Rádio WNews

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Glória 3 x 0 Santo Ângelo parte 58

Brasil de Fato


Glória 3 x 0 Santo Ângelo parte 57

Conselhos Populares


Venício A. de Lima

A resistência da mídia aos conselhos populares

A Constituição de 1988 prevê a instalação de 15 tipos de conselhos, diferenciados por sua inserção normativa, vinculação, atuação, composição, competência e natureza. Os de comunicação social têm sofrido resistência por parte das forças conservadoras
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“Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente”, reza o parágrafo único do Art. 1º da Constituição Federal de 1988 (CF88). Por outro lado, o Título VIII, “Da Ordem Social”, estabelece várias formas de participação, sendo que o Art. 204, ao tratar da assistência social, define especificamente diretrizes para a descentralização político-administrativa e a participação popular na formulação de políticas públicas setoriais.
Na CF88, estão previstos a instalação de 15 tipos de conselhos, diferenciados por sua inserção normativa, vinculação, atuação, composição, competência e natureza. Regulamentados por lei complementar, inúmeros funcionam rotineiramente e este funcionamento passou a ser condição legal para o repasse de recursos financeiros da União e dos estados. Outros cumprem funções relativas à avaliação de instituições públicas.
A diretriz constitucional da descentralização político-administrativa e da participação popular tem sido diretamente responsável por resultados positivos na formulação e avaliação de políticas públicas de setores de direitos fundamentais, há anos.
Apesar de tudo isso, o Decreto nº 8.243 de 23 de maio, que cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS), tem provocado uma irritada reação das forças conservadoras. Na Câmara dos Deputados, a oposição faz obstrução da pauta e ameaça impedir a votação de qualquer Projeto de Lei até que o decreto seja revogado. Além de líderes partidários, editoriais e colunistas de jornais tradicionais têm atacado o PNPS.
É interessante observar que os oligopólios de mídia lideram a reação conservadora: “golpe contra a democracia”, “devastadora desconstrução da democracia”, “decreto suspeito”, “bolivarismo” e “chavismo” são algumas das acusações ao decreto.
O porta-voz do tradicionalismo paulista, por exemplo, afirma que a presidente “tenta por decreto mudar a ordem constitucional”, que o decreto “é um conjunto de barbaridades jurídicas” e “mais um ato inconstitucional”. Por fim, conclama o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal a declararem “a inconstitucionalidade do decreto” [cf. “Mudança de regime por decreto”, O Estado de São Paulo, 29/5/2014].
Não há novidade na reação da grande mídia. O liberalismo, que sempre afirma defender, só é democrático no papel e ela tem apoiado sofismas historicamente utilizados para justificar a exclusão e a marginalização de importantes segmentos da população brasileira do exercício republicano da democracia.
Mas há, sim, uma especificidade que une a mídia e as diretrizes constitucionais da descentralização político-administrativa e da participação popular. Desde a CF88, elas têm sido interditadas no campo da comunicação social.
Em dezembro de 1991, foi sancionada a lei nº 8.389 que regulamentou o Art. 224 da CF88 e instituiu o Conselho de Comunicação Social (CCS). Apesar de ser apenas um órgão auxiliar do Congresso, a instalação do CCS foi postergada por mais de 11 anos, até 2002. Instalado, funcionou durante quatro anos e ficou inativo de dezembro de 2006 até julho de 2012, quando foi reinstalado de forma polêmica e uma composição distorcida, favorecendo a representação empresarial.
Por outro lado, desde a promulgação da CF88, obedecendo ao princípio constitucional da simetria, 9 das 26 constituições estaduais – Amazonas, Pará, Alagoas, Bahia, Paraíba, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul – e a Lei Orgânica do Distrito Federal incluíram em seus textos a criação dos Conselhos Estaduais de Comunicação Social (CECS).
Apesar de várias iniciativas tomadas nestas 10 unidades da federação para regulamentar o que está previsto em suas respectivas constituições, até hoje os CECS somente funcionam nos estados da Bahia e de Alagoas, sendo que, neste, de maneira precária e limitada.
A formidável resistência histórica dos oligopólios de mídia impede, há mais de 25 anos, que normas da CF88 e de constituições estaduais sejam cumpridas no campo da comunicação social.
Não é de surpreender, portanto, que esses mesmos oligopólios liderem a reação conservadora. Autodenominados defensores da democracia, rejeitam qualquer interferência popular direta na formulação, acompanhamento e avaliação das políticas públicas referentes às concessões do serviço público de radiodifusão. Temem que o Decreto nº 8.243 faça a prática da democracia participativa chegar até a comunicação social, o que, até hoje, têm conseguido interditar.
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Glória 3 x 0 Santo Ângelo parte 56

