Rádio WNews

sábado, 26 de novembro de 2016

Deputado Federal Afonso Hamm Contra a Corrupção


SOU A FAVOR DAS MEDIDAS CONTRA CORRUPÇÃO E NÃO APOIO A ANISTIA AO CAIXA 2
 
Na tarde de quinta-feira, a Câmara dos Deputados aprovou a urgência para discutir e votar o projeto de lei com medidas contra a corrupção (PL 4850/16), aprovado pela comissão especial. O meu voto foi favorável pela urgência que a matéria requer e para termos a oportunidade de discutirmos com maior profundidade o mérito da matéria, visando atender o clamor popular que deseja o estabelecimento das medidas anticorrupção. Queremos dar uma resposta positiva ao povo no sentido de implementar mudanças sistêmicas e estruturais no combate aos crimes de corrupção.
 
Também reitero meu descontentamento com a tentativa de inserir a anistia ao Caixa 2. Meu voto será contrário a esta medida. Não sou e não serei conivente com quaisquer atos ilícitos que tenham sido praticados por aqueles que deveriam zelar pela ética.
 
Nesse momento, em que o Brasil passa por profundas transformações políticas, sociais e de austeridades financeiras, permanecerei ao lado da população que anseia pelo fim da impunidade. Precisamos considerar que esse projeto foi concebido pela sociedade que em todo o país, coletou 2,4 milhões de assinaturas em apoio à campanha apresentada ao Congresso Nacional em forma de projeto de iniciativa popular.
 
Afonso Hamm – Deputado Federal
 

 
Projeto de cooperativismo na ovinocultura poderá ser instalado na Região do Alto Camaquã
 
A organização da cadeia produtiva da ovinocultura na região do Alto Camaquã, no Rio Grande do Sul, em forma de cooperativismo foi motivo de reunião na Secretaria de Mobilidade Social, do Produtor Rural e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento. A reunião, organizada pelo deputado federal Afonso Hamm, foi com o diretor da secretaria, Pedro Corrêa Neto. Também estavam presentes o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (ARCO), Paulo Schwab; o diretor técnico, Edegar Franco; os representantes da Secretaria de Agricultura do RS, José Pires e Rodrigo Rizzo.
 
As lideranças do setor da ovinocultura reivindicam a implantação na região do Alto Camaquã, do projeto piloto no Rio Grande do Sul de Produção Integrada de Sistemas Agropecuários em Cooperativismo e Associativismo Rural (PISACOOP). O programa visa promover o desenvolvimento agropecuário, por meio de sistemas de produção sustentáveis, capacitação e transferência de tecnologias que promovam a conservação de recursos naturais, visando a obtenção de alimentos seguros, com qualidade e competitividade, além de geração de trabalho, emprego e renda nos diversos níveis das cooperativas e associações rurais. A ideia, conforme o presidente da ARCO, é que o projeto seja concretizado junto com a ARCO e Associação do Desenvolvimento Sustentável do Alto Camaquã (ADAC), com forte atuação na área de ovinocultura e turismo.
 
Organização da cadeia produtiva
 
Hamm destaca que esse encontro foi oportuno no sentido de propiciar um convencimento maior do Ministério dada a importância do setor da ovinocultura que necessita desta organização da cadeia produtiva. “Os criadores de ovinos precisam de melhor capacitação, formação, transferência tecnológica e organização comercial da carne, lã, pele, leite, queijo e artesanato, que pode ocorrer através do sistema cooperativo”, aponta.
 
A apresentação do PISACOOP na região do Alto Camaquã foi reivindicada ao secretário que reconhece a necessidade de implantar o programa nesta região altamente produtiva. Para isso, no dia 5 de dezembro, será realizada uma reunião, no município de Canguçu, com o propósito de dar início as tratativas para o projeto de cooperativismo do Alto Camaquã. O evento contará com a presença do deputado federal Afonso Hamm e de técnicos do Ministério.  Schwab relata que a ADAC, na maior parte é formada por pequenos produtores e que o trabalho de associativismo e cooperativismo irá contemplar com o desenvolvimento do setor no Estado.
 
