundial ou às do ex-presidente George "(Johnny) Walker" Bush, no primeiro ano de seu (des)governo, felizmente lenta e gradualmente sendo desmascarado.

Para políticos, o Estado e o governo são os meios preferidos de solucionar problemas. Tanto mais à esquerda, mais forte é este discurso. Eles sugerem aos eleitores que a solução vinda do Estado custa menos do que a solução gerada pela própria iniciativa. Segundo os políticos, o governo é capaz de solucionar todos os problemas e de dar fim a qualquer tipo de crise e catástrofe. A grande maioria dos políticos modernos não quer aceitar a posição dos liberais quanto ao governo, fato tão bem expressado por José Antônio Pimenta Bueno, político brasileiro da época do Imperador Dom Pedro II:



"O governo, em circunstâncias ordinárias, não tem a obrigação de sustentar ou manter os particulares, nem ele teria recursos para cumprir essa tarefa; eles devem viver de sua indústria e previdência".



Essa atitude, ao mesmo tempo prudente e modesta, já não existe. Hoje se espera que o Estado e o governo sustentem e mantenham os particulares. Mas esperar demais do Estado e do governo é um erro crucial. O ensaísta liberal francês Claude-Frédéric Bastiat já o ensinou muito bem há mais de 150 anos:

"O Estado é a grande ficção, em que cada um faz todo o possível para viver às custas do outro".

De igual forma nos adverte o Pastor Rogers:

"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a." (Pastor Adrian Pierce Rogers 12 de setembro de 1931 - 15 de novembro de 2005)

Isto, de transferir responsabilidade aos políticos ou ao Estado, certamente não pode funcionar.

Realmente estamos hoje em uma encruzilhada, ou optamos pela continuidade de tudo que há de pior na política, acreditando em "Salvadores da Pátria" que se pautam pelo clientelismo político, com o republicano capitalismo de comparsas, sem mercado, e no socialismo de privilégios, sem compromissos com a educação fundamental e a saúde.

Ou optamos, mesmo sendo derrotados, por assumir responsabilidades, por entender que o princípio da subsidiariedade é fundamental para construirmos uma verdadeira nação. Mas optamos por sermos nós mesmos, a entender as razões de nosso fracasso, as razões pelas quais o Brasil desperdiça talentos ou os perde com a diáspora econômica, ou como nos alerta o Luciano Pires, criando os refugiados éticos.

http://www.portalcafebrasil.com.br/podcasts/refugiados-eticos

Abraços,

Gerhard Erich Boehme
gerhard@boehme.com.br
(41) 8877-6354
Skype: gerhardboehme
Caixa Postal 15019
80530-970 Curitiba - PR



"Os analfabetos deste novo século não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que se recusam a aprender, reaprender e voltar a aprender." (Alvin Toffler)




Café com o Presidente

Uma dívida histórica com os africanos

Gerhard Erich Boehme

boehme@folha.com.br

boehme@globo.com









"Nada é mais terrível do que uma ignorância ativa". (Johann Wolfgang von Goethe - 1749-1832 - Escritor alemão, um dos maiores vultos da literatura européia)





É triste a posição de nosso presimente, busca dividir a sociedade brasileira, o faz das diversas formas, segundo a classe social ou a etnia da qual descendemos, ou pior, segundo a opção política ou mesmo segundo o grau de instrução. Em sua recente viagem à África, mais mentiras e enganações, além dos porres.



Dívida, seguramente não temos, como mais esta mentira dita pelo nosso presimente, se estudarmos a História iremos identificar por onde quer que se olhe que tivemos sim, nós brasileiros, muita injustiça feita com os africanos que para cá vieram, o que inclui seus descendentes até que finalmente lhes foi dada a liberdade, e isso devemos muito a um ideal de liberdade pelo qual lutaram pessoas como o engenheiro André Pinto Rebouças, o jurista Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo, o engenheiro Alfred d’Escragnolle Taunay, o Visconde Taunay e o farmacêutico e jornalista José Carlos do Patrocínio.



Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo (Liberal), Taunay (Conservador) e André Rebouças (sem partido). Por meio de uma tênue linha pontilhada, os ângulos da figura uniam-se em uma pirâmide, em cujo vértice encontrava-se o nome de Dom Pedro II. Assim ilustrava Rebouças suas relações com seus companheiros de campanha abolicionista e militância reformadora, reunidos pelo exílio europeu: divergentes em suas escolhas partidárias, mas unidos em sua lealdade a Dom Pedro II.



São pessoas que construíram a história brasileira, a que nos traz dignidade. Em especial se estudarmos a vida e a obra de Rebouças, e assim passando a entender as razões do fracasso do Brasil republicano, quando todo um idealismo, e não apenas isso, mas todo um exemplo, passou a ser deixado de lado, com a quartelada que muitos chamam de "Proclamação da República", deixamos de ter espaço para não apenas o engenheiro André Pinto Rebouças, mas também dos demais nomes que compunham o grupo que viria a se destacar no nosso III Reinado. Tivéssemos um Duque de Caxias ainda vivo, a vergonhosa quartelada não teria ocorrido. Os republicanos se anteciparam e impediram que as indenizações aos recém libertos fossem feitas, a exemplo do que se debateu e tornou realidade nos Estados Unidos e em outros lugares do mundo.



Recomendei e continuo a recomendar que, ao longo deste Ano Nacional Joaquim Nabuco, não apenas leiam as obras de Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo, mas também o livro "O quinto século: André Rebouças e a construção do Brasil", de Maria Alice Rezende de Carvalho, que foi publicado pela editora Revan.



O tema da obra é a trajetória de André Pinto Rebouças (1833-1898). Filho de um advogado mulato autodidata e da filha de um comerciante, ele nasceu em Cachoeira, na Bahia. Depois de formar-se como engenheiro no Rio, foi estudar na Europa em 1861. De volta ao Brasil, trabalhou na reforma de portos e edificações no litoral. De 1865 a 1866, serviu como engenheiro na Guerra do Paraguai. André Rebouças teve papel importante nas obras do plano de abastecimento de águas para o Rio e na construção das docas da Alfândega. Como empresário, envolveu-se, sem sucesso, em vários empreendimentos que visavam a modernização do país. Na década de 1880, Rebouças engajou-se no movimento abolicionista ao lado de amigos como Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo e o engenheiro Alfred d’Escragnolle Taunay, o Visconde Taunay.



Rebouças era muito ligado a D. Pedro II, viu com hostilidade o movimento militar que levou à República. Embarcou para a Europa no Alagoas, acompanhado o imperador na viagem para o exílio. E o que vemos hoje que esta continua a ser uma das, senão a maior perda que todos nós brasileiros tivemos e assim demos oportunidade para oportunistas republicanos e inúmeros políticos que se alternaram e também hoje ocupam o Palácio do Planalto, com suas realizações pautadas pelo clientelismo político, com seu capitalismo de comparsas, e agora com seu socialismo de privilegiados.



"E andarei em liberdade; pois busco os teus preceitos." (Salmos 119:45)



Perdemos o ideal da liberdade, hoje os brasileiros são escravos de outra forma, agora o somos pela abusiva carga tributária, que retira de nós 40% do resultado de nosso trabalho e ao contrário do que o engenheiro André Pinto Rebouças nos ensinava, perdemos o compromisso com as futuras gerações, pois não valorizamos o ensino fundamental, pois por conta da falta de nosso compromisso como brasileiros, retiramos ou anulamos o potencial dos brasileirinhos. E isso se dá por conta dos, se é que podemos chamar assim, brasileiros que hoje se encontram em Brasília ocupando palácios, distantes da realidade brasileira e mentindo a todos.



Trazendo para os dias atuais o idealismo de Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo, o nosso desafio é e deve ser a luta contra a excessiva carga tributária que nos é imposta, pois além de ser um verdadeiro manicômio, a carga de impostos, taxas e contribuições cobradas das pessoas e empresas drena todos os recursos da sociedade que poderiam estar sendo aplicados na produção e consumo, sem contar que limitam os juros, os recursos para criar e desenvolver os negócios, criar novos produtos e principalmente remunerar dignamente aqueles que optaram por se abdicar do consumo no passado confiando no empreendedorismo e a realização profissional.



