Rádio WNews

sexta-feira, 30 de março de 2012

Outras Palavras


bibliotecadiplô e OUTRASPALAVRAS

Boletim de atualização de Outras Palavras e Biblioteca Diplô - Nº 155 - 26/3/2012

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Como Jean-Luc Mélenchon, candidato da Frente de Esquerda, assumiu o terceiro posto nas pesquisas, depois de fazer o grande comício da campanha. Por Marilza de Melo Foucher, correspondente em Paris
Celso Furtado: Economia para a liberdade
No momento em que Brasil debate sua (des)industrialização, vale assistir à cinebiografia do grande pensador que sonhou além dos números. Por Arlindenor Pedro
América Latina na encruzilhada do desenvolvimento
Está cada vez mais claro que os governos da “nova esquerda” não oferecem alternativas reais de desenvolvimento e bem-estar. Os povos estão se organizando. É preciso escutá-los. Por Tadeu Breda

Futebol: a esperança reacesa

Este craque excepcional, talvez o melhor de todos os tempos, sabe: esporte só tem sentido quando vai além da mercadoria. Por Irlan Simões
Em defesa do suco de goiaba
Depois de eras retornei, para me certificar que a qualidade persistia. Aliviado, vi que tudo estava exatamente como eu deixara. Por Daniel Cariello, em Chéri à Paris

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PONTO DE CULTURA
Os primeiros textos da Escola Livre de Comunicação Compartilhada

São Paulo: começa o Festival Baixo Centro
As cidades são colonizadas porque permitimos -- ao não enxergá-las. Inverter uma ordem construída ao longo de séculos levará tempo. Mas o primeiro passo é agora! Por Antonio Martins
Especulação urbana: projeto antigo das elites cariocas
A partir de 1990, as metrópoles brasileiras (e o Rio em especial) passaram a ser tratadas pelo poder público e empresários como cidades-mercadoria. Megaeventos são apenas a cereja do bolo. Por Rogério Ferreira de Souza e Lucia Capanema Alvares

Webdoc dá um zoio no graffiti pelo mundo afora
Produção interativa francesa disponível na internet mostra trabalho de oito artistas e coletivos de street art, que dão vida a cidades tão diferentes quanto Bogotá e Cingapura e São Paulo. Por Tadeu Breda

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OUTRAS MÍDIAS 
Uma seleção de bons textos publicados na blogosfera brasileira

Ministério da Cultura: Juca Ferreira falaMinistro que antecedeu Ana de Hollanda vê "ruptura" e "retrocesso" na atual gestão – e analisa em detalhes a polêmica sobre direitos autorais. Por Pedro Alexandre Sanches Eduardo Nunomura. No Farofafá
Assim desmatam os milionários
Sob as vistas grossas das autoridades, mega-empresários devastam o litoral do Rio de Janeiro para erguer mansões "ecológicas". EmCarta Capitalcom base na Bloomberg
Como a internet está sendo atacada – e defendida!
Breve guia para entender as recentes ameaças à liberdade na rede e, em especial, para reagir a elas. Por Leo Germani, em seu blog
Por um contrato social planetário
A três meses da Rio+20, Ignacy Sachs lança proposta para redistribuição de riquezas em esfera internacional, visando assegurar vida digna a todos, superação dos combustíveis fósseis e proteção da biosfera. Em Página 22
Saindo da armadilha nazista
Numa Alemanha onde crescem a extrema-direita e a xenofobia, uma organização ajuda militantes dos grupos nazistas na difícil ruptura com suas células. Por Gabriela Whitehill, na Vice

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Pedágios


Sossella tem 12 requerimentos aprovados na Subcomissão dos Pedágios

O deputado Gilmar Sossella (PDT), relator da Subcomissão dos Pedágios, teve 12 requerimentos de audiência pública aprovados por unanimidade, na Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (29).
As audiências públicas pretendem discutir as ações do governo do Estado em relação ao encerramento dos contratos do Programa Estadual de Concessão Rodoviária (PECR) e os modelos estudados para serem implantados nas rodovias a partir do encerramento do atual contrato.
Serão realizadas audiências nos municípios de Campo Bom, Carazinho, Caxias do Sul, Coxilha, Gramado, Lajeado, Guaíba, Pelotas, Portão, Santa Cruz do Sul e Vacaria onde o debate vai se deter nos benefícios e dificuldades da população em relação aos polos de pedágios.
Sossella afirmou que as reuniões são fundamentais para definir o futuro da situação das rodovias gaúchas. “Vamos aprofundar algumas questões de extrema importância para embasar a definição do que é o melhor para o Rio Grande do Sul em termos de concessões das rodovias. Desde já, chamamos as comunidades para que participem ativamente das audiências públicas que iremos realizar. Será a chance de ouvirmos as opiniões, reclamações e sugestões dos gaúchos”, destacou o parlamentar.
Os encontros ainda terão as datas definidas e deverão ter as presenças da Secretaria da Infraestrutura e Logística (SEINFRA), Casa Civil, Assessoria Superior do Governador, Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do RS (AGERGS), Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER), Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (FAMURS), Associação Gaúcha Municipalista (AGM), União dos Vereadores do Rio Grande do Sul (UVERGS), Associação dos Usuários de Rodovias Concedidas do RS (ASSURCON), Comitê de Controle Social, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ministério Público Estadual, Ministério Público de Contas, Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Rio Grande do Sul (SETCERGS), Conselhos Regionais de Desenvolvimento (COREDES), Frente Parlamentar contra a Prorrogação dos Contratos de Pedágio, Prefe ituras, Câmaras de vereadores e a população local.
 