Escolas Municipais de Sapucaia RS Sem Ensino Fundamental

Foto: Facebook


Em Sapucaia do Sul o rapaz acima na foto Secretário de Educação Municipal retirou o Ensino Fundamental das Escolas Municipais. O Edso Portilho "defensor da causa negra", que é professor nem sensibilidade teve nessa matéria o qual o mesmo é especialista. Aliás com fracasso como Deputado Estadual, defendeu a morte de animais, um mau caráter travestido de defensor dos negros e da educação. Pobre do povo de Sapucaia que tem aturar esse personagem do PT. Ainda bem que para Deputado Estadual resolveu se aposentar.

Glória 3 x 0 Santo Ângelo parte 55

Glória 3 x 0 Santo Ângelo parte 54

Glória 3 x 0 Santo Ângelo parte 53

Perigo no Trânsito de Vacaria RS

Com as obras na BR 285 um perigo no trânsito naquele local. — emVacaria.

Inter de Lages SC


Livro História e Cultura Africana


On Saturday, June 21, 2014 1:20 AM, Jaime Martins compartilhou:

Grátis: Acesse o livro “História e Cultura Africana e Afro-brasileira na Educação Infantil”

  • abril 2, 2014 at 12:01 pm
 Foto: Fernando Bizerra Jr./BG Press/Banco Mundial
Foto: Fernando Bizerra Jr./BG Press/Banco Mundial
Rio – Lançado pelo Ministério da Educação (MEC), a Representação da UNESCO no Brasil e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), o livro “História e Cultura Africana e Afro-brasileira na Educação Infantil”  tem o objetivo de contribuir com os sistemas de ensino para a inserção de conteúdos que relacionem a história e a cultura da África e dos afro-brasileiros no currículo da educação básica, para reforçar o compromisso com o fortalecimento dos laços existentes entre o Brasil e a África.
O livro faz parte das ações realizadas no escopo do Programa Brasil-África: Histórias Cruzadas, desenvolvido por meio da parceria entre a Representação da UNESCO no Brasil e o Ministério da Educação, por intermédio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI) e conta com a Universidade Federal de São Carlos.
LIVRONo Brasil, a partir da promulgação da Lei nº 10.639/2003 e das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana, foi estabelecido um marco legal, político e pedagógico de reconhecimento e valorização das influências africanas na formação da sociedade brasileira. Foram criadas, ainda, formas efetivas para o enfrentamento e a eliminação do racismo e da discriminação nos contextos educacional e social.
Faça download do livro aqui: “História e Cultura Africana e Afro-brasileira na Educação Infantil”  »»http://unesdoc.unesco.org/images/0022/002270/227009POR.pdf
Por dentro da África 
"solidariedade"

LBV

Prezado(a) Amigo(a),
Bom dia!

1) Envio em anexo, uma sugestão de anúncio referente à Campanha Educativa da Legião da Boa Vontade: "Não use drogas. Viver é melhor!". Sugerimos este material para divulgação pois é muito importante levarmos essa mensagem de valorização da vida para os leitores. Caso precise de algum formato ou tamanho específico, estou à disposição.
 
2) Desde já agradeço pela atenção e compartilho com vocês o pensamento do Diretor Presidente da LBV, o jornalista Paiva Netto que nos convida à reflexão:
 
"As coisas fáceis geralmente tornam para nós a vida difícil"
 
OBS: Por gentileza, acusar o recebimento deste e-mail.
 
Um abraço fraterno.
Att.


Nadiele Bortolin
Assessoria de Comunicação da LBV/RS
(51) 3325-7018

Embate de Vereadores em Vacaria RS

 Vereador Antonio Almeida (PPS)
Vereadora Elisabete Ritter de Vargas

Fotos: Câmera de Vereadores de Vacaria RS


Recebemos informações de algumas fontes e até conversamos com a Vereadora Elisabete Ritter de Vargas via redes sociais sobre a questão da Bacia de Captação de água de Vacaria RS, o qual ficou de nos conceder uma entrevista sobre o assunto.  
O Vereador Antônio Almeida do PPS um governista de marca maior que defende o PT até debaixo d'Água, quer alterar a Lei 2414/07 para que seja aberto novos núcleos habitacionais próximo a Bacia de Captação do Arroio da Chácara em Vacaria RS a Vereadora Elisabete Ritter de Vargas e outros Vereadores estão preocupados com a ampliação de moradias e de indústrias no local. Segundo informações de fontes o Vereador Antônio Almeida além de ter duas faces e só gritar em plenário ofendeu a Vereadora Elisbate Ritter Vargas no desrespeito a figura feminina, e chamando de "praga" esse é o nível do Vereador que o povo elege nas urnas uns mau educados sem postura e sem nível, ainda mentem em fórum para juizes. Vereador Antônio Almeida um serviçal do PT e do Prefeito Elói Poltronieri talvez ele tenha muito interesse nessa ampliação de moradias, aliás na politica partidária suja que vivemos tudo é possível, infelizmente a desqualificação da nossa politica aqui em Vacaria RS.