Infelizmente o nosso presimente não soube fazer um correto balanço de sua viagem ao continente africano no programa de rádio "Café com o Presidente". A visita oficial a seis países (Cabo Verde, Guiné Equatorial, Quênia, Tanzânia, Zâmbia e África do Sul) foi por ele classificada como sendo a oportunidade de saldar uma dívida histórica do Brasil para com a África. Fechou a viagem com um porre na África do Sul.



E o mais grave, além do Brasil não ter nenhuma dívida histórica com os africanos, e nada justifica abonarmos dívidas anteriormente contraídas, pois estes recursos aqui devem ser destinados à educação e à saúde, além dos serviços públicos. Não se faz solidariedade com o bolso alheio.



Entendo que a justiça somente deva ser feita com quem foi lesado, caso contrário os germânicos, os judeus, os romanos, etc. também deveriam ser alvo de privilégios, pois em alguma época da história também foram escravos.



"A educação só produz resultados em sociedades em que as pessoas podem fazer escolhas pessoais e econômicas, dando-lhes a oportunidade de serem criadoras e descobridoras."

(Odemiro Fonseca em "Benefícios da liberdade")



Agora eu pergunto: O que faz ele contra os escravos de hoje no Brasil, a começar pelos milhares de bolivianos e angolanos que vivem do trabalho escravo em São Paulo? Ou dos alagoanos em muitos canaviais? E contra a escravidão a qual é submetido todo o povo brasileiro que não vive da emPTetização e do nePTismo promovida nos órgãos públicos e nas estatais ou do clientelismo emanado pelos corruPTos de todos os tipos.



Entendo que a justiça deveria ter sido feita com aqueles que sofreram, não criando privilégios aos seus descendentes. Pois, se assim o fizermos estaremos penalizando outras pessoas que nada fizeram ou nenhuma culpa possuem, sendo injustificado criar privilégios ou penalizar o contribuinte. Com base em que direito isso deve ser feito? Acaso os recursos públicos caem do céu? Ou são advindos dos impostos e do endividamento que no futuro caberá a todos também pagar?



O Brasil continua a ser um páis de oportunidades. Seria um país fantástico se não houvesse restrições a nossa liberdade e se o Estado assumisse o compromisso de fornecer, e isso somente subsidiariamente, uma excelente educação fundamental.



Uma questão importante a ser observada é que o processo de escravidão era iniciado pelos próprios povos africanos, que escravizavam os derrotados nas inúmeras lutas tribais, sendo raro as incursões visando o aprisionamento. A escravidão africana surgiu na própria África.

Quando os primeiros "colonizadores", tendo à frente os portugueses, alcançaram a então chamada Costa d´África, os pequenos reinos existentes no que é hoje a Nigéria e o Dahomey, criações artificiais dos ingleses e franceses, viviam em permanente guerras internas. A tribo localmente dominante era constituída pelos iorubás. No sistema primitivo então reinante, os prisioneiros eram comidos em festins canibalescos. Era o mesmo do que ocorria com os primeiros índios encontrados, em 1500, em nosso litoral do Rio e de São Paulo, como bem nos lembrou o alemão Hans Staden em seus registros, os quais posteriormente viraram filme: (http://pt.wikipedia.org/wiki/Hans_Staden_(filme)



A presença de homens de pele branca configurou não apenas uma surpresa para esse pessoal, mas uma solução conveniente e economicamente mais avançada para o problema dos prisioneiros de guerra. Os vencidos podiam ser vendidos! Foram essa situação e contingência o que acelerou de modo extraordinário o "comércio dos negros".



Lagos foi fundada pelos portugueses e construída pelos primeiros católicos locais que haviam economicamente progredido graças a conhecimento práticos de tecnologia, tais como os poços artesianos para obtenção de água potável. Lagos é uma palavra portuguesa. Os ingleses chegaram depois e descobrindo essa facilidade ali só se instalaram em meados do século XIX.



A escravidão nada tem de extraordinária, eis que dominante em civilizações tão avançadas quanto a grega e a romana. Diz-se que Platão, por exemplo, teria por curto tempo sido escravizado ao voltar de sua aventura em Siracusa, na Sicília. Muitos grandes filósofos romanos foram escravos. Jesus foi crucificado como um escravo.