 

 
2º Fórum Legislativo do Futebol será no dia 29 em Brasília
 
A segunda edição do Fórum Legislativo do Futebol será realizada no dia 29 de novembro, no plenário 4, da Câmara dos Deputados, a partir das 14h. O evento é promovido pelo presidente da Comissão do Esporte, deputado César Halum e pelo presidente da Subcomissão Permanente do Futebol, deputado federal Afonso Hamm.
 
O tema em pauta é sobre os resultados da Seleção Brasileira do Sub-20 de Futebol nos Jogos Olímpicos de 2016 e as estratégias para definir agenda positiva do futebol brasileiro. A perspectiva dos clubes formadores e os planos do Governo Federal para o desenvolvimento do futebol de base irão compor as outras temáticas do debate.
 
Entre os principais convidados confirmados, está a presença do treinador da Seleção Brasileira Sub-20, Rogério Micale e o coordenador da categoria de base do Santos Futebol Clube, Ronaldo Lima. A segunda edição também contará com a presença do secretário nacional de futebol e defesa dos direitos do torcedor, do Ministério do Esporte, Gustavo Henrique Perrella.
 
A Subcomissão Permanente do Futebol, presidida por Afonso Hamm, foi instalada em março de 2015, sensível às dificuldades financeiras dos clubes profissionais e tendo em vista a necessidade de discussão e aperfeiçoamento do futebol. “Com a presença dos representantes do setor, teremos a oportunidade de estruturar ideias, planos, estratégias de atuação e projetos de lei que possam aprimorar, de forma ampla esse patrimônio de todos os brasileiros que é o futebol”, sinaliza.
 
O evento será transmitido ao vivo e haverá espaço para perguntas do público presente e também por interação virtual - https://goo.gl/n92g8t.
 
Acesse a programação:  https://goo.gl/oCWmQE
 
 
 
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Jornalistas responsáveis – Márcia Godinho Marinho – MTB 10.868 – (61) 3215-5604 / Gilkiane Cargnelutti MTB 15.929 - (51) 3392-4609

Morre Fidel Castro Maior Líder Comunista Mundial


MENSAGEM  OFICIAL DO COMITE DO GOVERNO E PARTIDO DE CUBA AO POVO 
Descripción: D:\jefa.politico\Mis documentos\Downloads\Fidel.jpg
 

Querido pueblo de Cuba:
Con profundo dolor comparezco para informarle a nuestro pueblo y a los amigos de América y del mundo, que hoy 25 de noviembre, a las 10:29 horas de la noche falleció el Comandante en Jefe de la Revolución Cubana Fidel Castro Ruz. En cumplimiento a la voluntad expresa del Compañero Fidel, sus restos serán cremados. En las primeras horas de mañana sábado 26, la comisión organizadora de los funerales, brindará a nuestro pueblo una información detallada sobre la organización del Homenaje póstumo que se le tributará al fundador de la Revolución Cubana. ¡Hasta la victoria siempre!
Alocución del General de Ejército Raúl Castro Ruz, Presidente de los Consejos de Estado y de Ministros de la República de Cuba
 

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FIDEL
Por Eduardo Galeano, que o recepcionou no Paraiso..
Seus inimigos dizem que foi rei sem coroa e que confundia a unidade com a unanimidade.
E nisso seus inimigos têm razão.
Seus inimigos dizem que, se Napoleão tivesse tido um jornal como o Granma, nenhum francês ficaria sabendo do desastre de Waterloo.
E nisso seus inimigos têm razão.
Seus inimigos dizem que exerceu o poder falando muito e escutando pouco, porque estava mais acostumado aos ecos que às vozes.
E nisso seus inimigos têm razão.
Mas seus inimigos não dizem que não foi para posar para a História que abriu o peito para as balas quando veio a invasão,
que enfrentou os furacões de igual para igual, de furacão a furacão,
que sobreviveu a 637 atentados,
que sua contagiosa energia foi decisiva para transformar uma colônia em pátria
e que não foi por feitiço de mandinga nem por milagre de Deus que essa nova pátria conseguiu sobreviver a dez presidentes dos Estados Unidos, que já estavam com o guardanapo no pescoço para almoçá-la de faca e garfo.
E seus inimigos não dizem que Cuba é um raro país que não compete na Copa Mundial do Capacho.
E não dizem que essa revolução, crescida no castigo, é o que pôde ser e não o que quis ser. Nem dizem que em grande medida o muro entre o desejo e a realidade foi se fazendo mais alto e mais largo graças ao bloqueio imperial, que afogou o desenvolvimento da democracia a la cubana, obrigou a militarização da sociedade e outorgou à burocracia, que para cada solução tem um problema, os argumentos que necessitava para se justificar e se perpetuar.
E não dizem que apesar de todos os pesares, apesar das agressões de fora e das arbitrariedades de dentro, essa ilha sofrida mas obstinadamente alegre gerou a sociedade latino-americana menos injusta.
E seus inimigos não dizem que essa façanha foi obra do sacrifício do seu povo, mas também foi obra da pertinaz vontade e do antiquado sentido de honra desse cavalheiro que sempre se bateu pelos perdedores, como um certo D. Quixote, seu famoso colega dos campos de Castela.

