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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Brigada Militar

Brigada Militar detém 449 pessoas e fiscaliza mais de 28 mil veículos no RS 21/11/2010 19:52

A Brigada Militar divulga os dados atualizados da produção operacional, das atividades de rotina e das operações realizadas pela Corporação nas últimas 24h (20/11). Confira:
AÇÕES                    TOTAL
Posse de Entorpecentes 39
Tráfico de Entorpecente 13
Total de Veículos Fiscalizados 28.812
Total de Veículos Autuados 1.030
Total de Veículos Recolhidos 239
Total de Veículos Recuperados 11
CNH Apreendidas 40
Prisões Realizadas (Exceto Foragidos) 437
Foragido 12
Total de Prisões Realizadas 449
Armas Brancas 8
Armas de Fogo Apreendidas 11
Apreensão Maconha (Gr) 195,12
Apreensão Cocaina (Gr) 53,20
Apreensão Crack (Gr) 230,10
Apreensão de Munições 45
Apreensão de Espécie (R$) R$ 1.009,35
Bares Fiscalizados 1.565
Casas Noturnas Fiscalizadas 215
Desmanches Fiscalizados 60
Inspeções a Bancos 2.681
Inspeções à Escolas 154
inspeções a Postos de Saúde 419
Acidente de Trânsito - Danos Materiais 108
Acidente de Trânsito - Lesões Corporais 105
Acidente de Trânsito - Morte 3
Art 306 - Dirigir Embriagado 14
Art. 165 - Embriaguez 21
Máquinas de caça-níquel apreendidas 4
Máquinas de caça-níquel lacradas 8
Barreira Policial 613.
Fonte: Ascom BM

Rádio Uol

BOLETIM SEMANAL
Segunda-feira, 22 de Novembro de 2010



NE-YO
Cantor Ne-Yo lança "Libra Scale" com o hit "Beautiful Monster" e mais

ROUPA NOVA
Banda lança álbum ao vivo em comemoração aos 30 anos de carreira

FAMÍLIA LIMA
Ouça com exclusividade o novo álbum do grupo, ""Família Lima 1, 2, 3, 4, 5"

TAYLOR SWIFT
Cantora de pop country lança novo álbum; ouça "Speak Now"




Nas Paradas 2010

Top 50

Sertanejo Universitário

Dance

Pagode

Novelas

Nas Paradas 2009

Cantoras

Beyoncé

Lady Gaga


"Aí Já Era"
Dupla Jorge & Mateus lançam novo álbum



Kings Of Leon
Banda lança "Come Around Sundown"; ouça



PLAYLISTS ESTILOS
PROGRAMAS ARTISTAS
CRIE A SUA PRÓPRIA PLAYLIST


Veja também: Letras de música | Cifras | Karaokê


Sucessos e raridades da música
Novidades do rock e eletrônica
Zé Simão toca músicas latinas

A melhor loja para comprar, baixar e gravar músicas

I Run To You

Lady Antebellum

West End Girls

Pet Shop Boys

Let's Be Friends

Emily Osment




Artistas A-Z A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V X Z 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9




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STJ

O Dia

Poa, 22/11/10

Como é bom receber um belo sorriso pela manhã, né? Todos nós deveríamos adotar este simples gesto,  pois assim a vida se tornaria muito mais leve.

Beijos.

Deise Nunes.

Uma ação da Brastemp realizada através de 11 estações de rádio de São Paulo. As rádios trasmitiram simultaneamente o spot Sorriso, que convidava os motoristas a sorrir para o motorista ao lado. 
Clique no link abaixo:
 

Quilombolas

Estadão, 22.11.2010

Medida, à espera de julgamento no Supremo Tribunal Federal, foi proposta pelo DEM, contrário a desapropriações de terras em domínio privado

Roldão Arruda e Mariângela Gallucci - O Estado de S.Paulo

A questão da demarcação e titulação das terras de quilombos pode se transformar num dos debates mais políticos e polêmicos do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2011, a exemplo do que ocorreu no ano passado com o julgamento sobre os limites da terra indígena Raposa Serra do Sol.