Mas resolver os nossos problemas, nem pensar, pessoas como o Professor Comparato estão interessados na projeção pessoal, não importando quem paga a conta, mas isso é natural com o pessoal da USP, que nem ao menos se dá conta de que os recursos para a USP são retirados daqueles que deveriam ir para a justiça, principalmente para a polícia judiciaària, que é denominada pela Polícia Civil e inclui também a Polícia Técnico-científica, ou na prevenção ao crime com as polícias militares ou também denominadas de brigadas militares, as polícias rodoviárias e guardas municipais e para a educação fundamental do Estado de São Paulo. A começar o mais vergonhoso deles que tem origem no ICMS pago por aquele que compra feijão (17% de ICMS, sem contar outros impostos diretos ou indiretos).



Defender a tese de que negros e afrodescendentes devam merecer tratamento ou cuidados especiais é o mesmo que pregar que devem ser merecedores de um tratamento que só cabe aos deficientes físicos e mentais, o que seguramente não são. A eles, e não só a eles, mas a todos os brasileirinhos deve ser assegurado um ensino fundamental de qualidade. Cito como exemplo os judeus, japoneses e os alemães, em especial os luteranos, onde o compromisso com a educação é de todos, basta ver que onde existe uma comunidade judaica (www.eibsg.com.br/) ou luterana (www.luteranos.com.br) sempre existe também uma Escola.



Qual a razão deste compromisso não ser o mesmo entre os afrodescendentes? É a essa pergunta que espero que aqueles que defendem que afrodescendentes são merecedores de privilégios que me respondam.



Quanto a criar privilégios, devemos sim combatê-los.



Se estudarmos a nossa história vermos que temos inúmeros brasileiros dignos e merecedoresde todo o nosso respeito: O engenheiro André Pinto Rebouças é um exemplo. Principalmente pelo fato dele ter sido um verdadeiro brasileiro, que soube viver seu tempo e entender o pais em que vivia. Soube acreditar nas pessoas, não como merecedoras de privilégios, mas sim de iguais direitos de oportunidades, a começar pelo ensino fundamental que tanto defendia.



A propósito, o Engenheiro André Pinto Rebouças fazia parte da elite do 2° Império, foi uma das pessoas que mais dignificaram os brasileiros. Tal qual D. Pedro II, Joaquim Nabuco, Alfredo Taunay e tantos outros foram brasileiros que foram impedidos de dar continuidade ao 3º Reinado e aí sim construir um verdadeiro e honrado país.

Recomendo o livro:

O quinto século

André Rebouças e a construção do Brasil

Maria Alice Rezende de Carvalho

História 256 páginas R$45,00

Formato: 16 x 23 cm Código: 0143 ISBN/ISSN: 8571061386



Acesse: www.monarquia.org.br e www.brasilimperial.org.br



"Quando alguém mente, está roubando de alguém o direito de saber a verdade. Quando alguém trapaceia, está roubando o direito à justiça". (Khaled Hosseini em The Kite Runner - O caçador de pipas. Tradução de Maria Helena Rouanet - Editora Nova Fronteira)



Não temos débito com ninguém, a menos dos contratos que formalmente aprovamos e que observem os preceitos legais.





E os escravos de hoje?





Assistimos o fruto de nosso trabalho sendo perdido ou desperdiçado, não fazemos jus a ele, pois, por falta de uma reforma tributária, assim como as demais reformas necessárias, assistimos a um Estado inchado, com uma infinidade de impostos que não conseguem administrar, colocam os brasileiros na posição de escravos, não apenas da burocracia, mas de fato, pois dos 365 dias do ano, 147 a 152 dias nos são destinados para pagar impostos, o que representa 40% de um ano inteiro. E o brasileiro continua em festa, teremos este ano 130 dias que não serão dedicados ao trabalho. Mas quem pagará a conta? O Brasil é um dos países com a maior carga tributária de todo o mundo, com a pior educação fundamental e um dos mais violentos, em 2009 tivemos mais de 150 mil mortes devido a violência, que segundo o IPEA consome mais de 5% de nosso PIB e alcança de forma assustadora os nossos ídolos no futebol e outros tantos esportes.