Protesto do Leitor


Diego Arruda
ESTOU AQUI PARA DENUNCIAR O TRATAMENTO DESUMANO QUE O HOSPITAL NOSSA SENHORA DE OLIVEIRA DE VACARIA OFERECE.
Meu irmão Freedmann, 38anos, morreu nesta segunda feira passada dia 16/06/2014. Vitima do descaso do dr. glenio, e do tratamento desumano e preconceituoso do HNS0.
Minha mãe levou meu irmão consultar cm o dr. glenio no posto da julio. O quadro dele era de AVC, arrastando a perna, não conseguia fala direito, muita dor de cabeça(meningite), imunodeficiência e pneumonia, alem daquela doença que muitos ainda tem preconceito, mas nao é necessario eu denomina-la aqui, e o dr. glenio apenas pediu exame de escarro e não fez absolutamente nada a não ser manda-los embora pra casa.
No dia seguinte meu irmão piorou, então partimos para o atendimento particular na unimed, e só la meu irmão foi atendido por um medico competente, mas que não vou revelar o nome aqui para não expo-lo. Ele fez alguns exames e imediatamente nos confirmou que o estado do meu irmão era mto grave e de q necessitava baixar hospital imediatamente num leito isolado, sem a possibilidade de transferirmos pra outra cidade devido estar correndo serio risco de vida. Naquele momento foi ligado para o HNSO e nos foi negado um leito, e so quando o medico ligou exigindo um leito, é que as "irmãs santinhas do pau oco" autorizaram a baixa.
Chegando no HNSO, aguardamos algumas horas ate que subiram ele pro quarto(307A) POSTO 3. O quarto não possui banheiro(banheiro é coletivo no corredor), a janela esta quebrada, a porta ruida e caindo aos pedaços, o oxigênio vinha por uma mangueira passando pela fresta da porta de outro quarto ao lado(entao, como saber se o umidificador tinha agua e se estava regulado certo?). E foi colocado um cartaz na porta do quarto q dizia: uso obrigatorio de mascara, luvas e avental. A mascara eu tive de comprar, comprei 20 e dps mais 20 na farmacia do HNSO. avental nunca existiu ali, e as luvas eram a unica coisa disponivel ali. E so parte das enfermeiras usavam a mascara e as luvas. Os panos oferecidos eram pedaços de uniformes velhos e fronhas, entao tambem comprei panos.
Nao sao todas, mas 80% do quadro da enfermagem do POSTO 3, nao fazia nada por nós, era negligentes e preconceituosos com a doença do meu irmao, pq esse tratamento desumano era apenas com nós. E apenas 20% delas eram preparadas para esta profissao q é tao admiravel quando exercida com vocaçao e amor.
Ao pedir pra trocar o esparadrapo q segurava a sonda, uma delas disse nao saber fazer isso. A dieta era largada sobre a mesinha ao lado da cama, com a seguinte ordem: voces coloquem a dieta na sonda, e caso nao saibam colocar, a gente ensina a primeira vez. Os medicamentos vinham com atraso dentro de um copinho e algo parecido com uma seringa de vidro, onde a gente tinha que esmagar os comprimidos, mistura agua, por na seringa, e injetar na sonda. Eu e minha cunhada foi quem deu banho nele e trocava as fraldas, nos primeiros 8 dias de internaçao. Pq no oitavo dia, minha mae(deficiente fisica desde criança, com dificuldades, hj com 55 anos) q estava com meu irmao no quarto, pediu p elas virem aspirar a secreçao dele, pq estava com dificudade para respirar, disseram pra esperar pq no momento estavam fazendo a troca de turno. Na segunda vez, disseram q iriam procurar a planilha com os dados dele primeiro(e ele cada vez pior). Na terceira, minha mae implorou pra irem rapido que ele estava afogado e nao conseguia respirar, e só ai foram la aspira-lo. E tudo era sempre assim nessa base de pedir e esperar muito a vontade das "madames". Logo depois desse fato ocorrido, o medico mandou chamar minha mae, e para surpresa dela o assunto era de que uma das enfermeiras haviam se queixado ao medico que minha mae tinha sido mal educada ao pedir para aspira-lo, mas ela nao foi mal educada, apenas se comportou como uma mae desesperada q ao ver o filho morrendo afogado e ninguem fazer nada ate o terceiro pedido de ajuda. Ao relatar o descaso delas ao medico, ele nos mostrou que ja a dias estava com elas a prescriçao de aspira-lo 6 vezes ao dia, escrito em vermelho ainda p elas nao esquecerem, ele ficou muito surpreso com tudo isso , e conversou com elas alertando-as dos seus deveres e obrigaçoes, e foi so depois disso q começaram a nos ajudar a dar banho e troca-lo e aspira-lo.