(GALEANO, Eduardo. Espelhos. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008)

Fidel: Tu estrella roja nos seguirá iluminando 

Por Carlos Aznárez

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Por Carlos Aznárez

Fidel se nos ha ido de pronto, y ya lo estamos extrañando, porque nada será igual sin él. Creíamos, muchas veces lo pensamos en los rincones más inhóspitos de las cárceles, en las cloacas de las peores torturas, o en los días más difíciles de nuestras luchas, que Fidel estaba con nosotros, alentándonos, acompañando las peores dificultades. Sus ideas revolucionarias y socialistas, su ejemplo de combatiente y estratega, su incomparable sapiencia a la hora de emprender las más difíciles luchas. Siempre Fidel estaba presente, con su uniforme verde oliva, con su fusil levantado en alto, empuñado con vigor y dispuesto a seguir siempre pa’lante.
Fidel, la estrella más roja del mapa latinoamericano y caribeño, esa enorme figura que supo hacer de la Revolución una posibilidad no lejana y a la vez logró transmitir esperanzas para que otros y otras en cualquier rincón del mundo pudieran alzarse contra las injusticias. Ese gigantesco corazón sensible en el que han cabido todas las tristezas de los más necesitados y también las alegrías por las pequeñas y grandes victorias conquistadas. En Fidel, digo, y en su forma de generar conciencia, formación, coraje y toda la audacia necesaria para conquistar el poder y no servirse del mismo, están concentrados todos los anhelos de quienes jamás se habrán de dar por vencidos en la lucha por un mundo diferente. Socialista, sin más aditamentos, al decir y el hacer del Comandante.
Justamente ahora, que la situación internacional no parece la más favorable para los pueblos y hay dudas sobre el futuro que le espera a la Humanidad, vale la pena buscar respuestas a la existencia de este inagotable referente del campo revolucionario que sigue dando lecciones de sabiduría y humildad.
Se ha marchado el hombre y el combatiente que se dio cuenta enseguida que todas las teorías del mundo no son suficientes si no se ejerce una práctica audaz e inteligente contra el autoritarismo, y junto con un puñado de valientes asaltó el Moncada, abriendo así un sendero que no se detendría más hasta la toma del poder, una meta imprescindible si se quiere hacer una Revolución con mayúsculas.Pero qué decir de ese Fidel, que con Raúl, el Che y otros tantos patriotas desembarcó del Granma, y cuando todo parecía venirse abajo, entre cadáveres de sus mejores hermanos y las balas del enemigo, contó los fusiles y se repitió varias veces, como para que lo oyeran los esbirros de la dictadura batistiana, que con esa decena de hombres que quedaban en pie, ganarían la batalla.
Ya no tendremos a ese hombre junto a nuestras luchas, a ese Fidel de la Sierra Maestra, el que rodeado de Raúl, el Che y Camilo fue capaz de cometer las más increíbles hazañas. Allí, en aquellas montañas victoriosas, apareció con toda claridad el Fidel combatiente, el estratega militar capaz de convertir en triunfo aplastante lo que minutos antes iba camino a convertirse en derrota, el Fidel compañero de sus compañeros, severo cuando se trataba de hacer que se cumplan sus órdenes, sabedor de que cualquier duda en un combate tan desigual como el que libraban, podía hacer capotar el proyecto revolucionario.
Pero también supimos en esos pocos años de batalla directa contra la soldadesca de Batista, de ese Fidel que respetaba la vida de sus enemigos una vez que eran capturados en combate, marcando de esa forma un territorio de humanidad, que en varias ocasiones provocó deserciones masivas entre los uniformados del régimen, y generó las bases para que pocos miles de rebeldes vencieran a un ejército regular y bien equipado de cien mil soldados, que contaban con tanques, aviones bombarderos, y la ayuda internacional de los imperios yanqui e inglés.
Después, cuando los barbudos felizmente marcharon victoriosos hacia La Habana, en aquellos días memorables del 59, comenzó a desarrollarse la vida de un Fidel que terminó asombrando al mundo. Revolucionario hasta la médula, liberó a su pueblo de la opresión y de la cultura gringa que lo asfixiaba, expropió y nacionalizó todo lo que antes era de cuatro magnates subordinados a la mafia norteamericana, y ejerció el internacionalismo con la misma potencia que antes había desarrollado para derrotar al tirano.