*Com informações de Evelyn Berndt
 
Foto: Evelyn Berndt
 
Legenda: Sossella na Comissão de Segurança e Serviços Públicos
 

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30/03/2012EDIÇÃO 007
Cães, gatos, gansos, galinhas e perus
Projeto de Lei
Vanguarda Abolicionista - Marcio de Almeida Bueno
Vítima da exploração
Crueldade
Curitiba/PR
Jill Phipps: ativista que deu a vida pelos direitos animais
 
"Sinto-me uma pessoa muito afortunada por ter encontrado pessoas tão bondosas neste mundo. Encontro-me hoje no lugar certo e sou parte desta família que ..."
Patricia Marx
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Prefeitura de Bom Jesus RS


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30-03-2012
Prefeitura de Bom Jesus cadastra projetos em Brasília
O prefeito José Paulo de Almeida, de Bom Jesus, encerra a semana com boas perspectivas de recursos financeiros para investir em projetos do município.

Nos últimos dias, Almeida esteve em Brasília, em gabinetes de ministros e de deputados federais, apresentando os projetos da Prefeitura de Bom Jesus. Com o trabalho, o município está cadastrando diversos projetos que poderão ser beneficiados com recursos de emendas parlamentares e também extra-orçamentários.

Hoje, no Ministério do Turismo, foi cadastrado o projeto para a pavimentação asfáltica do acesso de Bom Jesus à BR 285, via Rua Getúlio Vargas, a antiga estrada de acesso do município para São José dos Ausentes.

Projetos foram cadastrados também para o recebimento de recursos através de duas emendas parlamentares do deputado federal Vilson Covati (PP), que são para mecanização agrícola e para calçamento na cidade; e também do senador Paulo Paim para investimentos possivelmente em sinalização turística.

Além dos projetos acima, Almeida também realizou pedidos a outros deputados federais que ficaram de analisar as propostas. O prefeito espera nos próximos dias receber boas notícias.

Prefeitura de Bom Jesus RS


30-03-2012
Em busca do Sistema Único de Atenção à Sanidade Agropecuária
Ao cumprir agenda no Ministério da Agricultura, em Brasília, o prefeito José Paulo de Almeida, de Bom Jesus, discutiu a possibilidade de adesão de Bom Jesus e de outros municípios da região ao Sistema Único de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).

Trata-se de um sistema unificado e coordenado pela União, que inspeciona produtos e permite que os mesmos possam ser comercializados em todo o território nacional. Esse novo sistema de inspeção sanitária permite a legalização e a implantação de queijarias, agroindústrias e pequenos frigoríficos, o que facilita a comercialização dos produtos industrializados localmente no mercado formal em todo o território brasileiro.

Para Almeida, uma das formas de implantar o Suasa seria através de uma adesão coletiva dos municípios da região, por meio do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável dos Campos de Cima da Serra (Condesus CCS).

Por isso, o prefeito estará organizando um encontro em uma das cidades da região, no mês de abril, com a presença de técnicos do Ministério da Agricultura e da Coordenadoria de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Cispoa), do governo do Estado, para explicar aos prefeitos como devem proceder para viabilizar o sistema.
Se colocado em prática, o sistema beneficiará produtores de todos os municípios participantes do Condesus Campos de Cima da Serra.