O assunto também estará na pauta do Congresso e de movimentos sociais. Já foram encaminhados ao STF 26 pedidos para que o assunto seja debatido em audiências públicas, antes do julgamento.

O que os ministros do STF devem julgar é uma ação proposta pelo DEM, pedindo que seja declarado inconstitucional o Decreto 4487, assinado em 2003 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, regulamentando o processo de titulação das terras de remanescentes de quilombolas.

O ato de Lula atendia ao capítulo das disposições transitórias da Constituição de 1988 que reconheceu os direitos das comunidades, sem especificar o processo. De 1988 para cá, segundo informações da Secretaria da Igualdade Racial e da Fundação Cultural Palmares, 3524 comunidades quilombolas foram identificadas no País. Esse número ainda pode aumentar.

Um dos pontos do questionamento do DEM é o capítulo do decreto que permite às comunidades se autoidentificarem como quilombolas, "a exemplo do que ocorre com os índios", e, a partir daí, a reclamar terras. Critérios históricos e antropológicos deveriam ser prioritários, segundo o DEM.

Outro ponto polêmico é a extensão das propriedades. Parte das comunidades reclama apenas as terras que ocupam. Outras, porém, almejam a titulação de áreas que eram ocupadas por seus antepassados.

O DEM também questiona a decisão presidencial de dar poderes ao Instituto Nacional de Colonização e reforma agrária (Incra) para conduzir o processo, desde os estudos iniciais até a titulação e a indenização de proprietários que sejam obrigados a deixar áreas supostamente ocupadas por antigos quilombos.

A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República defendem o decreto. Em manifestação enviada ao STF em 2004, o então advogado-geral Álvaro Ribeiro Costa posicionou-se a favor de desapropriações. "Ainda que algumas terras não sejam efetivamente ocupadas pelos quilombos, ainda que se comprove que eles não ocupavam outras terras à época da abolição da escravatura ou ainda que não permanecessem nelas, na data da promulgação da Constituição Federal de 1988, tais circunstâncias não são suficientes para impedir o reconhecimento da propriedade", sustentou.

 

Estadão, 21.11.2010

Primeira  Página

Concessões a quilombolas viram desafio para Dilma

O presidente Lula entregará amanhã o título de propriedade da terra aos moradores da comunidade Ivaporunduva, no interior de São Paulo. O evento passará ao largo das crescentes tensões que envolvem a demarcação de terras quilombolas – uma herança espinhosa para Dilma Rousseff. Estimativa mostra que, se todas as comunidades identificadas forem atendidas, o governo terá de titular 8,5 milhões de hectares – quase duas vezes o Estado do Rio.

Roldão Arruda

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrega amanhã o título de propriedade da terra aos moradores da comunidade Ivaporunduva, reduto quilombola do interior de São Paulo, em Eldorado Paulista. O evento terá tom festivo, passando ao largo da polêmica e das tensões cada vez mais maiores que envolvem a demarcação de terras quilombolas - uma das questões espinhosas no passivo social que deixará para Dilma Rousseff.

O título a ser entregue, de forma simbólica, uma vez que vigora desde maio, abrange uma área de 2,7 mil hectares, na qual vivem 70 famílias de uma comunidade tradicionalíssima, cujas origens remontam ao século 17. Ele é uma pequena parte de um grande problema: faz parte de um lote de 113 terras quilombolas tituladas, diante de um conjunto de 3.524 comunidades identificadas, segundo dados da Secretaria da Igualdade Racial - todas elas interessadas em títulos.

De acordo com estimativa feita pelo Estado, se todas as comunidades identificadas forem atendidas, o governo terá de titular 8,5 milhões de hectares - o equivalente a quase duas vezes o Estado do Rio. É uma estimativa conservadora, com base na média de títulos já expedidos, que totalizam 971,3 mil hectares, beneficiando 11.506 famílias.

No cálculo foram excluídas, por serem casos excepcionais, grandes extensões de terras devolutas tituladas no Pará e o Quilombo Kalunga, no sertão de Goiás - o maior já regularizado. Tem 253,2 mil hectares, hoje pertencentes a 600 famílias.