Codo a codo con el Che, no dudó de emprender una prolongada marcha para conquistar la por ahora pendiente segunda Independencia latinoamericana. Venció al Apartheid sudafricano, ayudó a liberar Angola, abrazó a Salvador Allende y apretó los puños de rabia, como pocos, cuando se enteró que su hermano Guevara caía en combate en Ñancahuazu.
Cuántos rebeldes del continente se siente enormemente agradecidos por lo que hizo Cuba por ellos, cuántos luchadores por el socialismo no hubieran podido gestar múltiples hazañas en sus países sin la decisión solidaria y comprometida de Fidel y sus compañeros. La lista es extensa y a través de ella, Cuba y su Revolución fueron escribiendo páginas de dignidad imposibles de olvidar.
En esos años y en los venideros, Fidel debió multiplicarse, para que la Isla no se hundiera tras la caída del bloque socialista, para intervenir con clarividencia en temas de deuda externa, anunciando antes que ninguno, que la misma era impagable por ilegítima. También propuso soluciones para cuidar y defender el medio ambiente, o encarar gigantescas iniciativas en temas de educación y salud para su pueblo, que luego fueron y son derivadas de manera solidaria hacia el resto del mundo.
Sin embargo, la madre de toda las batallas fue la que libró Fidel, abrazado con su pueblo, contra el criminal bloqueo imperialista.
Medio siglo de obligadas carencias, que fueron derrotadas a punta de digno coraje y la convicción de que a las revoluciones verdaderas se le oponen miles de escollos. Para que semejante agresión no pueda salir airosa, Fidel lo repitió siempre, la medicina es tener conciencia revolucionaria y convicción de que se libra una batalla justa, forjar una inmensa unidad de los de abajo, y sacrificarse hasta las lágrimas.
“Después de Dios, Fidel”, dijo emocionado un agradecido ciudadano de Haití, al defender las misiones médicas y alfabetizadoras que el gobierno cubano derramó por todo el mundo, llegando allí donde nadie se atrevía. Eso es lo que en estos días todos los que agradecemos su necesaria vigencia tenemos la obligación de recordar cuando nombramos a Fidel. Nunca, pero nunca, nos falló.
Lo decimos desde la constatación de saber en que clase de mundo vivimos, donde la felonía, la corruptela, el transfuguismo y la claudicación se han convertido en moneda corriente. Frente a esas lacras, Fidel, Cuba, su pueblo, la vieja guardia y las jóvenes generaciones revolucionarias, siempre han mostrado que se puede. Que con voluntad política y conciencia revolucionaria no hay enemigo invencible.
Nuestro querido Comandante en jefe ya no estará para alumbrar nuevos amaneceres, pero sus ideas, que nadie tenga duda, permanecerán intactas para impulsarnos a no bajar los brazos. Como buen “caballo” y merecedor de ese apodo cariñoso impuesto por el pueblo de Cuba, Fidel seguirá galopando hacia el futuro. Y lo hará, ahora que ese enemigo al que le soportó la mirada, a pesar de tenerlo a sólo 90 millas, simula acercarse y “flexibilizar relaciones” para seguir apretando la soga de formas diversas. Ahora que ya no tenemos  tampoco a Hugo Chávez, su mejor amigo, hijo, hermano, compañero, ahora que el Imperio se lanza a la ofensiva en lo que sigue considerando su “patio trasero” y Cuba se nos aparece, como siempre, intacta, inabordable por sus enemigos que son los nuestros, ahora, cuando las reflexiones de Fidel en defensa de la vida contra la muerte son más que necesarias, es momento de detener la marcha por un instante, y reconocerle a este hombre excepcional todos sus méritos.
Por eso, cuando las dificultades nos apabullen, cuando creamos que nos estamos quedando sin fuerzas, cuando a veces nos falten respuestas, cuando la confusión reinante nos haga dudar sobre quien realmente es el enemigo, en esos momentos de oscuridad y desazón, volvamos a Fidel, a sus ideas, a su ética, a su audacia, a su coraje, a su lógica revolucionaria y empinémonos nuevamente en la maravillosA aventura de querer tomar los cielos por asalto.
Un poco desolados, otro poco mordiendo nuestro propio dolor, pero jamás vencidos, te decimos querido Comandante, que te evocaremos cuando escuchemos el viejo tema de Carlos Puebla, ese que habla de que “mandastes a parar” y lo cantaremos una y otra vez, para darnos fuerza, para tragarnos las lágrimas, y consultarte a cada momento: ¿Vamos bien, Fidel?