Honduras

Honduras

Carta O Berro…………………………………………………………………………………………………………………………….repassem

UMA VEZ GENERAL GOLPISTA, SEMPRE GENERAL GOLPISTA
Laerte Braga
Os cinco principais generais das forças armadas de Honduras resolveram dar explicações de público num programa de tevê hondurenho sobre a participação dos militares no golpe que depôs o presidente constitucional do país Manuel Zelaya.
Script montado, papéis definidos, o programa tinha o objetivo de exibir a “face democrática” dos militares golpistas e mostrar ao povo que não tinham nada a ver com nada, foram apenas “patriotas” em cumprimento à constituição e a lei.
Não houve dificuldades em decorar esse script, é antigo, mudam uma ou outra palavra, mas não conseguem escapar do lugar comum. O tal do “patriotismo” e a preocupação em aparecer como homens de origens humildes, mas capazes de “salvar a pátria”.
Se fosse para enumerar aqui os inúmeros de golpes de estado dados por militares na América Latina ficaríamos uma eternidade. Imagine se fosse para relatar cada golpe, cada momento “patriótico” desse na Bolívia, por exemplo. Era comum um general dar um golpe às seis da manhã, ser golpeado ao meio dia por outro, até que as seis da tarde um terceiro viesse com suas tropas para promover o bem geral e caísse à meia noite para um tipo general lobisomem governar até o que iria golpear às seis da manhã e assim sucessivamente.
A grande preocupação dos militares hondurenhos foi a de tentar desvincular- se das elites do país. Buscar apagar a imagem que são cúmplices ou parceiros, sócios dessas elites nos “negócios”. Mas a maior dificuldade foi querer mostrar que não são paus mandados de Washington e obedecem diretamente ao embaixador dos EUA em Tegucigalpa.
Em 1964 no Brasil a coisa funcionou exatamente assim. Os norte-americanos começaram a abrir as portas para o golpe com um programa chamado Aliança para o Progresso. Chegava aqui um monte de coisas com outro monte de agentes da CIA. Doações para o bem do Brasil. Em 1962 derramaram dinheiro nas eleições através de um instituto que chamaram de IBAD - INSTITUTO BRASILEIRO DE AÇÃO DEMOCRÁTICA -. Em 1963 designaram um comandante para as forças armadas brasileiras, o general Vernon Walthers que havia sido comandante de Cas tel lo Branco na IIª Grande Guerra e falava português fluentemente e o embaixador Lincoln Gordon para ajustar os esquemas financeiros, comprar deputados e senadores, etc.
Em 1964 promoveram todo o processo golpista, uma peça montada e dirigida por Washington, em nome da democracia. Marcharam pelo país montados na fé de um povo iludido por usurpadores dessa fé - fé é uma questão de foro íntimo, mas espertalhões da fé não - e falo do padre Patrick Payton. O cardeal de Honduras, dono de grandes extensões de terra e outros “negócios” apóia o golpe em nome de Deus.
Refor ma agrária, melhores condições para os trabalhadores da cidade, projetos habitacionais, democratização da comunicação, saúde, universidades públicas, esse esquema não interessava aos donos do país, patrões dos militares e principais acionistas das nossas elites, o esquema FIESP/DASLU.
Um pequeno exemplo da vocação democrática dessas elites. O governador de São Paulo era Ademar de Barros. Pilantra sem qualquer escrúpulo. Ademar decidia abrir uma estrada digamos ligando o ponto A ao ponto B, uma cidade a outra. Aí, em parceria com as empreiteiras compravam as terras às margens da futura rodovia a preço de banana e depois ficavam senhores de grandes extensões de terra supervalorizadas pela estrada.
Nos tempos de John Wayne era a mesma coisa quando as ferrovias iam chegando ao Oeste e levando progresso.
Jango decidiu no dia 13 de março de 1964 que as terras às margens de rodovias, ferrovias, rios, lagos e açudes seriam desapropriadas na extensão de oito quilômetros para fins de reforma agrária. Aquele monte de terra que quando a gente viaja não vê nada aproveitado, digamos assim. Aí, Ademar de Barros, o banqueiro/trambique iro Magalhães Pinto, o alucinado Carlos Lacerda treparam nas tamancas e dispararam que “a democracia e as liberdades individuais estão ameaçadas, o povo brasileiro está debaixo da ameaça do comunismo internacional” .
Junte-se a isso a estatização do petróleo em todos os níveis (Lula está leiloando o pré-sal), dos serviços de energia elétrica e tel efonia e medidas que contrariavam laboratórios internacionais como a compra de ácidoacetilsalicí lico da China e não da Bayer - uma das financiadoras do golpe -. O da Bayer custava o triplo do preço, está no livro “O governo João Goulart” do professor Moniz Bandeira, mas a Bayer era legitima representante da democracia. Você tem que tomar a aspirina da Bayer mesmo que ela seja mais cara e lógico, para os caras lá de cima, os “patriotas”, tinha um extra que vinha custo para a turma cá embaixo.
Pronto. Derrubaram o presidente, tomaram o poder, suprimiram as liberdades e começaram o processo de venda e entrega do país, completado bem mais tarde por FHC, uma espécie de cabo Anselmo com patente mais alta, afinal foi presidente da República.
Prenderam opositores, cassaram, torturaram, seqüestraram, mataram, estupraram mulheres militantes e de famílias de opositores, tudo em nome da pátria. Censuraram a imprensa, sempre pela democracia.
Falavam em Brasil grande enquanto íamos ficando cada vez menor.
Em Honduras os generais golpistas não variaram no script. Segundo eles, cinco, as forças armadas cumpriram a lei, não são responsáveis pela determinação de depor o presidente Zelaya (não explicaram que a lei mandava se quisessem de fato tirá-lo por “ilegalidades” seguir o caminho de um processo natural de impedimento, foi na marra), lamentam que tenham tido que matar alguns opositores, mas a culpa foi deles por não aceitar essa “lei”, essa vocação “patriótica”, até aí tudo como manda o figurino golpista, até que…
No filme Doutor Fantástico de Stanley Kubrick, entre muitos personagens que mostram a boçalidade de militares de extrema direita - a maioria - nos EUA, há um cientista alemão que foi cooptado ao final da IIª Grande Guerra. No ápice do filme, o tal cientista aparece numa cadeira de rodas como conselheiro do presidente norte-americano e surge segurando com a mão esquerda a mão direita. Quando se distrai e se empolga na destruição da União Soviética, solta a esquerda a direita automaticamente levanta-se e proclama “herr Hitler”.
Os generais de Honduras vieram gravando as cenas da farsa até o momento que a mão direita escapou. Foi quando disseram que Zelaya estava levando o país para o “comunismo” representado por Hugo Chávez, “disfarçado de socialismo,” afastando-se da democracia.
Democracia para eles é Washington e a grana que chega por fora no final do mês. São generais golpistas, em qualquer lugar, em todos os tempos, aqui, lá, no Chile e, lógico, venais e corruptos.
Segundo o jornal NEW YORK TIMES, norte-americano a fala final foi assim:
“Como se seguisse um manual da Guerra Fria, o general Miguel Ángel García Padget disse que as forças armadas impediram os planos de Chávez de espalhar o socialismo pela região. “A América Central não era o objetivo desse comunismo disfarçado de democracia”, ele disse. “Este socialismo, comunismo, chavismo, chame como quiser, visa o coração dos Estados Unidos.”
“… Visa o coração dos Estados Unidos”. É a pátria verdadeira desse general golpista e corrupto, traidor. Não conseguiu segurar e teve que dedicar essa ode aos patrões, quem sabe na esperança de ganhar um extra.
Não são patriotas, são canalhas como afirma Samuel Johnson ao definir patriotismo como “último refúgio dos canalhas”. O povo de Honduras? Dane-se o povo, vão continuar matando se necessário for para os dólares abençoados do capitalismo.
.E contando com a mídia, pronta a receber também propagandas extras. GLOBO, VEJA, as rádios que Chávez fechou por falarem mentiras e distribuiu concessões entre as comunidades para se fazerem ouvir.
No meio disso tudo Barak Obama. Um refinado ventríloquo dos verdadeiros donos da Casa Branca e do presidente dos EUA. Um garçom numa espécie de pub inglês nos EUA. A Casa Branca.
O resultado do “patriotismo” dos generais que defendem o “coração dos Estados Unidos”
Segundo Roberto Michelletti, presidente de fancaria golpista de Honduras, Obama é “el negrito no conoce donde se queda Tegucigalpa” . O que Obama fez até hoje foi perguntar a marca de cerveja que Michelletti, ligado ao tráfico de drogas, prefere. E se o filé é ao ponto ou mal passado. A cozinheira é Hilary Clinton, que também serve de primeira dançarina desse can can democrático.
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Resistência