Novo cenário. As previsões de que as tensões devem aumentar no próximo governo estão relacionadas principalmente a informações contidas em relatórios do Incra. Eles mostram que as terras regularizadas eram quase todas devolutas - o que significa que pertenciam ao poder público e podiam ser tituladas com baixo índice de conflito.

Outra informação dos relatórios é que mais de 60% das terras tituladas estão na Região Norte, em áreas de florestas, ainda pouco visadas pelo agronegócio.

O cenário agora é diferente. Das 3.524 comunidades identificadas, 1.523 recorreram à Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, e obtiveram o atestado oficial de que são mesmo quilombolas. E, dessas, 996 abriram processos no Instituto Nacional de Colonização e reforma agrária (Incra), pedindo titulação de suas terras.

Quem observar a lista desses processos verá que a demanda pela titulação mudou de foco. Agora cresce no Centro-Oeste, Sudeste e Sul, regiões onde o agronegócio viceja a plena carga. Outra mudança é que parte das terras reivindicadas está ocupada por proprietários rurais que possuem títulos, muitos concedidos pelo governo, e costumam ir à Justiça contestar o Incra.

A contestação começa quando o Incra divulga seu relatório técnico, feito com a participação de antropólogos, definindo o tamanho do quilombo. Neste momento estão sendo discutidos 117 relatórios, que abrangem uma área de 1,4 milhão de hectares, para 15 mil famílias.

Quando os proprietários perdem na Justiça, são indenizados. Foi o que ocorreu no caso do Quilombo Kalunga, onde 170 fazendeiros aguardam o pagamento das terras pelo Incra.

O presidente do Incra, Rolf Hackbart, não tem dúvida de que as tensões vão aumentar. Para ele, isso faz parte do processo político e decorre sobretudo da decisão do presidente Lula de assinar, em 2003, o Decreto 4.487, que regulamentou o dispositivo transitório da Constituição de 1998, sobre os direitos dos quilombolas. Segundo Hackbart, o decreto tornou efetiva a decisão dos constituintes e estimulou as comunidades a reivindicarem direitos. "Milhares de famílias que viviam esquecidas nos quilombos passaram enfim a fazer parte da República Federativa", diz.


No período 1995 a 2002, durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), foram titulados 777,7 mil hectares de terras para comunidades quilombolas. Esse número é quatro vezes maior do que a área titulada no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de 193,6 mil hectares.

Para entender a diferença é preciso lembrar que no período de Fernando Henrique foram titulados quilombos mais facilmente identificados, com pouca disputa, e localizados em grandes áreas de terras devolutas. Os títulos foram distribuídos em grande parte pelos institutos estaduais de terras, responsáveis pelas áreas devolutas. Foram beneficiadas 6.771 famílias, de 90 comunidades. Lula, numa área menor, atingiu 93 comunidades e 4.735 famílias.

O Incra apareceu mais na cena em decorrência da necessidade de desapropriar áreas particulares reivindicadas pelos quilombolas. São processos mais demorados, que dependem do Judiciário. Mas não só. Assim como na questão da reforma agrária, quando evitou atualizar os índices de produtividade, para não irritar a bancada ruralista no Congresso, Lula preferiu investir mais na concessão de benefícios sociais aos quilombolas do que no confronto agrário.

As ações de governo variaram de distribuição de cestas básicas a construção de casas. Em 2008, cerca de 20 mil famílias de quilombolas estavam incluídas no Programa Bolsa-Família. No ano passado eram 25 mil.

O acesso aos benefícios estimulou novas comunidades a se identificarem como quilombolas. "Depois que se apresentam e conseguem o certificado da Fundação Palmares, as comunidades ficam aptas a acessar as políticas que beneficiam os quilombolas", diz Ivonete Carvalho, diretora de programas de comunidades tradicionais, da Secretaria da Igualdade Racial.

Nenhum órgão do governo sabe dizer quantas famílias de quilombolas vivem no País. A Fundação Palmares estima em 124 mil famílias a população das 1.523 comunidades às quais já concedeu certificados. Considerando a média de 4 pessoas por família, seriam 500 mil pessoas.
 