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Em 26/11/2016
“Uma revolução não é um mar de rosas. É uma luta de morte entre o futuro e o passado.”
Fidel em 1961, quando a Revolução Cubana completava apenas dois anos e ele 34.
Fidel estava muito à frente de seu tempo. Ele escreveu seu nome como um dos grandes líderes da História, principalmente como o defensor dos explorados e dos que sofrem com a opressão e a injustiça. Por isso mesmo foi odiado pela burguesia e seus fantoches, que contra ele assacam toda sorte de calúnias.
No entanto, nada abalou o amor que o po
​​
vo cubano e a humanidade progressista devotam a este exemplo do “homem novo”, solidário, ético, audaz, e que jamais desistiu de lutar para antecipar para todos os povos um futuro de paz e justiça social.
FIDEL CASTRO RUZ
PRESENTE, SIEMPRE


ÉL NO HA MUERTO, SE HA REPARTIDO ENTRE TODOS NOSOTROS.
SE HA SEMBRADO LA SAVIA MÁS FÉRTIL Y
 FUERTE DEL ÁRBOL DE LA REVOLUCIÓN.
SEGUIRÁS INALTERABLE, INSURGENTE, HEROICO Y
ENAMORANDO REBELDÍAS PLEBEYAS...
SEGUIREMOS ENROLADOS EN TU EJERCITO DE COMBATIENTES
POR LA VIDA Y EL SOCIALISMO.
JAMÁS, JAMÁS, JAMÁS DEJARÁS DE ESTAR AL FRENTE
A LA HORA DE LIDERAR
LAS OFENSIVAS DE LA LUCHA DE LOS PUEBLOS.
COMANDANTE, HASTA LA VICTORIA SIEMPRE

¡LUCHAR HASTA VENCER!

LOS PIBES
 
- ARGENTINA-
PARA NAO ESQUECE-LO JAMAIS!
Clique no link abaixo para saber um pouco da trajetória de Fidel que se mistura com a história de Cuba.
 
http://www.cubadebate.cu/
 
http://www.fidelcastro.cu/es
 
Abaixo, 2 músicas feitas em homenagem a Fidel, inclusive a belíssima versão feita pelo MPB4

https://www.youtube.com/watch? v=NFqE0m4XnaA    En Eso LLegó Fidel - Carlos Puebla

 
https://www.youtube.com/watch? v=7Iz-iBuJuE0     Por Quem Merece Amor com o MPB4

Mônica Leal

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Mônica Leal
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Hoje, Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher, deixo a minha mensagem.
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Da terras dos gaúchos para São Paulo. Já já mais uma palestra num encontro nacional da Rede Liberdade @mises
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Finalmente morre ditador assassino comunista Fidel Castro, aos 90 anos
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Adimir G. Scudiero
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