                                                                                                    Memorial da Resistência de São Paulo

Sábado Resistente
08 de agosto de 2009, das 14h às 17h30
Memorial da Resistência de São Paulo – Largo General Osório, 66 – Luz

40 ANOS DA CRIAÇÃO DA OPERACÃO BANDEIRANTE
 A REPRESSAO CLANDESTINA TRANSFORMADA EM  ROTINA
Um dos órgãos de repressão mais violentos da Ditadura Militar no Brasil foi a chamada Operação Bandeirante (OBAN), criada pelo II Exército em São Paulo, no mês de julho de 1969. Foi um centro integrador das forças que reprimiram os que resistiam ao regime ilegal e ilegítimo dos militares que deram o Golpe em 1964, instalado na Rua Tutóia, onde atualmente funciona o 36° Distrito Policial da cidade.
Para debater sobre esta sinistra organização, sua história e influência durante “os anos de chumbo”, o Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum Permanente de Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e o Memorial da Resistência de São Paulo convidam para as palestras de três eminentes estudiosos sobre o legado da OBAN nos dias de hoje.
Programa:
14h – 14h15: Apresentação/Coordenação:
Marcelo Mattos Araújo Memorial da Resistência de São Paulo
Ivan Seixas Jornalista, ex-preso político – Diretor do Núcleo de Preservação da Memória Política e do Fórum de Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo

14h15 –15h45: Palestras
Moderador: Maurice Politi
Presidente do Núcleo de Preservação da Memória Política e Diretor do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo. Ex-preso político.
Debatedores
Dr. José Henrique Rodrigues Torres
Juiz de Direito da Vara do Júri de Campinas e professor de Direito Penal da PUC-Campinas.
Secretário-Executivo da AJD (Associação dos Juízes para a Democracia).  
Profa. Dra. Mariana Joffily
Mestre em História pela Sorbonne (Paris IV), doutora em História Social pela USP e pós-doutoranda em História pela UFSC. Autora da Tese ”No centro da engrenagem: os interrogatórios da Operação Bandeirante e do DOI-CODI de São Paulo (1969-1975)”
Dr. Marlon Weichert
Procurador Regional da República, Mestre em Direito Constitucional (PUC) e Professor de Direito Constitucional, Tributário e Sanitário.. Autor, conjuntamente com a Dra. Eugenia Favero, da Ação Civil Pública que pede a responsabilização civil dos comandantes do DOI-CODI por tortura e mortes ocorridas durante o regime militar.

15h45 –16h40: debate
16h45 –17h30: visita ao Memorial da Resistência de São Paulo

Sobre a OBAN
Inicialmente, foi um centro clandestino de detenção e tortura que reuniu integrantes das três forças armadas, assim como um pequeno contingente “selecionado” de soldados da Força Pública e da Policia Civil do Estado de  São Paulo. A partir de meados de 1970, a Operação Bandeirante tornou-se uma estrutura oficial das forças do Exército, passando a ter o nome de DOI-CODI (Destacamento de Operações e Informações ligado ao Centro de Operações de Defesa Interna). Na década de 80, os DOI foram renomeados SOP – Setor de Operações.
Calcula-se que passaram pela OBAN mais de 10.000 prisioneiros. Os seus comandantes, hoje processados pelo Ministério Público Federal, foram os responsáveis por  inúmeras mortes de combatentes sob torturas e execuções nas dependências deste organismo ou em vias públicas.

O Sábado Resistente é promovido pelo Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e pelo Memorial da Resistência de São Paulo. É o espaço de discussão entre companheiros combatentes de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e interessados para o debate sobre temas ligados às lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime militar, implantado com o golpe de Estado de 1964. Nossa preocupação é estimular a discussão e o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano em busca de sua libertação. 





 
 

 

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40 ANOS DA CRIAÇÃO DA OPERACÃO BANDEIRANTE
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Um dos órgãos de repressão mais violentos da Ditadura Militar no Brasil foi a chamada Operação Bandeirante (OBAN), criada pelo II Exército em São Paulo, no mês de julho de 1969. Foi um centro integrador das forças que reprimiram os que resistiam ao regime ilegal e ilegítimo dos militares que deram o Golpe em 1964, instalado na Rua Tutóia, onde atualmente funciona o 36° Distrito Policial da cidade.
Para debater sobre esta sinistra organização, sua história e influência durante “os anos de chumbo”, o Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum Permanente de Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e o Memorial da Resistência de São Paulo convidam para as palestras de três eminentes estudiosos sobre o legado da OBAN nos dias de hoje.
Programa:
14h – 14h15: Apresentação/Coordenação:
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14h15 –15h45: Palestras
Moderador: Maurice Politi
Presidente do Núcleo de Preservação da Memória Política e Diretor do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo. Ex-preso político.
Debatedores
Dr. José Henrique Rodrigues Torres
Juiz de Direito da Vara do Júri de Campinas e professor de Direito Penal da PUC-Campinas.
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Procurador Regional da República, Mestre em Direito Constitucional (PUC) e Professor de Direito Constitucional, Tributário e Sanitário.. Autor, conjuntamente com a Dra. Eugenia Favero, da Ação Civil Pública que pede a responsabilização civil dos comandantes do DOI-CODI por tortura e mortes ocorridas durante o regime militar.