Paulo Paim

segunda, 22 de novembro de 2010
 
 Sessão especial pelo o dia da Consciência Negra - Extra
Homenagem abarca todos os que são contra a intolerância, afirma Paim
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Autor da proposta para a sessão especial do Senado, Paulo Paim (PT-RS) disse esperar que ela fique marcada como uma homenagem a todos os lutadores, aos que são discriminados e a todos aqueles que não aceitam a intolerância. Ele destacou os indígenas, os negros, a comunidade judaica, os palestinos, a comunidade cigana e os que são discriminados por sua orientação sexual. . . Leia mais
Para delegado, ação de neonazistas é dura realidade Leia
Senado e sociedade brasileira unem vozes contra toda forma de preconceito Leia
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E-mail:
paulopaim@senador.gov.brProdução: Assessoria de Comunicação

Lata de Refrigerante

Carta O Berro..........................................................repassem

 
----- Original Message -----


O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ ACABA DE BEBER UMA LATA DE
REFRIGERANTE


Primeiros 10 minutos:
10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo , 100% do recomendado diariamente. Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.
 
20 minutos:
O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina. O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura. (É muito para este momento em particular.)
 
40 minutos:
A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente. Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.
 
45 minutos:
O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo. (Fisicamente, funciona como a heroína)
 
50 minutos:
O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso,  aumentando o metabolismo. As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina.
 
60 minutos:
As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina. Agora é garantido que irá por para fora cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam. Conforme a onda abaixa você sofrerá um choque de açúcar. Ficará irritadiço. Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo.

Pense nisso antes de beber refrigerantes. Se não puder evitá-los (por causarem dependência química), modere sua ingestão! Prefira sucos naturais.
 
Seu corpo agradece!
 
 
 

QUEM INVENTOU?
 
O REFRIGERANTE SURGIU EM PARÍS EM 1676, NUMA EMPRESA QUE MISTUROU ÁGUA, SUMO DE LIMÃO E AÇUCAR.
EM 1772, ACRESCENTOU GÁS NO LÍQUIDO, MAS SOMENTE FOI COMERCIALIZADO EM 1830.
 
 
QUAL A COMPOSIÇÃO?
 
O refrigerante é uma bebida rica em:
 
-corantes;
-conservantes;
-grandes quantidades de açucar;
-nas versões light, diet, zero (adoçantes artificiais);
-cafeina;
-um acidulante, o ácido fosfórico;
 
 
POR QUE DEVO EVITAR REFRIGERANTES?
 
-CÁRIES;
-AUMENTO DE PESO;
-FLATULÊNCIA;
-AGRAVAR QUADROS DE GASTRITES;
-DIABETES;
-NÍVEIS ELEVADOS DE TRIGLICERIDES SANGUINEOS;
-OSTEOPOROSE;
 
 
 
 
 
 

-----Anexo incorporado-----

 
 

Justiça

Carta O Berro..........................................................repassem

 