Quando eu e minha cunhada traziamos meu irmao do exame de ressonancia, passamos ele da maca para a cama, com elas apenas olhando, e nao ajudaram-nos, mas estavam ali em grande quantidade fazendo a troca de turno, ao redor da mesa delas de frente pra nós, mas apenas observavam como se nao fosse obrigaçao delas essa tarefa.
O pessoal do laboratorio, ao vir fazer o exame de sangue, deixava a agulha sem capinha, sobre a cama.
No decimo dia de internaçao, por volta 8 horas da manha, meu pai me ligou do hospital dizendo pra ir la ajuda-lo, que meu irmao estava sofrendo uma convulsao com apineia, e ninguem tinha vindo ajuda-lo. Me levantei pra ir ate ao hospital, e chegando la depois de aproximadamente 20 minutos, o medico de plantao ainda estava se preparando a colocar as luvas pra so depois atende-lo. Entao foi levado pra UTI.
UTI esta, que possui uma ampla sala de espera destinada aos familiares, mas que na primeira visita acabei descobrindo de que nao podemos usa-la, pq o sr. Roger(administrador do HNSO junto com as "irmazinhas"), me disse ter determinado a proibiçao do uso da sala de espera da UTI, sendo assim, deviamos aguardar na recepçao do hospital, amontuados com pessoas que faziam baixas e altas, e que estavam ali para outros fins, e nada tinham a ver com a visita da UTI.
Sei que tudo isso que relatei aqui, nao vai traze meu irmao devolta, mas nao podia deixar a coisa fica como está.
Um dia depois do velorio e enterro do meu irmao, dia 18/06, decidi ir falar com a direçao do HNSO, ali representado pelo sr. Roger. pedi a ele os pertences que eu havia levado pro meu irmao na UTI(pacotes de fraldas, potes de cremes, desodorantes, shampoo, etc...) com a intençao de doar em alguma entidade de idoniedade nao duvidosa como a do HNSO, mas o sr. Roger foi ate a UTI, e nao soube me dizer onde anda estes pertences, e que no dia 20/06, no caso hoje, me ligaria pra dar-me uma resposta, voce acha que ele me ligou? claro que nao.
Relatei a ele tudo o que aconteceu ali no posto 3, ele me escutou, agradeceu eu estar denunciando tudo isso a ele,(como se nao soubesse o que acontece la) e prometeu rever tudo aquilo que descrevi nos minimos detalhes a ele. será que vai?
questionei ele se ele colocaria um familiar ali, e na hora ele me respondeu que nao, pois ele sabe sim como sao as coisas no HNSO. Tambem o questionei o que eram feitos com os recursos recebidos, pois aqui na regiao em cidades menores os recursos sao os mesmos, mas os hospitais oferecem estrutura e atendimento digno. Minha vontade era de que houvesse auditorias contantes nas finanças e recursos recebidos pelo HNSO, pq enquanto os quartos estao destruidos, a lancreria ta ganhando uma super reforma pra fik lindona como tambem ficou a farmacia q construiram ao lado.
Fica aqui entao registrado minha denuncia, e ate mesmo meu desabafo. E pra voce que leu tudo isso, denuncie aqui tambem se voce vivenciou algo parecido no HNSO. E nao se deixe enganar mais por estes politicos da nossa cidade. Ontem mesmo o nosso prefeito Elói poltronieri estava na radio falando que o setor da saude em Vacaria está otimo, ele e seus 6 medicos cubanos sao os super herois.
Registro tambem aqui, que meu voto nas urnas depois destes fatos ocorridos, sera sempre em branco ou nulo. Faça voce o mesmo, pois eles nao fizeram nada pela saude da nossa comunidade. E voce politico ou partidario que pretender um dia pisar na minha casa pedindo votos, sera recebido de maneira nada agradavel. Fica a dica. — com Elói Poltronieri.