15h45 –16h40: debate
16h45 –17h30: visita ao Memorial da Resistência de São Paulo

Sobre a OBAN
Inicialmente, foi um centro clandestino de detenção e tortura que reuniu integrantes das três forças armadas, assim como um pequeno contingente “selecionado” de soldados da Força Pública e da Policia Civil do Estado de  São Paulo. A partir de meados de 1970, a Operação Bandeirante tornou-se uma estrutura oficial das forças do Exército, passando a ter o nome de DOI-CODI (Destacamento de Operações e Informações ligado ao Centro de Operações de Defesa Interna). Na década de 80, os DOI foram renomeados SOP – Setor de Operações.
Calcula-se que passaram pela OBAN mais de 10.000 prisioneiros. Os seus comandantes, hoje processados pelo Ministério Público Federal, foram os responsáveis por  inúmeras mortes de combatentes sob torturas e execuções nas dependências deste organismo ou em vias públicas.

O Sábado Resistente é promovido pelo Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e pelo Memorial da Resistência de São Paulo. É o espaço de discussão entre companheiros combatentes de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e interessados para o debate sobre temas ligados às lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime militar, implantado com o golpe de Estado de 1964. Nossa preocupação é estimular a discussão e o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano em busca de sua libertação. 





 
 

 

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40 ANOS DA CRIAÇÃO DA OPERACÃO BANDEIRANTE
 A REPRESSAO CLANDESTINA TRANSFORMADA EM  ROTINA
Um dos órgãos de repressão mais violentos da Ditadura Militar no Brasil foi a chamada Operação Bandeirante (OBAN), criada pelo II Exército em São Paulo, no mês de julho de 1969. Foi um centro integrador das forças que reprimiram os que resistiam ao regime ilegal e ilegítimo dos militares que deram o Golpe em 1964, instalado na Rua Tutóia, onde atualmente funciona o 36° Distrito Policial da cidade.
Para debater sobre esta sinistra organização, sua história e influência durante “os anos de chumbo”, o Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum Permanente de Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e o Memorial da Resistência de São Paulo convidam para as palestras de três eminentes estudiosos sobre o legado da OBAN nos dias de hoje.
Programa:
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14h15 –15h45: Palestras
Moderador: Maurice Politi
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15h45 –16h40: debate
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Sobre a OBAN
Inicialmente, foi um centro clandestino de detenção e tortura que reuniu integrantes das três forças armadas, assim como um pequeno contingente “selecionado” de soldados da Força Pública e da Policia Civil do Estado de  São Paulo. A partir de meados de 1970, a Operação Bandeirante tornou-se uma estrutura oficial das forças do Exército, passando a ter o nome de DOI-CODI (Destacamento de Operações e Informações ligado ao Centro de Operações de Defesa Interna). Na década de 80, os DOI foram renomeados SOP – Setor de Operações.
Calcula-se que passaram pela OBAN mais de 10.000 prisioneiros. Os seus comandantes, hoje processados pelo Ministério Público Federal, foram os responsáveis por  inúmeras mortes de combatentes sob torturas e execuções nas dependências deste organismo ou em vias públicas.

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Sábado Resistente
08 de agosto de 2009, das 14h às 17h30
Memorial da Resistência de São Paulo – Largo General Osório, 66 – Luz

40 ANOS DA CRIAÇÃO DA OPERACÃO BANDEIRANTE
 A REPRESSAO CLANDESTINA TRANSFORMADA EM  ROTINA
Um dos órgãos de repressão mais violentos da Ditadura Militar no Brasil foi a chamada Operação Bandeirante (OBAN), criada pelo II Exército em São Paulo, no mês de julho de 1969. Foi um centro integrador das forças que reprimiram os que resistiam ao regime ilegal e ilegítimo dos militares que deram o Golpe em 1964, instalado na Rua Tutóia, onde atualmente funciona o 36° Distrito Policial da cidade.
Para debater sobre esta sinistra organização, sua história e influência durante “os anos de chumbo”, o Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum Permanente de Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e o Memorial da Resistência de São Paulo convidam para as palestras de três eminentes estudiosos sobre o legado da OBAN nos dias de hoje.
Programa:
14h – 14h15: Apresentação/Coordenação:
Marcelo Mattos Araújo Memorial da Resistência de São Paulo
Ivan Seixas Jornalista, ex-preso político – Diretor do Núcleo de Preservação da Memória Política e do Fórum de Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo

14h15 –15h45: Palestras
Moderador: Maurice Politi
Presidente do Núcleo de Preservação da Memória Política e Diretor do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo. Ex-preso político.
Debatedores
Dr. José Henrique Rodrigues Torres
Juiz de Direito da Vara do Júri de Campinas e professor de Direito Penal da PUC-Campinas.
Secretário-Executivo da AJD (Associação dos Juízes para a Democracia).  
Profa. Dra. Mariana Joffily
Mestre em História pela Sorbonne (Paris IV), doutora em História Social pela USP e pós-doutoranda em História pela UFSC. Autora da Tese ”No centro da engrenagem: os interrogatórios da Operação Bandeirante e do DOI-CODI de São Paulo (1969-1975)”
Dr. Marlon Weichert
Procurador Regional da República, Mestre em Direito Constitucional (PUC) e Professor de Direito Constitucional, Tributário e Sanitário.. Autor, conjuntamente com a Dra. Eugenia Favero, da Ação Civil Pública que pede a responsabilização civil dos comandantes do DOI-CODI por tortura e mortes ocorridas durante o regime militar.