O Judiciário vai mal e sem Justiça
não se constrói Democracia

Caio Teixeira

               Inédita e recente pesquisa do IPEA resolveu descobrir como o povo percebe o Judiciário. Como era de se esperar, o resultado não foi animador para os administradores do sistema judiciário brasileiro. Pode-se confirmar que a morosidade é apenas um dos problemas identificados pelos cidadãos. Não é o único como pregam os técnicos da FGV, contratada pelos tribunais com exclusividade há anos, para resolver os problemas desse Poder.
              Contraditoriamente à Fundação, o estudo do IPEA conclui que "as reflexões sobre a organização e o funcionamento da justiça estatal não podem ficar adstritas aos tradicionais elementos da eficácia, eficiência e efetividade, mas devem também incorporar a necessária preocupação com a legitimidade de suas instituições e práticas". Quem procura o Judiciário quer Justiça, ou seja, decisões rápidas mas principalmente justas. Apenas rapidez não faz Justiça. Mesmo assim, a única preocupação dos órgãos de administração da Justiça encabeçados pelo CNJ, é com metas que tratam exclusivamente da celeridade. Em última instância, estão satisfeitos com o resultado ultraconservador de suas decisões.
A pesquisa evidencia que o povo começa a perceber o caráter de classe das decisões judiciais numa sociedade capitalista, ainda que não tenha propriamente uma consciência do que isto significa do ponto de vista de uma análise política e ideológica acadêmica. Quando se fala em Justiça do Trabalho, a constatação fica ainda mais clara. O tipo de organização social em que vivemos, como o nome indica, é montado para atender os interesses do capital - de quem paga salários e deles acumula riqueza e não dos que o recebem após a expropriação da mais valia.
A nota média atribuída ao Judiciário pelos cidadãos ficou em 4,55 numa escala de zero a dez. O Judiciário brasileiro foi reprovado pela população!
Os administradores da Justiça – capitalista – brasileira, como seria de se esperar, administram os tribunais como bons capitalistas dirigem suas empresas: explorando assalariados (servidores e juízes) com metas e assédio moral. Não é de se admirar que quando precisam de algum aporte científico para melhorar a obtenção de resultados, procurem uma instituição como a FGV, especializada em buscar eficiência e eficácia na expropriação de mais valia em empresas capitalistas. Getúlio Vargas, que criou a CLT, deve se revirar no túmulo a cada novo projeto de aplicação prática dos princípios neoliberais gestado na fundação que leva seu nome.
A avaliação piora quando a pesquisa pede uma nota de zero a quatro para alguns quesitos específicos, como “Decisões boas, que ajudem a resolver os casos de forma justa”: média 1,60, o equivalente a uma nota 4 numa escala de 1 a dez. E como poderia ser diferente se os tribunais estão mais preocupados na aplicação fria de regras processuais para escapar da responsabilidade de efetivamente produzir decisões justas? Ora, decisões justas vão invariavelmente contrariar a lógica de um sistema injusto como o capitalismo e os tribunais num sistema como este têm a responsabilidade de fazer valer esta lógica e nunca se opor a ela. Uma vez escrevi que, a cada instância que sobe, elimina-se um pouco da Justiça que às vezes se faz na primeira instância. Hoje, até a pouca Justiça que se fazia na primeira instância ficou menor. As últimas gerações de juízes são formadas em geral por jovens de classe média, que nunca trabalharam para se sustentar e passaram alguns anos de suas vidas de recém-formados fazendo concursos pelo país até conseguirem ser nomeados para um cargo público com bom salário. Como a conquista de um lugar ao sol capital era seu principal objetivo pessoal - e não fazer Justiça – dão-se por realizados definitivamente com a nomeação e tratam de ser bons empregados em troca do salário. Os dirigentes dos tribunais são vistos como os patrões e as metas de produtividade por eles impostas são buscadas sem crítica, como uma tarefa em troca do salário acima da média de mercado para trabalhadores em geral.
A maioria assina Veja e assiste os telejornais das redes de comunicação privadas com o que se julgam bem informados quando na verdade são bem manipulados. Por ingenuidade ou má formação, ou ambas, ignoram que as empresas de comunicação são fábricas de notícias pertencentes cada uma a uma família, pois assim prevê a Constituição. É vedada por exemplo a constituição de empresas de comunicação na modalidade de sociedades anônimas de acordo com dispositivo legal criado pela ditadura militar e que perdura até hoje, protegendo os interesses de algumas famílias da elite brasileira e, consequentemente, a ideologia por elas defendida, enquanto classe dominante.
A promiscuidade entre a classe dominante e a magistratura brasileira vai além da simples cooptação ideológica produzida por instrumentos de cunho psicológico como a mídia. A Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), recentemente realizou um congresso nacional com a participação de 600 juízes para o qual recebeu cerca de 1 milhão de reais de patrocínio de empresas dentre os quais 100 mil da Confederação Nacional da Agricultura presidida pela senadora Katia Abreu, expoente da extrema direita xenófoba brasileira, que palestrou no evento.
Voltemos à pesquisa, sem sair do tema. Quando o ítem avaliado foi "Imparcialidade, tratando ricos e pobres, pretos e brancos, homens e mulheres, enfim, todos de maneira igual”, o resultado foi trágico. De 1 a 4 a avaliação ficou em 1,18, o equivalente a uma nota de 2,9 numa escala de zero a dez - a mais baixa avaliação da pesquisa, igual à nota sobre a “rapidez na decisão dos casos” - mostrando que o povo identifica a quem serve nosso Poder Judiciário.
Enquanto experimentamos poucos mas relativos avanços sociais nas ações dos poderes Executivo e Legislativo nos últimos anos, salta aos olhos que o Judiciário brasileiro parece andar para trás. Os ataques aos trabalhadores com a flexibilização de direitos trabalhistas praticada pelas empresas e endossada por decisões judiciais certamente é responsável pela nota baixa no quesito “imparcialidade”. O cerceamento e a limitação do direito de greve ainda que a lei não o faça, são exemplo evidente da cumplicidade dos tribunais com a classe empresarial.
O quadro só não é mais chocante pois poucas pesquisas sérias são realizadas sobre o Judiciário. Neste sentido, deve-se reconhecer o brilhante trabalho do IPEA, desde que passou a ser dirigido por Márcio Pochmann.
Há muitos juízes bons e comprometidos com o fazer Justiça na primeira instância. Muito poucos nas demais e quanto mais alto pior, tanto pelo compromisso com a classe dominante quanto pela decrescente qualidade jurídica das decisões.
Os humanos somos seres políticos por natureza. Talvez esteja faltando um pouco mais de atitude transformadora, de rebeldia, por parte dos bons juízes que, no mais das vezes se contenta em ser um bom juiz quando poderia se juntar aos outros bons e assumir como meta a transformação do Judiciário brasileiro em um poder realmente capaz de fazer a Justiça almejada pela população. Mas a rebeldia deve vir também e principalmente dos demais cidadãos a quem cumpre, em última instância, exercer o Poder num regime que hipocritamente se autodenomina “Democracia”. A desobediência civil muitas vezes já mostrou ser uma boa caneta para escrever a História.