"Ninguém pode usar uma máscara por muito tempo: o fingimento retorna rápido à sua própria natureza." (Sêneca)



E qual a razão da visita do presimente não ter incluído também o Congo?


Lamentável a postura do Itamaraty, promove a ingerência em outros países, defende tiranos, etc.. Mas, mas nada faz ou menciona sobre a tragédia em curso no Congo, terra de onde vieram os antepassados de milhões de brasileiros. Entendo que deva ser a hora do Brasil se posicionar de forma clara sobre o que lá ocorre, e liderar um verdadeiro processo de paz, não em defesa da ideologia ou dos interesses do Foro San Pablo, mas em defesa da liberdade e da justiça.

É uma guerra entre bandos armados da República Democrática do Congo pelo controle das minas, em especcial as de que fornecem matéria-prima para a fabricação de produtos como celulares e laptops. O conflito, que já dura mais de dez anos, atinge sobretudo as mulheres, vítimas de estupro e mutilação genital.

Recentemente tivemos a participação do médico congolês Demis Mukwege no ciclo de palestras Fronteiras do Pensamento, que acontece em Porto Alegre até o final de 2010. Ginecologista, Mukwege recebeu uma série de prêmios internacionais, além de uma indicação ao Nobel da Paz, por sua cruzada pelo fim da violência em seu país.
Em sua palestra, Mukwege, teria explicado que a guerra do Congo não tem fundo religioso ou cultural, mas econômico. O conflito seria mantido pelas multinacionais interessadas no tântalo, no tungstênio e no estanho das minas congolesas. Assim como de cobre, cobalto, diamantes, ouro, ferro e urânio

O estupro e a mutilação das mulheres funcionariam como uma estratégia para manter esse mecanismo em funcionamento.

Destruir o aparelho genital das mulheres, que são o pilar da família, sem matá-las, diante dos maridos, dos filhos e dos vizinhos é uma forma de destruí-las não apenas fisicamente, mas também psicologicamente, destruindo assim a família, os seus maridos e os seus filhos. É uma maneira de destruir o tecido social, de destruir todos os valores, de desorganizar uma sociedade que já não era tão organizada.

A tragédia no Congo deu origem a uma campanha internacional, pela internet, de pressão às empresas que utilizam esses minérios na fabricação de seus eletrônicos. Temos algumas lideranças no Brasil tocando no assunto, mas sem o efetivo apoio do atual (des)governo. Devemos exigir uma posição oficial do governo brasileira, uma reação efetiva dos governos, da Organização Mundial do Comércio (OMC) e da Organização das Nações Unidas (ONU) diante "desses grupos de terrorismo econômico que provocam tamanho sofrimento, vergonha e humilhação àquelas comunidades".

Há de se perguntar se não seria o caso de a Organização Mundial do Comércio e dos governos reagirem diante de empresas que se utilizam desse material vindo das minas do Congo ou de se fazer um boicote às empresas que fabricam telefones celulares e laptops que de lá retiram suas matérias primas.

Segundo o jornal norte-americano The New York Times, o conflito do Congo é o mais letal desde o final da 2ª Guerra Mundial, e o leste do país costuma ser descrito como maior polo mundial de estupros. A guerra causou 5,4 milhões de mortes até abril de 2007, e o total aumenta em 45 mil ao mês, de acordo com um estudo do Comitê Internacional de Resgate. Mais de 2 milhões de congoleses já buscaram refúgio em outros países.

Não seria o caso do Brasil também ser um destino seguro?





“Bens e serviços públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso àqueles que pagam por ele ou a impossibilidade de limitar o acesso a eles através de restrições seletivas, com uma única exceção eticamente aceitável: o privilégio ou benefício dado aos portadores de deficiência física ou mental, incluindo as advindas com a idade ou aquelas resultantes de sequelas de acidentes ou fruto da violência.” (Gerhard Erich Boehme)





A culpa do Ocidente

Rodrigo Constantino









“A prosperidade do Ocidente foi gerada por seus próprios povos e não foi tirada de outros.” (Peter Thomas Bauer)



Peter Thomas Bauer nasceu em Budapeste, na Hungria, em 1915, e acabou indo estudar economia em Cambridge. Lord Bauer dedicou boa parte de sua carreira à London School of Economics, foi um admirador de Thatcher e membro da Mont Pèlerin Society, fundada por seu amigo Hayek.