15h45 –16h40: debate
16h45 –17h30: visita ao Memorial da Resistência de São Paulo

Sobre a OBAN
Inicialmente, foi um centro clandestino de detenção e tortura que reuniu integrantes das três forças armadas, assim como um pequeno contingente “selecionado” de soldados da Força Pública e da Policia Civil do Estado de  São Paulo. A partir de meados de 1970, a Operação Bandeirante tornou-se uma estrutura oficial das forças do Exército, passando a ter o nome de DOI-CODI (Destacamento de Operações e Informações ligado ao Centro de Operações de Defesa Interna). Na década de 80, os DOI foram renomeados SOP – Setor de Operações.
Calcula-se que passaram pela OBAN mais de 10.000 prisioneiros. Os seus comandantes, hoje processados pelo Ministério Público Federal, foram os responsáveis por  inúmeras mortes de combatentes sob torturas e execuções nas dependências deste organismo ou em vias públicas.

O Sábado Resistente é promovido pelo Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e pelo Memorial da Resistência de São Paulo. É o espaço de discussão entre companheiros combatentes de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e interessados para o debate sobre temas ligados às lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime militar, implantado com o golpe de Estado de 1964. Nossa preocupação é estimular a discussão e o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano em busca de sua libertação. 





 
 

 

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40 ANOS DA CRIAÇÃO DA OPERACÃO BANDEIRANTE
 A REPRESSAO CLANDESTINA TRANSFORMADA EM  ROTINA
Um dos órgãos de repressão mais violentos da Ditadura Militar no Brasil foi a chamada Operação Bandeirante (OBAN), criada pelo II Exército em São Paulo, no mês de julho de 1969. Foi um centro integrador das forças que reprimiram os que resistiam ao regime ilegal e ilegítimo dos militares que deram o Golpe em 1964, instalado na Rua Tutóia, onde atualmente funciona o 36° Distrito Policial da cidade.
Para debater sobre esta sinistra organização, sua história e influência durante “os anos de chumbo”, o Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum Permanente de Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e o Memorial da Resistência de São Paulo convidam para as palestras de três eminentes estudiosos sobre o legado da OBAN nos dias de hoje.
Programa:
14h – 14h15: Apresentação/Coordenação:
Marcelo Mattos Araújo Memorial da Resistência de São Paulo
Ivan Seixas Jornalista, ex-preso político – Diretor do Núcleo de Preservação da Memória Política e do Fórum de Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo

14h15 –15h45: Palestras
Moderador: Maurice Politi
Presidente do Núcleo de Preservação da Memória Política e Diretor do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo. Ex-preso político.
Debatedores
Dr. José Henrique Rodrigues Torres
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Secretário-Executivo da AJD (Associação dos Juízes para a Democracia).  
Profa. Dra. Mariana Joffily
Mestre em História pela Sorbonne (Paris IV), doutora em História Social pela USP e pós-doutoranda em História pela UFSC. Autora da Tese ”No centro da engrenagem: os interrogatórios da Operação Bandeirante e do DOI-CODI de São Paulo (1969-1975)”
Dr. Marlon Weichert
Procurador Regional da República, Mestre em Direito Constitucional (PUC) e Professor de Direito Constitucional, Tributário e Sanitário.. Autor, conjuntamente com a Dra. Eugenia Favero, da Ação Civil Pública que pede a responsabilização civil dos comandantes do DOI-CODI por tortura e mortes ocorridas durante o regime militar.

15h45 –16h40: debate
16h45 –17h30: visita ao Memorial da Resistência de São Paulo

Sobre a OBAN
Inicialmente, foi um centro clandestino de detenção e tortura que reuniu integrantes das três forças armadas, assim como um pequeno contingente “selecionado” de soldados da Força Pública e da Policia Civil do Estado de  São Paulo. A partir de meados de 1970, a Operação Bandeirante tornou-se uma estrutura oficial das forças do Exército, passando a ter o nome de DOI-CODI (Destacamento de Operações e Informações ligado ao Centro de Operações de Defesa Interna). Na década de 80, os DOI foram renomeados SOP – Setor de Operações.
Calcula-se que passaram pela OBAN mais de 10.000 prisioneiros. Os seus comandantes, hoje processados pelo Ministério Público Federal, foram os responsáveis por  inúmeras mortes de combatentes sob torturas e execuções nas dependências deste organismo ou em vias públicas.

O Sábado Resistente é promovido pelo Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e pelo Memorial da Resistência de São Paulo. É o espaço de discussão entre companheiros combatentes de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e interessados para o debate sobre temas ligados às lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime militar, implantado com o golpe de Estado de 1964. Nossa preocupação é estimular a discussão e o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano em busca de sua libertação. 