-----Anexo incorporado-----

 

Noticias da Prefeitura Porto Alegre

        A MANCHETE

Menos 61% de vítimas fatais no trânsito da Capital

Desde que foram instalados os novos 22 pontos de pardais na cidade e intensificados o uso do Radar Móvel e as blitze com apoio da Brigada Militar, com foco na mistura de álcool e direção, além de medidas preventivas em educação para o trânsito, houve redução de 61,11% no número de vítimas fatais no trânsito da Capital. Segundo a EPTC, ocorreram sete mortes no trânsito, de 21 de outubro a 21 de novembro, contra 18 no mesmo período do ano passado. Leia mais...
        DESTAQUES

Carris lança projeto Linha Solidária


Com o objetivo de incentivar a cidadania em Porto Alegre, a empresa irá destinar um ônibus personalizado ao transporte de grupos de pessoas para doação de sangue nos postos de coleta da Capital. A cerimônia será na quinta-feira, a partir das 10h30, no Paço Municipal. O projeto conta com apoio do Hemocentro do Estado do Rio Grande do Sul (Hemorgs) e dos hemocentros da Santa Casa de Porto Alegre, Hospital de Clínicas e Hospital de Pronto Socorro. Leia mais...

Fortunati abre Seminário de Mobilidade Urbana e Inclusão


Promovido pela EPTC, o evento ocorre até quarta-feira, 24, no Hotel embaixador, reunindo técnicos das áreas de trânsito, transporte e desenvolvimento urbano de cidades brasileiras e de países do Mercosul. Para o prefeito José Fortunati, essa união de cidades do Mercosul para debater problemas comuns tem apresentado resultados positivos. “Juntos compartilhamos experiências e buscamos as soluções mais adequadas para qualificar áreas tão importantes quanto a mobilidade urbana com inclusão social. Não tenho dúvida de que a inclusão social significa investir cada vez mais em transporte coletivo”, reforçou. Leia mais...

