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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Revista Veja (Arquivo)


11/4/09

Revista Veja

  
  10 de abril de 2009


Eurípedes Alcântara

Diretor de Redação
Caro leitor,
para ir diretamente ao índice completo da revista, o link é este: http://veja.abril.com.br/newsletter/newsletter.html
 
 A capa de VEJA mergulha nas questões práticas do anunciado fim do vestibular como a chave de entrada dos jovens brasileiros ao ensino superior. A reportagem, que certamente não esgota um assunto tão vital e delicado para milhões de brasileiros, é a primeira de uma série dedicada a acompanhar todas as facetas de uma mudança tão drástica.
 A reportagem de capa explica o que muda já para os exames deste ano e ressalta o crescente peso do Enem, o Exame Nacional do Ensino Médio, que foi totalmente reformulado.
 Aliás, a reportagem conta tudo sobre o novo Enem e reproduz com exclusividade três questões do exame que, embora não sejam exatamente iguais às que vão ser usadas na prova, dão uma ideia clara das exigências dos examinadores: uma combinação da velha “decoreba” com muito raciocínio. Trata-se de leitura obrigatória para quem vai tentar obter uma vaga no ensino superior.
 
 A sucursal de Brasília contribui com uma reportagem que explica a resistência de um ciclo vicioso de poder e dinheiro nas engrenagens do Senado, uma casa parlamentar com orçamento bilionário gerido por um burocrata com o cargo de diretor-geral. Esse cargo já foi ocupado por um certo Agaciel Maia, que foi defenestrado por ter escondido do imposto de renda uma mansão de fazer inveja ao sultão de Brunei. A imprensa vive repetindo essa informação, mas se esqueceu de investigar o óbvio: como esse senhor conseguiu dinheiro suficiente para construir a mansão. É o que a reportagem de VEJA desta semana faz.
 Muito interessante a reportagem sobre o útil e atualíssimo debate travado a portas fechadas entre o empresário Abilio Diniz, os economistas José Roberto Mendonça de Barros e Luiz Paulo Vellozo Lucas(deputado pelo PSDB do ES) e o ex-ministro Pedro Parente. Durante quase cinco horas eles discutiram quais seriam as políticas públicas adequadas para o Brasil enfrentar com mais sucesso a crise mundial. Publicamos um resumo da conversa, promovida pelo Centro de Liderança Pública, de Luiz Felipe d’Ávila. A íntegra dos debates pode ser lida em VEJA.com no endereçohttp://veja.abril.com.br/150409/debate.shtml
 
 Muito humana e ao mesmo tempo informativa a reportagem sobre o sumiço do atacanteAdriano, um dos maiores craques do futebol brasileiro e mundial. Adriano tem boa índole mas vive atormentado por fantasmas mentais que o atacam de vez em quando e tiram dele a alegria de jogar futebol. Desta vez, ele se refugiou na favela onde nasceu e foi criado.
 No campo da reflexão, imperdível a entrevista de Páginas Amarelas com o cientista político americano Francis Fukuyama, aquele que no começo da década de 90 decretou que a história tinha encontrado sua destinação final na perfeita combinação entre a democracia liberal e a economia de mercado. Foi um choque frontal com a crença esquerdista de que a história só se deterá no comunismo, que, este sim, seria seu estágio final. Muito bom reler Fukuyama agora em plena crise global do capitalismo financeiro e com os holofotes sobre uma nação, a China, que aparece como a solução mesmo sendo comunista, autoritária e com sua economia de mercado apenas no nome. Será que Fukuyama acusa o fracasso de sua tese? Vale a pena conferir.
 Em sua segunda participação em vídeo na newsletter, Carlos Graieb, editor executivo de Artes & Espetáculos, fala do filmaço com Nicolas Cage sobre o fim do mundo. O filme foi resenhado pela editora Isabela Boscov.
O editor executivo Carlos Graieb comenta reportagens de Artes & Espetáculos


Clique na imagem para assistir ao vídeo

Meu caro leitor, fico por aqui.
Se quiser mandar-me comentários, sugestões e críticas, por favor, use o endereço
diretorveja@abril.com.br
Um forte abraço e até a próxima semana,

Eurípedes Alcântara
Diretor de Redação
 
Destaques de VEJA.com
 Esporte seguro
Por que tantas pessoas se machucam e algumas (mesmo atletas profissionais) até morrem durante os exercícios físicos? A seção Saúde, em VEJA.com, traz uma página sobre o tema.
www.veja.com.br/saude
 Cronologia50 anos de carreira de Roberto Carlos
www.veja.com.br/cronologia
 Perguntas e RespostasO que fazer durante um assalto
www.veja.com.br/perguntas
 
Clique aqui para cancelar o envio deste e-mail
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 A reportagem de capa explica o que muda já para os exames deste ano e ressalta o crescente peso do Enem, o Exame Nacional do Ensino Médio, que foi totalmente reformulado.
 Aliás, a reportagem conta tudo sobre o novo Enem e reproduz com exclusividade três questões do exame que, embora não sejam exatamente iguais às que vão ser usadas na prova, dão uma ideia clara das exigências dos examinadores: uma combinação da velha “decoreba” com muito raciocínio. Trata-se de leitura obrigatória para quem vai tentar obter uma vaga no ensino superior.
 
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 Muito interessante a reportagem sobre o útil e atualíssimo debate travado a portas fechadas entre o empresário Abilio Diniz, os economistas José Roberto Mendonça de Barros e Luiz Paulo Vellozo Lucas(deputado pelo PSDB do ES) e o ex-ministro Pedro Parente. Durante quase cinco horas eles discutiram quais seriam as políticas públicas adequadas para o Brasil enfrentar com mais sucesso a crise mundial. Publicamos um resumo da conversa, promovida pelo Centro de Liderança Pública, de Luiz Felipe d’Ávila. A íntegra dos debates pode ser lida em VEJA.com no endereçohttp://veja.abril.com.br/150409/debate.shtml
 
 Muito humana e ao mesmo tempo informativa a reportagem sobre o sumiço do atacanteAdriano, um dos maiores craques do futebol brasileiro e mundial. Adriano tem boa índole mas vive atormentado por fantasmas mentais que o atacam de vez em quando e tiram dele a alegria de jogar futebol. Desta vez, ele se refugiou na favela onde nasceu e foi criado.
 No campo da reflexão, imperdível a entrevista de Páginas Amarelas com o cientista político americano Francis Fukuyama, aquele que no começo da década de 90 decretou que a história tinha encontrado sua destinação final na perfeita combinação entre a democracia liberal e a economia de mercado. Foi um choque frontal com a crença esquerdista de que a história só se deterá no comunismo, que, este sim, seria seu estágio final. Muito bom reler Fukuyama agora em plena crise global do capitalismo financeiro e com os holofotes sobre uma nação, a China, que aparece como a solução mesmo sendo comunista, autoritária e com sua economia de mercado apenas no nome. Será que Fukuyama acusa o fracasso de sua tese? Vale a pena conferir.
 Em sua segunda participação em vídeo na newsletter, Carlos Graieb, editor executivo de Artes & Espetáculos, fala do filmaço com Nicolas Cage sobre o fim do mundo. O filme foi resenhado pela editora Isabela Boscov.
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9/4/09

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