 
 

 

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40 ANOS DA CRIAÇÃO DA OPERACÃO BANDEIRANTE
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Um dos órgãos de repressão mais violentos da Ditadura Militar no Brasil foi a chamada Operação Bandeirante (OBAN), criada pelo II Exército em São Paulo, no mês de julho de 1969. Foi um centro integrador das forças que reprimiram os que resistiam ao regime ilegal e ilegítimo dos militares que deram o Golpe em 1964, instalado na Rua Tutóia, onde atualmente funciona o 36° Distrito Policial da cidade.
Para debater sobre esta sinistra organização, sua história e influência durante “os anos de chumbo”, o Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum Permanente de Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e o Memorial da Resistência de São Paulo convidam para as palestras de três eminentes estudiosos sobre o legado da OBAN nos dias de hoje.
Programa:
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Dr. Marlon Weichert
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15h45 –16h40: debate
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Sobre a OBAN
Inicialmente, foi um centro clandestino de detenção e tortura que reuniu integrantes das três forças armadas, assim como um pequeno contingente “selecionado” de soldados da Força Pública e da Policia Civil do Estado de  São Paulo. A partir de meados de 1970, a Operação Bandeirante tornou-se uma estrutura oficial das forças do Exército, passando a ter o nome de DOI-CODI (Destacamento de Operações e Informações ligado ao Centro de Operações de Defesa Interna). Na década de 80, os DOI foram renomeados SOP – Setor de Operações.
Calcula-se que passaram pela OBAN mais de 10.000 prisioneiros. Os seus comandantes, hoje processados pelo Ministério Público Federal, foram os responsáveis por  inúmeras mortes de combatentes sob torturas e execuções nas dependências deste organismo ou em vias públicas.

O Sábado Resistente é promovido pelo Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e pelo Memorial da Resistência de São Paulo. É o espaço de discussão entre companheiros combatentes de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e interessados para o debate sobre temas ligados às lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime militar, implantado com o golpe de Estado de 1964. Nossa preocupação é estimular a discussão e o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano em busca de sua libertação. 





 
 

 

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Um dos órgãos de repressão mais violentos da Ditadura Militar no Brasil foi a chamada Operação Bandeirante (OBAN), criada pelo II Exército em São Paulo, no mês de julho de 1969. Foi um centro integrador das forças que reprimiram os que resistiam ao regime ilegal e ilegítimo dos militares que deram o Golpe em 1964, instalado na Rua Tutóia, onde atualmente funciona o 36° Distrito Policial da cidade.
Para debater sobre esta sinistra organização, sua história e influência durante “os anos de chumbo”, o Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum Permanente de Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e o Memorial da Resistência de São Paulo convidam para as palestras de três eminentes estudiosos sobre o legado da OBAN nos dias de hoje.
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15h45 –16h40: debate
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Sobre a OBAN
Inicialmente, foi um centro clandestino de detenção e tortura que reuniu integrantes das três forças armadas, assim como um pequeno contingente “selecionado” de soldados da Força Pública e da Policia Civil do Estado de  São Paulo. A partir de meados de 1970, a Operação Bandeirante tornou-se uma estrutura oficial das forças do Exército, passando a ter o nome de DOI-CODI (Destacamento de Operações e Informações ligado ao Centro de Operações de Defesa Interna). Na década de 80, os DOI foram renomeados SOP – Setor de Operações.
Calcula-se que passaram pela OBAN mais de 10.000 prisioneiros. Os seus comandantes, hoje processados pelo Ministério Público Federal, foram os responsáveis por  inúmeras mortes de combatentes sob torturas e execuções nas dependências deste organismo ou em vias públicas.

O Sábado Resistente é promovido pelo Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e pelo Memorial da Resistência de São Paulo. É o espaço de discussão entre companheiros combatentes de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e interessados para o debate sobre temas ligados às lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime militar, implantado com o golpe de Estado de 1964. Nossa preocupação é estimular a discussão e o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano em busca de sua libertação. 





 
 

 

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Um dos órgãos de repressão mais violentos da Ditadura Militar no Brasil foi a chamada Operação Bandeirante (OBAN), criada pelo II Exército em São Paulo, no mês de julho de 1969. Foi um centro integrador das forças que reprimiram os que resistiam ao regime ilegal e ilegítimo dos militares que deram o Golpe em 1964, instalado na Rua Tutóia, onde atualmente funciona o 36° Distrito Policial da cidade.
Para debater sobre esta sinistra organização, sua história e influência durante “os anos de chumbo”, o Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum Permanente de Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e o Memorial da Resistência de São Paulo convidam para as palestras de três eminentes estudiosos sobre o legado da OBAN nos dias de hoje.
Programa:
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15h45 –16h40: debate
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Sobre a OBAN
Inicialmente, foi um centro clandestino de detenção e tortura que reuniu integrantes das três forças armadas, assim como um pequeno contingente “selecionado” de soldados da Força Pública e da Policia Civil do Estado de  São Paulo. A partir de meados de 1970, a Operação Bandeirante tornou-se uma estrutura oficial das forças do Exército, passando a ter o nome de DOI-CODI (Destacamento de Operações e Informações ligado ao Centro de Operações de Defesa Interna). Na década de 80, os DOI foram renomeados SOP – Setor de Operações.
Calcula-se que passaram pela OBAN mais de 10.000 prisioneiros. Os seus comandantes, hoje processados pelo Ministério Público Federal, foram os responsáveis por  inúmeras mortes de combatentes sob torturas e execuções nas dependências deste organismo ou em vias públicas.

O Sábado Resistente é promovido pelo Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e pelo Memorial da Resistência de São Paulo. É o espaço de discussão entre companheiros combatentes de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e interessados para o debate sobre temas ligados às lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime militar, implantado com o golpe de Estado de 1964. Nossa preocupação é estimular a discussão e o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano em busca de sua libertação. 