Ospa agora é patrimônio imaterial de Porto Alegre


A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) foi registrada pela prefeitura como “Bem Cultural de Natureza Imaterial” da capital gaúcha, em acordo com a Lei nº 9.570 do município. A comunicação oficial do fato será feita pelo secretário da Cultura, Sergius Gonzaga, durante as comemorações do 60º aniversário da Fundação Ospa, amanhã, em concerto da orquestra às 20h30, no Salão de Atos da Ufrgs. Já fazem parte dos patrimônios imateriais da cidade a Feira do Livro e a Festa de Navegantes. Leia mais...
        EVENTOS

Semana de Direitos Humanos discute justiça social


De amanhã até 10 de dezembro, ocorrem atividades como seminários, mostra de cinema, shows, parada livre, convênio sobre economia solidária e um ato público em defesa dos direitos humanos. A Semana de Direitos Humanos pretende discutir, por meio de uma programação diversificada, políticas públicas de direitos humanos, que possibilitem a equidade de direitos, o fortalecimento dos avanços alcançados e a justiça social. A iniciativa é da Secretaria de Direitos Humanos e Segurança Urbana. Leia mais...

Smed promove encontro sobre Educação musical


Porto Alegre irá sediar o 1º Encontro de Educação Musical de amanhã a 27 de novembro. Promovido pelos Centros Musicais da Secretaria de Educação, o evento será realizado anualmente, constituindo-se em momento de discussão de questões da educação musical, incluindo investigações e disseminação de resultados relacionados ao ensino da música nas escolas de educação básica. A abertura será às 10h, seguida da palestra sobre “Epistemologia da Educação Musical”. As atividades ocorrerão no auditório da Secretaria da Administração (Siqueira Campos, 1.300, 14º andar). Leia mais...

Viva o Centro a Pé visita instalações fabris do 4º Distrito


Região composta por diversos bairros, como São Geraldo, Navegantes, parte da Floresta e São Geraldo, o 4º Distrito, que se caracterizou pela concentração das primeiras instalações fabris da cidade, será o roteiro da próxima Caminhada Viva o Centro a Pé, no sábado, 27. Com saída na Demétrio Ribeiro, em frente à Praça Daltro Filho, às 10h, o roteiro inclui os armazéns da Voluntários da Pátria, onde se localizam a antiga Cia. Fiação de Tecidos – Fiateci (visitação interna), casa do arquiteto Theodor Wiederspahn, Moinho Rio-Grandense e Moinho Chaves. Leia mais...
        SERVIÇOS

Nova edição do Prefeitura na Comunidade amanhã


A 14ª edição do programa visita amanhã a Região Humaitá-Navegantes, que abrange os bairros Anchieta, Farrapos, Humaitá, Navegantes e São Geraldo. Às 9h, o prefeito José Fortunati e o secretariado reúnem-se em frente ao Paço Municipal, de onde sairá o ônibus do OP. A agenda tem como primeiro destino o Centro Administrativo Regional (CAR). Às 11h, a equipe estará na Base Samu, localizada na Frederico Mentz, em frente ao nº 375. A base é uma demanda do OP e será entregue na ocasião, beneficiando a comunidade em geral. Leia mais...

Procempa participa da Jornada de Atualização Tecnológica

Oferecendo a oportunidade de troca de informações e a construção de conhecimento tecnológico de última geração, a IX Jornada de Atualização Tecnológica, que ocorre nos dias 1° e 2 de dezembro, no Master Hotel, tem como tema central a Computação em Nuvem (Cloud Computing), um dos assuntos mais atuais da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Além de ser apoiadora do evento, a empresa fará uma palestra sobre o que vem sendo feito pela Capital no segmento "Nuvem" e apresentará o case serviço Móbile para empreendedores e sociedade em geral. Leia mais...

Estratégia da Família faz seminário sobre a dengue


A Estratégia de Saúde da Família Pitoresca, localizada na rua Pitoresca, 740, Partenon, realiza no sábado, das 13h às 18h, o II Seminário Vigilância Ambiental e Participação Social: Um Caminho para a Saúde Coletiva. O evento busca alertar a comunidade sobre os riscos da dengue e conscientizar sobre os cuidados que devem ser tomados em relação ao meio ambiente onde vivem. As atividades serão realizadas no CTG Chimangos, ao lado da unidade de saúde. Leia mais...
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Editado pela Supervisão de Comunicação Social
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