Bauer sempre combateu o planejamento central, defendendo o livre mercado em uma época onde o modismo era ser socialista. Sua obra é vasta, e um dos seus primeiros trabalhos mostra como os barões do capitalismo “selvagem” americano eram, na verdade, como os grandes inovadores da atualidade, desbravando terrenos e criando várias oportunidades e empregos. Ele costuma ser lembrado como um oponente ao mecanismo estatal de ajuda ocidental aos países pobres. O foco aqui será sobre o pensamento de Bauer acerca da suposta culpa do Ocidente na pobreza do Terceiro Mundo, termo condenado pelo autor.



INGLESES “EXPLORADORES”



O estudo da história mostra como muitas acusações feitas ao Ocidente não passam de falácias. A idéia de que a riqueza ocidental é fruto da exploração dos países pobres não se sustenta com um mínimo de reflexão e observação dos fatos. Os países mais pobres são justamente aqueles que, até bem pouco tempo atrás, sequer tinham contato com os países ricos ocidentais. A acusação de que os britânicos tiraram a borracha da Malásia, por exemplo, inverte um fato importante: foram os ingleses que levaram a borracha para lá. Segundo Bauer, não havia seringueiras na região antes dos ingleses plantarem, como o próprio nome botânico sugere: Hevea brasiliensis. Assim, se a Malásia se tornou importante produtora da borracha, isso foi possível graças aos ingleses. Como eles podem ser acusados de exploradores nesse caso? Como afirma Bauer, “longe de ter drenado riqueza de países menos desenvolvidos, a indústria britânica ajudou a criá-la por lá, como o comércio externo promoveu o avanço econômico em grandes áreas do Terceiro Mundo onde não tinha nenhuma riqueza para ser drenada”.



São justamente os países mais isolados do comércio ocidental que apresentam pior quadro de miséria e fome. A noção de culpa dos países ocidentais é uma acusação originada no próprio Ocidente. O marxismo, por exemplo, partindo da crença de que as diferenças de renda são anomalias e injustas, passa a idéia de exploração. A crença de que a riqueza é estática, de que a economia é um jogo de soma zero, onde para um ganhar o outro tem que perder, influenciou muito esta culpa ocidental. Muitos observam a riqueza nesses países, a miséria mundo afora, e concluem, sem a devida reflexão, que uma coisa só pode ser causa da outra. Esta visão é muito cômoda para os governantes dos países pobres, pois permite a desculpa perfeita para a manutenção de um modelo centralizador e fechado. Os países ricos são os bodes expiatórios que justificam as atrocidades domésticas.



HONG KONG: UM CASO DE SUCESSO



Se os críticos sinceros dedicassem mais tempo à observação dos fatos, logo abandonariam a tese da exploração ocidental. Na África e na Ásia, as áreas mais prósperas são aquelas com maior contato comercial com o Ocidente. O contato com os países ricos foi, portanto, um dos principais agentes de progresso, não de atraso. Os aborígenes, pigmeus e povos do deserto, “protegidos” da “exploração” ocidental, são infinitamente mais pobres que os demais. Hong Kong, por outro lado, representa um incrível caso de sucesso e acelerada criação de riqueza. Aliás, Hong Kong é citada por Bauer com bastante admiração. Não é difícil entender os motivos. A análise de seu exemplo derruba de uma só vez inúmeras falácias repetidas. Hong Kong foi colônia britânica por muitos anos. É um lugar extremamente populoso, mostrando que o número de pessoas não é o que importa, e sim sua conduta. Alguns países com vastas terras e pouca gente vivem na miséria, enquanto Hong Kong é rica. Isso mostra que o controle de natalidade em si não é solução para nada. Com a mentalidade adequada, liberdade econômica e instituições corretas, qualquer povo pode sair da miséria e prosperar. Por fim, Hong Kong, assim como Cingapura, não possui recursos naturais. Mas isso não impediu o progresso nessas regiões, já que este depende de atitudes, não de recursos naturais.