 
 

 

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Para debater sobre esta sinistra organização, sua história e influência durante “os anos de chumbo”, o Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum Permanente de Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e o Memorial da Resistência de São Paulo convidam para as palestras de três eminentes estudiosos sobre o legado da OBAN nos dias de hoje.
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Dr. Marlon Weichert
Procurador Regional da República, Mestre em Direito Constitucional (PUC) e Professor de Direito Constitucional, Tributário e Sanitário.. Autor, conjuntamente com a Dra. Eugenia Favero, da Ação Civil Pública que pede a responsabilização civil dos comandantes do DOI-CODI por tortura e mortes ocorridas durante o regime militar.

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Inicialmente, foi um centro clandestino de detenção e tortura que reuniu integrantes das três forças armadas, assim como um pequeno contingente “selecionado” de soldados da Força Pública e da Policia Civil do Estado de  São Paulo. A partir de meados de 1970, a Operação Bandeirante tornou-se uma estrutura oficial das forças do Exército, passando a ter o nome de DOI-CODI (Destacamento de Operações e Informações ligado ao Centro de Operações de Defesa Interna). Na década de 80, os DOI foram renomeados SOP – Setor de Operações.
Calcula-se que passaram pela OBAN mais de 10.000 prisioneiros. Os seus comandantes, hoje processados pelo Ministério Público Federal, foram os responsáveis por  inúmeras mortes de combatentes sob torturas e execuções nas dependências deste organismo ou em vias públicas.

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Para debater sobre esta sinistra organização, sua história e influência durante “os anos de chumbo”, o Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum Permanente de Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e o Memorial da Resistência de São Paulo convidam para as palestras de três eminentes estudiosos sobre o legado da OBAN nos dias de hoje.
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Calcula-se que passaram pela OBAN mais de 10.000 prisioneiros. Os seus comandantes, hoje processados pelo Ministério Público Federal, foram os responsáveis por  inúmeras mortes de combatentes sob torturas e execuções nas dependências deste organismo ou em vias públicas.

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40 ANOS DA CRIAÇÃO DA OPERACÃO BANDEIRANTE
 A REPRESSAO CLANDESTINA TRANSFORMADA EM  ROTINA
Um dos órgãos de repressão mais violentos da Ditadura Militar no Brasil foi a chamada Operação Bandeirante (OBAN), criada pelo II Exército em São Paulo, no mês de julho de 1969. Foi um centro integrador das forças que reprimiram os que resistiam ao regime ilegal e ilegítimo dos militares que deram o Golpe em 1964, instalado na Rua Tutóia, onde atualmente funciona o 36° Distrito Policial da cidade.
Para debater sobre esta sinistra organização, sua história e influência durante “os anos de chumbo”, o Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum Permanente de Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e o Memorial da Resistência de São Paulo convidam para as palestras de três eminentes estudiosos sobre o legado da OBAN nos dias de hoje.
Programa:
14h – 14h15: Apresentação/Coordenação:
Marcelo Mattos Araújo Memorial da Resistência de São Paulo
Ivan Seixas Jornalista, ex-preso político – Diretor do Núcleo de Preservação da Memória Política e do Fórum de Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo

14h15 –15h45: Palestras
Moderador: Maurice Politi
Presidente do Núcleo de Preservação da Memória Política e Diretor do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo. Ex-preso político.
Debatedores
Dr. José Henrique Rodrigues Torres
Juiz de Direito da Vara do Júri de Campinas e professor de Direito Penal da PUC-Campinas.
Secretário-Executivo da AJD (Associação dos Juízes para a Democracia).  
Profa. Dra. Mariana Joffily
Mestre em História pela Sorbonne (Paris IV), doutora em História Social pela USP e pós-doutoranda em História pela UFSC. Autora da Tese ”No centro da engrenagem: os interrogatórios da Operação Bandeirante e do DOI-CODI de São Paulo (1969-1975)”
Dr. Marlon Weichert
Procurador Regional da República, Mestre em Direito Constitucional (PUC) e Professor de Direito Constitucional, Tributário e Sanitário.. Autor, conjuntamente com a Dra. Eugenia Favero, da Ação Civil Pública que pede a responsabilização civil dos comandantes do DOI-CODI por tortura e mortes ocorridas durante o regime militar.

15h45 –16h40: debate
16h45 –17h30: visita ao Memorial da Resistência de São Paulo

Sobre a OBAN
Inicialmente, foi um centro clandestino de detenção e tortura que reuniu integrantes das três forças armadas, assim como um pequeno contingente “selecionado” de soldados da Força Pública e da Policia Civil do Estado de  São Paulo. A partir de meados de 1970, a Operação Bandeirante tornou-se uma estrutura oficial das forças do Exército, passando a ter o nome de DOI-CODI (Destacamento de Operações e Informações ligado ao Centro de Operações de Defesa Interna). Na década de 80, os DOI foram renomeados SOP – Setor de Operações.
Calcula-se que passaram pela OBAN mais de 10.000 prisioneiros. Os seus comandantes, hoje processados pelo Ministério Público Federal, foram os responsáveis por  inúmeras mortes de combatentes sob torturas e execuções nas dependências deste organismo ou em vias públicas.

O Sábado Resistente é promovido pelo Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e pelo Memorial da Resistência de São Paulo. É o espaço de discussão entre companheiros combatentes de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e interessados para o debate sobre temas ligados às lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime militar, implantado com o golpe de Estado de 1964. Nossa preocupação é estimular a discussão e o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano em busca de sua libertação. 





 
 

 

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