O COLONIALISMO EXPLICA A POBREZA?



Os que tentam culpar o Ocidente pela pobreza do Terceiro Mundo ignoram questões que expõem imediatamente sua contradição. Como pode ser, por exemplo, que a riqueza dos povos da Suíça ou Estados Unidos tenha sido tirada, digamos, dos aborígenes ou dos pigmeus? De fato, quem tirou o que desses grupos? Como levar a sério esta acusação se é sabido que mais de três quartos da economia americana não dependem de recursos naturais, mas de serviços? Os americanos compram dezenas de bilhões de dólares de petróleo da Venezuela por ano a preço de mercado. Se esta montanha de dinheiro não reduz a miséria por lá, como culpar os americanos, e não a própria Venezuela? Culpar o colonialismo pela pobreza do Terceiro Mundo pode ser confortante, mas isso não faz com que seja verdadeiro. O Afeganistão, Tibete, Nepal e Libéria não foram colônias ocidentais, e, no entanto, são extremamente pobres. Já a Austrália e Hong Kong foram colônias, e são ricos. Os próprios Estados Unidos foram colônia inglesa e se transformaram na nação mais próspera do mundo.



Se o colonialismo não explica a pobreza do Terceiro Mundo, ele não explica também a riqueza ocidental. A Suíça e os países escandinavos são ricos, mas nunca tiveram colônias. A Espanha e Portugal, por outro lado, foram bem menos prósperos, mesmo com várias colônias. A União Soviética colonizou vários países, e isso não impediu seu completo fracasso. A Coréia do Norte, que se isolou do mundo, é um dos países mais miseráveis do planeta, enquanto sua irmã sulista prosperou justamente pelo comércio com o Ocidente. Não deixa de ser curioso que muitos dos que acusam o Ocidente de explorador culpam, ao mesmo tempo, o embargo americano pela miséria cubana. No fundo, eles sabem que praticar comércio com os americanos não é fonte de exploração, mas sim de progresso.



Criticar a colonização em si, assim como a escravidão, é algo absolutamente válido. No entanto, é preciso ser honesto nas críticas. O Ocidente não inventou tais práticas. Pelo contrário: elas já existiam muito antes. Os maiores donos de escravos africanos eram os próprios africanos, por exemplo. A escravidão foi uma realidade por quase toda a existência humana e teve seu término decretado justamente pelo Ocidente. O colonialismo é prática antiga na humanidade e veio justamente do Ocidente o basta para tal modelo.



POL-POT CONHECEU O MARXISMO EM PARIS



Aqueles que alimentam sinceramente a culpa ocidental estão preocupados com seu estado emocional, mas não com os resultados inspirados nesses sentimentos. As políticas adotadas com base nesta visão de culpa ocidental costumam causar mais dano aos pobres do Terceiro Mundo. Até mesmo a ajuda internacional através dos governos ocidentais é ineficaz e acaba perpetuando os modelos fracassados desses países. Isso não quer dizer que o Ocidente está isento de qualquer culpa. Se o Ocidente tem alguma culpa pela situação nos países pobres, esta se deve às ideologias coletivistas oriundas do Ocidente, não ao comércio e ao seu modelo capitalista. Não custa lembrar que tanto o nazismo quanto o socialismo nasceram no Ocidente, e que Pol-Pot, por exemplo, conheceu as idéias marxistas em Paris, antes de exterminar um terço do povo de Camboja em nome da “igualdade”. Mas os povos de países pobres não podem ser tratados como crianças indefesas e incapazes de decidir. Cabe ao povo de cada nação escolher seu rumo. Em vez de ficar culpando o Ocidente por seus males, fariam algo infinitamente mais inteligente se tentassem copiar o que deu certo lá. E isso é conhecido: o capitalismo de livre mercado.





Economista, articulista, autor de ‘Prisioneiros da Liberdade’, entre outros. Membro do Instituto Liberal.

Fonte: http://www.institutoliberal.org.br/galeria_autor.asp?cdc=1911



"Não se conhece nação que tenha prosperado na ausência de regras claras de garantias ao direito de propriedade, do estado de direito e da economia de mercado." (Prof. Ubiratan Iorio de Souza)